São Gonçalo (Rio de Janeiro)

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Município de São Gonçalo
"SG"
"São Gonça"
"Manchester fluminense"
"Cidade das Praças""
Alcântara - São Gonçalo.jpg

Bandeira de São Gonçalo
Brasão de São Gonçalo
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 22 de setembro de 1890 (123 anos)
Gentílico gonçalense
Prefeito(a) Neílton Mulim (PR)
(2013–2016)
Localização
Localização de São Gonçalo
Localização de São Gonçalo no Rio de Janeiro
São Gonçalo está localizado em: Brasil
São Gonçalo
Localização de São Gonçalo no Brasil
22° 49' 37" S 43° 03' 14" O22° 49' 37" S 43° 03' 14" O
Unidade federativa  Rio de Janeiro
Mesorregião Metropolitana do Rio de Janeiro IBGE/2008 [1]
Microrregião Rio de Janeiro IBGE/2008 [1]
Região metropolitana Rio de Janeiro
Municípios limítrofes Niterói, Maricá, Guapimirim e Itaboraí
Distância até a capital 25 km
Características geográficas
Área 249,142 km² [2]
População 1 025 507 hab. (RJ: 2º/BRA: 16º) –  censo IBGE/2013[3]
Densidade 4 116,15 hab./km²
Altitude 19 m
Clima Tropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,739 (RJ: 14º) – alto PNUD/2010 [4]
PIB R$ 9 610 000,869 mil (BR: 46º) – IBGE/2009[5]
PIB per capita R$ 8 327,65 IBGE/2008[5]
Página oficial
Capela da Luz, da primeira metade do século XVII[6] , no bairro de Itaoca[7] .
Palacete do Mimi: prédio histórico do início do século XX que foi derrubado no início do século XXI
Pescador na Praia das Pedrinhas, no bairro Boa Vista
Parque Ecológico da Praia das Pedrinhas, no bairro Boa Vista
Bairro de Alcântara
Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre São Gonçalo (Rio de Janeiro)

São Gonçalo é um município do estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Sua população é de 1 025 507 habitantes em 2013 segundo o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo, atualmente, o segundo município mais populoso do estado (atrás apenas da capital) e o 16º mais populoso do país. Localiza-se a 22º49'37" de latitude sul e 43º03'14" de longitude oeste, a uma altitude de dezenove metros.

História[editar | editar código-fonte]

Ocupação indígena[editar | editar código-fonte]

O atual território brasileiro já era habitado desde pelo menos 10000 a.C. por povos provenientes de outros continentes (possivelmente, da Ásia e da Oceania[8] ). Por volta do ano 1000, os índios tapuias que habitavam a região atualmente ocupada pelo município foram expulsos para o interior do continente devido à chegada de povos tupis procedentes da Amazônia.

Século XVI[editar | editar código-fonte]

No século XVI, quando chegaram os primeiros europeus à região, a mesma era habitada por um desses povos tupis: os tupinambás, também conhecidos como tamoios[9] . Resquícios arqueológicos indicam que um local especialmente habitado pelos tupinambás no município era a ilha de Itaóca. O litoral fluminense, bem como São Gonçalo, foi palco, no século XVI, da revolta conhecida como Confederação dos Tamoios, que uniu as tribos tupinambás e os colonizadores franceses contra os portugueses.

O fim da revolta se deu com o fortalecimento da colonização portuguesa, com os portugueses se lançando sobre as aldeias indígenas, matando e escravizando a população. Em 1567, com a chegada de reforços para o capitão-mor português Estácio de Sá, que fundara, dois anos antes, a vila de São Sebastião do Rio de Janeiro, iniciou-se a etapa final de expulsão dos franceses e de seus aliados tamoios da Baía de Guanabara, tendo lugar a dizimação final dos tupinambás da região. Os tupinambás se retiraram da região da atual cidade do Rio de Janeiro primeiramente em direção à Baía de Guanabara e, posteriormente, em direção a Cabo Frio.

