Campeonato Brasileiro de Futebol

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Campeonato Brasileiro de Futebol
Brasileirão
Brasileirão+Petrobras+Logo.png
Antigo logotipo da competição, com patrocínio da Petrobras, utilizado nas trasmissões de jogos da Rede Globo.
Dados gerais
Organização CBF
Edições 58 (12 na modalidade de pontos corridos)
Outros nomes Brasileirão
Local de disputa Brasil
Número de equipes 20
Sistema Temporada, Pontos corridos
Divisões
Série A • Série BSérie CSérie D
Soccerball current event.svg Edição atual
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Campeonato Brasileiro de Futebol (conhecido popularmente como Brasileirão e, por questões de patrocínio, como Brasileirão Chevrolet) é o principal torneio entre clubes de futebol do Brasil, disputado anualmente desde 1959.

Em dezembro de 2010, a CBF unificou a Taça Brasil, disputada de 1959 a 1968, e as edições de 1967 a 1970 do Torneio Roberto Gomes Pedrosa ao Campeonato Brasileiro propriamente dito, iniciado em 1971.

O campeonato teve vários formatos, incluindo fase eliminatória e pontos corridos. O primeiro campeão brasileiro foi o Bahia, sendo que antes da unificação, o primeiro campeão brasileiro com este nome foi o Atlético Mineiro, em 1971.[1]

Uma das características históricas do Campeonato Brasileiro foi a falta de uma padronização no sistema de disputa, que mudava a cada ano, assim como as regras e o número de participantes.

Atualmente, cada temporada decorre entre maio e dezembro, tendo 38 rodadas com dez partidas cada, totalizando 380 partidas em toda a temporada.

A maioria dos jogos são disputados durante o período da tarde nos sábados e domingos e algumas vezes durante a noite no meio da semana.

Palmeiras e Santos são os dois times com maior número de títulos brasileiros, com 8 títulos para cada clube.

Os direitos de transmissão do campeonato na televisão aberta pertencem a Rede Globo e a Rede Bandeirantes; na televisão por assinatura, ao SporTV e a FOX Sports (apenas melhores momentos); e no sistema de pay-per-view, ao Premiere.

História

Origens

Como o futebol brasileiro tornou-se mais estabelecido na década de 1920, o interesse em realizar uma competição interestadual cresceu.

A primeira destas competições envolvendo muitos estados e não considerando as competições interclubes oficiais iniciadas com a Taça Ioduran e outros torneios de clubes que a sucederam, foi o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais, que foi disputado pela primeira vez em 1922, e reuniu seleções de futebol de alguns estados, tendo como o primeiro vencedor São Paulo e maior vencedor o Rio de Janeiro.

Citando as dificuldades em reunir jogadores, os clubes do Rio de Janeiro, então Distrito Federal, e São Paulo, optaram por colocar as suas melhores equipes umas contra as outras.

O Torneio Rio-São Paulo (1933–1966) e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1967–1970)

Elenco do Palestra Itália, primeira equipe campeã do Torneio Rio-São Paulo em 1933.

O Torneio Rio-São Paulo, com sua primeira edição realizada em 1933, e tendo posteriormente duas edições interrompidas (1934 e 1940) devido ao baixo interesse, tornou-se a escolha como um torneio interestadual relevante, que reunia grandes clubes do Brasil. Isso levou a uma nova competição interestadual por clubes de futebol, e em 1950 começou a ser disputado e de maneira quase ininterrupta até 1966, pois somente em 1956 não houve competição.

A partir de 1954[2] o torneio recebeu o nome de Torneio Roberto Gomes Pedrosa, em homenagem ao goleiro da seleção na copa de 1934 e presidente da Federação Paulista, que morreu naquele ano, no exercício do cargo.

Em 1967, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, ainda sob organização das federações carioca e paulista, teve a inclusão de clubes do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, passando a ser chamado vulgarmente de "Robertão". Em 1968 foi encampado pela CBD, e tambem passou a ser chamado de Taça de Prata em função da Taça dada ao vencedor .

O Torneio Rio-São Paulo, cujos os primeiros vencedores foram Palestra Itália e Corinthians, ambos de São Paulo, estado que manteve equipes vitoriosas por mais cinco edições, até o ano de 1957, que consagrou o Fluminense como campeão. O Vasco da Gama adicionou um segundo título para o Rio, em 1958.

Nesse mesmo ano, a Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) aprovou a criação da Copa dos Campeões da América, mais tarde conhecida como Copa Libertadores, uma competição que deveria reunir os campeões nacionais de cada liga sul-americana. Jus a isso, a Confederação Brasileira de Desportos (CBD) criou uma competição que trouxe cada campeão estadual brasileiro a competir em um torneio nacional, sendo nomeado como Taça Brasil, com o objetivo de definir os participantes brasileiros na Copa Libertadores.

Depois da ampliação do Torneio Rio-São Paulo ou Torneio Roberto Gomes Pedrosa em 1967, com a entrada de dois clubes gaúchos , dois clubes mineiros e um clube do Paraná, as duas fases da competição, o Torneio Rio-São Paulo e o Robertão foram apresentadas na versão dos boletins oficiais da CBD entre 1970 e 1973, como integrantes do texto Progresso do Campeonato Nacional, em que os campeões do Torneio Rio-São Paulo eram listados como campeões interestaduais e os do Robertão já eram apontados como campeões nacionais no mesmo patamar dos primeiros campeões do Campeonato Brasileiro, sem haver qualquer citação nos boletins oficiais da CBD aos campeões da Taça Brasil, reconhecidos como campeões brasileiros recentemente pela atual Confederação Brasileira de Futebol (CBF). No dia 6 de agosto de 1971, véspera do início do primeiro Campeonato Nacional de Clubes,[3] o jornal O Estado de São Paulo dedicou sua página 24 ao torneio trazendo a matéria "A idéia já tem quase 40 anos". Nesta matéria, o Torneio Rio-São Paulo e o "Robertão" são citados como antecessores do Campeonato Nacional, sem haver menção à Taça Brasil.[4]

Foram campeões do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Palmeiras, em 1967 e 1969, o Santos em 1968 e o Fluminense em 1970, não havendo modificações relevantes entre as fórmulas de disputa das edições do Torneio Roberto Gomes Pedrosa e das primeiras edições do Campeonato Brasileiro já com este nome.

