Santana do Itararé

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Município de Santana do Itararé
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida Brasão desconhecido
Hino
Aniversário 22 de outubro 1961
Fundação 1961 (53 anos)
Gentílico santanense
Lema Quem bebe dessa água nunca esquece
Prefeito(a) José de Jesus Izac (PT)
(2013–2016)
Localização
Localização de Santana do Itararé
Localização de Santana do Itararé no Paraná
Santana do Itararé está localizado em: Brasil
Santana do Itararé
Localização de Santana do Itararé no Brasil
23° 45' 18" S 49° 37' 44" O23° 45' 18" S 49° 37' 44" O
Unidade federativa  Paraná
Mesorregião Norte Pioneiro Paranaense IBGE/2008 [1]
Microrregião Wenceslau Braz IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes São José da Boa Vista, Venceslau Brás, Salto do Itararé, Itaporanga e Riversul (SP)
Distância até a capital 320 km
Características geográficas
Área 251,265 km² [2]
População 5 249 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 20,89 hab./km²
Altitude 545 m
Clima subtropical Cfa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,696 médio PNUD/2000 [4]
PIB R$ 51 004,310 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 8 954,41 IBGE/2008[5]
Página oficial

Santana do Itararé é um município brasileiro do estado do Paraná. Sua população estimada em 2004 era de 5.437 habitantes.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

De origem religiosa e geográfica. O termo "Ana" vem do hebraico "hannah"...graciosa, e no latim ficou "ama"...ele (Deus) favoreceu-me. Segundo os evangelhos apócrifos, Ana seria muito idosa para ter filhos, mas um anjo veio contradizer a natureza e desta forma nasceu a Virgem Maria, mãe de Jesus. A igreja canonizou Santa Ana no século VI. O termo "Itararé" é de origem Tupi "I'ta"...pedra + "ra'ré"...escavada, oca: Lapa cavada pelas águas, conduto subterrâneo, sumidouro, terra que o rio cavou.

História[editar | editar código-fonte]

A movimentação com interesses de colonização no território de Santana do Itararé é contemporânea aos povoamentos de Colônia Mineira, Wenceslau Braz e São José da Boa Vista. Tradicionalmente colonizada por desbravadores vindos do Estado de Minas Gerais, a frente pioneira ao longo do curso do Rio Itararé, era constituída de grandes fazendas isoladas, entremeada de terras devolutas. O mineiro João Barbosa adquiriu terras ao norte do município de São José da Boa Vista, às margens do Rio Itararé, para ali se estabelecer.

Nesta época havia poucas famílias estabelecidas na região, que sofriam muito com a distância dos centros urbanos, e mais especialmente, com a falta de estradas, pois o que se tinha eram verdadeiras picadas na mata, situação que piorava em períodos de chuva. Sendo boa alma, o mineiro João Barbosa doou parte de suas terras para que se iniciasse uma povoação, procurando assim minimizar o sofrimento de seus conterrâneos.

Foi desta forma que surgiu o Patrimônio de Barbosas, denominação que o doador do terreno. Barbosas foi fundado por Mateus de Gênova, um abnegado missionário que muito ajudou aos pioneiros de Santana do Itararé no início do século XX. O religioso entronizou na capela do povoado uma imagem de Santa Ana, e tornou-se um hábito da população festejar sua padroeira no dia 26 de julho todos os anos.

Com a chegada de novas levas de migrantes, vindas dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, o lugar foi crescendo, tanto é que pela Divisão Territorial do Estado do Paraná de 1920, com a denominação de Santana do Itararé, já figurava como Distrito Judiciário, com território pertencendo ao município de São José da Boa Vista. Em 1936 é Distrito Judiciário de Wenceslau Braz, em função de nova divisão territorial.

No dia 25 de janeiro de 1961, pela Lei Estadual 4.338, eleva-se à condição de município autônomo, sendo que sua instalação se deu no dia 22 de outubro do mesmo ano, dia em que foi empossado como primeiro prefeito do município o sr. José de Oliveira.

Geografia[editar | editar código-fonte]

O município de Santana do Itararé, está localizado no segundo Planalto Paranaense (Ponta Grossa), na região nordeste do estado, conhecida como Norte Pioneiro do Paraná e a 23º de latitude sul e 49º longitude oeste. Localiza-se a 09 km da divisa entre os Estados do PR/SP. A distância até Curitiba (capital) é de 320 km, de Ponta Grossa 220 km e de Londrina 230 km. Fica ainda há 367 km de São Paulo (capital) e 267 km de Sorocaba.

