Rubens Barrichello

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Rubens Barrichello
Rubens no Grande Prêmio da Malásia de 2010.
Informações pessoais
Nome completo Rubens Gonçalves Barrichello
Apelido(s) Rubinho
Nacionalidade Brasil Brasileiro
Nascimento 23 de Maio de 1972 (39 anos)
São Paulo,  São Paulo
Registros na Fórmula 1
Temporadas 1993-presente
Equipes Jordan, Stewart, Ferrari, Honda, Brawn e Williams
GPs disputados 326 (322 largadas)
Títulos 0
Vitórias 11
Pódios 68
Pontos 658
Pole positions 14
Voltas mais rápidas 17
Primeiro GP Grande Prêmio da África do Sul de 1993
Primeira vitória Grande Prêmio da Alemanha de 2000
Última vitória Grande Prêmio da Itália de 2009
Último GP Grande Prêmio do Brasil de 2011

Rubens Gonçalves Barrichello, mais conhecido como Rubinho Barrichello (São Paulo, 23 de maio de 1972), é um automobilista brasileiro que, desde 1993 disputa de maneira ininterrupta o campeonato mundial de Fórmula 1, sendo atualmente o piloto mais experiente da história desta categoria. É o atual presidente da GPDA , a Grand Prix Drivers' Association e representante dos pilotos de Fórmula 1.

Barrichello guiou pela Scuderia Ferrari de 2000 a 2005, como companheiro de equipe de Michael Schumacher, desfrutando de um grande sucesso, incluindo terminar como vice-campeão em 2002 e 2004. A aposentadoria de Schumacher no final de 2006 fez de Barrichello o piloto mais experiente do grid e, no Grande Prêmio da Turquia de 2008, ele atingiu a marca de 257 largadas, tornando-se o piloto com maior número de corridas disputadas na Fórmula 1. Em 2010, no Grande Prêmio da Bélgica de 2010, atingiu a incrível marca de 300 GPs disputados.

Após competir pela Brawn GP na temporada de 2009, ele foi confirmado para temporada de 2010 na equipe Williams, tendo renovado para temporada de 2011. Em 2011 Rubens disputou sua 19ª temporada, tornando-se o piloto com maior número de temporadas ininterruptas disputadas. Barrichello não conseguiu prolongar seu vínculo com a escuderia para mais um ano sendo substituído por Bruno Senna [1].

Índice

[editar] Primeiros anos de carreira

Rubinho conquistou cinco títulos brasileiros de kart, sendo considerado imbatível na época. Fez um ano de F-Ford no Brasil (1989), tendo vencido a primeira etapa em Florianópolis, circuito de rua e com pista molhada. No ano seguinte, foi competir na Europa. Foi campeão da Fórmula Opel em seu ano de estréia, 1990, com seis vitórias, sete pole positions e sete voltas mais rápidas. No ano seguinte foi campeão da Fórmula 3 inglesa, pela equipe West Surrey Racing, derrotando David Coulthard. Aos dezenove anos foi então para a Fórmula 3000 na qual terminou em terceiro lugar na classificação geral.

[editar] Carreira na Fórmula 1

[editar] 1993-1996: Jordan

Rubens, pilotando sua Jordan 195, de 1995.

Em 1993 iniciou sua carreira na Fórmula 1 pela Jordan, na qual em 1994 conquista seu primeiro pódio no GP do Pacífico em Aida e a sua primeira pole-position, no GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps. No mesmo ano conquistou a sexta colocação do campeonato a frente de uma Williams, uma Benetton e uma McLaren, alguns dos melhores carros da época, sempre lembrando que na Benetton e na Williams, houve revezamento no 2º carro da equipe. Assim nenhum piloto fez mais que dez corridas na vaga de segundo piloto dessas equipes.[2][3] Em 1995 conquistou seu melhor resultado até então, segundo lugar no GP do Canadá no circuito Gilles Villeneuve.