O Internacional, vice campeão em 1967 e 1968, o seu rival Grêmio e os mineiros Atlético e Cruzeiro, foram clubes de fora do Eixo Rio-São Paulo que se posicionaram entre os quatro primeiros colocados neste período.

Início da história atual: o legado dos Santos (1959–1970)

Troféu da Taça Brasil.

A Taça Brasil de 1959, a primeira competição de clubes nacionais do país, contou com 16 participantes: ABC, Atlético Mineiro, Atlético Paranaense, Auto Esporte, Bahia, Ceará, CSA, Ferroviário, Grêmio, Hercílio Luz, Manufatora, Rio Branco, Santos, Sport, Tuna Luso e Vasco da Gama; Santos e Vasco, como campeões paulista e carioca, respectivamente, entraram na competição na fase semifinal; os demais foram agrupados geograficamente. Os vencedores das zonas Norte e Sul também se classificavam para as semifinais.

A decisão entre Santos e Bahia teve um jogo extra para decidir o título; o Bahia venceu a primeira partida eo Santos a segunda; no entanto, devido a algumas partidas da Seleção Brasileira, que tinha como base a equipe do Santos, obrigou o jogo a ser disputado três meses depois, consagrando o Bahia como o primeiro campeão da Taça Brasil.

A segunda edição teve como final o jogo entre Fortaleza e Palmeiras, conhecido na época como Academia de Futebol, equipe que tinha jogadores como Ademir da Guia, Dudu, Djalma Santos e Émerson Leão, e que venceram a final por 11 a 3 no placar agregado.

A partir daí o Santos, liderado por Pelé, Coutinho, Zito, Mauro Ramos, entre outros, começou a despontar nesta competição.

O Santos venceu a edição de 1961, com Pelé e Coutinho marcando um duplo hat-trick na final. Pelé foi o artilheiro daquela edição, com nove gols, com o Santos tornando-se bicampeão em 1962, ao derrotar o Botafogo por 5 a 0 diante de 70.324 espectadores no Estádio do Maracanã, equipe carioca que tinha em seu elenco jogadores como Mário Zagallo, Garrincha, Nilton Santos e Amarildo.

Esta equipe do Santos também se tornou a primeira equipe brasileira a vencer a Quádrupla coroa, ao vencer todos os títulos oficiais que disputou na temporada. Foi campeão paulista, campeão brasileiro, campeão sul-americano (Copa Libertadores) e campeão intercontinental em 1962.[5]

O Santos conseguiu conquistar o seu terceiro título consecutivo após derrotar Bahia, desta vez com um placar agregado de 8 a 0, com quatro gols de Pelé.

No ano seguinte, um hat-trick de Pelé ajudou na vitória do Santos sobre o Flamengo pelo placar de 4 a 1 no primeiro jogo da final da Taça Brasil de 1964, no Estádio do Pacaembu.

O Santos empatou pelo placar de 0 a 0 no Rio de Janeiro, chegando ao marco do pentacampeonato em 1965. Com Dorval e Toninho, Santos venceu o Vasco da Gama na final, vencendo por 6 a 1 no placar agregado dos dois jogos.

O Santos chegou a sua sexta final consecutiva em 1966, perdendo para o Cruzeiro pelo placar de 9 a 4 no agregado.

Em 1967 o Palmeiras conquistaria a Taça Brasil e em 1968, o campeão foi o Botafogo, ao vencer o Fortaleza na final.

Estabilização (1971–1980)

Em 1971, foi criado o Campeonato Brasileiro com este nome e o primeiro campeão foi o Atlético Mineiro.

Palmeiras, Vasco da Gama, Internacional, São Paulo, Guarani e Flamengo foram os campeões nesta primeira década.

Em 1979, todos os grandes clubes de São Paulo, exceto o Palmeiras, retiraram-se da competição. Eles protestaram contra o confuso sistema de classificação, o que fez seus rivais, Palmeiras e Guarani, disputassem apenas a fase final (devido a condição de serem finalistas no ano anterior). O Guarani terminou entre os 12 primeiros, mesmo jogando apenas 3 partidas, e o Palmeiras em terceiro, apesar de ter jogado apenas 5, em um torneio com 96 participantes.

Década de crise (1981–1990)

Na segunda década foram campeões além dos listados na década anterior, o Grêmio, o Fluminense, Coritiba, Sport, Bahia e Corinthians.

Em 1984, a Juventus, um pequeno clube de São Paulo, conseguiu se classificar para a Serie A. Os participantes durante esse ano poderiam ser promovidos a partir da Série B. O Juventus, assim, foi rebaixado no meio do torneio, mas finalmente conseguiu conquistar o título Série B. Apesar disso, a equipe não foi promovida a Série A no ano seguinte e não conseguiu se classificar a partir do campeonato estadual.

Em 1987, a CBF anunciou que era financeiramente incapaz de organizar o campeonato, apenas algumas semanas antes de ter sido programado para começar. A Confederação tentou encontrar um patrocinador, sem sucesso, para bancar as finanças. Sem um acordo definitivo, decidiu-se criar apenas um torneio regional. Como resultado, os treze clubes de futebol mais populares do Brasil criaram uma federação, apelidada de Clube dos 13, para organizar um campeonato próprio. Este torneio recebeu o nome de Copa União.

Para conciliar os interesses da CBF com o Clube dos 13, a Copa União recebeu o nome de Módulo Verde e a Copa Brasil, Módulo Amarelo. No final, haveria um cruzamento entre os campeões e vice-campeões de ambos os módulos (grupos), para determinar os dois representantes do Brasil para a Copa Libertadores de 1988.

Flamengo e Internacional se recusaram a participar. Sport e Guarani fizeram o jogo nos dois jogos finais, que consagraram o Sport como campeão brasileiro de 1987.[2] [6]

Oficialmente pela CBF, o Módulo Amarelo e Módulo Verde, ambos com 16 clubes, formaram o Campeonato Brasileiro 1987, com 32 clubes no total.

