Seleção Brasileira de Voleibol Feminino

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Seleção Brasileira de Voleibol Feminino

Flag of Brazil.svg

Associação Brasil Confederação Brasileira de Voleibol
Confederação ContinentSouthAmerica.svg Confederação Sul-Americana de Voleibol
Patrocinador Brasil Banco do Brasil
Material Esportivo Brasil Olympikus
Técnico Brasil Zé Roberto
Capitã Brasil Fabiana Claudino
Código FIVB BRA
Ranking da FIVB BrasilBaixa 310 pontos (em 13 de outubro de 2014)[1]
Seleção Brasileira de Voleibol Feminino
Informações pessoais

A seleção brasileira de voleibol feminino é a seleção nacional feminina de voleibol do Brasil. É administrada pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e representa o Brasil nas competições internacionais de vôlei. Em 23 de agosto de 2008, nos Jogos Olímpicos de Pequim, conquistou sua primeira medalha de ouro olímpica[2] e nos Jogos de Londres em 2012 sagrou-se bicampeã olímpica.[3] É o time mais bem-sucedido na história do Grand Prix da FIVB, sendo a seleção nacional que mais vezes conquistou o torneio com dez títulos (1994, 1996, 1998, 2004,[4] 2005,[5] 2006,[6] 2008,[7] 2009,[8] 2013[9] [10] e 2014[11] [12] ). Atualmente ocupa o segundo lugar geral do ranking da FIVB.[1] Nas categorias de base (Sub-18 e Sub-20 - Junior & Youth) ocupa o segundo lugar geral do ranking da FIVB (216 pontos em 5 de agosto de 2013).[13] A seleção brasileira é considerada uma das equipes mais fortes do planeta.[1] [14] [15] [16] [17] [18] [19] [20] [21] [22]

História[editar | editar código-fonte]

A seleção brasileira de voleibol feminino foi formada em 1951, onde estreou jogando o Campeonato Sul-Americano daquele ano ficando com a medalha de ouro. Mesmo com pouca tradição no voleibol feminino na década de 50, o Brasil conseguiu se manter entre os melhores times das Américas, conquistando inúmeros títulos Sul-Americanos e até dois títulos Pan-Americanos, conquistados em Chicago 1959 e outro mais tarde em São Paulo 1963. Nessa época o principal adversário da seleção brasileira era a seleção peruana. O time brasileiro só destacava-se mesmo nas competições continentais, já nas comepetições intercontinentais não obtinha o mesmo êxito. Sempre se revezava entre os 6° e 8° lugares em Campeonatos Mundiais e Jogos Olímpicos. Os melhores resultados em competições intercontinentais aconteceram no Campeonato Mundial de 1986 onde o Brasil ficou em 5° lugar e nos Jogos Olímpicos de Seul e Barcelona ficando nos 6° e 4° lugares, respectivamente.

O voleibol feminino do Brasil só começou a despontar mesmo no cenário internacional nos anos 90, especificamente em 1994 quando Bernardinho assumiu o comando da seleção. No mesmo ano, conquistou o vice-campeonato no mundial realizado no Brasil, a medalha de ouro no Grand Prix e em 1995, a medalha de prata na Copa do Mundo. Contando com novos talentos no voleibol nacional como Ana Moser, Fernanda Venturini, Ana Paula, Márcia Fu, Fofão, Virna Dias, Hilma Caldeira e Leila Barros, o voleibol brasileiro cresceu de tal forma que começou a incomodar a seleção de Cuba que foi considerada a melhor equipe do mundo nos anos 90. Frequentemente as semi finais e finais das principais competições internacionais dos anos 90 eram disputadas entre Brasil e Cuba. Eram grandes jogos com bastante volume de jogo nos dois times e sempre regados com bastante provocação por ambos os lados. Sob o comando de Bernardinho, Brasil e Cuba enfrentaram-se 27 vezes com 14 vitórias para Cuba e 13 para o Brasil. A própria semi final dos Jogos Olímpicos de Atlanta foi marcada pela rivalidade entre as equipes, na qual as cubanas levaram a melhor e venceram a partida apenas no tie-break. Depois do fim do jogo ocorreu um desentendimento entre as seleções, protagonizado por Regla Torres, Mireya Luis, Márcia Fú e Ana Moser. Tudo foi resolvido mais tarde pela polícia americana. Na ocasião a seleção brasileira disputou a medalha de bronze contra a Rússia, vencendo o jogo apenas no quinto set e conquistando s sua primeira medalha olímpica. A vingança contra Cuba viria depois dos Jogos, quando as brasileiras ganharam o Grand Prix de 1996, ocorrendo novamente no final do jogo uma briga.

