São Fidélis

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Município de São Fidélis
"Cidade Poema"
Bandeira de São Fidélis
Brasão de São Fidélis
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 27 de setembro de 1781 (232 anos)
Emancipação 3 de dezembro de 1870
Gentílico fidelense
Prefeito(a) Luiz Carlos Fernandes Fratani, Fenemê2009 (PMDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de São Fidélis
Localização de São Fidélis no Rio de Janeiro
São Fidélis está localizado em: Brasil
São Fidélis
Localização de São Fidélis no Brasil
21° 38' 45" S 41° 44' 49" O21° 38' 45" S 41° 44' 49" O
Unidade federativa  Rio de Janeiro
Mesorregião Norte Fluminense IBGE/2008[1]
Microrregião Campos dos Goytacazes IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Cambuci, Campos dos Goytacazes, Cardoso Moreira, Italva, Itaocara, Santa Maria Madalena e São Sebastião do Alto
Distância até a capital 350 km via Campos dos Goytacazes (RJ) km
Características geográficas
Área 1 028,095 km² [2]
População 37 543 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 36,52 hab./km²
Altitude 15 m m
Clima tropical temperatura média anual de 22,7 ℃
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,741 (RJ: 61º) – alto PNUD/2000[4]
PIB R$ 343 748,523 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 8 801,20 IBGE/2008[5]
Página oficial

São Fidélis é um município na Microrregião de Campos dos Goytacazes,na Mesorregião do Norte Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Possui uma área de 1 028,095 km², dividida em cinco distritos.

São Fidélis, que retira o seu nome ao mártir Fidélis de Sigmaringa, também é conhecida como "Cidade Poema" devido às belezas naturais e ao seu grande número de poetas. Terra de inúmeros grupos de imigrantes, muitas de suas famílias possuem origem sírio-libanesa, portuguesa, alemã, italianas, dentre outros grupos. Sua economia é baseada no cultivo da cana-de-açúcar e na agropecuária (gado de corte e pecuária leiteira). Na agricultura, São Fidélis se caracteriza pela policultura, sendo suas principais culturas a de cana-de-açúcar, arroz, milho, tomate, banana, algodão e goiaba. Apresenta ainda potencial para fruticultura, olericultura, floricultura e silvicultura. Sua economia possui representação também em outros setores, como indústria, comércio, cooperativas e pesca.

É banhada pelo Rio Paraíba do Sul e por dois importantes afluentes: Rio Dois Rios e Rio do Colégio. Seu acesso principal se dá pela RJ-158 que liga a cidade a Campos dos Goytacazes.

Importante destacar que, embora as décadas de pecuária extensiva tenha contribuído para processos de destruição de florestas, erosão e lixiviação do solo, parte do território do município ainda mantém reservas de mata atlântica, no Parque Estadual do Desengano.

Com excelente traçado, uma das únicas cidades brasileiras cujo urbanismo foi rigorosamente previsto e cujas linhas nunca deixaram de ser respeitadas. Os atrativos turísticos também estão presentes, contando com construções históricas, culturais e ecológicas. Entre elas, merecem destaque o Mercado Municipal, os quiosques, igrejas, monumentos, praças, fazendas, Serra do Sapateiro, Serra Peito de Moça, além de outras serras e cachoeiras. Em 2009, a Igreja Matriz do município, em seu projeto de arquitetura ainda ímpar, completou 200 anos.

Culturalmente, abriga a Academia Fidelense de Letras. Como não poderia ser diferente, a "Cidade Poema" apresenta seu Festival de Poesia Falada, que ocorre todos os anos.

Há também grande quantidade de eventos locais, como a Exposição Agropecuária, Concurso de Carros de Som, Baile das Corajosas, Festa de São Fidélis, Festa da Participação dos Purezanses Ausentes, procissões, a Ponte Preta (da malha férrea), a Ponte Velha, situada no Centro e construída em 1889, e a recém-inaugurada (em 23 de agosto de 2008) Ponte Antônio José Gonçalves Loureiro, cuja margem direita está localizada na Avenida 7 de Setembro, enquanto que a margem esquerda situa-se na Rua Loureiro, no distrito de Ipuca. Com 454 metros de extensão e 9 metros de largura, constitui ponto turístico e local de observação do nascer do sol sobre o Rio Paraíba do Sul.