Solidificação (1991–2002)

Na terceira década o Botafogo adicionou o seu nome aos dos campeões do Campeonato Brasileiro pós 1971, e em 2001 e 2002 o Atlético Paranaense e o Santos também se juntariam ao grupo de clubes campeões.

Em 1999, um sistema de rebaixamento foi adotado, semelhante ao usado na Primeira Divisão da Argentina. Os dois clubes com as piores campanhas na primeira fase e na temporada anterior eram rebaixados. No entanto, este sistema só durou uma única temporada.

Durante a primeira fase, foi descoberto que o jogador Sandro Hiroshi foi registrado de forma irregular. Devido a este escândalo, a CBF decidiu punir a equipe do jogador, o São Paulo, anulando jogos em que participou, alternando imediatamente os resultados: Internacional e Botafogo ganharam pontos[7] [8] e com isto, o Gama /DF foi rebaixado.

O clube imediatamente processou CBF, que foi impedida de organizar o Brasileirão de 2000, e garantiu vaga nesta competição. Jus a isso, o Clube dos 13 organizou o campeonato daquele ano, tendo o nome de Copa João Havelange, tendo a participação de Fluminense e Bahia, ambos da Série B, pois o campeonato foi organizado por convites, por conta das ações judiciais do imbróglio envolvendo Gama, São Paulo e Botafogo, que impediram a continuidade do Campeonato Brasileiro.[9] [10]

Crescimento (2003–2014)

Em 2003, o Cruzeiro foi o último clube a entrar na lista de campeões brasileiros pós 1971, até este momento.

Uma das características históricas do Campeonato Brasileiro foi a falta de uma padronização no sistema de disputa, que mudava a cada ano, assim como as regras e o número de participantes. Isto durou até 2003, onde o formato de pontos corridos foi adotado.

As partidas são divididas em 2 turnos, e a equipe que somar o maior número de pontos é declarada campeã. Os critérios de desempate variam, de sequência de gols a número de vitórias. O Cruzeiro se consagrou campeão desta temporada.

A edição de 2005 ficou marcada por um evento negativo, o escândalo da Máfia do Apito. Durante o campeonato, o árbitro Edílson Pereira de Carvalho foi preso em uma operação da polícia por manipular resultados de jogos em que atuou para que empresários de sites de apostas pudessem lucrar mais. Em uma decisão polêmica e inédita em toda a história do futebol, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) determinou a anulação dos 11 jogos apitados pelo árbitro.

Romildo Corrêa, um dos árbitros citados nas investigações do "escândalo do apito", fez um protesto no meio da partida entre Santos e Botafogo pela 41ª rodada do campeonato. O árbitro abandonou a partida e se aposentou, alegando ter sido punido injustamente pela CBF, uma vez que seu envolvimento não ficou provado pelos investigadores.[11] [12]

Para a temporada de 2006, o número de participantes foi reduzido para 20, o que a própria CBF confirma como "formato definitivo", com as quatro melhores equipes se classificando para a Copa Libertadores, e as quatro piores, sendo rebaixadas para a Série B.

Em dezembro de 2010, a CBF unificou a Taça Brasil, disputada de 1959 a 1968, e as edições de 1967 a 1970 do Torneio Roberto Gomes Pedrosa ao Campeonato Brasileiro propriamente dito, iniciado em 1971.[1]

O ranking da IFFHS de 2012 apontou que o Campeonato Brasileiro é o segundo melhor campeonato de futebol do mundo, superado apenas pela Liga BBVA.[13] [14] [15]

Formato da competição

Vinte clubes participam do Campeonato Brasileiro. Durante o decorrer da temporada (de maio a dezembro), cada clube joga duas vezes contra os outros (em um sistema de pontos corridos), uma vez em seu estádio e a outra no de seu adversário, em um total de 38 jogos. As equipes recebem três pontos por vitória e um por empate. Não são atribuídos pontos para derrotas.

As equipes são classificadas pelo total de pontos, depois pelo saldo de gols e, em seguida, pelos gols marcados.[16] Em caso de empate entre dois ou mais clubes, os critérios de desempate são os seguintes: maior número de vitórias; maior saldo de gols; maior número de gols pró; confronto direto; menor número de cartões vermelhos recebidos; menor número de cartões amarelos recebidos.

Qualificação para as competições internacionais

A partir da temporada de 2012, os quatro melhores times do Brasileirão se qualificam para a Copa Libertadores, com os três melhores times entrando diretamente na fase de grupos. Anteriormente, apenas as duas melhores equipes eram qualificadas automaticamente. O quarto colocado entra na primeira fase de não campeões e deve ganhar um confronto de ida e volta para entrar na fase de grupos. Se o vencedor da Copa do Brasil estiver na zona de classificação, aquele lugar vai para a próxima equipe melhor colocada no campeonato.

As equipes do quinto ao décimo-segundo lugar deixaram de se classificar para a Copa Sul-Americana, após a mudança de regulamento, que reserva vagas a equipes que disputam as quartas de final da Copa do Brasil. Se o Brasileirão contém os atuais campeões da Copa Libertadores e/ou da Copa Sul-Americana e terminarem o Brasileirão em uma zona de qualificação internacional, seu lugar vai para a próxima equipe melhor colocada no campeonato.[17]

Os clubes brasileiros que vencerem a Libertadores, têm a oportunidade de disputar a Copa do Mundo de Clubes da FIFA, a Recopa Sul-Americana, um jogo disputado entre os vencedores da Copa Libertadores e da Copa Sul-Americana, assim como a Copa Suruga Bank, uma competição amigável realizada pela CONMEBOL em parceria com a Japan Football Association (JFA), disputada pelo vencedor da Liga Japonesa de Futebol (J-League) e da Copa Sul-Americana em um único jogo realizado no local do participante japonês.[18]

Participações

A tabela a seguir apresenta os 20 clubes que mais participaram da Série A do Campeonato Brasileiro (de 1959 a 2014).[19] Os clubes em negrito indicam as equipes que jogarão a Série A de 2014. O Cruzeiro detém a maior participação consecutiva entre 1966 e 2014: 51 edições (Taça Brasil de 1966, Taça Brasil de 1967, Robertão de 1967, Robertão de 1968 e os campeonatos entre 1969 e 2014).

