Salman Rushdie

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém uma ou mais fontes no fim do texto, mas nenhuma é citada no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde janeiro de 2010)
Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodapé citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessário.
Salman Rushdie
Salman em 2011
Nome completo Ahmed Salman Rushdie
Nascimento 19 de junho de 1947 (67 anos)
Bombaim, Maharashtra
 Índia
Ocupação ensaísta e autor de ficção
Principais trabalhos Versos satânicos
Movimento literário realismo mágico
Página oficial
http://www.salman-rushdie.com/

Sir Ahmed Salman Rushdie, Kt. (احمد سلمان رشدی, /sælˈmɑːn ˈrʊʃdi/; Bombaim, 19 de Junho de 1947[1] ) é um ensaísta e autor de ficção britânico de origem indiana. Cresceu em Mumbai (antiga Bombaim) e estudou na Inglaterra, onde se formou com louvor (with honours) no King's College, Universidade de Cambridge. O seu estilo narrativo, mesclando o mito e a fantasia com a vida real, tem sido descrito como conectado com o realismo mágico. Rushdie casou-se com a famosa actriz e modelo indiana Padma Lakshmi, de quem anunciou divórcio em julho de 2007.

Rushdie foi condecorado em 15 de junho de 2007 como Cavaleiro Celibatário(Knight Bachelor), fato que provocou diversos protestos no mundo islâmico.

Obras[editar | editar código-fonte]

Estreou na literatura em 1975 com o romance Grimus.

Dono de um estilo próprio e dominando excelentes técnicas de narração, Rushdie já era um autor consagrado quando venceu o Prémio Booker em 1981 com a obra Os Filhos da Meia-Noite.

Tornou-se incomparavelmente mais famoso após a publicação do livro Versículos satânicos (em Portugal) Versos satânicos (no Brasil), em 1989 (que condenava o Islão por perseguição contra várias religiões cristãs e hindus), que causou controvérsia no mundo Islâmico, devido a este livro ter sido considerado ofensivo ao profeta Maomé. A 14 de Fevereiro de 1989, a fatwa ordenando a sua execução foi proferida pelo Aiatolá Ruhollah Khomeini, líder do Irã, chamando o seu livro de "blasfémia contra o Islão". Para além disso, Khomeini condenou Rushdie pelo crime de "apostasia" - fomentar o abandono da fé islâmica - o que de acordo com a Hadith é punível com a morte. Isto porque Rushdie comunicava através do romance que já não acreditava no Islão. Khomeini ordenou a todos os "muçulmanos zelosos" o dever de tentar assassinar o escritor, os editores do livro que soubessem dos conceitos do livro e quem tomasse conhecimento de seu conteúdo, conforme a fatwa. Devido a este fatos Rushdie foi forçado a vivier no anonimato por muitos anos.

A obra infanto-juvenil Haroun e o Mar de Histórias foi escrita pelo autor como uma forma de explicar ao seu filho por que razão tinha perdido a liberdade de expressão.

Com o seu primeiro romance pós-fatwa, intitulado O Último Suspiro do Mouro, foi vencedor do Prémio Whitebread.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
O Commons possui imagens e outros ficheiros sobre Salman Rushdie
Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Salman Rushdie