Sadko
Sadko (em russo: Садко) é um protagonista de bylina, um dos heróis maiores populares na mitologia russa antiga. Lendas sobre Sadko foram divulgadas no Terra de Novgorod, os seus âmbitos ficam ali mesmo. Muitas obras de arte foram dedicadas a Sadko (por exemplo, ópera “Sadko” de Nikolai Rimsky-Korsakov). Muitos objetos foram nomeados em homenagem a este herói (por exemplo, quebra-gelo “Sadko” que funcionava em 1913-1941). Sadko é um dos símbolos fundamentais de Veliky Novgorod.
Um resumo duma das lendas maiores populares[editar]
Sadko foi gusslar pobre (gusslar é músico que toca por gussli), tocava para comerciantes e boyares de Novgorod nas suas festas.
Uma vez o gusslar, que pôs-se a entediar-se esperando de encomenda, chega para beira do mar (lago Ilmen) e toca aí. O mar agita-se de repente e o Soberano Marítimo aparece do mar. Ele fala: “Como eu poderia agradecer você pela sua música, pelos prazeres grandes?.. Vá para Veliky Novgorod! Chame de comerciantes fazer uma aposta que existe peixe “penas de ouro” no Ilmen. Então empenhe a sua cabeça mas comerciante deverão empenhar três lojas dum cada. Darei-vos três peixos “penas de ouro” quando vós pescarem no Ilmen!”
Sadko cumpre essa vontade, dois negociantes fazem a aposta. Os apostadores juntos partem ao mar, depois um cada acha na sua rasca um peixe grande “penas de ouro”. Começando das lojas ganhadas Sadko atige bons resultados de comércio. Agora ele mora em casa rica, tem muitos navios, dispõe por grupo de marinheiros valentes.
Uma vez Sadko gaba-se que ele comprar todas mercadorias em Veliky Novgorod. Ele compra durante primeiro dia, segundo dia mas no terceiro dia compreende que mais não comprar quando mais uma partida de mercadorias de Moscou foi levada à cidade. Depois disso Sadko parte negociar por 30 navios. Uma vez, durante desta viagem, o mar agitou-se mas os navios ficaram imóveis. Então o herói compreende que o Soberano Marítimo revolta-se por que não recebia tributo de Sadko. O negociante-navegador manda lançar ao mar pipas com ouro, prata e pérolas mas esta ação não ajuda. Sadko compreende que o soberano todo-poderoso exige de vítima humana. Os marinheiros deitam em sortes quais levam-se para o comandante. Sadko desceu ao fundo do mar juntos do gussli querido. O Soberano Marítimo manda a Sadko tocar, deleita-se pela música e baila um dia, segundo, terceiro... O todo mar baila também, muitos navios afundam-se. Neste tempo todos quem ficam no mar rezam a São Nicolau. O este santo, em imagem de velho encanecido, chegou-se a Sadko e pede-o parar de tocar. Sadko responde que isto depende do Soberano Marítimo. Então o velho fala: “Você quebre o seu gussli em segredo para não poder tocar!” e aconselha que fazer depois. O gussli foi estragado pelo seu dono... Então o Soberano Marítimo perturbado manda a Sadko escolher noiva de raparigas marítimas. O prisioneiro prevenido por São Nicolau escolhe rapariga marítima Tchernava. Depois do banquete de núpcias Sadko despeta-se na margem do rio Tchernava... No mesmo tempo os seus navios regressam com boa receita.
Sadko comovido e satisfeito cria igrejas em homenagem a São Nicolau e a Nossa Senhora.