[editar] 1997-1999: Stewart

Barrichello quando ainda corria pela Stewart, em 1998.

Em 1997, após uma difícil negociação com a Benneton, onde ele quase cogitou ir para a Formula Indy, Jackie Stewart, que acabara de fundar sua equipe - a Stewart -, chama Barrichello para ser o primeiro piloto e ajudar no desenvolvimento do carro. Logo de cara consegue alguns feitos, como um 3º lugar no grid do Grande Prêmio da Argentina, e um segundo lugar em Mônaco, além de algumas grandes corridas como na Áustria. Em 1998, um carro mal construído acabou lhe rendendo muita dor de cabeça e apenas um 5º lugar no Canadá como melhor resultado. Já no ano seguinte a história foi outra, com um carro excelente e um grande motor foram três terceiros lugares, em Ímola, Magny-Cours e Nürburgring (1999). Uma 'pole position' Magny-Cours (a segunda da sua carreira) e 23 voltas na liderança do Interlagos, quando abandonou com o motor estourado. Logo em seguida, recebeu proposta da McLaren, a qual ganhou mais espaço no meio automobilístico mas não durou muito tempo, pois aceitou a proposta milionária da concorrente.

[editar] 2000-2005: Ferrari

Em 2000, é contratado para correr pela Ferrari. Lá foi duas vezes vice-campeão mundial e venceu nove Grandes Prêmios. Em 30 de julho de 2005 é anunciada sua contratação pela antiga equipe BAR (depois Honda F1) para dirigir um dos carros da equipe a partir da temporada de 2006.

Rubens quando ainda corria pela Ferrari, em 2005.

Embora quase sempre tenha demonstrado ser um piloto competente, pesou contra ele o fato de a torcida brasileira procurar um sucessor para Ayrton Senna, feito que Rubens não conseguiu atingir, pois, não chegou a fazer frente a pilotos como Michael Schumacher e Mika Häkkinen. Grande parte da expectativa criada pela possibilidade de ele ser campeão foi alimentada pela imprensa brasileira e pelo próprio piloto que sempre fala de "suas chances" de vitória.

Em sua passagem de seis temporadas pela Ferrari, sempre viveu à sombra de Schumacher, o qual efetuou o maior domínio de um piloto na Fórmula 1. Rubens Barrichello conseguiu sagrar-se vice em dois Campeonatos Mundiais de F1, em 2002 e 2004. Em 2004, apesar de não ter obtido o título, fez pontos suficientes para ser campeão com folga em quase todas as edições anteriores da competição (tornou-se então o segundo maior pontuador em um único campeonato da história da Fórmula 1).

[editar] 2006-2008: Honda

Rubens durante o GP da Malásia, em 2008.

Em 2006, Rubens passou por uma período de adaptação na equipe Honda tendo, no início da temporada, resultados inferiores aos de seu companheiro de equipe o britânico Jenson Button. No decorrer da temporada as performances dos pilotos acabaram por se igualar, com supremacia de um ou de outro, dependendo do circuito. Isso aconteceu até o GP dos Estados Unidos, quando Barrichello empatou com Button no campeonato, somando 16 pontos. Mas na segunda metade do campeonato, o inglês foi bem superior. Button venceu 1 corrida, conseguiu outro pódio e somou 40 pontos, enquanto o brasileiro somou apenas 14, ficando atrás por 56x30, em pontos, no campeonato.

Porém, em 2007, a equipe Honda não conseguiu criar um carro no nível das outras equipes da Formula 1 que tem orçamento anual semelhante ao seu. Rubens Barrichello passou o ano sem marcar nenhum ponto. Button conseguiu marcar 6.

Em 2008, a equipe Honda também não criou um carro competitivo, mas ainda assim foi (pouco) melhor do que o de 2007, permitindo que Rubens Barrichello pontuasse em três provas (GP de Mônaco, GP do Canadá e GP da Inglaterra) e obtivesse pódio (3º lugar no Grande Prêmio da Inglaterra), graças a uma estratégia bem sucedida executada durante a corrida, onde a equipe trocou os pneus intermediários por compostos de chuva forte, que eram os mais adequados às condições da pista. Rubens Barrichello conquistou 11 pontos e Jenson Button 3 pontos.