Possui uma área de 251,265 km², representando 0.1261% do estado, 0.0446% da região e 0.003% de todo o território brasileiro. Localiza-se a uma latitude 24º06'45" sul e a uma longitude 49º19'54" oeste, estando a uma altitude de 545 metros. Sua população estimada em 2007 era de 6.138 habitantes.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Santana do Itararé, possui uma rede hidrográfica vasta e complexa, na qual todos os rios, ribeirões e riachos correm em direção ao Rio Itararé, o qual é um rio nacional servindo de divisa entre os estados do Paraná e São Paulo. O Rio Itararé é um rio de grande porte cercado por mata nativa e ranchos de lazer.É um rio ideal para pesca, inclusive com bote a motor. As espécies de peixes encontradas são: piava, piau, curimba, pacu, dourado, cadela, tubarana, tucunaré, traira, tilápia, lambari, tambiu, bagre, cascudo e mandi. O rio da Fartura corta todo o município no sentido norte-sul indo divisar com o município do Salto do Itararé e depois desembocar no rio Itararé. O rio da Fartura é responsável pela drenagem do território, recebendo as águas do ribeirão do Souza, ribeirão da Onça, ribeirão das Pombas, ribeirão Manduri, ribeirão Juruema e rio das Pedras, todos os seus respectivos afluentes drenam toda a região oeste do município. No lado leste todos os ribeirões deságuam diretamente no Itararé, como o ribeirão Campina, rio Guaicá e o rio da Grama que serve de divisa com o município de São José da Boa Vista.

Em Santana do Itararé encontram-se dois acidentes geográficos, com a formação de quedas d água. Na região conhecida como Água das Pedras o rio da Fartura forma dois saltos subsequentes batizados por SALTINHO, escavado em leito de pedra maciça onde o desgaste das águas formaram degraus naturais ao longo da queda. Ao norte do município um segundo salto no ribeirão das Pombas na região Fazenda Sene, conhecido como CACHOEIRA DO SENE, formando urna única queda d água.

Clima[editar | editar código-fonte]

Subtropical úmido mesotérmico, com verões quentes e geadas pouco freqüentes, com tendência de concentração das chuvas nos meses de verão, sem estação seca definida. Nos meses de janeiro e fevereiro as chuvas constantes aumentam o fluxo das águas do rio da Fartura que margeia a cidade e este acaba invadindo as ruas baixas provocando estragos e pôr vezes desabrigando famílias inteiras. A média das temperaturas dos meses mais quentes é superior a 22º graus C e a dos meses mais frios é inferior a 18º graus C.

Relevo[editar | editar código-fonte]

O município apresenta um relevo de forma onduloso com pequenas elevações sem importância. Com rochas de formação do período cambriano; o solo de Santana do Itararé é dividido em duas partes cerca de 40% do território é de solo vermelho originário da decomposição de rochas basálticas, o restante de terra branca.

Vegetação[editar | editar código-fonte]

As matas de Santana do Itararé bem como em outras regiões foram reduzidas sensivelmente devido a colonização da área para o cultivo da terra (agropecuária); restando apenas algumas pequenas porções de mata fechada. As principais espécies encontradas no município são: peroba, ipê-roxo, cambará, cabreúva, pau d’alho, pinheiro-do-paraná, cedro e etc.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Dados do Censo - 2007

População Total: 6.138 hab.

  • Eleitorado: 4.300 eleitores
  • Urbana: 3.965
  • Rural: 2.173
  • Homens: 2.997
  • Mulheres: 3.141

Densidade demográfica (hab./km²):

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil):

Expectativa de vida (anos):

Taxa de fecundidade (filhos por mulher):

Taxa de Alfabetização:

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,696

  • IDH-M Renda: 0,626
  • IDH-M Longevidade: 0,694
  • IDH-M Educação: 0,767

Imigrantes[editar | editar código-fonte]

Ao longo de sua história, Santana do Itararé contou com a ajuda de imigrantes para desenvolver-se; dois grupos destacaram-se: os Poloneses e os Japoneses.

Os primeiros a chegarem no então povoado, foram os poloneses. Oriundos da região leste do país das cidades de Varsóvia e Cracóvia, aportaram no final do século passado no porto de Paranaguá, um vapor vindo da Europa trazendo vários imigrantes que espalharam-se pelo Paraná e Santa Catarina, dentre estes vieram os Krocheski, que primeiro foram para São José da Boa Vista e depois para Santana do Itararé. Instalaram-se em uma única propriedade, na tentativa de manter a união diante das grandes dificuldades, onde a língua era a maior. Viviam exclusivamente da agricultura seguindo a maneira produtiva local. Com o passar do tempo e a entrada de brasileiros nas famílias e a falta de interesse pela preservação de sua cultura os poloneses perderam sua identidade enquanto imigrantes de uma longínqua nação.

