Roseiral

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Um rosarium é um jardim especializado em exibir exclusivamente espécies e variedades do gênero Rosa. Existem "rosariums de exposição" em numerosos jardins públicos europeus, onde são organizados periodicamente concursos de novas variedades entre os horticultores. Também existem os "rosariums conservatório", geralmente em jardins botânicos, onde são preservados rosas silvestres.

História[editar | editar código-fonte]

Rosarium de Mottisfont Abbey, Reino Unido.

A rosa é valorizada pela sua beleza e fragrância e sempre teve uma história de simbolismo e significados. Os antigos gregos e romanos, à identificavam com suas deusas do amor, Afrodite e Vênus. Nos tempos romanos, colocavam uma rosa selvagem na porta de uma sala onde se discutia assuntos confidenciais. A frase “sob a rosa” , utilizada para a condição de manter um segredo, deriva desta antiga prática romana.

Os primeiros cristãos identificavam as cinco pétalas da rosa silvestre com as cinco chagas de Cristo. Apesar desta interpretação, seus lideres ficaram receosos em adota-la como símbolo, devido a sua associação com rituais pagãos e os excessos romanos. A rosa vermelha foi adotada como símbolo cristão do sangue dos mártires. Posteriormente as rosas vieram à ser associadas com a Virgem Maria.

O cultivo da rosa e suas variedades começou na Europa no século XIX. As rosas tem sido divididos em duas categorias: rosas antigas e rosas modernas.

  • Entre as rosas antigas encontram-se as variedades Alba, Damasco, Centifólia, Gallica e Moss, que foram muito populares nos jardins europeus até o século XVIII, quando começou a florescer o comércio com a Ásia, sendo então importadas diversas variedades da China.
  • A criação da primeira rosa híbrida ocorreu em 1867 por Jean-Baptiste Guillot, marcando o início da era moderna no mundo das rosas. Guillot produziu a classe de rosas mais populares atualmente nas floriculturas e jardins, ao cruzar rosas de floração perpétuas procedentes da China com variedades européias mais vigorosas.

Rosariums pelo mundo[editar | editar código-fonte]

Rosarium comunitário de Roma
  • No Reino Unido, além de haver rosariums de exibição em numerosos jardins públicos existem, também, rosariums de preservação de espécies silvestres em muitos jardins botânicos. Diversas partes da "coleção nacional de rosas" estão com David Austin, Peter Beales, "Royal National Rose Society" , e no Mottisfont Abbey, onde se encontra uma coleção de arbustos de rosas anteriores às modificações e hibridações de 1900. O "Jardim Botânico da Universidade de Birmingham" mantém uma coleção denominada “a história da rosa européia” .
  • Na Itália, desde 1950, existe um rosarium comunitário em Roma, onde o cidadão pode plantar e cuidar seu próprio roseiral. Este rosarium, localizado num antigo cemitério, apresenta cerca de 1.100 espécies e variedades de rosas diferentes.
  • Na Espanha, existem rosariums de exposição e concursos internacionais de novas variedades no "Parque do Oeste" em Madri e no "Parque de Cervantes" em Barcelona, além de outras importantes como as do "Parque do Retiro" ( Madri), a do Jardim botânico de Córdoba, entre outras.
  • Na Alemanha está o rosarium que possui a maior coleção de rosas do mundo, o "Europa-Rosarium".
  • No Uruguai, existe um rosarium clássico em Montevidéu, projetado e cultivado em 1910 pelo francês Jacques Racine.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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