Rubaiyat

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

[1]

Question book.svg
Este artigo não cita fontes fiáveis e independentes. (desde fevereiro de 2010). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Página de um manuscrito do Rubaiyat de Omar Khayyam. Caligrafia e ornamentação de William Morris, ilustração de Edward Burne-Jones.

Rubaiyat de Omar Khayyam é o título dado pelo inglês Edward Fitzgerald para a sua tradução de uma seleção de poemas, originalmente escritos em persa e atribuidos a Omar Khayyam (1048 - 1131), um poeta, matemático e astrônomo da Pérsia. Um ruba'i é uma estrofe de duas linhas, com duas partes (hemistíquos) cada, daí o termo Rubaiyat (derivado da palavra árabe para "quatro").

A poesia de Rubaitat canta a existência humana, a brevidade da vida, o êxtase e o amor. Omar Khayyam desenvolve em sua obra poética a concepção do êxtase do vinho como a transcendência do homem.

O poeta inglês Fitzgerald foi o responsável por tornar conhecida a obra do Rubaiyat, ao traduzi-la e publica-la em 1859.

A leitura de que Omar Khayyam seria um poeta sufi foi erguida por J. Nicolas, em 1867. Segundo esta interpretação, a filosofia sufi estaria representada de forma simbólica nas imagens da obra - a taberna seria o templo; a divindade seria o vinho; a copeira seria a religião; o cálice, o universo; e a embriaguez o Êxtase Místico.

Ícone de esboço Este artigo sobre literatura é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

Referências

  1. Rubaiyat, Omar Khayyam. Clássicos do Oriente. Editora EKO.