Setor Juventude

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A Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, anteriormente chamada de Setor Juventude é um organismo que há em cada diocese católica brasileira dedicado à articulação das expressões eclesiais voltadas à evangelização dos jovens. O setor era subordinado à Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, uma das comissões episcopais em que se organiza a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Esta Comissão da CNBB é a instância nacional, se organiza dentro dos 17 regionais da CNBB. Em cada um deles, há um bispo referencial responsável por acompanhar e orientar os jovens. O bispo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude é Dom Eduardo Pinheiro da Silva, bispo auxiliar de Campo Grande. Ele é auxiliado por um assessor nacional, atualmente o Sacerdote, Padre Carlos Sávio Costa Ribeiro.

No dia 6 de maio de 2011, durante a 49ª Assembleia Anual da CNBB, em Aparecida do Norte, os bispos do Brasil aprovaram a criação da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, elevando o presente setor a nível de Comissão Episcopal Pastoral.

Características[editar | editar código-fonte]

O Setor Juventude é o espaço que articula, convoca e propõe orientações para a evangelização da juventude, respeitando o protagonismo juvenil, a diversidade dos carismas, a organização e a espiritualidade para a unidade das forças ao redor de algumas metas e prioridades comuns à luz do Documento 85 Evangelização da Juventude,[1] das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e do Documento de Aparecida. Há um bispo e um assessor responsáveis pelo setor que, contando com a colaboração de uma equipe colegiada de assessores, respondem pela evangelização da juventude.

Fazem parte do setor as experiências de evangelização juvenil existentes: Pastoral da Juventude, Movimentos Eclesiais, Novas Comunidades, Congregações Religiosas que trabalham com juventude, Catequese Crismal, Pastoral Vocacional, Pastoral da Educação, Pastoral Familiar, Pastoral do Adolescente, em parceria com o Setor Universidades da CNBB e outros segmentos eclesiais envolvidos com evangelização juvenil.[2] Há um processo de envolvimento dessas diferentes forças que exige tempo, atenção, acompanhamento, planejamento, acolhida, escuta, discernimento e conversão pessoal e pastoral.

Referências

  1. Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Evangelização da juventude: desafios e perspectivas pastorais. São Paulo: Paulinas, 2007. p. 99-100. vol. 85.
  2. Setor Juventude CNBB. Visitado em 14 de fevereiro de 2011.

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