Até o final dos anos 90, a seleção brasileira conquistou vários títulos Sul-Americanos e no Grand Prix. O último título foi o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnepeg em 1999, no qual o Brasil com um elenco jovem e renovado com Érika, Elisângela, Walewska, Carolina Albuquerque, Janina, Ricarda Negrão, Leila e Virna, enfrentou novamente a equipe cubana. A mesma base foi mantida para os Jogos de Sydney, no qual o Brasil conquistou a segunda medalha de bronze derrotando a seleção americana. Com a saída de Bernardinho do comando da equipe feminina para a masculina, o conjunto foi liderado temporariamente por Marco Aurélio Motta. Muitas jogadoras não concordavam com a metodologia de Motta e resolveram deixar o time. Nesse período, o Brasil não conquistou nenhum título importante. A seleção só voltou a brilhar em 2003 com entrada de José Roberto Guimarães, que promoveu uma renovação no grupo com novos talentos como Mari, Sheilla, Paula Pequeno, Sassá, Carol Gattaz, Fabi, Fabiana Claudino, Arlene, Valeskinha, Jaqueline e manteve algumas jogadoras veteranas como Fernanda Venturini, Virna e Elisângela. Foram conquistados vários títulos, mas támbem alguns fracassos como a semi final de Atenas em que o Brasil foi surpreendido pela Rússia. Depois dos Jogos de Atenas foi promovida mais uma renovação no time com a volta de Fofão, Walewska e a entrada de Thaisa. Em 2005, a seleção conquistou a Copa dos Campeões de forma invicta, acumulando cinco vitórias em cinco jogos. Durante todo o torneio, a seleção brasileira perdeu apenas dois sets, no jogo de estréia, contra a China, quando venceu por 3 a 2. Com este título, até então inédito, a seleção fechou um ano quase perfeito, em que conquistou todos os torneios que disputou. Além da Copa dos Campeões, a equipe brasileira venceu os seguintes campeonatos: Torneio de Courmayeur (Itália), Montreux Volley Masters (Suíça), Grand Prix,[5] torneio classificatório para o Mundial 2006 e o Sul-Americano.[23]

A seleção seguiu conquistando mais títulos e acumulando outros fracassos como as derrotas no mundial de 2006 para a Rússia[24] e nos Jogos Pan-Americanos em 2007 para Cuba.[25] Em 2008, a seleção superou os traumas do passado e conquistou o heptacampeonato do Grand Prix[7] e sua primeira medalha de ouro olímpica em Pequim, consagrando o voleibol feminino brasileiro.[2] Na data em que completou um ano da conquista da medalha de ouro nas Olimpíadas de Pequim, o Brasil tornou-se octacampeão invicto do Grand Prix.[8] [26] José Roberto Guimarães levou a seleção brasileira ao título do Grand Prix pela quinta vez.[27] Assim como em 2006, Sheilla foi eleita a melhor jogadora do campeonato.[28] O outro prêmio entregue as brasileiras foi o de melhor bloqueadora para a central Fabiana.[29] Ainda em 2009, a equipe conquistou a medalha de prata na Copa dos Campeões, o único vice após seis títulos consecutivos no ano. Com isso, a seleção brasileira encerrou um ano quase perfeito, com apenas duas derrotas: uma na Copa Pan-Americana para a República Dominicana e outra para a Itália na Copa dos Campeões.[30] [31] [32] Nas Olimpíadas de Londres, em 11 de agosto de 2012, a seleção brasileira consagrou-se como a terceira na história a conquistar a medalha de ouro no torneio olímpico consecutivamente.[33] Em 2013, o Brasil ganhou o nono título no Grand Prix sem perder sets nas cinco partidas da fase final, fato inédito na história do campeonato.[34] Ainda neste ano, a equipe brasileira tornou-se a primeira a vencer a Copa dos Campeões duas vezes.[35] [36] Após conquistar o décimo título do Grand Prix em 2014,[11] [12] o time brasileiro conquistou a medalha de bronze no Campeonato Mundial, perdendo apenas um dos treze jogos disputados, a melhor campanha da competição.[37] [38] [39] Com o triunfo na disputa pelo bronze, a seleção brasileira chegou a oitenta e oito vitórias em Campeonatos Mundiais, número superado apenas pelos históricos da extinta União Soviética e da Rússia unificados.[37]

Títulos[editar | editar código-fonte]

