Secret of the Runes

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Secret of the Runes
Álbum de estúdio de Therion
Lançamento 8 de Outubro de 2001
Gravação 2001
Gênero(s) Metal sinfônico
Duração 57 min 18 seg
Gravadora(s) Nuclear Blast
Produção Therion, Christofer Johnsson
Cronologia de Therion
Último
Último
The Early Chapters of Revelation
(2000)
Bells of Doom
(2001)
Próximo
Próximo

Secret of the Runes é o décimo álbum de estúdio da banda sueca de metal sinfônico Therion, lançado a 8 de Outubro de 2001.

É o primeiro trabalho conceitual da banda, abordando exclusivamente como tema a mitologia nórdica.

Conceito[editar | editar código-fonte]

"O conceito desse álbum é baseado na antiga tradição nórdica. Nessa tradição, existe uma árvore colossal, chamada Yggdrasil. Essa árvore possui nove mundos, onde o álbum é focado. As músicas descrevem cada um desses mundos. Porém, há também um prólogo e um epílogo. O prólogo, "Ginnungagap", é o vazio da criação, onde os mundos se formaram. O gigante Ymer estava morto e a terra foi criada a partir de seu corpo, e os mares, a partir de seu sangue. O epílogo é o título, que é a quintessência de todo o conceito: a jornada de Odin, quando ele estava se enforcando, em Yggdrasil, por nove dias e noites. Então, ele recebeu a sabedoria das runas.[1]

A palavra "runa" significa segredo, e então, o significado do álbum é "O segredo dos segredos". Os segredos escondidos no conceito das runas são mais do que um conteúdo para escrever as letras; eles são sinais mágicos e cada uma possui um significado esotérico. As runas existiram em várias formas e em diferentes tradições. A tradição nórdica é baseada no "Furthark" ou, raramente, em "Uthark".[1]

A tradição nórdica é a mais conhecida atualmente e é basicamente a única usada entre sociedades secretas e pagãos que usam as runas; não pode ser misturada com as demais existentes, embora um pouco das letras runas em diferentes alfabetos runos possam ser a mesma ou pareçam similares.[1]

Os temas Librettos de Richard Wagner eram baseados em mitos e lendas da tradição germânica. Wotan á somente outra palavra de Odin. Então, como a influência musical de Wagner é enorme, é bem apropriado usar o conteúdo musical nesse álbum".[1]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
allmusic 4.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar half.svg [2]
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Faixas[editar | editar código-fonte]

  1. "Ginnungagap (Prologue)" - 6:10
  2. "Midgård" - 5:04
  3. "Asgård" - 4:07
  4. "Jotunheim" - 3:43
  5. "Schwarzalbenheim" - 5:18
  6. "Ljusalfheim" - 3:53
  7. "Muspelheim" - 2:13
  8. "Nifelheim" - 4:33
  9. "Vanaheim" - 4:02
  10. "Helheim" - 3:18
  11. "Secret of the Runes (Epilogue)" - 5:30

Créditos[editar | editar código-fonte]

  • Christofer Johnsson - Guitarra rítmica, teclados, percussão
  • Kristian Niemann - Guitarra, guitarra rítmica
  • Johan Niemann - Baixo
  • Sami Karppinen - Bateria, percussão

Referências

  1. a b c d Conceito por Christofer Johnsson (em inglês) megatherion.com. Página visitada em 14 de outubro de 2010.
  2. Avaliação no allmusic
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