Os japoneses também foram pioneiros de Santana do Itararé, eles ali entraram 18 anos antes da emancipação. Foi na colônia Juruema que os japoneses instalaram-se, em 1943, para desmatar a propriedade de Yasutaro Matsubara. Enviados pelo proprietário, chegam Tomizo Nakagakiuti e duas famílias nipônicas. Cultivar batatas, tomate e desenvolver a avicultura eram seus objetivos.

No ano de 1947 entram na mesma propriedade mais 18 famílias, lideradas por Akira Suzuki. A colônia Juruema está grande e comporta uma Associação de Moradores que é fundada no ano seguinte, sob a presidência de Tomizo Nakagawa. A colônia não só crescia em termos populacionais, como também em produtividade. Com isso, a Cooperativa Agrícola de Cotia, instalou uma filial em Santana do Itararé.

Economia[editar | editar código-fonte]

Agricultura[editar | editar código-fonte]

O Município tem como base de sua economia a atividade agropecuária. A atividade agrícola diversificou-se muito na última década. Hoje, além do feijão e milho, cultiva-se trigo, soja, frutas, aveia e triticale. A mão-de-obra gerada na agricultura se restringiu apenas ao cultivo do feijão e da fruticultura, uma vez que Santana do Itararé possui hoje uma agricultura moderna, com a implementãção de máquinas, colheitadeiras e irrigações em larga escala. Hoje o município é um dos maiores produtores de feijão do Paraná. Em consequência dessa modernização na agricultura e principalmente ao declínio da Fazenda Mamoro, iniciou-se um êxodo rural nas décadas de 70 e 80, culminando no "quase" fim da agricultura familiar e migração dos habitantes para Curitiba e grandes cidades do interior de São Paulo.

Pecuária[editar | editar código-fonte]

Na aŕea da pecuária destaque para o gado leiteiro que tem crescido além do gado de corte devido a novas técnicas implementadas na criação e a qualidade genética, melhorando a qualidade do leite e sua produtividade.

Extração de Areia[editar | editar código-fonte]

O município destaca-se também na extração de areia sob o Rio Itararé.

Indústria[editar | editar código-fonte]

Santana do Itararé tem crescido na geração de empregos na indústria. Hoje há um parque industrial implantado (antiga Barigui) com a construção de barracões industriais pela Prefeitura Municipal. Possui:

Fábrica de Ração (Nutriagro); Olaria (Fábrica de Tijolos e Telhas); 2 Confecções (Costura/Jeans); Frutamil (Polpas de Frutas); Fábrica de Polvilho (Mandioca); Pro-Polpa (Polpas de Frutas).

Turismo[editar | editar código-fonte]

  • Fundação: 22 de Outubro de 1961.
  • Tradicional FESTA DE SANTA`ANA: 27 de julho.

Igreja Matriz de Santa'Ana

A festa de Santa`Ana, é uma das mais tradicionais da região, atraindo caravanas dos estados do Paraná e São Paulo.

  • Turismo Natural

Santana do Itararé possui um grande potencial turístico, devido a seus rios e belas cachoeiras que formam piscinas naturais cercadas por florestas com trilhas para prática de esportes radicais como o Cross-Country, o que faz do turismo natural um setor promissor, atraindo pessoas de toda a região.

Cachoeira do Saltinho[editar | editar código-fonte]

Cachoeira do Saltinho

Cachoeira do Sene[editar | editar código-fonte]

Festa do Peão de Boiadeiro[editar | editar código-fonte]

Como outro município qualquer aqui também valoriza-se as culturas do campo, isto começou a intensificar-se quando em 1990, aconteceu a 1º FESTA DO PEÃO DE BOIADEIRO, e marca uma data despercebida até então por muitos, o dia 22 de outubro dia do aniversário de emancipação tornou-se sinônimo de festa de rodeio. A festa teve sua segunda edição em 1991, depois esquecida pela administração municipal, o aniversário de Santana do Itararé não passava de um simples feriado, porém em 1997 a festa volta em grande estilo, ocupando o pátio Barigui, a população encontrou espaço, comodidade e conforto, já realizou-se a 6º edição em 2007 e 7º edição em 2008 no estádio municipal de futebol da cidade.

