Seleção Brasileira de Voleibol Feminino

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Seleção Brasileira de Voleibol Feminino

Flag of Brazil.svg

Associação Brasil Confederação Brasileira de Voleibol
Confederação ContinentSouthAmerica.svg Confederação Sul-Americana de Voleibol
Patrocinador Brasil Banco do Brasil
Material Esportivo Brasil Olympikus
Técnico Brasil Zé Roberto
Capitã Brasil Fabiana Claudino
Código FIVB BRA
Ranking da FIVB BrasilAumento 320 pontos (em 2 de setembro de 2013)[1]
Seleção Brasileira de Voleibol Feminino
Informações pessoais

A seleção brasileira de voleibol feminino é a seleção nacional feminina de voleibol do Brasil. É administrada pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e representa o Brasil nas competições internacionais de vôlei. Em 23 de agosto de 2008, nos Jogos Olímpicos de Pequim, conquistou sua primeira medalha de ouro olímpica[2] e nos Jogos de Londres em 2012 sagrou-se bicampeã olímpica.[3] É o time mais bem-sucedido na história do Grand Prix da FIVB, sendo a seleção nacional que mais vezes conquistou o torneio com nove títulos (1994, 1996, 1998, 2004,[4] 2005,[5] 2006,[6] 2008,[7] 2009[8] e 2013[9] [10] ). Atualmente ocupa o primeiro lugar geral do ranking da FIVB.[1] Nas categorias de base (Sub-18 e Sub-20 - Junior & Youth) ocupa o segundo lugar geral do ranking da FIVB (216 pontos em 5 de agosto de 2013).[11] A seleção brasileira é considerada uma das equipes mais fortes do planeta.[1] [12] [13] [14] [15] [16] [17] [18]

História[editar | editar código-fonte]

A seleção brasileira de voleibol feminino foi formada em 1951, onde estreou jogando o Campeonato Sul-Americano daquele ano ficando com a medalha de ouro. Mesmo com pouca tradição no voleibol feminino na década de 50, o Brasil conseguiu se manter entre os melhores times das Américas, conquistando inúmeros títulos Sul-Americanos e até dois títulos Pan-Americanos, conquistados em Chicago 1959 e outro mais tarde em São Paulo 1963. Nessa época o principal adversário da seleção brasileira era a seleção peruana. O time brasileiro só destacava-se mesmo nas competições continentais, já nas comepetições intercontinentais não obtinha o mesmo êxito. Sempre se revezava entre os 6° e 8° lugares em Campeonatos Mundiais e Jogos Olímpicos. Os melhores resultados em competições intercontinentais aconteceram no Campeonato Mundial de 1986 onde o Brasil ficou em 5° lugar e nos Jogos Olímpicos de Seul e Barcelona ficando nos 6° e 4° lugares, respectivamente.

O voleibol feminino do Brasil só começou a despontar mesmo no cenário internacional nos anos 90, especificamente em 1994 quando Bernardinho assumiu o comando da seleção. No mesmo ano, conquistou o vice-campeonato no mundial realizado no Brasil, a medalha de ouro no Grand Prix e em 1995, a medalha de prata na Copa do Mundo. Contando com novos talentos no voleibol nacional como Ana Moser, Fernanda Venturini, Ana Paula, Márcia Fu, Fofão, Virna Dias, Hilma Caldeira e Leila Barros, o voleibol brasileiro cresceu de tal forma que começou a incomodar a seleção de Cuba que foi considerada a melhor equipe do mundo nos anos 90. Frequentemente as semi finais e finais das principais competições internacionais dos anos 90 eram disputadas entre Brasil e Cuba. Eram grandes jogos com bastante volume de jogo nos dois times e sempre regados com bastante provocação por ambos os lados. Sob o comando de Bernardinho, Brasil e Cuba enfrentaram-se 27 vezes com 14 vitórias para Cuba e 13 para o Brasil. A própria semi final dos Jogos Olímpicos de Atlanta foi marcada pela rivalidade entre as equipes, na qual as cubanas levaram a melhor e venceram a partida apenas no tie-break. Depois do fim do jogo ocorreu um desentendimento entre as seleções, protagonizado por Regla Torres, Mireya Luis, Márcia Fú e Ana Moser. Tudo foi resolvido mais tarde pela polícia americana. Na ocasião a seleção brasileira disputou a medalha de bronze contra a Rússia, vencendo o jogo apenas no quinto set e conquistando s sua primeira medalha olímpica. A vingança contra Cuba viria depois dos Jogos, quando as brasileiras ganharam o Grand Prix de 1996, ocorrendo novamente no final do jogo uma briga.