Em 6 de abril de 1579 (a data é polêmica, sendo alvo de debates entre historiadores da cidade), o nobre Gonçalo Gonçalves recebeu, do governador da Capitania do Rio de Janeiro, a sesmaria localizada às margens do rio Imboaçu, com o dever de construir uma capela e um povoado no período de três anos. Ele construiu uma capela com o santo de sua devoção, São Gonçalo de Amarante (na verdade, um beato e não um santo). Presume-se que o local tenha sido onde hoje está a Igreja Matriz de São Gonçalo, no bairro Zé Garoto. A Praça Estefânia de Carvalho, cedida pelo comerciante filho de imigrantes portugueses Mário Alves de Azevedo (popularmente conhecido como Zé Garoto), seria o marco-zero da cidade, pois a Vila de São Gonçalo existia onde agora está o município homônimo.

Século XVII[editar | editar código-fonte]

O povoamento europeu de São Gonçalo, iniciado no final do século XVI, foi liderado por sacerdotes jesuítas, que, no começo do século XVII, instalaram uma fazenda na área conhecida como Colubandê, às margens da atual rodovia RJ-104. A sede da fazenda foi preservada, sendo a atual sede do Batalhão de Polícia Florestal da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Essa fazenda existe até hoje e é o principal ponto turístico de São Gonçalo.

Em 26 de outubro de 1644, foi criada a freguesia.

Em 10 de fevereiro de 1647, foi dada a confirmação da freguesia. Segundo registros da época, a localidade-sede ocupava uma área de 52 km², com aproximadamente 6 000 habitantes, sendo transformada em freguesia. Visando à facilidade de comunicação, a sede da sesmaria foi, posteriormente, transferida para as margens do Rio Imboaçu, onde foi construída uma segunda capela, monumento atualmente restaurado. O conjunto de marcos históricos remanescentes do século XVII inclui a Fazenda Nossa Senhora da Boa Esperança, em Ipiíba e a propriedade do capitão Miguel Frias de Vasconcelos, no Engenho Pequeno. A Capela de São João, em Porto do Gradim e a Fazenda da Luz, em Itaóca, são algumas lembranças do passado colonial em São Gonçalo.

Em 1660-1661, os senhores de engenho de São Gonçalo e Niterói se rebelaram contra a cobrança de taxas relativas à produção de cachaça e marcharam em armas até a cidade do Rio de Janeiro, onde depuseram o governador. Tal episódio ficou conhecido como a Revolta da Cachaça[10] .

Século XIX[editar | editar código-fonte]

Em 10 de maio de 1819, suspendeu-se sua condição de freguesia, tornando-se distrito da Vila de Niterói.

Em 1860, trinta engenhos de cana-de-açúcar já estavam exportando açúcar através dos portos de Guaxindiba, Boaçu, Porto Velho e Pontal de São Gonçalo. Dessa época, as fazendas do Engenho Novo e Jacaré (1800), ambas de propriedade do Barão de São Gonçalo, o Cemitério de Pachecos (1842) e a propriedade do Conde de Baurepaire Rohan, na Covanca (1820), são os elementos mais importantes. São Gonçalo contava, até o século XX, com cerca de doze portos que exportavam produtos do estado do Rio de Janeiro para a corte.

Em 22 de setembro de 1890, o Distrito de São Gonçalo foi elevado a vila e município, através do Decreto Estadual 124.

Em 1892, o Decreto Um, de 8 de maio, suprimiu o município de São Gonçalo, reincorporando-o a Niterói pelo breve período de sete meses, sendo restaurado pelo Decreto 34, de 7 de dezembro do mesmo ano.

Século XX[editar | editar código-fonte]

Em 1922, o Decreto 1 797 elevou São Gonçalo a cidade, sendo revogado em 1923, fazendo a cidade baixar à categoria de vila.

Finalmente, em 1929, a Lei 2 335, de 27 de dezembro, concedeu a categoria de cidade a todos as sedes do município.

Em 1943, ocorre nova divisão territorial no estado do Rio de Janeiro e, dessa vez, São Gonçalo perdeu o distrito de Itaipu para o município de Niterói, restando-lhe apenas cinco distritos, quais sejam: São Gonçalo, Ipiíba, Monjolo, Neves e Sete Pontes, que permanecem até os dias atuais.

Nesse mesmo período, nas décadas de 1940 e 1950, iniciou-se a instalação, em grande escala, de grandes fábricas e indústrias em São Gonçalo. Seu parque industrial era o mais importante do estado do Rio de Janeiro, o que lhe valeu o apelido de "Manchester Fluminense".