Folclore e Tradições[editar | editar código-fonte]

Em Santana do Itararé como em qualquer outra pequena localidade, as tradições e o folclore faz parte do cotidiano dos habitante. A tradição mais antiga do município é a festa da padroeira realizada anualmente nos dias 24, 25 e 26 de julho. A primeira edição desta festa ocorreu no ano de 1857, seguindo os costume e restrição da época que resumiam-se em fazer doce variados e nos dia festivo colocá-los na porta de casa para que o zotro se servisse, além disto as comemoração religiosas eram as mais lembrada, como missas e procissão com a imagem de Nossa Senhora Sant Ana. Hoje entramo na 151ª edição desta festa sendo assim uma das mais antigas festas religiosas de todo o norte do Paraná.

Existiram também costumes que foram desaparecendo com o tempo como a Festa da CAVALHADA registrada no final do século XIX e inicio deste. Esta festividade consistia que no período do carnaval os homens fantasiavam-se e vestiam máscaras além de enfeitar seus cavalos, depois dividiam-se em dois grupos e seguiam até a atual rua Paraná, agrupavam-se defronte com a entrada do cemitério, e de lá cada um partia em alta velocidade em direção a jogo de traves semelhantes as de futebol, que se localizavam em frente onde hoje estão as instalações da TELEPAR, penduradas por um barbante estavam cinco argolas de tamanhos diferentes; com uma lança de estilo medieval os cavaleiros tentavam laçar a menor argola, que daria a vitória para seu grupo. A Cavalhada que foi trazida da Europa e adaptada aos moldes brasileiros foi inspirada nos duelos medievais. Atualmente a Cavalhada deixou de existir em Santana do Itararé, o fato deve-se a falta de pessoas para que a tradição tivesse seguido.

Também a FOLIA DE REIS, que consistia em um grupo de músico, munidos de zabumba, violas e o rabecão, uma espécie de violino caipira, somado a canções tradicional, o grupo percorria as casa como se estivessem a procura do Menino Jesus, como relata a Bíblia que os três reis magos fizeram. Onde o grupo chegava era costume recebê-lo com comida e bebida. A duração da festa eram de 12 dias, de 26 de dezembro a 6 de janeiro, dia consagrado pela igreja Católica aos Santos Reis. Hoje já não temos mais esta tradição que se perdeu ao longo do tempo pela força da evolução e pela falta de vontade dos mais jovens.

A FESTA DE SÃO GONÇALO, e a CONTRADANÇA, eram festas folclórica do município que também deixaram de existir.

Uma tradição religiosa que resiste ao tempo é a RECOMENDA. No período quaresmal um grupo de pessoa percorre as ruas da cidade, com cânticos que exultam a Deus realizando orações. A Recomenda acontece sempre a noite e seu inicio acontece a meia-noite.

Dentro do assunto folclore ainda temos os mito e lenda comuns em qualquer pequena localidade do interior do país, onde destacam-se:

  • O SACI-PERERÊ: “espírito brincalhão que aparece na forma de um moleque negro, de uma perna só. Usa gorro vermelho e cachimbo. Diverte-se em fazer algazarra nos chiqueiros, apagar, o fogo, esconder objetos, espantar o gado, fazer queimar a comida, entrelaçar a crina dos cavalos, jogar cinzas dentro das panelas, desmanchar as camas. “Em Santana do Itararé a população acredita também que o saci traz a discórdia pois seu forte assobio que causa arrepios em quem ouve é anúncio de confusão e brigas.
  • O BOITATÁ: “É o fenômeno resultante da decomposição de matérias orgânicas produzidas pela combustão de certos corpos gasosos ou sólidos. Eles aparecem a noite na forma de chamas de cor azulada.” A população santanense; bem como todo o resto do povo por não entender o fato científico, acredita ser um espírito errante que vaga pelas noite como castigo, pois em vida era um casal de compadres que tiveram um caso amoroso.

Filhos ilustres[editar | editar código-fonte]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

Santana possuía mais de 15.000 habitantes nas décadas de 60 e 70. Hoje essa população está reduzida em pouco menos da metade, ou seja, 6.000 hab.

Possuía 4 agências bancárias: CAIXA, BANCO DO BRASIL, ITAÚ, BRADESCO. Hoje há apenas o SICREDI.

Devido a tecnologia empregada e uma terra fértil, Santana do Itararé é um município extremamente rico na produção de grãos como milho e soja e na produção de leite, tendo destaque de âmbito regional a exportação de leite e nacional na produção de feijão.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Visitado em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]