História sobre o padroeiro e a cidade[editar | editar código-fonte]

As primeiras notícias sobre o início da colonização do atual município de São Fidélis datam da segunda metade do século XVIII. Habitadas por tribos de índios Coroados e Puris, suas terras começaram a ser desbravadas por colonizadores de origem portuguesa em 1780. Com a instalação da primeira aldeia, foi construída uma capela dedicada a São Fidélis de Sigmaringa, posteriormente substituída pela construção de uma igreja, inaugurada em 1809, a atual Igreja Matriz de São Fidélis. A economia da região baseava-se na exploração de madeira e na agricultura. Em 1812, foi estabelecido o curado do núcleo urbano, que passou a freguesia em abril de 1850. A efetiva instalação da vila, ocorrida em março de 1855, deu novo impulso ao desenvolvimento da localidade que recebeu foro de cidade em 3 de dezembro de 1870.

A cidade recebeu o nome em homenagem a um santo, São Fidélis (festa a 24 de abril) cujo nome de batismo era Marcos Roy. Nasceu em Sigmaringen, na Alemanha, no ano de 1577. Estudou na Universidade de Friburgo, na Suíça, formando-se em direito, tendo exercido seu ofício em Colmar, na Alsácia, por vários anos. Era chamado de "o advogado dos pobres" porque prestava seus serviços gratuitamente a quem não podia pagar.

Ingressou no convento dos Capuchinhos de Friburgo e, no ano 1612, tornou-se frade. Foi acusado de espionagem a serviço do imperador austríaco. Os calvinistas tramaram a sua morte, ocorrida em Grusch. Dizem que ferido por um golpe de espada, pôs-se de joelhos e perdoou os seus assassinos, rezando por eles esta oração: "Senhor, perdoai meus inimigos. Cegos pela paixão, não sabem o que fazem. Senhor Jesus, tende piedade de mim. Santa Maria, Mãe de Jesus, assisti-me. Amém."

Dizia sempre que, se o matassem, aceitaria com alegria morrer pelo amor a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Em sua honra foi erguida, pelos frades capuchinhos italianos Angelo Maria de Lucca e Vitorio de Cambiasca, a Igreja Matriz, uma das mais belas e significativas edificações do período colonial brasileiro. Tem a forma de uma cruz e uma enorme cúpula oitavada. A sua construção durou dez anos (1796-1806). Sua última reforma data das décadas de 1950/1960 - quando o edifício ameaçava ruir - sob a supervisão do então pároco monsenhor Ovídio Simon e do engenheiro Ruy Seixas.

A ponte metálica[editar | editar código-fonte]

Beleza única da região pela sua estrutura metálica de origem inglesa. Construída em 1889, para atender o transporte ferroviário da região. Hoje, encontra-se adaptada para o tráfego rodoviário, ligando o primeiro ao segundo distrito (Ipuca), num vão de quinhentos metros de extensão sobre o Rio Paraíba do Sul.

O Rio Paraíba do Sul atravessa todo o município de São Fidélis, percorrendo, neste trecho, aproximadamente 27 km, com largura média de 450 m e profundidade entre 1 a 5 metros. Neste trecho, suas águas são claras, transparentes e mornas, com exceção das épocas de cheia, quando tornam-se barrentas. Em toda esta extensão registra-se, tanto nas margens como em suas trilhas, diferentes tipos de vegetação, destacando-se trechos com tamarindeiros, frondosas mangueiras e touceiras de bambu. No trecho em que o Rio Paraíba do Sul atravessa São Fidélis, identifica-se como característica relevante, a abundância de ilhotas e ilhas, algumas delas com mais de 30 alqueires. Muitas delas São excelentes locais de lazer. O atrativo apresenta ótimas condições para banhos, principalmente nas praias formadas em suas margens e ilhas e nos locais onde rochas sedimentadas se agrupam, formando verdadeiras ilhas fluviais.

Registra-se, ainda, a presença de algumas corredeiras, como a Corredeira do Salto, localizada próximo à Vila dos Coroados, no distrito-sede. Duas pontes metálicas se destacam na paisagem em torno: uma rodoviária e outra ferroviária, construídos com material importado da Inglaterra na época da 1ª Guerra Mundial, com extensão aproximada de 480 m, que ligam as margens do rio. Em todo o correr do rio há locais e percursos com interesse de visitação e nele se pratica a pesca de rede, tarrafa e gaiola. As áreas mais pesqueiras ficam nos distritos de Ernesto Machado e Ipuca. Além do núcleos e centros urbanos que margeiam o atrativo, destacam-se também as áreas das fazendas com antigos casarões, velhas colônias e usinas de açúcar com imponentes chaminés. Merece ser registrada a centenária Usina Pureza, a mais antiga do município, situada na margem direita do rio. A paisagem em torno completa-se com a beleza dos morros, em "meia laranja", que, em segundo plano, acompanham as sinuosas curvas do Rio Paraíba do Sul.

