Sinal (saúde)

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Sinais, para a área de saúde, são as alterações no metabolismo, no aspecto de uma pessoa, em sua conformação física, que podem ser indicadoras de adoecimento e podem ser percebidas ou medidas pelo profissional de saúde. Difere de sintomas que são as alterações que apenas o paciente pode perceber.

A Semiologia, ou Semiótica é a disciplina que dedica-se ao estudo dos sinais e sintomas.

Classificação dos sinais[editar | editar código-fonte]

Assim como os sintomas, os sinais também podem ser caracterizados segundo sete princípios, mas com interpretação diferente, a saber: cronologia, localização corporal, qualidade, quantidade, circunstâncias, fatores agravantes ou atenuantes e manifestações associadas.

  • Cronologia é a identificação dos aspectos relacionados ao tempo e sequência de evolução dos sinais como a hora do dia, períodos de melhora ou piora.
  • Localização corporal não é apenas determinar o local dos sinais mas também determinar qual o sistema orgânico acometido.
  • Qualidade dos sinais, ao contrário dos sintomas, é de mais fácil determinação, uma vez que o observador tem como visualizar ou medir os sinais.
  • Quantidade é a descrição da intensidade, frequência, número de vezes em que o fenômeno ocorreu, intervalo entre os episódios, volumes de secreções, abaulamentos, edemas.
  • Circunstâncias em que o sinal ou sinais ocorrem, como local, atividade que exerce no momento da ocorrência do sinal, exposição a fatores ambientais, ingestão de alimentos, por exemplo.
  • Fatores agravantes ou atenuantes, embora claramente compreendidos, exigem do examinador a ciência exata das relações entre os sinais e os fatores que neles interferem, de modo a poder selecionar e identificar, sem sugestionar o paciente, aquilo que realmente interfere ou não com o sinal.
  • Manifestações associadas podem ajudar até mesmo na identificação de Síndromes, uma vez que nem sempre o paciente tem a noção da importância da ocorrência de um fenômeno simultâneo a outro.

São exemplos de sinais:

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