A seleção brasileira já conquistou os principais campeonatos de voleibol, com exceção apenas do Campeonato Mundial e da Copa do Mundo, nos quais o Brasil acabou levando a medalha de prata em três oportunidades em cada competição.[24] [40] [41] [42] [43] Nos Jogos Olímpicos, o Brasil possui quatro medalhas: duas de ouro conquistadas recentemente em Pequim (2008)[2] e Londres (2012)[3] e duas de bronze conquistadas em Sydney (2000) e Atlanta (1996). Nos Jogos Olímpicos de Pequim, o Brasil realizou oito jogos vencendo todos e perdendo apenas um set na final contra as americanas.[2] Na final dos Jogos Olímpicos de Londres, venceu novamente a equipe americana pelo mesmo placar da final de 2008.[3] Já em Atlanta e Sydney foi barrado nas semi finais por Cuba, porém, conquistou o bronze enfrentado a Rússia e os Estados Unidos, devidamente. Já nos Jogos Pan-Americanos a história é outra: o Brasil possui quatro medalhas de ouro (1959, 1963, 1999 e 2011[44] [45] ), duas de prata (1991 e 2007[25] ) e duas de bronze (1955 e 1979).

Nos Jogos Pan-Americanos de 2007, disputados no Rio de Janeiro, o Brasil tentou conquistar sua quarta medalha de ouro, porém foi derrotado por Cuba depois de ter tido seis chances de liquidar o jogo.[25] Quatro anos após, na final dos Jogos de Guadalajara, a seleção deu o troco vencendo as cubanas na final.[44] [45] Em 2011, a seleção brasileira conquistou o primeiro ouro da modalidade nos Jogos Mundiais Militares, realizados no Rio de Janeiro, derrotando a equipe chinesa na final.[46] Nas categorias de base, o Brasil também ostenta bastante tradição,[13] [47] [48] [49] sendo o maior vencedor do Campeonato Mundial Sub-20 e o segundo maior vencedor do Campeonato Mundial Sub-18. Em 1 de agosto de 2010, a seleção brasileira juvenil conquistou a Copa Glória de forma invicta. Na decisão, o Brasil derrotou o Peru por 3 sets a 0, no ginásio Miguel Grau, em Lima, no Peru. A Copa Glória contou com a participação de quatro equipes: Brasil, República Dominicana, Peru e Trinidad e Tobago.[50] [51] Com isso, pode-se dizer que a seleção brasileira é uma das mais tradicionais e vencedoras da história do voleibol mundial.

Volleyball Hall of Fame[editar | editar código-fonte]

Personalidades que entraram para o Hall da Fama do Voleibol

Most Valuable Player[editar | editar código-fonte]

O Jogador Mais Valioso (em inglês: Most Valuable Player), também conhecido pela sigla MVP, é um prêmio geralmente conferido ao atleta ou atletas de melhor desempenho num torneio. No voleibol o prêmio támbem é válido para designar um(a) jogador(a) como melhor do mundo no momento. Ao longo dos anos atletas da Seleção Brasileira de Voleibol Feminino receberam tal honraria. Abaixo alguns nomes:

Ana Beatriz Franklin
Ana Moser
Beatriz Carvalho
Drussyla Costa
Fabi
Fabiana Claudino
Fernanda Garay
Fernanda Venturini
Fofão
Joycinha
Leila Barros
Marianne Steinbrecher
Paula Pequeno
Sheilla Castro
Thaísa Menezes
Virna Dias

Elenco Atual[editar | editar código-fonte]

Última convocação realizada para a disputa do Grand Prix de 2014.[75] [76]

Camisa Nome Posição Idade Altura Peso Clube atual Naturalidade
1 Fabiana Claudino Capitã Central 29 1,93 76 Brasil SESI São Paulo Minas Gerais MG
2 Juciely Silva Central 33 1,84 71 Brasil Unilever Minas Gerais MG
3 Dani Lins Levantadora 29 1,81 68 Brasil Sollys/Nestlé Pernambuco PE
4 Carol da Silva Central 23 1,83 73 Brasil Unilever Minas Gerais MG
5 Adenízia da Silva Central 27 1,86 64 Brasil Sollys/Nestlé Minas Gerais MG
6 Thaísa Menezes Central 27 1,96 79 Brasil Sollys/Nestlé Rio de Janeiro RJ
7 Andréia Laurence Oposta 30 1,85 75 Brasil Unilever São Paulo SP
8 Jaqueline Carvalho Ponta 30 1,86 70 Brasil Sollys/Nestlé Pernambuco PE
10 Gabriela Guimarães Ponta 20 1,76 59 Brasil Unilever Minas Gerais MG
11 Tandara Caixeta Oposta 25 1,84 85 Brasil Banana Boat/Praia Clube Distrito Federal (Brasil) DF
12 Natália Pereira Ponta/Oposta 25 1,83 76 Brasil Unilever Paraná PR
13 Sheilla Castro Oposta 31 1,85 64 Turquia Vakıfbank İstanbul Minas Gerais MG
14 Ana Tiemi Levantadora 26 1,88 75 Turquia Bursa Büyükşehir Belediyesi Mato Grosso MT
15 Monique Pavão Oposta 27 1,78 70 Brasil SESI São Paulo Rio de Janeiro RJ
16 Fernanda Garay Ponta 28 1,79 74 Rússia Dínamo Krasnodar Rio Grande do Sul RS
17 Josefa Fabíola de Souza Levantadora 32 1,84 70 Rússia Dínamo Krasnodar Distrito Federal (Brasil) DF
18 Camila Brait Líbero 25 1,70 61 Brasil Sollys/Nestlé Minas Gerais MG
19 Léia da Silva Líbero 29 1,60 54 Brasil Pinheiros São Paulo SP
José Roberto Guimarães Treinador

