Salete Lemos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Salete Lemos
Nascimento São Paulo
São Paulo
Ocupação Jornalista[1]
Nacionalidade Brasileira
Brasil
Atividade 198?—-presente

Salete Lemos (Estado de São Paulo, 195?) é uma jornalista brasileira Formada em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e com especialização em macroeconomia, finanças, teoria econômica, comércio exterior e economia ambiental pela Fundação Getúlio Vargas, ela faz parte de uma geração de jornalistas que cresceu na mídia impressa antes de ingressar na televisão.

Ganhou o Prêmio Esso em 1984 com a matéria «Os 20 anos do BNH», como repórter especial do Jornal da Tarde.[2] Em 1987 repetiu o feito como repórter do Estado de São Paulo.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Revisora[editar | editar código-fonte]

Começou sua carreira como revisora do jornal Diário de S. Paulo e, em seguida, de O Estado de S. Paulo. Lá, passou para a redação na editoria de esporte.

Assídua leitora de jornais, ela se incomodava em não conseguir entender os cadernos de economia. Para decifrá-los, passou a «perseguir» o editor de economia, Celso Ming, para tirar dúvidas.

Jornalista econômica[editar | editar código-fonte]

Depois de passar pela revista Exame, Rádio Jovem Pan, SBT, onde comentava economia e mais tarde assumia a bancada do jornal TJ Brasil aos sábados, e CBN, foi trabalhar na Rede Globo em 1997.[1] [3] [4] Sobre o período curto no jornalismo global, a Folha de S.Paulo publicou:

«Salete Lemos está deixando a Globo. Há cinco meses sob o mesmo teto, contratante e contratada concluíram que o casamento não correspondeu às expectativas. O desligamento deverá se consumar sem multa rescisória. O acordo previa dois anos de parceria.»[5]

Após a saída da Globo, a jornalista foi para a Rede Record, onde co-ancorava a apresentação do jornal com Boris Casoy.[6] [7] Passou também pela Rede Cultura, onde apresentou o Cultura Noite, que estreou em junho de 2006 e era exibido de segunda a sexta, às 22h. Foi demitida em 2007, supostamente por fazer fortes criticas aos bancos e ao governo brasileiro,[8] aparentemente, por pressão da Febraban.[9] [10] ) Chegou a declarar ter ojeriza a televisão aberta, mas abria exceção à Rede Cultura. Foi apresentadora do Fala Sério que havia estreado em outubro de 2008,[11] e do CNT Jornal de julho de 2008 até janeiro de 2013, ambos na Rede CNT.

De temperamento forte, a jornalista chegou certa vez a encerrar antes da hora a apresentação do Jornal da Record - 2ª Edição por não suportar o cheiro de solvente utilizado na reforma do cenário, e disse ao vivo que não podia continuar por causa do «cheiro de tíner». O jornal acabou 18 minutos antes do horário normal. Apesar do episódio ela não foi punida pela direção da casa.[12]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Fora do trabalho, a jornalista encontra tempo para o surfe, que é sua grande paixão, jogar bola, estudar inglês, além de fazer academia e aproveitar o tempo com os seus filhos Iuri e Marina.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Salete Lemos

Referências