A Igreja Matriz[editar | editar código-fonte]

A Igreja Matriz de São Fidélis de Sigmaringa está localizada defronte ao Rio Paraíba do Sul. Sua construção iniciou-se em 1799 e foi concluída em 1809. Por volta de 1782, os capuchinhos, que haviam se instalado na região, já dispunham de uma pequena capela no terreno está o atual edificação. Originalmente, havia, no templo, galerias subterrâneas que serviam de cemitério e que, posteriormente, tiveram os acessos lacrados. Em 1841, foi dado início às primeiras obras de restauração da igreja, quando foram consolidadas as colunas, abaladas pelas águas do rio na enchente de 1833, demolido o sobrado, que estava por ser concluído e destinado à moradia dos padres, e o cemitério nos fundos da igreja. Em 1980, o templo sofreu outra reforma inteira que, infelizmente, descaracterizou seu interior. Destaca-se no atrativo a cúpula da igreja, com 15 metros de diâmetro, sustentada por sólidas colunas semelhantes à da Basílica de São Pedro. Também merecem destaque, como manifestações artísticas incorporadas, as quatro telas pintadas pelos capuchinhos - Vitório de Cambiasca e Angelo Maria de Lucca - e algumas imagens, como as de: São Fidélis, Santa Clara, São Francisco de Assis, Nossa Senhora das Dores e Nossa Senhora da Glória.

Outras ligações:

Sobre a cidade[editar | editar código-fonte]

Situada na região norte do Estado do Rio de Janeiro, às margens do Rio Paraíba do Sul, a cidade de São Fidélis está envolvida por belas montanhas e por um clima agradável. Seu território (parte da sua região serrana) também é abrangido pelo Parque Estadual do Desengano - Mata Atlântica - composto de vegetação e fauna nativas, além de belíssimas cachoeiras, oferecendo aos turistas e visitantes uma excelente oportunidade para a prática do ecoturismo e do turismo de aventura.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

A cidade está dividida em cinco distritos:

  1. São Fidélis (sede)
  2. Ipuca
  3. Pureza
  4. Colônia
  5. Cambiasca

Turismo[editar | editar código-fonte]

  • Cachoeira do Oriente

Com área total de aproximadamente 70 m e altura de 10 m, destacam-se no atrativo três saltos, intercalados por pequenos patamares em rochas. Seu entorno é formado de encostas rochosas, com vegetação de alto e médio porte, além de típica vegetação cactácea e grande concentração de bromélias. Com águas claras, transparentes e mornas, apresenta ótimas possibilidades para banhos em seus escorregas, duchas e piscinas naturais. São várias piscinas, com a maior delas situada entre 2 saltos da cachoeira, cuja profundidade atinge, em alguns trechos, mais de 3 metros. À margem esquerda, junto a esta piscina, se destaca uma rocha com suave inclinação, que é usada como um "escorrega" natural. O salto do meio forma a maior queda do atrativo, com altura aproximada de 4 metros. Registra-se na área a presença de uma praia, acima da formação da cachoeira, que também se identifica como excelente local para banhos.

  • Cachoeira do Recreio

Com altura aproximada de 70 m e largura de 10 m, forma-se junto ao topo de um moro da Serra do Recreio. Com dois saltos principais, um deles com mais de 60 m, possui águas límpidas, claras e frias. Logo após os saltos, há várias piscinas naturais propícias a banhos, situadas entre densa vegetação e que estendem por uma extensão de 200 metros. Seu entorno é composto pelo recorte da Serra do Recreio, com vegetação de alto e médio porte próximo ao seu cume, e rasteira junto às bases dos morros. Percorrendo mais 1,2 km pela estrada que liga os municípios de São Fidélis a Santa Maria Madalena, em leito natural, chega-se ao topo do morro, nascente da cachoeira. Do local descortina-se bela paisagem que abrange todo o vale, onde correm o Córrego do Recreio e o Rio do Colégio, além de se avistar o belo recorte da Serra de Itacolomi.

  • Cachoeira Pedra d'água

Grande lajeado, em declive, com aproximadamente 15m de largura e 40 m de extensão. Encontra-se com trechos represados por pequenas muretas de pedra, que formam três piscinas, além de pequenas barragens. Suas águas são muito claras, transparentes e mornas. Próximo ao atrativo destaca-se, entre vegetação existente um frondoso ficus que sombreia parte da área do atrativo.

  • Rio do Colégio

Com profundidade variável e largura média entre 5 a 10 metros, o Rio do Colégio percorre, no município, uma extensão aproximada de 35 km, ao fundo de um vale formado entre áreas serranas de altitude. A vegetação em torno apresenta-se sobre diversas formas, desde a tropical densa, de porte alto na parte mais elevada do vale, até áreas de pastagens. Em seu percurso, as águas são frias e cristalinas, com exceção dos períodos de grandes cheias, quando tornam-se barrentas. Todo o Rio corre em declive, criando corredeiras e cachoeiras, como a do Oriente, principal local do atrativo com interesse de visitação. Em diversos trechos, durante a estação da seca, formam-se pequenas praias, próprias para banho.