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c FIVB Senior World Ranking - Women (em inglês) FIVB (13 de outubro de 2014). Visitado em 13 de outubro de 2014.
  2. a b c d Sormani, Fábio (23 de agosto de 2008). Brasil é campeão olímpico pela primeira vez no vôlei feminino [ligação inativa] (em português) IG. Visitado em 24 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 20 de maio de 2009.
  3. a b c Alves, Rodrigo; Danielle Rocha (11 de agosto de 2012). Brasil renasce após o primeiro set, domina as americanas e é bi no vôlei (em português) Organizações Globo GloboEsporte.com. Visitado em 24 de agosto de 2013.
  4. Seleção feminina do Brasil é tetra do Grand Prix de vôlei (em português) UOL (1 de agosto de 2004). Visitado em 24 de agosto de 2013.
  5. a b Brasil é penta no Grand Prix de Vôlei (em português) Agência Estado Paraná Online. Visitado em 24 de agosto de 2009.
  6. Martins, Aretha (13 de setembro de 2006). Invicto, Brasil é hexa no Grand Prix (em português) IG Mundo do Vôlei. Visitado em 24 de agosto de 2013.
  7. a b Heptacampeão, Brasil bate Japão e fecha fase final invicto (em português) UOL Esporte (13 de julho de 2008). Visitado em 24 de agosto de 2013.
  8. a b No dia em que o ouro olímpico completa 1 ano, Brasil conquista o octa do Grand Prix (em português) Organizações Globo GloboEsporte.com (23 de agosto de 2009). Visitado em 24 de agosto de 2013.
  9. a b Brazil clinch ninth World Grand Prix title with perfect record (em inglês) FIVB (1 de setembro de 2013). Visitado em 2 de setembro de 2013.
  10. Brasil embolsa a China, acaba com jejum e é eneacampeão do Grand Prix (em português) Organizações Globo GloboEsporte.com (1 de setembro de 2013). Visitado em 2 de setembro de 2013.
  11. a b Brazil sweep Japan to land record 10th World Grand Prix title (em inglês) FIVB (24 de agosto de 2014). Visitado em 25 de agosto de 2014.
  12. a b Com paciência oriental, Brasil vence Japão e conquista deca do Grand Prix (em português) Organizações Globo GloboEsporte.com (24 de agosto de 2014). Visitado em 25 de agosto de 2014.
  13. a b FIVB Junior & Youth World Ranking - Women (em inglês) FIVB (5 de agosto de 2013). Visitado em 3 de setembro de 2013.
  14. SELEÇÃO BRASILEIRA ADULTA FEMININA: Técnico Zé Roberto afirma que Brasil é o time a ser batido (em português) Federação Mineira de Voleibol. Visitado em 31 de julho de 2009.
  15. FIVB World Ranking - Women [ligação inativa] (em inglês) FIVB (14 de julho de 2008). Visitado em 24 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2008.
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  19. FIVB Senior World Ranking - Women (em inglês) FIVB (18 de novembro de 2011). Visitado em 24 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 10 de setembro de 2012.
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  21. FIVB Senior World Ranking - Women (em inglês) FIVB (2 de setembro de 2013). Visitado em 3 de setembro de 2013.
  22. FIVB Senior World Ranking - Women (em inglês) FIVB (27 de agosto de 2014). Visitado em 31 de agosto de 2014.
  23. Neves, Felipe (20 de novembro de 2005). Brasil conquista a Copa dos Campeões de vôlei feminino (em português) Folha Online Folha de S. Paulo. Visitado em 29 de agosto de 2013.
  24. a b Brasil é vice no Mundial feminino de vôlei (em português) UOL (16 de novembro de 2006). Visitado em 29 de agosto de 2013.
  25. a b c Lopes, Lello (19 de julho de 2007). Brasil volta a falhar em momentos decisivos e fica com a prata (em português) UOL Esporte. Visitado em 29 de agosto de 2013.
  26. Aniversariante, Mari ganha festa: ‘Deus sabia o dia em que eu tinha de nascer’ (em português) Organizações Globo GloboEsporte.com (24 de agosto de 2009). Visitado em 29 de agosto de 2013.