[editar] 2009: Brawn GP

Rubens durante o GP da Espanha, em 2009.

Após muitas especulações de que a Honda já estava abandonando a categoria (devido à crise financeira mundial, que culminou também na saída das equipes da Toyota e BMW (esta em 2009), eis que Ross Brawn compra todos os direitos da antiga equipe de Fórmula 1, pelo valor simbólico de uma Libra. Então Barrichello, tido como piloto aposentado no final de 2008, foi confirmado em 2009, para correr novamente ao lado de Button, na Brawn GP, equipada com motores Mercedes. Em 12 de Março de 2009, a bordo de seu Brawn GP, quebrou o recorde do circuito de Montemeló. Na sua primeira corrida pela Brawn GP, o Grande Prêmio da Austrália de 2009, terminou na segunda colocação,sendo seu companheiro Jenson Button o vencedor da etapa. Já na segunda prova deste ano, Barrichello, com a prova terminada a 24 voltas do final, acabou ficando na quinta posição, ganhando apenas metade dos pontos que ganharia se a corrida tivesse terminado sem problemas, ou seja: ganhou apenas 2 pontos.

No Grande Prêmio da Europa de 2009, disputado em 23 de agosto de 2009 em Valência, na Espanha, Rubens conquista sua primeira vitória na temporada, a décima na carreira e a centésima de pilotos brasileiros na principal categoria do automobilismo mundial.[4] Em 13 de setembro, consegue a segunda vitória em 2009, no Grande Prêmio da Itália, disputado no autódromo de Monza.[5] Já em 17 de outubro, consegue fazer a pole position em casa, no GP do Brasil. Com o feito, Rubens faz a sua primeira pole do ano e a primeira em cinco anos, desde o GP da China de 2004.

Ao final do GP do Brasil, na oitava posição,Rubens não conseguiu impedir que Jenson Button conquistasse o título da temporada e levar a decisão para o Grande Prêmio de Abu Dhabi. E no GP de Abu Dhabi, o último da temporada de 2009, viu o alemão Sebastian Vettel conquistar o vice-campeonato ao chegar apenas na quarta posição, enquanto o alemão venceu a corrida. Barrichelo terminou o campeonato com a terceira colocação e 77 pontos somados.

[editar] 2010-2011: Williams

Rubens durante o GP da Austrália, em 2010.

Em 2 de outubro de 2009 a equipe Williams confirmou a contratação do piloto para a temporada de 2010 com opção também para 2011.[6][7] Sua estreia pela nova equipe foi no Grande Prêmio do Bahrein de 2010, disputado em 14 de março, terminando a corrida na décima posição.

Barrichello foi bastante elogiado no ínicio da temporada, pelo diretor técnico Sam Michael, pela ajuda que estaria dando no desenvolvimento do carro.[8] Seus melhores resultados na primeira metade da temporada foram um quarto lugar no GP da Europa, em Valência, e um quinto lugar no GP Da Inglaterra, em Silverstone.

Em 11 de novembro de 2010, foi confirmada sua renovação de contrato com a Williams, para a temporada 2011.[9]

No dia 11 de janeiro, Rubens foi o escolhido pela equipe para estrear o novo modelo, FW33, no primeiro dia de testes da pré-temporada realizados em Valência, a partir de Fevereiro.[10]

[editar] Fórmula Indy

No dia 30 de janeiro de 2012, o brasileiro participou de testes pela equipe KV, que participa da Fórmula Indy e onde corre Tony Kanaan, seu amigo pessoal.[11]

[editar] Estatísticas na F1

Rubens Barrichello chega ao GP do Brasil de 2011 sendo o piloto com maior participação em grandes prêmios: 326, com 322 largadas (contra 256 de Patrese). Outras marcas destacam o desempenho do piloto: [12]

  • 209 provas concluídas na zona de pontuação;
  • 68 pódios (sendo o quinto piloto a subir mais vezes ao pódio da Fórmula 1);
  • 658 pontos conquistados (sendo o 7º maior pontuador).