Até o final dos anos 90, a seleção brasileira conquistou vários títulos Sul-Americanos e no Grand Prix. O último título foi o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnepeg em 1999, no qual o Brasil com um elenco jovem e renovado com Érika, Elisângela, Walewska, Carolina Albuquerque, Janina, Ricarda Negrão, Leila e Virna, enfrentou novamente a equipe cubana. A mesma base foi mantida para os Jogos de Sydney, no qual o Brasil conquistou a segunda medalha de bronze derrotando a seleção americana. Com a saída de Bernardinho do comando da equipe feminina para a masculina, o conjunto foi liderado temporariamente por Marco Aurélio Motta. Muitas jogadoras não concordavam com a metodologia de Motta e resolveram deixar o time. Nesse período, o Brasil não conquistou nenhum título importante. A seleção só voltou a brilhar em 2003 com entrada de José Roberto Guimarães, que promoveu uma renovação no grupo com novos talentos como Mari, Sheilla, Paula Pequeno, Sassá, Carol Gattaz, Fabi, Fabiana Claudino, Arlene, Valeskinha, Jaqueline e manteve algumas jogadoras veteranas como Fernanda Venturini, Virna e Elisângela. Foram conquistados vários títulos, mas támbem alguns fracassos como a semi final de Atenas em que o Brasil foi surpreendido pela Rússia. Depois dos Jogos de Atenas foi promovida mais uma renovação no time com a volta de Fofão, Walewska e a entrada de Thaisa. Em 2005, a seleção conquistou a Copa dos Campeões de forma invicta, acumulando cinco vitórias em cinco jogos. Durante todo o torneio, a seleção brasileira perdeu apenas dois sets, no jogo de estréia, contra a China, quando venceu por 3 a 2. Com este título, até então inédito, a seleção fechou um ano quase perfeito, em que conquistou todos os torneios que disputou. Além da Copa dos Campeões, a equipe brasileira venceu os seguintes campeonatos: Torneio de Courmayeur (Itália), Montreux Volley Masters (Suíça), Grand Prix,[5] torneio classificatório para o Mundial 2006 e o Sul-Americano.[19]

A seleção seguiu conquistando mais títulos e acumulando outros fracassos como as derrotas no mundial de 2006 para a Rússia[20] e nos Jogos Pan-Americanos em 2007 para Cuba.[21] Em 2008, a seleção superou os traumas do passado e conquistou o heptacampeonato do Grand Prix[7] e sua primeira medalha de ouro olímpica em Pequim, consagrando o voleibol feminino brasileiro.[2] A data de 23 de agosto já era especial para a seleção brasileira, em 2009, no entanto, se tornou inesquecível. No dia em que completou um ano da inédita conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, o Brasil tornou-se octacampeão invicto do Grand Prix e, assim, reafirmou seu status de maior vencedor do torneio. O time fez uma campanha impecável na competição, foram 14 jogos e 14 vitórias, contra Estados Unidos, Alemanha, Porto Rico, China, Polônia, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Rússia e Países Baixos.[8] [22] José Roberto Guimarães levou a seleção brasileira ao título do Grand Prix pela quinta vez.[23] Assim como em 2006, Sheilla foi eleita a melhor jogadora do campeonato e também foi a terceira maior pontuadora com 92 pontos, a quarta melhor atacante com 44,17% de eficiência e ainda a segunda melhor no saque.[24] Além dela, o outro prêmio que terminou nas mãos das brasileiras foi o de melhor bloqueadora para a central Fabiana.[25] Ainda em 2009, a equipe conquistou a medalha de prata na Copa dos Campeões, o único vice após seis títulos consecutivos no ano. Com isso, a seleção brasileira encerrou um ano quase perfeito, com apenas duas derrotas: uma na Copa Pan-Americana para a República Dominicana e outra para a Itália na Copa dos Campeões.[26] [27] [28] Nas Olimpíadas de Londres, em 11 de agosto de 2012, a seleção brasileira consagrou-se como a terceira na história a conquistar a medalha de ouro no torneio olímpico consecutivamente.[29] Em 2013, o Brasil ganhou o nono título no Grand Prix sem perder sets nas cinco partidas da fase final, fato inédito na história do campeonato.[30] Ainda neste ano, a equipe brasileira tornou-se a primeira a vencer a Copa dos Campeões duas vezes.[31] [32]

