Scareware
Scareware compreende várias classes de software mal intencionados, ou cujo benefício é limitado ou inexistente, que são vendidos aos consumidores por meio de certas práticas antiéticas de marketing. A abordagem de venda utiliza engenharia social para causar choque, ansiedade, ou a percepção de uma ameaça, sendo geralmente dirigida a usuários desavisados. Algumas formas de spyware e adware também usam táticas de scareware.
Uma tática usada frequentemente pelos criminosos envolve convencer os usuários de que um vírus infectou o seu computador, sugerindo então que baixem (ou paguem por) programas antivírus falsos para removê-lo.1 Geralmente o vírus é totalmente fictício e o software não tem qualquer funcionalidade ou é ele próprio um malware. 2 De acordo com o Anti-Phishing Working Group, o número de pacotes scareware em circulação cresceu de 2850 para 9287 na segunda metade de 2008.3 Na primeira metade de 2009, o APWG identificou um aumento de 585% no número de programas scareware.4
O termo "scareware" também pode ser aplicado a qualquer aplicação ou vírus (não necessariamente vendido como acima) que prega peças no usuário com a intenção de causar ansiedade ou pânico.
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Ver também [editar]
Leitura complementar [editar]
- O’Dea, Hamish (16/10/2009). "The Modern Rogue – Malware With a Face". Microsoft.
Notas [editar]
- ↑ "Millions tricked by 'scareware'", BBC News, 2009-10-19. Página visitada em 2009-10-20.
- ↑ 'Scareware' scams trick searchers. BBC News (2009-03-23). Acessado em 23/03/2009.
- ↑ Scareware scammers adopt cold call tactics. The Register (2009-04-10). Página visitada em 2009-04-12.
- ↑ Phishing Activity Trends Report: 1st Half 2009