Sharm el-Sheikh

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Mar Vermelho visto de um hotel.
O recife de coral do Mar Vermelho.

Sharm el-Sheikh (em árabe: شرم الشيخ, Sharm al-Shaykh) é uma cidade situada na ponta sul da Península do Sinai, na Subdivisão do Sinai do Sul, Egito, sobre a faixa costeira ao longo do Mar Vermelho. Sua população é de aproximadamente 35.000 (2008). Sharm el-Sheikh é o centro administrativo do Sinai do Sul, que inclui as pequenas cidades costeiras de Dahab e Nuweiba, bem como o interior montanhoso, o Mosteiro Ortodoxo de Santa Catarina e o Monte Sinai.

Nome[editar | editar código-fonte]

Sharm el-Sheikh, é por vezes também designada por "Cidade da Paz", devido ao largo número de conferências internacionais pela paz mundial, que tiveram lugar na região. Conhecida como Şarm-üş Şeyh (Sharm ush-Sheikh, "Baía do Xeque" em árabe) durante o Império Otomano, a cidade foi renomeada de Ofira, durante a ocupação Israelita, entre 1967 e 1982. Entre os egípcios, o nome da cidade é referido pelo diminutivo "Sharm" ([ʃɑɾˤm]).

História Recente[editar | editar código-fonte]

A cidade foi capturada por Israel durante a Crise do Suez em 1956 e restaurada ao Egipto em 1957. A força de pacificação das Nações Unidas encontra-se estacionada na região desde 1967, quando após a Guerra dos Seis Dias, esta foi recuperada por Israel. Sharm el-Sheikh mantém-se sob o controlo de Israel, até a Península do Sinai passar novamente para a soberania egípcia, depois do tratado de paz Israelo-egípcio de 1982.

Atentado[editar | editar código-fonte]

Em 22 de julho de 2005, a cidade sofreu um atentado terrorista com carros-bomba causando 64 mortos, sendo 54 cidadãos muçulmanos.

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