Clubes Temporadas
(1959-2015)
TB
(1959-1968)
RGP
(1967-1970)
Série A
(1971-2015)
Melhor campanha Estreia Última R Baixa
Rio Grande do Sul Grêmio 56 9 4 43 Campeão (1981 e 1996) 1959 2015 2
Minas Gerais Cruzeiro 55 6 4 45 Campeão (4 vezes) 1960 2015
São Paulo Santos 55 7 4 44 Campeão (8 vezes) 1959 2015
Minas Gerais Atlético Mineiro 52 4 4 44 Campeão (1971) 1959 2015 1
São Paulo Palmeiras 52 6 4 42 Campeão (8 vezes) 1960 2015 2
Rio de Janeiro Botafogo 51 4 4 43 Campeão (1968 e 1995) 1962 2014 2
Rio de Janeiro Flamengo 50 1 4 45 Campeão (5 vezes) 1964 2015
Rio Grande do Sul Internacional 50 1 4 45 Campeão (1975, 1976 e 1979) 1962 2015
Rio de Janeiro Fluminense 49 2 4 43 Campeão (4 vezes) 1960 2015 1
Rio de Janeiro Vasco da Gama 49 2 4 43 Campeão (4 vezes) 1959 2015 2
São Paulo São Paulo 48 0 4 44 Campeão (6 vezes) 1967 2015
São Paulo Corinthians 47 0 4 43 Campeão (5 vezes) 1967 2015 1
Bahia Bahia 44 6 3 35 Campeão (1959 e 1988) 1959 2014 3
Paraná Atlético Paranaense 39 1 2 36 Campeão (2001) 1959 2015 3
Goiás Goiás 39 1 0 38 3º colocado (2005) 1967 2015 4
Paraná Coritiba 37 2 1 34 Campeão (1985) 1960 2015 4
Pernambuco Sport 37 3 0 34 Campeão (1987) 1959 2015 4
Bahia Vitória 36 2 0 34 2º colocado (1993) 1965 2014 5
São Paulo Portuguesa 35 0 3 32 2º colocado (1996) 1967 2013 3
Pernambuco Náutico 34 6 1 27 2º colocado (1967) 1961 2013 4

Participações na Série A no modelo atual

Os 23 clubes que mais participaram da Série A do Campeonato Brasileiro no modelo atual, disputado em pontos corridos (de 2003 a 2014):[20]

Clube UF Participações
Cruzeiro Minas Gerais MG 12
Flamengo Rio de Janeiro RJ 12
Fluminense Rio de Janeiro RJ 12
Internacional Rio Grande do Sul RS 12
Santos São Paulo SP 12
São Paulo São Paulo SP 12
Atlético Mineiro Minas Gerais MG 11
Atlético Paranaense Paraná PR 11
Botafogo Rio de Janeiro RJ 11
Corinthians São Paulo SP 11
Grêmio Rio Grande do Sul RS 11
Goiás Goiás GO 10
Palmeiras São Paulo SP 10
Vasco da Gama Rio de Janeiro RJ 10
Coritiba Paraná PR 9
Figueirense Santa Catarina SC 9
Vitória Bahia BA 7
Ponte Preta São Paulo SP 6
Bahia Bahia BA 5
Juventude Rio Grande do Sul RS 5
Náutico Pernambuco PE 5
Paraná Paraná PR 5
Sport Pernambuco PE 5

Melhores campanhas

No Campeonato Brasileiro, considerando o período entre 1971 e 2014, os campeões com melhor desempenho foram:

Pos. Clube Ano J V E D %
Internacional 1976 23 19 1 3 84,1%
Internacional 1979 23 16 7 0 79,7%
Palmeiras 1993 22 16 4 2 78,8%
Flamengo 1982 23 15 6 2 73,9%
Flamengo 1980 22 14 6 2 72,7%
Cruzeiro 2003 46 31 7 8 72,5%
Palmeiras 1973 40 25 12 3 72,5%
Internacional 1975 30 19 8 3 72,2%
Palmeiras 1994 31 20 6 5 71,0%
10º Guarani 1978 32 20 8 4 70,8%

Fonte: Revista Placar - Guia do Brasileirão 2008

Campeões

Títulos no Campeonato Brasileiro Série A (1959 a 2014)

