S.O.S. (Lost)

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"S.O.S. (Lost)"
19º episódio da 2ª temporada de Lost (série de televisão)
Informação geral
Escrito por: Steven Maeda & Leonard Dick
Direcção Eric Laneuville
Código de produção 219
Exibição original 12 de Abril de 2006
Convidados

L. Scott Caldwell (Rose Henderson),
Sam Anderson (Bernard Nadler),
Michael Emerson ("Henry Gale"/Benjamin Linus),
Wayne Pygram (Isaac),
Donna Smallwood (Aussie woman)

Cronologia
Último
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"Dave"
"Two for the Road"
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Lista de episódios de Lost

"S.O.S." é o quadragésimo terceiro episódio de Lost. É o décimo nono episódio da segunda temporada da série. Foi dirigido por Eric Laneuville e escrito por Steven Maeda e Leonard Dick. Foi ao ar originalmente em 12 de Abril de 2006, pela ABC. O episódio foca o flashback em Rose Henderson e Bernard Nadler.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

No flashback, Bernard e Rose conhecem-se pela primeira vez quando ele a ajuda a retirar o carro preso na neve. Quando Bernard está prestes a ir embora, Rose pára-o e pergunta-lhe se ele gostaria de tomar um café com ela. Cinco meses mais tarde, enquanto os dois estão nas Cataratas do Niagara, Bernard pede Rose em casamento. Rose diz-lhe que tem uma doença terminal e que tem apenas um ano de vida - mas ainda assim Bernard quer casar com ela. Bernard leva Rose à Austrália para a sua lua-de-mel e revela que escolheu viajar até lá para levar Rose a um curandeiro chamado Isaac. Rose concorda relutantemente em encontrar-se com ele.

Isaac diz-lhe que há pontos de energia no mundo e que a sua casa está sobre um desses pontos. Ele canaliza esse poder e cura as pessoas com o mesmo. No entanto, Isaac diz a Rose que não é capaz de a curar porque o ponto de energia na Austrália não se adequa a ela, mas que talvez ela reaja a um dos outros pontos espalhados pelo mundo. Ainda assim, Rose decide dizer a Bernard que foi de facto curada para que ele não passe o tempo que lhes resta juntos, a fazer novas tentativas para a salvar. No aeroporto, Rose deixa cair um dos seus frascos de comprimidos, mas um homem de cadeira de rodas apanha-o e entrega-lhe o frasco. Locke.

Na ilha, Bernard está frustrado com a crescente complacência dos restantes sobreviventes em relaç«ao ao facto de terem naufragado na ilha. Tenta reunir um grupo, que o ajude a construir um sinal (uma grande mensagem de SOS feita com pedras pretas) para que os aviões e os satélites fotográficos saibam que há pessoas na ilha. Os recrutamentos que tem em vista incluem Charlie e Eko. Porém ambos encontram-se ocupados a construir uma estrutura que Charlie revela ser uma igreja e sendo assim não estão disponíveis para ajudar Bernard.

Entretanto, na escotilha, Locke está a tentar desenhar de cor o mapa ultravioleta que viu na porta enquanto estava por baixo dela, no episódio anterior. Locke ignora o retumbar do cronómetro, mas ainda assim insere o código a tempo e carrega no botão assim que Jack se mostra surpreendido por ele ainda não o ter feito. Jack diz então a "Henry Gale" que vai procurar os Outros e propor-lhes trocar Henry por Walt. Henry diz a Jack que os Outros nunca lhe darão Walt.

Bernard já com os seus ajudantes reunidos, tenta dar-lhes instruções sobre a construição do sinal. No entanto, Rose devasloriza os seus esforços quando lhe diz que tal sinal apenas servirá para encher os sobreviventes com falas esperanças. Bernard, desmotivado, tenta à mesma continuar com o projecto. Fá-lo tão agressivamente que gradualmente os seus apoiantes abandonam a tarefa.

Na escotilha, Locke vai até à cela de "Henry Gale", que decidiu parar de falar, comer e beber. Locke bate na porta e pergunta-lhe se Henry realmente não inseriu o código durante o encerramento das portas. "Henry" não responde, mas podemos vê-lo dentro da cela, sentado tranquilamente e a rir-se orgulhosamente para si próprio.

Na ilha, Rose faz notar, de forma perspicaz, a Locke, que ambos beneficiaram o poder curativo da ilha, demonstrando que se lembra dele na cadeira de rodas. Rose vai ter com Bernard e admite que mentiu sobre ter sido curada na sua estadia na Austrália, mas diz-lhe que desde que chegou à ilha, se sente curada. Rose teme que se sair da ilha, a sua doença retorne e ela morra. Bernard resigna-se e diz-lhe que ficará com ela na ilha e abandona o seu projecto. Entretanto, depois de Rose recordar a Locke que a ilha tem um significado especial, ele regressa à escotilha e começa a redesenhar o mapa. Desta vez Locke sorri e parece estar satisfeito com o que desenhou.

Jack planeia entrar em contacto com os Outros e trocar "Henry" por Walt. Jack e Kate dirigem-se para o local onde os dois grupos se encontraram anteriormente e no caminho, são capturados por uma armadilha de Rousseau, mas conseguem rapidamente libertar-se. Kate revela que encontrou um convés, semelhante à escotilha, equipado com material médico, mas que escondeu essa informação de Jack porque também ele lhe omitiu a existência de "Henry". Quando chegam ao local, Jack chama pelos Outros mas não recebe nenhuma resposta. Ele e Kate acampam ali mesmo e enquanto conversam, vêm alguém a correr na sua direcção, vindo da selva, alguém aparentemente assustado e em pânico, que cai no chão, mesmo à sua frente. É Michael.

Trivia[editar | editar código-fonte]

  • Quando Locke redesenha o seu mapa, fá-lo sobre um poema francês de Alfred de Musset, escrito em 1893, chamado "Sur les débuts demoiselles Rachel et Pauline Garcia". Este texto é em parte sobre duas crianças.