Títulos[editar | editar código-fonte]

A seleção brasileira já conquistou os principais campeonatos de voleibol, com exceção apenas do Campeonato Mundial e da Copa do Mundo, nos quais o Brasil acabou levando a medalha de prata em três oportunidades em cada competição.[20] [33] [34] [35] [36] Nos Jogos Olímpicos, o Brasil possui quatro medalhas: duas de ouro conquistadas recentemente em Pequim (2008)[2] e Londres (2012)[3] e duas de bronze conquistadas em Sydney (2000) e Atlanta (1996). Nos Jogos Olímpicos de Pequim, o Brasil realizou oito jogos vencendo todos e perdendo apenas um set na final contra as americanas.[2] Na final dos Jogos Olímpicos de Londres, venceu novamente a equipe americana pelo mesmo placar da final de 2008.[3] Já em Atlanta e Sydney foi barrado nas semi finais por Cuba, porém, conquistou o bronze enfrentado a Rússia e os Estados Unidos, devidamente. Já nos Jogos Pan-Americanos a história é outra: o Brasil possui quatro medalhas de ouro (1959, 1963, 1999 e 2011[37] [38] ), duas de prata (1991 e 2007[21] ) e duas de bronze (1955 e 1979).

Nos Jogos Pan-Americanos de 2007, disputados no Rio de Janeiro, o Brasil tentou conquistar sua quarta medalha de ouro, porém foi derrotado por Cuba depois de ter tido seis chances de liquidar o jogo.[21] Quatro anos após, na final dos Jogos de Guadalajara, a seleção deu o troco vencendo as cubanas na final.[37] [38] Em 2011, a seleção brasileira conquistou o primeiro ouro da modalidade nos Jogos Mundiais Militares, realizados no Rio de Janeiro, derrotando a equipe chinesa na final.[39] Nas categorias de base, o Brasil também ostenta bastante tradição,[11] [40] [41] [42] sendo o maior vencedor do Campeonato Mundial Sub-20 e o segundo maior vencedor do Campeonato Mundial Sub-18. Em 1 de agosto de 2010, a seleção brasileira juvenil conquistou a Copa Glória de forma invicta. Na decisão, o Brasil derrotou o Peru por 3 sets a 0, no ginásio Miguel Grau, em Lima, no Peru. A Copa Glória contou com a participação de quatro equipes: Brasil, República Dominicana, Peru e Trinidad e Tobago.[43] [44] Com isso, pode-se dizer que a seleção brasileira é uma das mais tradicionais e vencedoras da história do voleibol mundial.

Volleyball Hall of Fame[editar | editar código-fonte]

Personalidades que entraram para o Hall da Fama do Voleibol

Most Valuable Player[editar | editar código-fonte]

O Jogador Mais Valioso (em inglês: Most Valuable Player), também conhecido pela sigla MVP, é um prêmio geralmente conferido ao atleta ou atletas de melhor desempenho num torneio. No voleibol o prêmio támbem é válido para designar um(a) jogador(a) como melhor do mundo no momento. Ao longo dos anos atletas da Seleção Brasileira de Voleibol Feminino receberam tal honraria. Abaixo alguns nomes:

Ana Beatriz Franklin
Ana Moser
Beatriz Carvalho
Fabi
Fabiana Claudino
Fernanda Garay
Fernanda Venturini
Fofão
Joycinha
Leila Barros
Marianne Steinbrecher
Paula Pequeno
Sheilla Castro
Thaísa Menezes
Virna Dias

Elenco Atual[editar | editar código-fonte]

Última convocação realizada em junho de 2013 para a disputa do Grand Prix.[66] [67]