Por clube

Clube Títulos Vices Terceiro lugar Quarto lugar
São Paulo Santos 8 (1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968(3), 2002 e 2004) 6 (1959, 1966, 1983, 1995, 2003 e 2007) 2 (1974 e 1998) 1 (2006)
São Paulo Palmeiras 8 (1960, 1967(2), 1967(3), 1969, 1972, 1973, 1993 e 1994) 3 (1970, 1978 e 1997) 0 7 (1964, 1965, 1968(3), 1979, 2004, 2005 e 2008)
São Paulo São Paulo 6 (1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008) 6 (1971, 1973, 1981, 1989, 1990 e 2014) 3 (2003, 2004 e 2009) 3 (1993, 1999 e 2012)
São Paulo Corinthians 5 (1990, 1998, 1999, 2005 e 2011) 3 (1976, 1994, 2002) 4 (1967(3), 1969, 1993 e 2010) 5 (1971, 1972, 1982, 1984 e 2014)
Rio de Janeiro Flamengo 5 (1980, 1982, 1983, 1992 e 2009) 1 (1964) 2 (1987 e 2007) 1 (2011)
Minas Gerais Cruzeiro 4 (1966, 2003, 2013 e 2014) 5 (1969, 1974, 1975, 1998 e 2010) 6 (1967(2) , 1973, 1989, 1995, 2000 e 2008) 3 (1968(2) ,1970 e 2009)
Rio de Janeiro Vasco da Gama 4 (1974, 1989, 1997 e 2000) 4 (1965, 1979, 1984 e 2011) 3 (1959 ,1968(3), 1992) 1 ( 1978)
Rio de Janeiro Fluminense 4 (1970, 1984, 2010 e 2012) 0 5 (1960, 1975, 1988, 2001 e 2011) 6 (1966, 1976, 1991, 1995, 2002 e 2007)
Rio Grande do Sul Internacional 3 (1975, 1976 e 1979) 6 (1967(3), 1968(3), 1988, 2005, 2006 e 2009) 6 (1962, 1972, 1978, 1980, 1997 e 2014) 3 (1973, 1974 e 1987)
Rio Grande do Sul Grêmio 2 (1981 e 1996) 3 (1982, 2008 e 2013) 5 (1984, 1990, 2002, 2006 e 2012) 7 (1959, 1963, 1967(2) , 1967(3), 1988, 2000 e 2010)
Rio de Janeiro Botafogo 2 (1968(2),1995) 3 (1962, 1972 e 1992) 2 (1963, 1971) 4 (1969, 1981, 1989 e 2013)
Bahia Bahia 2 (1959 e 1988) 2 (1961 e 1963) 0 1 (1990)
Minas Gerais Atlético Mineiro 1 (1971) 4 (1977, 1980, 1999 e 2012) 6 (1970, 1976, 1983, 1986, 1991 e 1996) 4 (1985, 1994, 1997 e 2001)
São Paulo Guarani 1 (1978) 2 (1986 e 1987) 2 (1982 e 1994) 0
Paraná Atlético Paranaense 1 (2001) 1 (2004) 1 (2013) 1 (1983)
Paraná Coritiba 1 (1985) 0 1 (1979) 1 (1980)
Pernambuco Sport 1 (1987) 0 0 1 (1962)
São Paulo São Caetano 0 2 (2000 e 2001) 0 1 (2003)
Ceará Fortaleza 0 2 (1960 e 1968(2)) 0 0
Pernambuco Náutico 0 1 (1967(2)) 3 (1965 , 1966 e 1968(2)) ) 1 (1961 )
Bahia Vitória 0 1 (1993) 1 (1999) 0
São Paulo Bragantino 0 1 (1991) 0 1 (1992)
São Paulo Portuguesa 0 1 (1996) 0 1 (1998)
Rio de Janeiro Bangu 0 1 (1985) 0 0
Rio de Janeiro America 0 0 1 (1961) 1 (1986)
Goiás Goiás 0 0 1 (2005) 1 (1996)
Ceará Ceará 0 0 1 (1964) 0
Mato Grosso do Sul Operário 0 0 1 (1977) 0
São Paulo Ponte Preta 0 0 1 (1981) 0
Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas 0 0 1 (1985) 0
Pernambuco Santa Cruz 0 0 0 2 (1960 e 1975)
Paraná Londrina 0 0 0 1 (1977)

Por Estado

Estado Títulos Vices Terceiro lugar Quarto lugar
 São Paulo 28 (1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1967(2, 1967(3), 1968(3), 1969, 1972, 1973, 1977, 1978, 1986, 1990, 1991, 1993, 1994, 1998, 1999, 2002, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008 e 2011) 24 (1959, 1966, 1970, 1971, 1973, 1976, 1978, 1981, 1983, 1986, 1987, 1989, 1990, 1991, 1994, 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002, 2003, 2007 e 2014) 12 (1967(3), 1969, 1974, 1981, 1982, 1993, 1994, 1998, 2003, 2004, 2009 e 2010) 19 (1964, 1965, 1968(3), 1971, 1972, 1979, 1982, 1984, 1992, 1993, 1998, 1999, 2003, 2004, 2005, 2006, 2008, 2012 e 2014)
 Rio de Janeiro 15 (1968(2), 1970, 1974, 1980, 1982, 1983, 1984, 1989, 1992, 1995, 1997, 2000, 2009, 2010 e 2012) 9 (1964, 1962, 1965, 1972, 1979, 1984, 1985, 1992 e 2011) 11 (1960, 1961, 1963, 1968(3), 1971, 1975, 1988, 1992, 2001, 2007 e 2011) 15 (2011)(1959 e 1978)(1966, 1976, 1986, 1987, 1991, 1995, 2002 e 2007)(1969, 1981, 1989 e 2013)
 Rio Grande do Sul 5 (1975, 1976, 1979, 1981 e 1996) 9 (1967(3), 1968(3), 1982, 1988, 2005, 2006, 2008, 2009 e 2013) 14 (1959, 1962, 1967(2), 1972, 1978, 1980, 1984, 1985, 1990, 1997, 2002, 2006, 2012 e 2014) 7 (1963, 1967(3), 1973, 1974, 1988, 2000 e 2010)
 Minas Gerais 5 (1966, 1971, 2003, 2013 e 2014) 9 (1969, 1974, 1975, 1977, 1980, 1998, 1999, 2010 e 2012) 12 (1968(2), 1970, 1973, 1976, 1983, 1986, 1989, 1991, 1995, 1996, 2000 e 2008) 7 (1967(2), 1970, 1985, 1994, 1997, 2001 e 2009)
 Bahia 2 (1959 e 1988) 3 (1961, 1963 e 1993) 1 (1999) 1 (1990)
 Paraná 2 (1985 e 2001) 1 (2004) 3 (1979, 1987 e 2013) 3 (1977, 1980 e 1983)
 Pernambuco 1 (1987) 1 (1967(2)) 2 (1965 e 1966) 5 (1960, 1961, 1962, 1968(2) e 1975)
 Ceará 0 2 (1960 e 1968(2)) 1 (1964) 0
 Goiás 0 0 1 (2005) 1 (1996)
 Mato Grosso do Sul 0 0 1 (1977) 0

Por região

Região Títulos Vices Terceiro lugar Quarto lugar
Sudeste 48 42 35 40
Sul 7 10 16 10
Nordeste 3 6 4 6
Centro-Oeste 0 0 2 1
(2) Em 1967 e 1968, foram realizados dois campeonatos brasileiros. Esta colocação refere-se ao torneio denominado na época de Taça Brasil.
(3) Em 1967 e 1968, foram realizados dois campeonatos brasileiros. Esta colocação refere-se ao torneio denominado na época de Torneio Roberto Gomes Pedrosa.

