Sertanejo universitário

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Sertanejo universitário provém de uma mistura da música sertaneja, e do segmento Freestyle do Funk Carioca. No movimento sertanejo, o segmento é conhecido como sendo seu terceiro movimento. Canções simples predominam nesse estilo, e por conta dos cantores jovens é considerado "universitário".[1] Em vez dos tradicionais acordeões e violões, sintetizadores e guitarras elétricas começaram a ser usadas com mais frequência nesse estilo de música. Esta variação se diferencia do sertanejo por ter mais elementos do pop, e linguagem voltada ao público mais jovem se comparada com demais movimentos do gênero.

Origem[editar | editar código-fonte]

Uma explicação de ampla aceitação sobre a origem desse movimento sertanejo, é de cunho social. A partir da década de 90, muitos jovens oriundos de regiões interioranas dos estados ingressaram nas universidades.[carece de fontes?]

Estilo do sertanejo universitário[editar | editar código-fonte]

Por surgir após o segundo movimento sertanejo (o sertanejo romântico), esse estilo já não conta com letras tão regionais e situações vividas por caipiras (como o Sertanejo raiz).

A interação entre o interior, e a metrópole no âmbito acadêmico, foi essencial para o surgimento a este estilo próprio que hoje conhecemos por Sertanejo Universitário. Como violas e violões, disseminaram nos campus e repúblicas a velha música sertaneja de raiz com o passar dos tempos foi associando ao violão e à viola, instrumentos modernos como guitarras, baixos, bateria, metais e instrumentos de percussão.

O resultado inicial disso foi uma nova roupagem das antigas e clássicas raízes sertanejas que com o avançar dos anos foram se distanciando do movimento anterior, e adquirindo identidade própria. Neste cenário novo, as influências musicais dos jovens do interior também foi gradativamente se misturando com outros estilos, em especial o Pop, o arrocha e o Funk Carioca, estilos geralmente predominantes nas festas promovidas pelos jovens acadêmicos.

Embalado pelo grande apelo popular entre jovens dos gêneros associados, o novo segmento ganhou grande espaço na mídia. Letras e músicas simples, batidas dançantes, e refrões de fácil memorização automática, gerou um grande "boom" no estilo, fazendo com que saísse do restrito âmbito universitário, e tomasse de assalto as rádios e festas de todo país. A repercussão e sucesso do gênero faz com que a cada dia surjam novas duplas e conjuntos sertanejos.

Uma explícita característica desse estilo são os solos feitos nos violões que originalmente eram feitos em guitarras. Isso só reforça a associação dos velhos instrumentos aos modernos.

Atualmente[editar | editar código-fonte]

O sertanejo universitário encontrou nos jovens, a busca do seu crescimento, trazendo um enfoque em músicas que falam de amor e baladas. Hoje, novos cantores vão surgindo ou outros adotam o estilo e a cada dia o gênero vai se popularizando mais, exemplos são Michel Teló com o hit que virou febre internacional,Ai se eu te pego , Gusttavo Lima com Balada Boa, Jorge & Mateus com o hit Amo Noite e Dia , João Lucas & Marcelo com seu Eu quero tchu, Eu quero tcha, João Neto & Frederico com Lê Lê Lê Luan Santana com "Sogrão Caprichou" , 'Thaeme & Tiago (Hoje não)' , Munhoz e Mariano '(Camaro amarelo)'

Referências

  1. Melhores músicas do sertanejo Universitário. quartouniversitario.com. Página visitada em 16/07/2012.
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