Santa Maria da Vitória

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Município de Santa Maria da Vitória
"Samavi"
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida Brasão desconhecido
Hino
Fundação 26 de junho de 1909
Gentílico santamariense
Lema Quem bebe daquela água nunca esquece
Prefeito(a) Padre Amário (PT)
(20092012)
Localização
Localização de Santa Maria da Vitória
Localização de Santa Maria da Vitória na Bahia
Santa Maria da Vitória está localizado em: Brasil
Localização de Santa Maria da Vitória no Brasil
13° 23' 52" S 44° 11' 52" O13° 23' 52" S 44° 11' 52" O
Unidade federativa  Bahia
Mesorregião Extremo Oeste Baiano IBGE/2008[1]
Microrregião Santa Maria da Vitória IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Correntina, Jaborandi, São Félix do Coribe, Canápolis, Santana, Baianópolis e São Desidério
Distância até a capital 866 km
Características geográficas
Área 1 966,777 km² [2]
População 40 309 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 20,49 hab./km²
Altitude 436 m
Clima Tropical Semi-Úmido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH 0,669 médio PNUD/2000[4]
PIB R$ 183 714,000 mil IBGE/2009[5]
PIB per capita R$ 4 399,50 IBGE/2009[5]

Santa Maria da Vitória é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua população em 2007 era de 40 184 habitantes.

É cidade mãe-irmã de São Félix do Coribe, ligada por uma ponte sobre o Rio Corrente que é um dos principais afluentes da margem esquerda do Rio São Francisco. Possui em suas margens enormes pedreiras com até 15 metros de altura. Atrai turistas do Centro-Oeste, principalmente nas suas festas: Carnaval e festa junina.

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Índice

[editar] História

A sede do atual município de Santa Maria da Vitória teve origem nos meados do século XIX, num arraial formado na margem esquerda do rio Corrente, em território então pertencente ao município do Rio das Éguas, por pessoas que para ali ocorreram com o fito da exploração do ouro nas proximidades, dedicando-se depois à agricultura. Em 1.840, viam-se apenas poucas casas, circundadas de frondosas gameleiras, em cuja sombra se abrigavam os que vinham fazer transações comerciais. Era naquela época, o porto freqüentado constantemente por enjolos (canoas ligadas por travessas de madeiras), que se entregavam ao comércio, especialmente de rapaduras produzidas no Brejo do Espírito Santo, que em l.887 era Distrito de paz e do qual muito dependia o arraial em formação. Em l.850, um artífice, vindo da cidade da Barra do Rio Grande, construiu a primeira embarcação para transporte de mercadorias e animais. Foram construídas logo após outras embarcações e o arraial começou a crescer com a chegada de grande número de pessoas para as atividades agrícolas. A capela construída por seus fundadores foi dedicada a Nossa Senhora das Vitórias, ficando filiada à freguesia de Nossa Senhora da Glória do Rio das Éguas. O arraial cresceu de importância e transformou em porto de grande movimento comercial. Em 1.880, já um grande aglomerado humano para a época, foi o arraial do Porto de Santa Maria da Vitória, elevado a categoria de Vila e criado o município de Santa Maria da Vitória, pela Lei provincial número 1.960 de 08 de junho que elevou a categoria de freguesia à capela existente, transferindo para aí a sede da Vila e da freguesia do Rio das Éguas. Com isto surgiu uma rivalidade entre as populações dos dois núcleos (Santa Maria da Vitória e Rio das Éguas), o que entravou por muito tempo o progresso de ambos os promissores centros, em vista das mudanças de sedes de uma para outra localidade, conforme situação política dominante. Só com o advento da República, cessou a rivalidade com a elevação de ambas localidades a sede de Vilas. Foi o município de Santa Maria da Vitória extinto pela resolução provincial número 2.558 de 14 de maio de 1.886, que restaurou o município de Rio das Éguas. Pela resolução provincial número 2.579 de 04 de maio de 1.888, foi restaurado, sendo extinto o do Rio das Éguas. Pela Lei Estadual número 737 de 26 de junho de 1.909, que alterou o nome do município para Santa Maria, foi a Vila elevada a categoria de cidade. Pelo Decreto Estadual número 8.060, de maio de 1932, a subprefeitura do Rio Alegre, então pertencente ao município de Carinhanha, foi extinto, passando o seu território a pertencer ao município de Santa Maria. O Decreto Estadual número 8292 de 3 de fevereiro de 1933, criou os Distritos de Inhaúmas e São Pedro do Açude. Este último foi extinto pelo Decreto Estadual número 8.483 de 13 de junho de 1933. Na divisão territorial de 1933, o município aparece formado pelos Distritos de Santa Maria (sede), Rio Alegre, Inhaúmas e São Pedro do Açude. Essa composição distrital é mantida nas divisões territoriais de 1936, 1937 e 1938, com alterações apenas nas designações dos Distritos de Rio Alegre e São Pedro do Açude, cujos nomes foram simplificados para Alegre e São Pedro. Pelo Decreto Estadual número 141 de 31 de dezembro de 1.943, parte do Distrito de Inhaúmas foi anexado ao município de Correntina (ex Rio das Éguas) e o município teve o seu nome mudado para Santa Maria da Vitória. Por esse mesmo Decreto Lei, os Distritos de São Pedro e Alegre, tiveram os nomes mudados para, respectivamente, Açudina e Coribe. A composição distrital do município, de acordo com a Lei Estadual número 628 de 30 de dezembro de 1953, é a seguinte: Santa Maria da Vitória, Açudina, Coribe e Inhaúmas.

[editar] Bairros e Distritos

Bairros
  • Alto do Cruzeiro;
  • Sambaíba;
  • Bebedouro;
  • AABB;
  • Parque de Exposição;
  • Malvão;
  • Setor Planalto;
  • Setor Dr. Roberto;
  • Vila Nova;
  • Morada Nova;
  • Morada do Sol;
  • Alto do Carranca;
  • Setor Macambira.
Distritos
  • Açudina,
  • Cuscuzeiro
  • Inhaúmas.
  • Tiririca,
  • Mucambo;

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE. Área da unidade territorial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 23 jan. 2012.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2009. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 23 jan. 2012.

[editar] Ligações externas

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