Rosa-de-porcelana

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hola aca les dejo que es Rosa-de-porcelana (Etlingera elatior) é uma espécie de planta perene herbácea originaria do Sueste asiático.[1] [2] Os sinónimos botânicos incluem, Nicolaia elatior, Nicolaia speciosa, Phaeomeria speciosa, Alpinia elatior, Alpinia magnifica.

Nome[editar | editar código-fonte]

A Rosa-de-porcelana (Torch Ginger, Ginger Flower, Red Ginger Lily, Torch Lily, Torch Ginger, Wild Ginger, Combrang, Bunga Siantan, Philippine Wax Flower, Xiang Bao Jiaing, Indonesian Tall Ginger, Boca de Dragón, Rose de Porcelaine, Porcelain Rose, Bastão-do-imperador, gengibre-tocha, flor-da-redenção), teve numerosas designações genéricas ao longo dos anos: Alpinia, Phaeomoria, Nicolaia, e Elettaria. A taxonomia era rebuscada e confusa. E acreditava-se que o género tinha apenas algumas espécies.

Definição[editar | editar código-fonte]

Nos anos 80 do século XX, Rosemary Margaret Smith, dos Jardins Botânicos Reais de Edimburgo, aprofundou os estudos sobre a Rosa-de-porcelana e determinou que a planta pertencia ao género Etlingera, descrito pela primeira vez em 1792 por Paul Dietrich Giseke. Desde então, Axel Dalberg Poulsen, do Herbário Nacional da Holanda, dedicou os seus estudos a estas plantas gloriosas. Descobriu que há pelo menos 70 espécies, muitas ainda não estão identificadas. Podem-se encontrar em muitas localidades tropicais, espalhando-se desde as Ilhas do pacifico até à África.

Descrição[editar | editar código-fonte]

A inflorescência espectacular sai do rizoma entre uma altura de 60 centímetros a mais de um metro. As flores individuais aparecem do meio dos nós, parecidos com uma pinha, por cima das linhas de cera. As folhas crescem em filas de talos separados ao longo do rizoma. Os talos frondosos crescem entre 4.5 a 6 metros. Normalmente, quando a inflorescência se começa a expandir, as folhas vão secando devido às mudanças de temperatura e ao vento.

Usos[editar | editar código-fonte]

As espampanantes flores cor de rosa são usadas em arranjos florais, enquanto que os botões da flor, são um ingrediente importante no prato Nonya, laksa. No Norte de Sumatra , os botões da flor são usados num prato chamado arsik ikan mas (Carpas condimentadas com pimenta em grão). Na Malásia, é conhecida por bunga kantan, os pedúnculos da inflorescência são cortados e adicionados a potes laksa (vários tipos de caril ou sopas feitas com macarrão de arroz). Na Indonésia, é conhecida como bunga kecombrang ou honje, na Tailândia como kaalaa. Em Batak Karo, é conhecida como asam cekala (asam significa azedo), e os botões da flor, mas mais importante, as vagens de sementes maduras, que são empacotadas com pequenas sementes pretas, são um ingrediente essencial da versão Karo de sayur asam, e são indicadas para cozinhar peixe fresco.

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Andreas W Ebert; Centro Agronómico Tropical de Investigación y Enseñanza. Securing our future: CATIE's germplasm collections. Costa Rica: Turrialba, 2007. 204 pp. p. 197. ISBN 978-9-977-57433-2.
  2. Cecilia Beatriz Levy de Veiga Soares. O livro de ouro das flores. [S.l.]: Sinergia/Ediouro, 2002. 512 pp. p. 57. ISBN 978-8-579-47023-3.