Setor industrial[editar | editar código-fonte]

Em 17 de abril de 1925, a Companhia Brasileira de Usinas Metalúrgicas instalou-se no município. Posteriormente, essa usina foi incorporada ao grupo Hime, que, além da fundição e da cerâmica, desenvolvia a produção de fósforo da marca SOL, com uma fábrica denominada Companhia Brasileira de Fósforo, que funcionava dentro de sua área metalúrgica. O Hime, também, mantinha, na Rua Doutor Alberto Torres, uma escola primária, dirigida pelo professor Êneas Silva e uma escola de corte e costura. Criou o Campo do Metalúrgico, que deu grande impulso e incentivo ao esporte no município. A construção de vilas operárias em terras dessa companhia, para seus funcionários, também não pode ser esquecida. Recentemente, o Hime foi adquirido pelo Gerdau.

Em 2 de dezembro de 1937, o gaúcho José Emílio Tarragó fundou, com a razão social Tarragó, Martinez e Cia Ltda., a futura indústria de conservas de peixe Coqueiro. A mudança do nome da empresa deveu-se à mudança do ramo de negócio. A primeira atividade dessa indústria era relacionada à exploração do tamarindo. Ao mudar para o ramo de conservas de peixe, a indústria teve que mudar de nome. A nova empresa prosperou e a marca Coqueiro projetou-se nacional e internacionalmente. Em 1973, a Quaker Oats comprou a fábrica e consolidou a marca Coqueiro, além de ampliar sua liderança no mercado.

Em 9 de fevereiro de 1941, José Augusto Domingues fundou a Fábrica de Artefatos de Cimento Armado, produzindo paralelepípedos e meios-fios.

Em 5 de outubro de 1941, instalou-se, no distrito de Neves, a Indústria Reunidas Mauá, que produzia vidros e porcelanas.

Em 16 de novembro de 1941, foi fundada a Companhia Vidreira do Brasil. Foi a primeira no Brasil e a maior na América do Sul no fabrico mecânico de vidro plano, com exportação para o Egito, Índia, República Popular da China e África do Sul. Com o tempo, mudou de proprietários e de nome para Vidrobrás e, atualmente, Electrovidro. A matéria-prima dessa indústria provinha de Maricá.

Em 22 de novembro de 1941, instalou-se a Fábrica de Enlatados de Sardinha Netuno, próxima ao Porto do Gradim.

Em 10 de maio de 1942, foi fundada a Fábrica de Fogos Santo Antônio, localizada na Rua Oliveira Botelho, nº 1638, em Neves.

No período da Segunda Guerra Mundial, São Gonçalo cresceu de forma meteórica. Com as grandes fazendas sendo desmembradas em sítios e chácaras, mão de obra barata e abundante, grandes áreas, além da proximidade com as então capitais federal (cidade do Rio de Janeiro) e estadual (Niterói), o que facilitava o escoamento da produção, São Gonçalo tornou-se solo fértil ao desenvolvimento.

No governo de Joaquim Lavoura, o município teve sua grande arrancada para a urbanização, com calçamento das principais vias, ligando Niterói a Alcântara, passando pelo importante bairro Parada 40. Lavoura, como é mais conhecido, governou São Gonçalo por três vezes (de 31 de janeiro de 1955 a 20 de janeiro de 1959, de 31 de janeiro de 1963 a 30 de janeiro de 1967 e de 31 de janeiro de 1973 a 12 de agosto de 1975).

São Gonçalo possui um Ceasa, mas conhecido como Ceasa do Colubandê, é uma das principais fontes de compras da cidade, como atacado e horti fruti. Fica apenas depois do bairro do Alcantara, principal lugar de compras de São Gonçalo.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

População[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional de São Gonçalo
Ano População
1991 779 832
1996 831 467
2000 891 119
2007 960 631
2012 1 016 128

Geografia[editar | editar código-fonte]

Clima

O clima do Município de São Gonçalo é do tipo tropical, com chuvas de verão e inverno relativamente seco. As temperaturas variam relativamente ao longo do ano, tendo verões quentes e úmidos, com temperatura média de 28ºC, e picos de até 38 a 40ºC. Já o inverno é a época mais agradável na cidade, pois os dias são mais ensolarados e as temperaturas são mais amenas, ficando em média 25ºC durante o dia e 15ºC à noite. No inverno, devido à presença da Massa Polar Atlântica, oriunda da Argentina, as temperaturas durante o dia podem ficar abaixo de 20ºC e ter temperaturas mínimas nas madrugadas próximas a 10ºC.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Educação[editar | editar código-fonte]

A cidade possui um campus universitário que se destaca: a Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Este é o maior polo especializado do estado em formação de professores, tendo como resultado mais visível a enorme quantidade de aprovados nos concursos públicos por todo o Brasil[carece de fontes?].

