Síndrome de Lown-Ganong-Levine

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Síndrome de Lown-Ganong-Levine
Classificação e recursos externos
CID-10 I45.6
CID-9 426.81
OMIM 108950
MeSH D008151
Star of life caution.svg Aviso médico

Síndrome de Lown-Ganong-Levine, é reconhecida pela presença de uma via elétrica acessória anormal, no qual liga os átrios com os ventrículos. No sistema elétrico normal do coração, o estímulo elétrico começa nos átrios (câmaras menores e superiores do coração) e sofre uma redução no ponto do nodo atrioventricular, antes de alcançar aos ventrículos (câmaras maiores e inferiores do coração).

A via acessória, geralmente presente naqueles que são portadores da síndrome de Lown-Ganong-Levine, faz com que os impulsos elétricos do coração se acelerem, pois desvia este do nó atrioventricular. Essa alteração elétrica é denominada de pré-excitação (a síndrome de Wolff-Parkinson-White é outro exemplo de pré-excitação), como consequência desse processo, é o surgimento de arritmias cardíacas que aceleram excessivamente o coração[1] .

Sinais e Sintomas[editar | editar código-fonte]

Os pacientes portadores dessa síndrome, comumente exibem uma alteração eletrocardiográfica característica (intervalo PR curto) e são assintomáticos fora das crises de arritmia. Como o coração tem anatomia e funções normais (não há alterações do ecocardiograma). Durante as suas crises, os portadores dessa síndrome podem sentir palpitações, tonturas, falta de ar, sensação de que vai desmaiar, desmaio e, mais dificilmente, apresentam uma parada cardíaca[1] .

Tratamento[editar | editar código-fonte]

Além dos medicamentos antiarrítmicas, o estudo eletrofisiológico consegue identificar o local exato da via acessória e, eliminá-la, através de uma ablação por radiofrequência[1] .

Referências

  1. a b c síndrome de Lown-Ganong-Levine. Página visitada em 31 de julho de 2012.
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