Total de temporadas entre os quatro primeiros colocados (1959 a 2014)

Durante as 58 edições do Campeonato Brasileiro, realizadas entre 1959 e 2014, 32 equipes diferentes terminaram o torneio entre os quatro primeiros.[22]

* Atualizado em 7 de dezembro de 2014.

Total G4 Clubes Participações
19 Minas Gerais Cruzeiro 54 4 5 6 4
18 São Paulo Palmeiras 51 8 3 0 7
São Paulo São Paulo 47 6 6 3 3
Rio Grande do Sul Internacional 49 3 6 6 3
17 São Paulo Santos 54 8 6 2 1
São Paulo Corinthians 46 5 3 4 5
Rio Grande do Sul Grêmio 55 2 3 5 7
16 Minas Gerais Atlético Mineiro 51 1 4 7 4
15 Rio de Janeiro Fluminense 48 4 0 5 6
12 Rio de Janeiro Vasco da Gama 48 4 4 2 2
11 Rio de Janeiro Botafogo 51 2 3 2 4
9 Rio de Janeiro Flamengo 49 5 1 2 1
5 Bahia Bahia 44 2 2 0 1
São Paulo Guarani 29 1 2 2 0
Paraná Atlético Paranaense 38 1 1 2 1
Pernambuco Náutico 34 0 1 2 2
3 Paraná Coritiba 36 1 0 1 1
São Paulo São Caetano 7 0 2 0 1
2 Pernambuco Sport 36 1 0 0 1
Ceará Fortaleza 20 0 2 0 0
Bahia Vitória 36 0 1 1 0
São Paulo Bragantino 9 0 1 0 1
São Paulo Portuguesa 35 0 1 0 1
Rio de Janeiro Bangu 11 0 1 0 1
Rio de Janeiro America 20 0 0 1 1
Goiás Goiás 38 0 0 1 1
Pernambuco Santa Cruz 23 0 0 0 2
1 Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas 4 0 0 1 0
Mato Grosso do Sul Operário 10 0 0 1 0
São Paulo Ponte Preta 21 0 0 1 0
Ceará Ceará 21 0 0 1 0
Paraná Londrina 7 0 0 0 1

Campeões invictos

Sobre os campeões

Sobre as partidas finais

  • De 1972 a 2002, quando existiram os confrontos finais entre apenas dois clubes, nunca houve um confronto repetido. Foram trinta partidas finais diferentes.
  • Os campeonatos de 1971 e 1973 não tiveram um único confronto final: o de 1971 foi decidido num triangular entre Atlético Mineiro, São Paulo e Botafogo; o de 1973 foi decidido num quadrangular entre Palmeiras, São Paulo, Cruzeiro e Internacional.
  • A final de 1980 entre Atlético-MG e Flamengo, disputada em ida-e-volta, foi a que teve mais pagantes, 269.497:
    • 28 de maio de 1980, 115.142, Atlético versus Flamengo, no Mineirão (Belo Horizonte);
    • 1º de junho de 1980, 154.355, Flamengo versus Atlético, no Maracanã (Rio de Janeiro).
  • O Santos é quem mais participou de finais seguidas (6): 1961, 1962, 1963, 1964, 1965 e 1966, vencendo de 1961 a 1965.
  • Fluminense e Vasco fizeram a primeira final entre clubes de uma mesma cidade, no Campeonato Brasileiro de 1984. Como os dois clubes haviam levado quase 120.000 pagantes em seus jogos com mando de campo pelas semifinais, as duas diretorias optaram por um grande aumento no preço dos ingressos para evitarem-se tumultos, numa época em que não era comum a venda antecipada de ingressos para as partidas.
  • Em apenas duas finais não houve participação de equipes paulistas ou cariocas: Em 1975 (Internacional versus Cruzeiro) e 1988 (Bahia versus Internacional).
  • Em 8 vezes, a final foi disputada por equipes do mesmo estado:
    • 1978: Guarani vs. Palmeiras
    • 1984: Fluminense vs. Vasco
    • 1986: São Paulo vs. Guarani
    • 1990: Corinthians vs. São Paulo
    • 1991: São Paulo vs. Bragantino
    • 1992: Flamengo vs. Botafogo
    • 1994: Palmeiras vs. Corinthians
    • 2002: Santos vs. Corinthians
    • Palmeiras versus São Paulo definiu o título de 1973, mas se tratava de jogo pela última rodada de um quadrangular.
  • Desde 2003, o Campeonato Brasileiro é disputado por pontos corridos, como na maioria dos países filiados à FIFA, sendo o Cruzeiro e o São Paulo os clubes que mais venceram, respectivamente, (2003, 2013 e 2014) e (2006, 2007 e 2008) desde então, não havendo mais uma decisão entre apenas duas equipes.

Sobre clássicos

  • O Palmeiras detém o maior tabu da história da competição em clássicos, com 25 jogos de invencibilidade sobre o São Paulo de 20 de fevereiro de 1974 a 2 de setembro de 2000, quando perdeu por 3 a 0 para o Tricolor. Durante o período foram 11 vitórias palmeirenses e 14 empates.[25]

Resultados

Ranking de pontos

Na era dos pontos corridos

Durante os 12 anos em que o Campeonato Brasileiro adotou a fórmula de pontos corridos (desde 2003), 40 equipes já participaram. Na tabela abaixo, é possível verificar o desempenho de todas as equipes que disputaram o campeonato desde a primeira edição, em 2003. Números em negrito indicam o recorde (número mais positivo ou negativo) de cada coluna apresentada.[26]

