Salomão Schvartzman

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Salomão Schvartzman (Niterói, 1936[1] ) é um jornalista brasileiro.

Começou como repórter no jornal O Globo, na cidade do Rio de Janeiro. Trabalhou também na rádio Globo, quando participou da cobertura do julgamento do nazista Adolph Eichman (1906-1962), em 1961.

Em seguida, trabalhou na revista Manchete, tendo sido chefe da sucursal paulista da revista. Posteriormente, foi âncora do programa Frente a Frente da TV Manchete durante onze anos. Também apresentava, na mesma emissora, o programa Momento Econômico e o musical Clássicos em Manchete. Ganhou Menção Honrosa do Prêmio Esso de Jornalismo, com a matéria "Doca Doca : Por que mataria a mulher que amava?" (sobre o caso Ângela Diniz, socialite assassinada em 1976), publicada na revista Manchete.

Graduou-se em Ciências Políticas e Sociais pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo, em 1983.

Em 2000, com o fim da Rede Manchete, transferiu-se para a Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura e pelas rádios Cultura AM e FM. Na rádio Cultura FM, apresentou durante sete anos o programa "Diário da Manhã". Saiu da emissora em 2007, indo logo em sequência para a rádio Scalla FM, de São Paulo, onde continuou apresentando o Diário da Manhã. Porém a emissora saiu da cidade de São Paulo, e Salomão também saiu da emissora.

Posteriormente, passou a atuar na rádio BandNews FM, como colunista e cronista, conduzindo também o programa de televisão Salomão: (lê-se "Salomão dois pontos") no canal BandNews.

Em outubro de 2013, voltou a apresentar o Diário da Manhã na rádio Cultura FM, além de continuar com seus programas nas rádios Band News FM e Bandeirantes e no canal de TV Band News.[2]

Ao longo de sua carreira, sempre finaliza seus programas com a bordão: "Seja feliz".

Referências

  1. Portal dos jornalistas. Salomão Schvartzman
  2. Salomão Schvartzman: O retorno para a Rádio Cultura FM. Por Juliene Moretti. Veja, 27 de setembro de 2013.