Secessão de Berlim

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A Secessão de Berlim (Berliner Secession) foi uma associação artística fundada por artistas berlineses em 1898 como uma alternativa à Associação de Artistas de Berlim, dirigida pelo estado e de caráter conservador. Esse ano o jurado do "salão oficial" recusou uma paisagem de Walter Leistikow, figura chave entre um grupo de novos artistas interessados no desenvolvimento moderno da arte. Como consequência, sessenta e cinco jovens artistas fundaram a "Secessão".

Max Liebermann foi o primeiro presidente da Secessão de Berlim, e propôs que Paul Cassirer e o seu primo Bruno agissem como agentes de negócios.

Em 1901 Bruno Cassirer demitiu da Secessão, de maneira a que pôde dedicar-se inteiramente à editorial Cassirer. Paul assumiu a direção da galeria Cassirer, e apoiou a vários artistas da Secessão, incluindo os escultores Ernst Barlach e August Gaul, bem como à promoção dos impressionistas e pós-impressionistas franceses.

Entre os membros da Secessão destacam-se: Max Beckmann, Lovis Corinth, Lyonel Feininger, Georg Kolbe, Käthe Kollwitz, e Max Slevogt.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • PARET, Peter: The Berlin Secession. Modernism and its enemies in Imperial Germany, Harvard University Press 1980

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]