Camisa Nome Posição Idade Altura Peso Clube atual Naturalidade
1 Fabiana Claudino Capitã Central 28 1,94 76 Brasil SESI São Paulo Minas Gerais MG
2 Juciely Silva Central 32 1,84 71 Brasil Unilever Minas Gerais MG
3 Dani Lins Levantadora 28 1,81 68 Brasil SESI São Paulo Pernambuco PE
4 Ellen Braga Ponta 22 1,84 70 Brasil Pinheiros Pernambuco PE
5 Adenízia da Silva Central 26 1,87 64 Brasil Sollys/Nestlé Minas Gerais MG
6 Thaísa Menezes Central 26 1,96 79 Brasil Sollys/Nestlé Rio de Janeiro RJ
7 Priscila Daroit Ponta 20 1,82 70 Brasil SESI São Paulo São Paulo SP
8 Cláudia Bueno Levantadora 25 1,81 80 Brasil Vôlei Amil São Paulo SP
9 Michelle Pavão Ponta 26 1,78 68 Brasil Banana Boat/Praia Clube Rio de Janeiro RJ
10 Gabriela Guimarães Ponta 19 1,80 59 Brasil Unilever Minas Gerais MG
11 Tandara Caixeta Ponta/Oposta 25 1,84 85 Brasil Vôlei Amil Distrito Federal (Brasil) DF
12 Natália Pereira Ponta/Oposta 24 1,86 76 Brasil Vôlei Amil Paraná PR
13 Sheilla Castro Oposta 29 1,86 64 Brasil Sollys/Nestlé Minas Gerais MG
14 Fabiana de Oliveira Líbero 33 1,69 59 Brasil Unilever Rio de Janeiro RJ
15 Monique Pavão Oposta 26 1,78 70 Brasil Banana Boat/Praia Clube Rio de Janeiro RJ
16 Fernanda Garay Ponta 26 1,79 74 Turquia Fenerbahçe Rio Grande do Sul RS
17 Josefa Fabíola de Souza Levantadora 29 1,84 70 Brasil Sollys/Nestlé Distrito Federal (Brasil) DF
18 Camila Brait Líbero 24 1,73 61 Brasil Sollys/Nestlé Minas Gerais MG
19 Letícia Hage Central 22 1,88 78 Brasil Banana Boat/Praia Clube Mato Grosso do Sul MS
20 Ana Beatriz Correa Central 21 1,88 78 Brasil SESI São Paulo São Paulo SP
21 Ivna Marra Oposta 23 1,84 79 Brasil SESI São Paulo Minas Gerais MG
22 Suelen Santana Líbero 25 1,70 89 Brasil SESI São Paulo Minas Gerais MG
José Roberto Guimarães Treinador