  27. Zé Roberto diz que a seleção brasileira chegou à final do Grand Prix 'no limite' (em português) Organizações Globo GloboEsporte.com (23 de agosto de 2009). Visitado em 29 de agosto de 2013.
  28. a b Sheilla é eleita a melhor do Grand Prix e prega cautela: ‘Não somos imbatíveis’ (em português) Organizações Globo GloboEsporte.com (23 de agosto de 2009). Visitado em 29 de agosto de 2013.
  29. a b Sheilla é eleita a melhor jogadora do GP; Fabiana também fatura prêmio (em português) UOL Esporte (23 de agosto de 2009). Visitado em 29 de agosto de 2013.
  30. Aerts, Gabriela. Copa dos Campeões: Brasil vence último jogo do ano e garante a medalha de prata (em português) Final Sports. Visitado em 18 de novembro de 2009.
  31. Oliveira, Carol (15 de novembro de 2009). Japão se esforça, mas Itália leva a Copa dos Campeões e deixa o Brasil com o vice (em português) Organizações Globo GloboEsporte.com. Visitado em 29 de agosto de 2013.
  32. Oliveira, Carol (16 de novembro de 2009). Após vice na Copa dos Campeões, Zé Roberto avalia o ano: ‘Estou satisfeito’ (em português) Organizações Globo GloboEsporte.com. Visitado em 29 de agosto de 2013.
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  34. Brazil stay perfect to clinch gold in World Grand Prix Finals (em inglês) FIVB (1 de setembro de 2013). Visitado em 2 de setembro de 2013.
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  39. Líderes, Sheilla e Fabiana valorizam bronze (em português) Saque Viagem (12 de outubro de 2014). Visitado em 13 de outubro de 2014.
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  59. SUDAMERICANO INFANTIL: Brasil, Argentina y Perú se consagraron los mejores del Continente (em espanhol) CSV (16 de novembro de 2013). Visitado em 18 de novembro de 2013.
  60. SUDAMERICANO MENORES: Argentina, Brazil y Perú alcanzan el podio y clasifican al Mundial de Menores 2015 (em espanhol) CSV (7 de julho de 2014). Visitado em 16 de julho de 2014.
  61. SUL-AMERICANO INFANTIL FEMININO: Brasil é campeão (em português) CBV (26 de novembro de 2011). Visitado em 5 de outubro de 2014.
  62. SUDAMERICANO JUVENIL: Brasil campeón y clasificado al Mundial (em espanhol) CSV (5 de outubro de 2014). Visitado em 5 de outubro de 2014.
  63. Sem perder sets, seleção feminina de vôlei fatura seu 16º Sul-Americano (em português) UOL Esporte (4 de outubro de 2009). Visitado em 29 de agosto de 2013.
  64. Após ouro, líbero Fabi é eleita a melhor jogadora do Sul-Americano de vôlei (em português) UOL Esporte (4 de outubro de 2009). Visitado em 29 de agosto de 2013.
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  70. Campeonato Sudamericano Femenino de Adultos: Brasil conquista su 15º título Sudamericano (em espanhol) CSV (30 de setembro de 2007). Visitado em 29 de agosto de 2013.
  71. Yellow and green shine at the Rainbow (em inglês) FIVB (20 de novembro de 2005). Visitado em 29 de agosto de 2013.
  72. Brazilian Sheilla Castro the MVP of the Pan Am Cup (em inglês) NORCECA (9 de julho de 2011). Visitado em 29 de agosto de 2013.
  73. Brasil leva quatro prêmios individuais, e Sheilla é MVP do Sul-Americano (em português) Organizações Globo GloboEsporte.com (3 de outubro de 2011). Visitado em 29 de agosto de 2013.
  74. Thaísa recebe o MVP do Grand Prix 2013 e Fabi também está entre as melhores (em português) Melhor do Vôlei (1 de setembro de 2013). Visitado em 2 de setembro de 2013.
  75. Seleção Adulta Feminina (em português) CBV. Visitado em 2 de agosto de 2014.
  76. A Seleção Brasileira (em português) CBV. Visitado em 2 de agosto de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]