Pos Times Temp. Pts J V E D GP GC SG % R Baixa Média Melhor
1 São Paulo São Paulo 12 813 476 231 120 125 748 523 +225 56,9 3 1 3 1 67,8
2 Minas Gerais Cruzeiro 12 778 476 228 94 154 778 615 +163 54,5 3 1 1 1 64,8
3 Rio Grande do Sul Internacional 12 746 476 209 117 150 664 553 +111 52,2 3 1 62,1
4 São Paulo Santos 12 727 476 201 124 151 742 605 +137 50,9 1 2 1 60,6
5 Rio de Janeiro Fluminense 12 702 476 190 130 156 686 625 +61 49,1 2 1 1 58,6
6 São Paulo Corinthians 11 678 438 183 127 128 578 495 +83 51,6 2 1 1 1 61,6
7 Rio de Janeiro Flamengo 12 671 476 176 147 153 625 605 +20 46,9 1 1 1 55,9
8 Rio Grande do Sul Grêmio 11 649 434 180 109 145 599 509 +90 49,8 2 2 1 1 59
9 Paraná Atlético Paranaense 11 622 438 172 106 160 624 601 +23 47,3 1 1 1 56,5
10 Minas Gerais Atlético Mineiro 11 612 438 165 117 156 624 592 +32 46,5 1 1 55,6
11 Rio de Janeiro Botafogo 11 581 430 152 125 153 588 567 +21 45 1 1 52.8
12 Goiás Goiás 10 558 400 155 93 152 587 557 +30 46,5 1 1 55,8
13 São Paulo Palmeiras 10 552 392 149 105 138 530 514 +16 46,9 2 1 55,2
14 Rio de Janeiro Vasco da Gama 10 537 400 140 117 143 561 580 -19 44,8 1 2 53,7
15 Paraná Coritiba 9 482 362 129 95 138 468 465 +3 44,4 2 53,5
16 Santa Catarina Figueirense 9 470 362 123 101 138 464 522 -58 43,3 2 52,2
17 Bahia Vitória 7 343 282 91 70 121 355 407 -52 40,5 3 49
18 São Paulo Ponte Preta 6 289 248 76 62 110 288 390 -102 38,8 2 48,1 10º
19 Paraná Paraná 5 281 210 79 44 87 294 312 -18 44,6 1 56,2
20 Rio Grande do Sul Juventude 5 266 210 71 50 89 268 327 -59 42,2 1 53,2
21 Pernambuco Sport 5 227 190 59 50 81 225 273 -48 39,8 2 45,4 11º
22 Bahia Bahia 5 224 198 55 59 84 207 270 -63 37,7 1 44,8 12º
23 São Paulo São Caetano 4 215 172 65 41 66 209 199 +10 41,6 1 1 53,8
24 Pernambuco Náutico 5 200 190 54 38 98 224 318 -94 35,1 2 40 12º
25 Santa Catarina Criciúma 4 188 168 50 38 80 195 266 -71 37,3 1 47 14º
26 São Paulo Guarani 3 147 130 36 39 55 140 180 -40 37,7 2 49 13º
27 Pará Paysandu 3 146 134 41 31 62 193 245 -52 36,3 1 48,6 14º
28 Ceará Fortaleza 3 142 126 36 34 56 155 200 -45 37,6 2 47,3 13º
29 Santa Catarina Avaí 3 131 114 33 32 49 155 185 -30 38 1 43,6
30 São Paulo Portuguesa 3 127 114 31 38 45 137 157 -20 37,1 2 42,3 16º
31 Goiás Atlético Goianiense 3 120 114 30 30 54 138 169 -31 35,1 1 40 13º
32 Ceará Ceará 2 86 76 20 26 30 82 108 -26 37,7 1 43 12º
33 São Paulo Grêmio Barueri 2 77 76 19 23 34 98 116 -18 33,8 1 38,5 11º
34 Santa Catarina Chapecoense 1 43 38 11 10 17 39 44 -5 37,7 43 15º
35 São Paulo Santo André 1 41 38 11 8 19 46 61 -15 36 1 41 18º
36 Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 1 41 42 10 11 21 47 67 -20 32,5 1 41 22º
37 Minas Gerais América Mineiro 1 37 38 8 13 17 51 69 -18 32,5 1 37 19º
38 Minas Gerais Betim 1 35 38 9 8 21 37 67 -40 30,7 1 35 20º
39 Pernambuco Santa Cruz 1 28 38 7 7 24 41 76 -35 24,6 1 28 20º
40 Rio Grande do Norte América de Natal 1 17 38 4 5 29 24 80 -56 14,9 1 17 20º
41 Santa Catarina Joinville 38


Status dos clubes no Campeonato Brasileiro de Futebol de 2015:

Série A de 2015
Série B de 2015
Série C de 2015
Série D de 2015
Sem classificação

Público

Maiores públicos

Contabilizando apenas partidas com público acima de 110.000 pagantes.

# Público[i] Mandante Placar Visitante Estádio Data
1 155.523[27] [28] Flamengo 3–0 Santos Maracanã 29 de maio de 1983
2 154.335 Flamengo 3–2 Atlético Mineiro Maracanã 1 de junho de 1980
3 146.043 Fluminense 1–1 Corinthians Maracanã 5 de dezembro de 1976
4 138.107 Flamengo 1–1 Grêmio Maracanã 18 de abril de 1982
5 135.487 Botafogo 3–1 Flamengo Maracanã 19 de abril de 1981
6 128.781 Fluminense 0–0 Vasco da Gama Maracanã 27 de maio de 1984
7 122.001 Botafogo 2–2 Flamengo Maracanã 19 de julho de 1992
8 121.353 Flamengo 1–1 Vasco da Gama Maracanã 8 de maio de 1983
9 120.441 Flamengo 2–1 Guarani Maracanã 11 de abril de 1982
10 118.777 Vasco da Gama 2–2 Internacional Maracanã 28 de julho de 1974
11 118.370 Fluminense 0–0 Corinthians Maracanã 20 de maio de 1984
12 118.162 Flamengo 1–0 Atlético Mineiro Maracanã 29 de novembro de 1987
13 117.353 Botafogo 0–0 Flamengo Maracanã 16 de abril de 1981
14 115.002 Corinthians 4–1 Flamengo Morumbi 6 de maio de 1984
15 114.481 Santos 2–1 Flamengo Morumbi 12 de maio de 1983
16 113.479 Atlético Mineiro 0–0 Santos Mineirão 15 de maio de 1983
17 113.286 Corinthians 2–1 Internacional Morumbi 21 de novembro de 1976
18 112.993 Vasco da Gama 2–1 Cruzeiro Maracanã 1 de agosto de 1974
19 112.403 Fluminense 1–1 Atlético Mineiro Maracanã 20 de dezembro de 1970
20 112.047 Flamengo 1–4 Palmeiras Maracanã 9 de dezembro de 1979
21 111.260 Flamengo 2–1 Vasco da Gama Maracanã 5 de maio de 1983
22 111.111 Santos 3–2 Flamengo Morumbi 27 de fevereiro de 1983
23 110.877 Vasco da Gama 3–0 Grêmio Maracanã 19 de maio de 1984
24 110.438 Bahia 2–1 Fluminense Fonte Nova 12 de fevereiro de 1989

