Simon Wiesenthal

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Simon Wiesenthal
Conhecido(a) por Centro Simon Wiesenthal
Centro de Documentação Judaica
Nascimento 31 de dezembro de 1908
Buczacz, Reino da Galiza, Áustria-Hungria
Morte 20 de setembro de 2005 (96 anos)
Viena, Áustria
Nacionalidade Áustria Austríaco
Progenitores Mãe: Rosa Wiesenthal
Pai: Asher Wiesenthal
Ocupação Caçador de nazistas
Empregador Exército dos Estados Unidos
Religião Judaísmo
Causa da morte Morte por causas naturais

Simon Wiesenthal KBE (Buczacz, 31 de dezembro de 1908Viena, 20 de setembro de 2005) foi um sobrevivente de campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Após passar cerca de quatro anos de sua vida nos campos de Janowska, Plaszow e Mauthausen, durante a Segunda Guerra Mundial, dedicou sua vida a localizar, identificar e levar à justiça criminosos nazistas.

Wiesenthal morreu durante o sono aos 96 anos em Viena, em 20 de setembro de 2005, e foi sepultado na cidade de Herzliya, em Israel, em 23 de setembro. Deixou uma filha, Paulinka Kriesberg, e três netos. O Centro Simon Wiesenthal, localizado em Los Angeles, é nomeado em sua honra.

Vida[editar | editar código-fonte]

Wiesenthal nasceu em 1908 em Buczacz, cidade pertencente à Galícia, no Império Austro-Húngaro (hoje na Ucrânia). Formou-se em arquitetura pela Universidade de Praga em 1932. Em 1936 casou com Cyla Müller. Fixa residência em Lvov, cidade da Polônia que viria a ser ocupada pela União Soviética (atualmente, pertence à Ucrânia).

Quando a Alemanha nazista invadiu a União Soviética em junho de 1941, Wiesenthal e a sua família foram detidos. Passou quatro anos e meio em vários campos de concentração, como o de Mauthausen, onde foi libertado pelas tropas americanas em maio de 1945. Reencontra a sua esposa, com a qual teve uma filha em 1946, passando a viver em Linz, na Áustria.

O centro de documentação sobre as vítimas do Holocausto, fundado por Simon Wiesenthal.

Criador de um centro de documentação sobre as vítimas do Holocausto em 1947, Wiesenthal foi responsável pela prisão de mais de 1.100 criminosos. Em suas memórias, Justiça, não Vingança (1989), afirmou que “os nazistas não escaparão sem punição pelo assassinato de milhões de seres humanos”. Wiesenthal investigou o paradeiro de Adolf Eichmann, alto oficial nazista que organizava o transporte de judeus para campos de extermínio na Europa. Encontrado por ele, Eichmann foi sequestrado na Argentina pelo Mossad (serviço secreto israelense), e levado para ser julgado e condenado à morte em Israel no ano de 1962.

Depois de seis décadas de trabalho anunciou a sua retirada em 2003. Em 19 de fevereiro de 2004 foi feito cavaleiro (KBE) pela rainha Elizabeth II da Inglaterra, em função dos seus contributos para a humanidade. Foi nomeado quatro vezes para o Prémio Nobel da Paz, mas nunca se consagrou como vencedor.

UMA TEORIA CRIADA POR SIMON - Simon escreveu o livro "A Missão Secreta De Cristóvão Colombo - Velas Da Esperança". Segundo o autor, após fazer minuciosas investigações em documentos históricos e entrevistas com especialistas, Cristóvão Colombo tinha a intenção de descobrir a América e levou consigo uma vasta legião de judeus, que eram perseguidos pelos reis católicos espanhóis Fernando e Isabel. Colombo instou que sua tripulação subisse a bordo do navio apenas um dia antes de o decreto real de morte aos judeus na Europa fosse promulgado.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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