Sarmento

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Sarmento/Sarmiento
FamiliaSarmiento.jpg
Origem Península Ibérica

Sarmento (ou em espanhol: Sarmiento) é um sobrenome de origem ibérica[1] , que significa ramo de videira.

Alguns Sarmento destacados[editar | editar código-fonte]

Alguns Sarmiento destacados[editar | editar código-fonte]

Família Morais Sarmento[editar | editar código-fonte]

A família Morais Sarmento é uma nobre família portuguesa, com origem em Trás-os-Montes. Ramificou-se depois em vários ramos, em Moncorvo, Viseu, Armamar, Setúbal e Aveiro. As suas origens remontam aos séculos IX e X, descendendo da varonia do Rei Dom Ramiro II (900-965) de Leão, e, portanto, dos demais monarcas leoneses antecedentes. A família manteve, ao longo dos séculos, influência na conservadora aristocracia portuguesa através de uma política de casamentos, de tal forma que muitas das principais famílias nobres do Reino descendem da família Morais Sarmento. Os seus representantes ocuparam poderosos cargos na política, no clero, no exército e na corte, desde a fundação da nação portuguesa (1139) até a actualidade. Os Morais Sarmento tiveram uma imensa quantidade de propriedades no Império Português, vindo alguns a se mudar para além-mar.

Com a transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1820), em decorrência da invasão napoleónica em Portugal, alguns Morais Sarmento viriam a se mudar para o Estado do Brasil (1549-1815), uma colónia portuguesa - agora sede da corte. Alguns destes retornaram a Portugal, quando do retorno de Dom João VI; enquanto outros estabeleceram-se no território brasileiro, que seria elevado a reino unido com Portugal no recém-proclamado Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822). Logo, então, o Brasil seria proclamado independente (1822) como Império do Brasil, sendo reconhecida a independência por Portugal no tratado do Rio de Janeiro (1825).

Alguns representantes desta família:

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografa[editar | editar código-fonte]

  • Dicionário das Famílias Portuguesas, D. Luiz de Lancastre e Távora, Quetzal Editores, 2ª Edição, Lisboa, pg. 319.

Referências

  1. Armorial Lusitano, edic. Zairol, Lad. 4ª edc. 2000, pág. 494. Dep. Legal nº 149062/00. ISBN 972-9362-24-6
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