[editar] Títulos

[editar] Resultado nas corridas da F1

Legenda: (Corridas em negrito indicam pole position); (Corridas em itálico indicam volta mais rápida)

Ano Equipe Chassis Motor 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Classificação Pontos
1993 Jordan Jordan 193 Hart 1035 3.5 V10 14 RSA
Ret
BRA
Ret
EUR
Ret
SMR
Ret
ESP
12
MON
9
CAN
Ret
FRA
7
GBR
10
GER
Ret
HUN
Ret
BEL
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ITA
Ret
POR
13
JPN
5
AUS
Ret
18º 2
1994 Jordan Jordan 194 Hart 1035 3.5 V10 14 BRA
4
PAC
3
SMR
DNQ
MON
Ret
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CAN
7
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4
GER
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HUN
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BEL
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ITA
4
POR
4
EUR
12
JPN
Ret
AUS
4
19
1995 Jordan Jordan 195 Peugeot A10 3.0 V10 14 BRA
Ret
ARG
Ret
SMR
Ret
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7
MON
Ret
CAN
2
FRA
6
GBR
11
GER
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HUN
7
BEL
6
ITA
Ret
POR
11
EUR
4
PAC
Ret
JPN
Ret
AUS
Ret
11º 11
1996 Jordan Jordan 196 Peugeot A12 EV5 3.0 V10 11 AUS
Ret
BRA
Ret
ARG
4
EUR
5
SMR
5
MON
Ret
ESP
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CAN
Ret
FRA
9
GBR
4
GER
6
HUN
6
BEL
Ret
ITA
5
POR
Ret
JPN
9
14
1997 Stewart Stewart SF01 Ford VJ Zetec-R 3.0 V10 22 AUS
Ret
BRA
Ret
ARG
Ret
SMR
Ret
MON
2
ESP
Ret
CAN
Ret
FRA
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GBR
Ret
GER
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HUN
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BEL
Ret
ITA
13
AUT
14
LUX
Ret
JPN
Ret
EUR
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13º 6
1998 Stewart Stewart SF02 Ford VJ Zetec-R 3.0 V10 18 AUS
Ret
BRA
Ret
ARG
10
SMR
Ret
ESP
5
MON
Ret
CAN
5
FRA
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GBR
Ret
AUT
Ret
GER
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HUN
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BEL
DNS
ITA
10
LUX
11
JPN
Ret
12º 4
1999 Stewart Stewart SF-3 Ford CR-1 3.0 V10 16 AUS
5
BRA
Ret
SMR
3
MON
9
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Ret
CAN
Ret
FRA
3
GBR
8
AUT
Ret
GER
Ret
HUN
5
BEL
10
ITA
4
EUR
3
MAL
5
JPN
8
21
2000 Ferrari Ferrari F1-2000 Ferrari 049 3.0 V10 4 AUS
2
BRA
Ret
SMR
4
GBR
Ret
ESP
3
EUR
4
MON
2
CAN
2
FRA
3
AUT
3
GER
1
HUN
4
BEL
Ret
ITA
Ret
USA
2
JPN
4
MAL
3
62
2001 Ferrari Ferrari F2001 Ferrari 050 3.0 V10 2 AUS
3
MAL
2
BRA
Ret
SMR
3
ESP
Ret
AUT
3
MON
2
CAN
Ret
EUR
5
FRA
3
GBR
3
GER
2
HUN
2
BEL
5
ITA
2
USA
15
JPN
5
56
2002 Ferrari Ferrari F2002 Ferrari 050 3.0 V10
Ferrari 051 3.0 V10
2 AUS
Ret
MAL
Ret
BRA
Ret
SMR
2
ESP
DNS
AUT
2
MON
7
CAN
3
EUR
1
GBR
2
FRA
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GER
4
HUN
1
BEL
2
ITA
