Saguinus

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Como ler uma caixa taxonómicaSaguinus[1] [2]
Sagui-imperador (Saguinus imperator)

Sagui-imperador (Saguinus imperator)
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
Família: Cebidae
Subfamília: Callitrichinae
Género: Saguinus
Hoffmannsegg, 1807
Espécie-tipo
Saguinus ursula
Hoffmannsegg, 1807
= Simia midas Linnaeus, 1758
Espécies
Saguinus nigricollis

Saguinus fuscicollis
Saguinus graellsi
Saguinus melanoleucus
Saguinus tripartitus
Saguinus mystax
Saguinus labiatus
Saguinus imperator
Saguinus midas
Saguinus niger
Saguinus inustus
Saguinus bicolor
Saguinus martinsi
Saguinus leucopus
Saguinus oedipus
Saguinus geoffroyi

Sinónimos
  • Hapanella Gray, 1870
  • Leontocebus Wagner, 1840
  • Marikina Lesson, 1840
  • Midas E. Geoffroy, 1812
  • Mystax Gray, 1870
  • Oedipomidus Reichenbach, 1862
  • Oedipus Lesson, 1840
  • Seniocebus Gray, 1870
  • Tamarin Gray, 1870
  • Tamarinus Trouessart, 1904

O gênero Saguinus é um táxon de primatas sul-americanos da família Cebidae e subfamília Callitrichinae. Suas espécies são conhecidas popularmente por sagui e ocorrem na bacia Amazônica, noroeste da Colômbia e sul do Panamá e nas Guianas.

Taxonomia e Evolução[editar | editar código-fonte]

O gênero é um grupo monofilético, e aparentemente, é mais relacionado a gênero Leontopithecus.[3] [4] Diversos dados moleculares corroboram com a hipótese, sugerindo Saguinus compartilha um ancestral comum com os mico-leões, mas não é muito claro se compartilha com Callimico também.[5]

Atualmente, muitas subespécies de Saguinus midas, Saguinus nigricollis, Saguinus mystax, Saguinus bicolor, Saguinus oedipus são consideradas como espécies propriamente ditas por muitos autores.[2]

Espécies[editar | editar código-fonte]

Distribuição Geográfica e Habitat[editar | editar código-fonte]

As espécies do gênero são típicas do norte da América do Sul, e o único representante da subfamília Callitrichinae que vive na América Central é desse gênero.[6] São primatas das florestas tropicais da Amazônia, não sendo conhecido espécies que habitam áreas abertas.[6]


Referências

  1. Groves, C.P.. Order Primates. In: Wilson, D.E.; Reeder, D.M. (eds.). Mammal Species of the World. 3. ed. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 2005. 133-136 pp. ISBN 978-0-8018-8221-0. OCLC 62265494.
  2. a b Rylands AB e Mittermeier RA. In: Garber PA, Estrada A, Bicca-Marques JC, Heymann EW, Strier KB (eds). South American Primates: Comparative Perspectives in the Study of Behavior, Ecology, and Conservation. Nova Iorque: Springer, 2009. Capítulo: The Diversity of the New World Primates (Platyrrhini): An Annotated Taxonomy. 23–54 pp. ISBN 978-0-387-78704-6.
  3. HOROVITZ, I.; MEYER, A.. (1995). "Systematics of New World Monkeys (Platyrrhini, Primates) Based on 16S Mitochondrial DNA Sequences: A Comparative Analysis of Different Weighting Methods in Cladistic Analysis". Molecular Phylogenetics and Evolution 4 (4): 448-456.
  4. CANAVEZ, F.C.;et al. (1999). "Molecular phylogeny of new world primates (Platyrrhini) based on beta2-microglobulin DNA sequences.". Molecular Phylogenetics and Evolution 12 (1): 74-82. DOI:10.1006/mpev.1998.0589.
  5. Chaterjee, H.J.; Ho, S.Y.; Barnes, I.; Groves, C.. (2009). "Estimating the phylogeny and divergence times of primates using a supermatrix approach". BMC Evolutionary Biology 9: 1-19. DOI:10.1186/1471-2148-9-259.
  6. a b Rylands, A.B.; Coimbra-Filho, A.F.; Mittermeier, R. A.. In: Rylands, A.B. (ed). Marmosets and tamarins: systematics, behavior and ecology. Oxford (UK): Oxford University Press, 1993. Capítulo: Systematics, geographic distribution, and some notes on the conservation status of the Callitrichidae. 11-77 pp. ISBN 0-19-85022-1.
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