September Dawn

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September Dawn
Setembro negro (BR)
 Canadá
2007 • cor • 110 min 
Direção Christopher Cain
Roteiro Christopher Cain
Carole Whang Schutter
Elenco Jon Voight
Terence Stamp
Dean Cain
Género Drama
Idioma Inglês
Página no IMDb (em inglês)

September Dawn (br: Setembro Negro) é um filme canadense de 2006 lançado em 2007, do gênero drama histórico, dirigido e co-roteirizado por Christopher Cain. A história é sobre um romance que tem como pano de fundo fatos históricos, particularmente o Massacre da Montanha Meadows em Utah, ocorrido em 11 de setembro de 1857, com o diretor (e a roteirista Carole Whang Schutter) gerando controvérsias [1] ao assumirem a versão da responsabilidade direta da Igreja Mórmon e do líder Brigham Young no uso da milícia do território e dos índios paiutes para atacarem um acampamento de viajantes que se dirigiam para a Califórnia. Também foi usada a data do massacre, 11 de setembro, como paralelo para algumas teses dos roteiristas sobre o terrorismo e a natureza dos terroristas.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Uma caravana vinda do Arkansas e Missouri chega à Utah em busca de descanso e comida por alguns dias, para depois seguir em viagem à Califórnia. Os viajantes trazem consigo gado, cavalos de corrida, armas e ouro. Emily Hudson, filha do pastor de caravana, e Jonathan Samuelson, filho do bispo local da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons) e chefe da milícia do território, se apaixonam quando há o encontro dos viajantes com os milicianos. O bispo Mórmon, Jacob Samuelson, teme a perseguição do governo após os eventos da Guerra Mórmon no Missouri, e desconfia dos viajantes supondo que na verdade eles iriam se juntar ao exército de Buchanan e expulsarem os Mórmons do Território. Conspirando com o líder Brigham Young, Samuelson decide destruir a caravana e para isso insufla sua comunidade e engana os índios paiute para que esses o ajudem a realizar o massacre.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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O diretor Christopher Cain afima ter usado o filme para expressar a sua opinião sobre o extremismo religioso, um assunto relevante nos dias atuais. Ele partiu dos registros históricos do massacre e de trechos do depoimento de Brigham Young, além da confissão assinada pelo miliciano John D. Lee.[2] . Assim, o filme é controverso ao representar a versão de que Brigham Young concordou com o ataque, enquanto a Igreja Mórmon defende a versão de que "as evidências históricas provam que Brigham Young não autorizou o massacre".[1] Oficialmente, não houve comunicado da Igreja. [3] .

A roteirista Carole Whang Schutter afirmou "A criação de personagens simpáticos que tomaram parte de atrocidades inimagináveis é um lembrete que terroristas podem ser qualquer um que se deixa cegar pelo fanatismo de líderes carismáticos.[...] Nossa luta não é contra uma determinada religião [mas...] "poderes das trevas" do preconceito, do ódio e da ignorância perpetuados pelos líderes que ainda serão julgados por seus atos pela História".

Notas[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Smith, David. "Mormons' darkest day in spotlight", The Observer, 21 de maio de 2007.
  2. Sack, Jessica Van. "New day will Dawn when anti-Mormon film opens", The Boston Herald, 11-5-2007.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Imprensa[editar | editar código-fonte]

Resenhas[editar | editar código-fonte]