  • Rio Paraíba do Sul

O Rio Paraíba do Sul atravessa todo o município de São Fidélis, percorrendo, neste trecho, aproximadamente 27 km, com largura média de 450 m e profundidade entre 1 a 5 metros. Neste trecho, suas águas são claras, transparentes e mornas, com exceção das épocas de cheia, quando tornam-se barrentas. Em toda esta extensão registra-se, tanto nas margens como em suas trilhas, diferentes tipos de vegetação, destacando-se trechos com tamarindeiros, frondosas mangueiras e touceiras de bambu. No trecho em que o Rio Paraíba do Sul atravessa São Fidélis, identifica-se como característica relevante, a abundância de ilhotas e ilhas, algumas delas com mais de 30 alqueires. Muitas delas São excelentes locais de lazer. O atrativo apresenta ótimas condições para banhos, principalmente nas praias formadas em suas margens e ilhas e nos locais onde rochas sedimentadas se agrupam, formando verdadeiras ilhas fluviais. Registra-se ainda a presença de algumas corredeiras, como a Corredeira do Salto, localizada próximo à Vila dos Coroados, no distrito-sede. Duas pontes metálicas se destacam na paisagem em torno: uma rodoviária e outra ferroviária, construídos com material importado da Inglaterra na época da 1ª Guerra Mundial, com extensão aproximada de 480 m, que ligam as margens do rio. Em todo o correr do rio há locais e percursos com interesse de visitação e nele se prática a pesca de rede, tarrafa e gaiola. As áreas mais pesqueiras ficam nos distritos de Ernesto Machado e Ipuca. Além do núcleos e centros urbanos que margeiam o atrativo, destacam-se também as áreas das fazendas com antigos casarões, velhas colônias e usinas de açúcar com imponentes chaminés. Merece ser registrada a centenária Usina Pureza, a mais antiga do município, situada na margem direita do rio. A paisagem em torno completa-se com a beleza dos morros, em "meia laranja", que em segundo plano, acompanham as sinuosas curvas do Rio Paraíba do Sul.

O Rio Paraíba do Sul atravessa todo o município de São Fidélis, percorrendo, neste trecho, aproximadamente 27 km, com largura média de 450 m e profundidade entre 1 a 5 metros. Neste trecho, suas águas são claras, transparentes e mornas, com exceção das épocas de cheia, quando tornam-se barrentas. Em toda esta extensão registra-se , tanto nas margens como em suas trilhas, diferentes tipos de vegetação, destacando-se trechos com tamarindeiros, frondosas mangueiras e touceiras de bambu. No trecho em que o Rio Paraíba do Sul atravessa São Fidélis, identifica-se como característica relevante, a abundância de ilhotas e ilhas, algumas delas com mais de 30 alqueires. Muitas delas São excelentes locais de lazer. O atrativo apresenta ótimas condições para banhos, principalmente nas praias formadas em suas margens e ilhas e nos locais onde rochas sedimentadas se agrupam, formando verdadeiras ilhas fluviais. Registra-se, ainda, a presença de algumas corredeiras, como a Corredeira do Salto, localizada próximo à Vila dos Coroados, no distrito-sede. Duas pontes metálicas se destacam na paisagem em torno: uma rodoviária e outra ferroviária, construídos com material importado da Inglaterra na época da Primeira Guerra Mundial, com extensão aproximada de 480 m, que ligam as margens do rio. Em todo o correr do rio há locais e percursos com interesse de visitação e nele se pratica a pesca de rede, tarrafa e gaiola. As áreas mais pesqueiras ficam nos distritos de Ernesto Machado e Ipuca. Além do núcleos e centros urbanos que margeiam o atrativo, destacam-se também as áreas das fazendas com antigos casarões, velhas colônias e usinas de açúcar com imponentes chaminés. Merece ser registrada a centenária Usina Pureza, a mais antiga do município, situada na margem direita do rio. A paisagem em torno completa-se com a beleza dos morros, em "meia laranja", que em segundo plano, acompanham as sinuosas curvas do Rio Paraíba do Sul.

Galeria[editar | editar código-fonte]

Fidelenses Notáveis[editar | editar código-fonte]

Oscar Pereira da Silva, Um dos maiores pintores do Brasil é nascido em São Fidélis

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 de dezembro de 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 de dezembro de 2010.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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