Foi criado, no Gradim, o Polo da Universidade Aberta do Brasil, que, no Consórcio Centro de Educação a Distância do Estado do Rio de Janeiro, tem cursos da Universidade Federal Fluminense (ciências da computação e matemática), Universidade Federal do Rio de Janeiro (química e física) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (administração e turismo).

Saúde[editar | editar código-fonte]

São Gonçalo possui os seguintes hospitais: Hospital Estadual Alberto Torres; Hospital Luiz Palmier; Hospital Barone de Medeiros; Hospital Infantil Darcy Silveira Vargas; Hospital dos Tapetes; Hospital Santa Maria; Hospital e Clinica de São Gonçalo; Hospital São Jose do Lirios; Casa de Saúde Nossa Senhora das Neves;

Transportes[editar | editar código-fonte]

São Gonçalo possuía uma rede ferroviária que foi desativada e que consistia de três linhas de trem: uma ia de Niterói até Campos dos Goitacases (via Itaboraí), outra que ia de Neves (onde hoje é 16ª DEAC, da Polícia Civil) até Cabo Frio (passando por Vila Lage, Alcântara, Sacramento, Maricá e Araruama) e a menor das três ligava a antiga fábrica de cimento Mauá, em Guaxindiba, ao ponto de extração de matéria prima, em São José, Itaboraí (passando por Vista Alegre, Monjolos e Largo da Ideia). Nos próximos anos, a primeira (cujos trilhos estão sendo retirados), desativada completamente em 2006[11] , será substituída pela Linha 3 do Metrô. A segunda foi desativada em 1962, mas há projeto de criação de um BRT, que ligará Gradim a Santa Izabel, passando perto de alguns bairros da Linha 3 e com integração com as barcas Rio-São Gonçalo.

Atualmente, a ligação de São Gonçalo com os outros municípios se faz por ônibus, provenientes das seguintes empresas: Rio Ita (Rio Ita, Fagundes, Tanguá, Rio Minho e Expresso Rio de Janeiro); Mauá (Viação Mauá, ABC, Icaraí e Alcântara); Viação Galo Branco (Galo Branco e Estrela);, Auto Viação 1001[12] , Viação Teresópolis, Coesa; Nossa Senhora do Amparo, Inga (Rosana), Rio Ouro e Viação Asa Branca.

Além dos ônibus, as vans também são usadas. As vans municipais haviam sido proibidas entre 2009 e 2012. Atualmente, estão liberadas. Não possuem padrão de identificação: algumas não têm adesivo nenhum, outras conservam os adesivos usados antes da proibição e outras possuem adesivos da Coopasa. Também, existem linhas intermunicipais de vans, cujos veículos são identificados nas cores vermelha (com faixas diagonais brancas) (vão de São Gonçalo a Niterói ou de São Gonçalo a Itaboraí), ou vermelha e azul-claro (vão de São Gonçalo até a capital), ou vermelha e azul-escuro (vão de Alcântara até Rio Bonito).

Atualmente, o transporte municipal é de Responsabilidade do Consórcio São Gonçalo de Transportes, com ônibus padronizados em Azul, Branco e Prata tendo desenho da Igreja de São Gonçalo do Amarante na pintura. O consórcio é formado pelas empresas Icaraí (1.XXX), Rio Ouro (2.XXX), Alcantara (3.XXX), Tanguá (4.XXX), Galo Branco (5.XXX), Estrela (6.XXX), Mauá (7.XXX), Asa Branca (8.XXX) e Rosana (9.XXX)

Barcas[editar | editar código-fonte]