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c FIVB Senior World Ranking - Women (em inglês) FIVB (2 de setembro de 2013). Página visitada em 3 de setembro de 2013.
  2. a b c d Sormani, Fábio (23 de agosto de 2008). Brasil é campeão olímpico pela primeira vez no vôlei feminino [ligação inativa] (em português) IG. Página visitada em 24 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 20 de maio de 2009.
  3. a b c Alves, Rodrigo; Danielle Rocha (11 de agosto de 2012). Brasil renasce após o primeiro set, domina as americanas e é bi no vôlei (em português). Organizações Globo GloboEsporte.com. Página visitada em 24 de agosto de 2013.
  4. Seleção feminina do Brasil é tetra do Grand Prix de vôlei (em português) UOL (1 de agosto de 2004). Página visitada em 24 de agosto de 2013.
  5. a b Brasil é penta no Grand Prix de Vôlei (em português). Agência Estado Paraná Online. Página visitada em 24 de agosto de 2009.
  6. Martins, Aretha (13 de setembro de 2006). Invicto, Brasil é hexa no Grand Prix (em português). IG Mundo do Vôlei. Página visitada em 24 de agosto de 2013.
  7. a b Heptacampeão, Brasil bate Japão e fecha fase final invicto (em português) UOL Esporte (13 de julho de 2008). Página visitada em 24 de agosto de 2013.
  8. a b No dia em que o ouro olímpico completa 1 ano, Brasil conquista o octa do Grand Prix (em português). Organizações Globo GloboEsporte.com (23 de agosto de 2009). Página visitada em 24 de agosto de 2013.
  9. a b Brazil clinch ninth World Grand Prix title with perfect record (em inglês) FIVB (1 de setembro de 2013). Página visitada em 2 de setembro de 2013.
  10. Brasil embolsa a China, acaba com jejum e é eneacampeão do Grand Prix (em português). Organizações Globo GloboEsporte.com (1 de setembro de 2013). Página visitada em 2 de setembro de 2013.
  11. a b FIVB Junior & Youth World Ranking - Women (em inglês) FIVB (5 de agosto de 2013). Página visitada em 3 de setembro de 2013.
  12. SELEÇÃO BRASILEIRA ADULTA FEMININA: Técnico Zé Roberto afirma que Brasil é o time a ser batido (em português) Federação Mineira de Voleibol. Página visitada em 31 de julho de 2009.
  13. FIVB World Ranking - Women [ligação inativa] (em inglês) FIVB (14 de julho de 2008). Página visitada em 24 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2008.
  14. FIVB World Ranking - Women [ligação inativa] (em inglês) FIVB (24 de agosto de 2009). Página visitada em 24 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 7 de janeiro de 2011.
  15. FIVB Senior World Ranking - Women [ligação inativa] (em inglês) FIVB (15 de janeiro de 2010). Página visitada em 24 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 24 de abril de 2010.
  16. FIVB Senior World Ranking - Women (em inglês) FIVB (2 de outubro de 2011). Página visitada em 24 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2012.
  17. FIVB Senior World Ranking - Women (em inglês) FIVB (18 de novembro de 2011). Página visitada em 24 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 10 de setembro de 2012.
  18. FIVB Senior World Ranking - Women (em inglês) FIVB (23 de janeiro de 2013). Página visitada em 3 de setembro de 2013.
  19. Neves, Felipe (20 de novembro de 2005). Brasil conquista a Copa dos Campeões de vôlei feminino (em português). Folha Online Folha de S. Paulo. Página visitada em 29 de agosto de 2013.
  20. a b Brasil é vice no Mundial feminino de vôlei (em português) UOL (16 de novembro de 2006). Página visitada em 29 de agosto de 2013.
  21. a b c Lopes, Lello (19 de julho de 2007). Brasil volta a falhar em momentos decisivos e fica com a prata (em português) UOL Esporte. Página visitada em 29 de agosto de 2013.
  22. Aniversariante, Mari ganha festa: ‘Deus sabia o dia em que eu tinha de nascer’ (em português). Organizações Globo GloboEsporte.com (24 de agosto de 2009). Página visitada em 29 de agosto de 2013.
  23. Zé Roberto diz que a seleção brasileira chegou à final do Grand Prix 'no limite' (em português). Organizações Globo GloboEsporte.com (23 de agosto de 2009). Página visitada em 29 de agosto de 2013.
  24. a b Sheilla é eleita a melhor do Grand Prix e prega cautela: ‘Não somos imbatíveis’ (em português). Organizações Globo GloboEsporte.com (23 de agosto de 2009). Página visitada em 29 de agosto de 2013.
  25. a b Sheilla é eleita a melhor jogadora do GP; Fabiana também fatura prêmio (em português) UOL Esporte (23 de agosto de 2009). Página visitada em 29 de agosto de 2013.
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  27. Oliveira, Carol (15 de novembro de 2009). Japão se esforça, mas Itália leva a Copa dos Campeões e deixa o Brasil com o vice (em português). Organizações Globo GloboEsporte.com. Página visitada em 29 de agosto de 2013.
  28. Oliveira, Carol (16 de novembro de 2009). Após vice na Copa dos Campeões, Zé Roberto avalia o ano: ‘Estou satisfeito’ (em português). Organizações Globo GloboEsporte.com. Página visitada em 29 de agosto de 2013.
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  32. Brasil segura a pressão, bate Japão e conquista o bi da Copa dos Campeões (em português). Organizações Globo GloboEsporte.com (17 de novembro de 2013). Página visitada em 18 de novembro de 2013.
  33. Kneipp, Mariana (14 de novembro de 2010). Brasil cai diante da Rússia e vê sonho do Mundial bater na trave outra vez (em português). Organizações Globo GloboEsporte.com. Página visitada em 29 de agosto de 2013.
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  58. Após título, Fernanda Garay é eleita a MVP em Montreux: 'Prêmio de todas' (em português). Organizações Globo GloboEsporte.com (3 de junho de 2013). Página visitada em 29 de agosto de 2013.
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  60. a b Paula Pequeno é eleita a melhor jogador das Olimpíadas (em português) Paulapequeno.com.br. Página visitada em 29 de agosto de 2013.
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]