Sinalização ambiental

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Sinalização ambiental, Sistema informacional ou design de sinalização, é uma das disciplinas do conhecimento e da formação do arquiteto, do urbanista e do designer. O domínio de técnicas para desenvolvimento de signos de advertência, pictogramas, setas, tipografia específica e de cores são códigos visuais que proporcionam o rápido entendimentos das informações e traduzem a hierarquia orientadora, necessária ao usuário do espaço em questão.

A sinalização tem como objetivo primário a indicação rápida e eficiente dos caminhos, das direções, da localização de elementos espaciais que estão dispersos em um ambiente amplo. Ela é necessária, portanto, quando a arquitetura do lugar não consegue mostrar por si só os caminhos ou a finalidade dos espaços. A sinalização tem caráter de informar além do que se vê, propor decisões em tempo hábil, alertar para a segurança do espaço e ainda confere uma identidade ao lugar, a depender dos grafismos e dos suportes instalados. É, portanto, um dispositivo de interface da instituição, dona do espaço, com o usuário, que o usufrui. O modo como as pessas se localizam no espaço construído (edificações) ou aberto (paisagem) é chamado wayfinding e tem a ver com as características de cognição pessoal, além do contexto cultural do usuário. O trabalho realizado pelo designer de sinalização também pode ser chamado, segundo Per Mollerup, de Wayshowing.

O design de sinalização também é chamado de design ambiental, (Environmental Graphics, segundo Mick Bernard), o que cria uma ambiguidade com o termo design sustentável. No design de ambientes, ou de sinalização, são necessários os conhecimentos do design gráfico, da arquitetura, do design de interiores (iluminação, texturas, cores), além da contribuição de outras áreas como engenharia, psicologia e sociologia, dependendo do projeto. Existem formas padronizadas de pictogramas, como a sinalização para banheiros, achados e perdidos, restaurantes, casas de câmbio. O mais famoso foi criado pela AIGA e amplamente utilizado desde a década de 1970. No Brasil foram padronizadas os pictogramas da área de segurança: saídas de emergência, rotas de fuga e aparelhos de combate a incêndio.

Os Sistemas de sinalização devem durar muitos anos, devido ao alto investimento. Os materiais como polímeros, vinil e uma série de possibilidades disponíveis no mercado hoje, colocam os profissionais desta área bastante confortáveis para tomarem seus partidos em relação ao ambiente a ser sinalizado. O material escolhido influencia na percepção do usuário: ele não pode refletir demais, ou ser escuro demais. É preciso ter durabilidade e legibilidade. Além disso, materiais recicláveis podem ser utilizados nos suportes, trazendo uma nova qualidade para esse tipo de objeto.

Locais de grande fluxo de pessoas são os maiores desafios da sinalização. hospitais, shoppings, aeroportos, rodoviárias, estádios de futebol ou vilas olímpicas tendem a receber pessoas de todas as partes do mundo. Essa miscelânia étnica obriga o profissional a criar padrões - unidades identificáveis de uma família de signos - formais, de fácil reconhecimento para uma determinada atividade, local ou serviço.