Sadko

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Ilia Repin Sadko no reino submarino 1876
Andrei Riabuchkin Sadko, o hóspede rico de Novgorod 1895

Sadko (em russo: Садко, "hóspede rico"), herói do ciclo de Bylina de Novgorod; das nove conhecidas versões, registradas exclusivamente na província de Olonets , somente dois completos (contadores de estórias - Andrej Sorokin e Vasilij Shchegoljonok). Sadko é um dos maiores heróis populares na mitologia russa antiga. Lendas sobre Sadko foram divulgadas na Terra de Novgorod, os seus âmbitos ficam ali mesmo. Muitas obras de arte foram dedicadas a Sadko (por exemplo, ópera “Sadko” de Nikolai Rimsky-Korsakov). Muitos objetos foram nomoeados em homenagem a este herói (por exemplo, o quebra-gelo “Sadko” que funcionava em 1913-1941). Sadko é um dos símbolos fundamentais de Veliky Novgorod.

Um resumo duma das maiores lendas populares[editar | editar código-fonte]

Sadko foi um gusslar pobre (gusslar é um músico que toca gussli) que tocava para comerciantes e boiardos de Novgorod nas suas festas.

Uma vez o gusslar, que pôs-se a entediar-se esperando a encomenda, chega à beira do mar (lago Ilmen) e lá ele toca. O mar agita-se de repente e o Soberano Marítimo aparece do mar. Ele fala: “Como eu poderia agradecer você pela sua música, pelos grandes prazeres?.. Vá para Veliky Novgorod! Chame os comerciantes para fazerem uma aposta que há peixe de “penas de ouro” no Ilmen. Então empenhe a sua cabeça, mas os comerciantes deverão empenhar três lojas de cada um. Darei-vos três peixes de “penas de ouro” quando vós pescardes no Ilmen!”

Sadko cumpre essa vontade, dois negociantes fazem a aposta. Os apostadores juntos partem ao mar, depois cada um acha na sua rasca um peixe grande de “penas de ouro”. Começando das lojas ganhadas Sadko atige bons resultados de comércio. Agora ele mora numa casa rica, tem muitos navios, dispõe de um grupo de marinheiros valentes.

Uma vez Sadko gaba-se que ele comprar todas mercadorias em Veliky Novgorod. Ele compra durante o primeiro dia, segundo dia mas no terceiro dia compreende que não compra mais quando mais uma partida de mercadorias de Moscou foi levada à cidade. Depois disso Sadko parte para negociar por 30 navios. Uma vez, durante desta viagem, o mar agitou-se mas os navios ficaram imóveis. Então o herói compreende que o Soberano Marítimo revolta-se por que não recebia tributo de Sadko. O negociante-navegador manda lançar ao mar pipas com ouro, prata e pérolas mas esta ação não ajuda. Sadko compreende que o soberano todo-poderoso exige uma vítima humana. Os marinheiros deitam em sortes quais levam-se para o comandante. Sadko desceu ao fundo do mar juntos do gussli querido. O Soberano Marítimo manda a Sadko tocar, deleita-se pela música e baila um dia, segundo, terceiro... O todo mar baila também, muitos navios afundam-se. Neste tempo todos quem ficam no mar rezam a São Nicolau. O este santo, em imagem de velho encanecido, chegou-se a Sadko e pede-o parar de tocar. Sadko responde que isto depende do Soberano Marítimo. Então o velho fala: “Você quebre o seu gussli em segredo para não poder tocar!” e aconselha que fazer depois. O gussli foi estragado pelo seu dono... Então o Soberano Marítimo perturbado manda a Sadko escolher noiva de raparigas marítimas. O prisioneiro prevenido por São Nicolau escolhe rapariga marítima Tchernava. Depois do banquete de núpcias Sadko despeta-se na margem do rio Tchernava... No mesmo tempo os seus navios regressam com boa receita.

Sadko comovido e satisfeito cria igrejas em homenagem a São Nicolau e a Nossa Senhora.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]