A secretaria estadual do Ambiente e de Transporte estudam a viabilidade da instalação de um terminal hidroviário em São Gonçalo, medida esta que possibilitaria a ligação via barcas entre o município e a Praça 15 de Novembro, na cidade do Rio de Janeiro. O objetivo das medidas é oferecer soluções a curto prazo para a melhoria dos serviços prestados pela Barcas S/A, em especial na linha Rio-Niterói, na medida em que mais da metade dos passageiros dessa linha são oriundos de São Gonçalo. O outro impacto positivo dessa medida seria desafogar trânsito entre Niterói e São Gonçalo, pois metade das linhas de ônibus de São Gonçalo fazem ligação para Niterói, sendo que a metade desses passageiros visam a fazer a travessia para a cidade do Rio, e, por sua vez, metade das ônibus que possuem ponto final no Terminal Rodoviário João Goulart no Centro de Niterói fazem ligação com os bairros de São Gonçalo.

Em princípio, a estação de São Gonçalo ficaria no bairro do Gradim, mas estudos já realizados mostraram que só a dragagem da margem da Baía da Guanabara na região exigiria investimentos de mais de 40 000 000 de reais, enquanto que o terreno próximo ao Piscinão de São Gonçalo, na foz do Rio Imboaçu, próximo ao Piscinão de São Gonçalo, ofereceria uma alternativa mais viável[13] .

Comércio[editar | editar código-fonte]

A cidade possui um vasto setor comercial com grandes redes de supermercados (Guanabara, Extra, Carrefour, entre outros); Dois grandes shopping centers (Boulevard Shopping São Gonçalo, no centro da cidade; São Gonçalo Shopping no bairro Boa Vista, às margens da BR 101) grande destaque também para diversas redes de lojas de departamentos.

Religião[editar | editar código-fonte]

Em São Gonçalo, é realizado o maior tapete de sal em homenagem ao corpo de Cristo na América Latina[14] . Foi também em São Gonçalo, especificamente no distrito de Neves, que foi fundada a Umbanda por Zélio de Moraes, sendo esta considerada a única religião genuinamente brasileira.

São Gonçalo também é conhecida por ter o maior percentual de população evangélica do Brasil pelo IBGE (maior que 25%). A pioneira foi a Primeira Igreja Batista em São Gonçalo[15] , organizada pelo Rev. Dr. Manoel Avelino de Souza em 1919, que pastoreou a igreja até 1930. Seus sucessores foram o Pr. Waldemar Zarro (pastor entre 1930 e 1974) e o Pr. Mauro Israel Moreira (pastor entre 1974 e 2002). Outras igrejas evangélicas históricas são a Igreja Batista de Neves (1929) e a Igreja Presbiteriana de São Gonçalo (1949).

Personalidades nascidas na cidade[editar | editar código-fonte]

Personagens fictícios[editar | editar código-fonte]

Datas comemorativas[editar | editar código-fonte]

São Gonçalo tem duas datas comemorativas: a primeira é o aniversário da emancipação do município, que é comemorado no dia 22 de setembro, quando é realizado anualmente, o desfile cívico que acontece no Centro; o segundo é o dia 10 de janeiro, o dia em homenagem ao padroeiro do município, São Gonçalo do Amarante, na Igreja Matriz.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2013 Censo Populacional 2013. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (01 de julho de 2013). Página visitada em 01 de julho de 2013.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Página visitada em 29 de Julho de 2013..
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  6. http://www.semeltur.com.br/inventarioturistico/html/f2at_capelansdaluz.htm
  7. http://www.saogoncaloemfoco.com.br/locais_visita.php
  8. BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 12.
  9. BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 19.
  10. http://www.infoescola.com/historia-do-brasil/revolta-da-cachaca/
  11. http://www.estacoesferroviarias.com.br/trens_rj/niteroi-itaborai.htm
  12. http://www.autoviacao1001.com.br/pt/
  13. http://www.governo.rj.gov.br/noticias.asp?N=51248
  14. O Globo. Disponível em http://oglobo.globo.com/rio/maior-tapete-de-corpus-christi-da-america-latina-confeccionado-em-sao-goncalo-8542423. Acesso em 20 de junho de 2013.
  15. Primeira Igreja Batista em São Gonçalo.

Tópicos relacionados[editar | editar código-fonte]