1
USA
1
JPN
2
77
2003 Ferrari Ferrari F2003-GA Ferrari 050 3.0 V10
Ferrari 051 3.0 V10
2 AUS
Ret
MAL
2
BRA
Ret
SMR
3
ESP
3
AUT
3
MON
8
CAN
5
EUR
3
FRA
7
GBR
1
GER
Ret
HUN
Ret
ITA
3
USA
Ret
JPN
1
65
2004 Ferrari Ferrari F2004 Ferrari 053 3.0 V10 2 AUS
2
MAL
4
BHR
2
SMR
6
ESP
2
MON
3
EUR
2
CAN
2
USA
2
FRA
3
GBR
3
GER
12
HUN
2
BEL
3
ITA
1
CHN
1
JPN
Ret
BRA
3
114
2005 Ferrari Ferrari F2005 Ferrari 054 3.0 V10
Ferrari 055 3.0 V10
2 AUS
2
MAL
Ret
BHR
9
SMR
Ret
ESP
9
MON
8
EUR
3
CAN
3
USA
2
FRA
9
GBR
7
GER
10
HUN
10
TUR
10
ITA
12
BEL
5
BRA
6
JPN
11
CHN
12
38
2006 Honda Honda RA106 Honda RA806E 2.4 V8 11 BHR
15
MAL
10
AUS
7
SMR
10
EUR
5
ESP
7
MON
4
GBR
10
CAN
Ret
USA
6
FRA
Ret
GER
Ret
HUN
4
TUR
8
ITA
6
CHN
6
JPN
12
BRA
7
30
2007 Honda Honda RA107 Honda RA807E 2.4 V8 8 AUS
11
MAL
11
BHR
13
ESP
10
MON
10
CAN
12
USA
Ret
FRA
11
GBR
9
GER
11
HUN
18
TUR
17
ITA
10
BEL
13
JPN
10
CHN
15
BRA
Ret
20º 0
2008 Honda Honda RA108 Honda RA808E 2.4 V8 17 AUS
DSQ
MAL
13
BAH
11
ESP
Ret
TUR
14
MON
6
CAN
7
FRA
14
GBR
3
GER
Ret
HUN
16
EUR
16
BEL
Ret
ITA
17
CIN
Ret
JPN
13
CHN
11
BRA
15
14º 11
2009 Brawn Brawn BGP 001 Mercedes FO 108W 2.4 V8 23 AUS
2
MAL
5½
CHN
4
BHR
5
ESP
2
MON
2
TUR
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GBR
3
GER
6
HUN
10
EUR
1
BEL
7
ITA
1
CIN
6
JPN
7
BRA
8
ABD
4
77
2010 AT&T Williams Williams FW32 Cosworth CA2010 2.4 V8 9 BHR
10
AUS
8
MAL
12
CHN
12
ESP
9
MON
Ret
TUR
14
CAN
14
EUR
4
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GER
12
HUN
10
BEL
Ret
ITA
10
CIN
6
JAP
9
COR
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10º 47
2011 AT&T Williams Williams FW33 Cosworth CA2010kr 2.4 V8 11 AUS
Ret
MAL
Ret
CHN
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TUR
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ESP
17
MON
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CAN
9
EUR
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GER
Ret
HUN
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BEL
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ITA
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CIN
13
JAP
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COR
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IND
15
ABD
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BRA
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17º 4

* Campeonato em andamento.
½ Em corridas que não completaram 75% das voltas a pontuação é reduzida pela metade.

[editar] Vida pessoal

Rubinho é casado com Silvana Barrichelo, com quem tem dois filhos: Eduardo e Fernando.[13] Em novembro de 2004, a esposa do piloto perdeu um filho que estava esperando quando já estava no terceiro mês de gestação.[14]

Referências

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[editar] Ligações externas

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