Fontes: Revista Placar - Guia do Brasileirão 2010[29] e GloboEsporte.com.[30]

  • Maior torcida visitante: Corinthians. Em 1976, 70.000 torcedores estiveram no Maracanã para torcer para o Corinthians na semifinal do campeonato contra o Fluminense.[31]

Menores públicos

Abaixo segue a lista dos 11 menores públicos da história do Brasileirão (desconsiderando os jogos em que o clube mandante recebeu como punição jogar com portões fechados para o público). Dos 11 menores públicos, seis aconteceram na década de 1990; dois na década de 1970; dois na década de 1980; e apenas um após o ano 2000.

# Público Mandante Placar Visitante Estádio Data
1 55[32] Juventude 2–1 Portuguesa Olímpico 3 de dezembro de 1997
2 71 Vasco 1–0 Paraná São Januário 28 de novembro de 1994
3 74 Atlético Paranaense 1–1 Figueirense Couto Pereira 24 de junho de 1978
4 129 Fluminense 0–0 Sport Laranjeiras 11 de novembro de 1993
5 134 Uberaba 3–2 América de Natal Uberabão 22 de junho de 1978
6 146 Villa Nova-MG 0–2 Bangu Mineirão 17 de abril de 1985
7 162 Fluminense 0–2 Grêmio Rua Bariri 8 de novembro de 1997
162 Botafogo 3–3 Vitória Caio Martins 20 de novembro de 1996
9 177 América-RJ 1–0 Palmeiras São Januário 9 de novembro de 1988
10 187 Goiás 0–0 Fortaleza Serra Dourada 27 de outubro de 1993
187 Vitória 1–0 Coritiba Barradão 6 de dezembro de 2003

Fonte: Guia dos Curiosos[33]

Menor público entre os jogos que decidiram os títulos brasileiros (desde 1959)
Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Notas Ref.
8.210 Palmeiras 3–1 Botafogo Morumbi 1969 Para ser campeão, o Palmeiras também dependia de derrota de seu maior rival. [34]
Menor público entre os jogos que decidiram os títulos brasileiros (desde 1971)
Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Notas Ref.
8.461 Palmeiras 2–3 Fluminense Prudentão 2012 Jogo que definiu o campeão brasileiro de 2012, a 558 kms. da sede do clube mandante e a 982 kms. do visitante. [35]

Outros recordes

  • O meia Diego, do Santos, é o jogador mais jovem da história do futebol a conquistar o título de campeão brasileiro (de 1971 a 2010), com 17 anos e nove meses. O recorde era de Careca, que, em 1978 tinha 17 anos e 10 meses[32] .
  • O artilheiro mais jovem é do Vasco (de 1971 a 2010): Em 1974, Roberto Dinamite, 20 anos e 16 gols[32] .
  • O árbitro que mais apitou, de 1971 a 2010, foi Arnaldo Cézar Coelho, do Rio de Janeiro, em 291 oportunidades[32] .
  • O jogo com o maior número de expulsões da história do campeonato brasileiro teve o Goiás Esporte Clube como protagonista. A partida, contra o Cruzeiro, foi válida pelo Brasileirão de 1979. Foram 14 expulsões, sendo 9 do Goiás. O Goiás vencia por 3 a 1 quando o árbitro Aluísio Felisberto da Silva encerrou o jogo, por falta de jogadores[31] .

Observações

  • Caso o campeão da Copa do Brasil termine entre o 1º e o 4º lugar no Campeonato Brasileiro, se abrirá uma vaga na Taça Libertadores para o 5º colocado, que entrará na fase preliminar, enquanto o 4º entrará na fase de grupos.
  • Caso o campeão da Taça Libertadores do ano anterior termine entre os 4 primeiros ele tem vaga direta na fase de grupos. Neste caso o 5º colocado ganha uma vaga para fase preliminar.
  • Caso um clube brasileiro seja campeão da Copa Sul-Americana, tira a vaga do 4º (ou do 5º, conforme acima).

Classificação para competições internacionais

O Brasil tem atualmente 13 vagas nas competições organizadas pela CONMEBOL (5 na Taça Libertadores e 8 na Copa Sul-Americana):

Pelo Campeonato Brasileiro

1º Lugar Taça Libertadores→ Fase de Grupos
2º Lugar Taça Libertadores→ Fase de Grupos
3º Lugar Taça Libertadores→ Fase de Grupos
4º Lugar Taça Libertadores→ Fase Preliminar
5º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional
6º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional
7º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional
8º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional
9º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional
10º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional
11º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional
12º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional

Pela Copa do Brasil

Campeão Taça Libertadores→ Fase de Grupos

Premiações

Abaixo, a lista de premiações oferecidas usando-se como base o Campeonato Brasileiro

Clubes

Jogadores

Direitos televisivos

Ver também

Notas

Referências

  1. a b Odir Cunha. Site Parmerista Dossiê Unificação dos Títulos Brasileiros (em português). Visitado em 2 de junho de 2012.
  2. a b Site RSSSFBrasil Torneio Rio-São Paulo -- List of Champions. Visitado em 20 de novembro de 2014.
  3. RSSSF: Campeonato Brasileiro de 1971. Acesso em 25 de abril de 2014.
  4. Jornal O Estado de São Paulo, 6 de agosto de 1971, página 24.
  5. Dracena e seu plano ambicioso: conquistar uma 'quádrupla coroa' Globo Esporte.
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