Sinarquia

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Sinarquia é um termo político utilizado por teóricos da conspiração para designar o poder exercido por uma elite secreta.[1]

A utilização do termo é recente, se bem que o seu significado e a sua projecção intelectual e social possam ter sido pressentidos, até verbalizados e servido de propósito em muitos momentos da história universal.

Necessitamos de saber se assim foi.

Mas antes, e em primeiro lugar, como se processou a consciencialização do termo (quais os motivos que levaram a apresentar a sinarquia como um sistema social, económico e político viável e desejável para a sociedade ocidental e com que fins).

Por fim, em jeito de conclusão, faremos uma apresentação prospectiva da nuança mais válida do termo nos tempos actuais, quer em termos operativos, quer em termos puramente teoréticos, ou seja, se a "sinarquia" como sistema de organização social aplicado à sociedade ocidental é realizável tal como se expõe e sobretudo se interessa sê-lo.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Sinarquia é um vocábulo composto por duas palavras gregas. A primeira ("sun") remete para união ou conjunção, acordo, concomitância, combinação, enfim, para o que é comum. A segunda ("arké") para princípio, fundamento, autoridade, império, com relação semântica e lexical com o verbo "arko", de que aproveita uma significação mais abrangente: guia, ir à frente e tomar a iniciativa, ser o fundamento que prevalece (ex.: mon-arquia, ou seja, e invertendo a ordem - o governo pelo mando de um).

História[editar | editar código-fonte]

Aventa-se a séria hipótese da relação deste termo com as congeminações filosóficas dos pré-socráticos no que ao homem e à moral concerne.

Contudo, o uso mais antigo registado, remonta ao século XVIII, por um clérigo inglês, Thomas Stackhouse (1677-1752) numa obra de cariz religioso: New History of the Holy Bible from the Beginning of the World to the Establishment o Christianity (2 vols.), 1737.

O dicionário americano Webster's Dictionary, 1828, também refere o termo na acepção simples de "governo conjunto", "soberania".

Mais recentemente (último quartel do século XIX) a palavra Sinarquia é desenvolvida de modo singular por um françês, de seu nome: Joseph Alexandre Saint-Yves d'Alveydre (Marquês de Alveydre). O cunho ocultista, pan- e meta- histórico, hermético de suas obras (tais como: "Missão dos Soberanos", "Missão dos Operários", "Missão da Índia", "Missão dos Judeus", "O Arqueómetra" "A França Verdadeira", etc.), mas também programático e sociológico, já revela todas as confusões ulteriores a que o termo estará associado, que mais não são do que um sintoma da sua progressiva e necessária clarificação.

Alexandre Saint-Yves d'Alveydre (1842-1909), uma personagem interessante e controversa do ocultismo francês, procurou elaborar um sistema filosófico-político com vista à instauração de uma sociedade perfeita governada por sábios (como tantos outros antes dele, desde o distante Platão). O sistema sinárquico elaborado por si foi bastante influenciado pela visão e interpretação cabalística da história (ver: cabala), consistindo não só, e por isso mesmo, numa hermenêutica da história humana como também num programa de acção com bases absolutamente arbitrárias. É considerado um dos luminares da teosofia, aclamado pelos Rosa-crucianos como um mestre ímpar, e uma das mais proeminentes personalidades do movimento de ressurgência do ocultismo em França a partir da 2ª metade do século XIX.

Na "Missão dos Soberanos" apresenta de forma inédita, seus conceitos sociológicos através da sua ideia de Sinarquismo. Esta Missão era dedicada à história da era cristã, pretendia mostrar os defeitos da usurpação do temporal pelo espiritual.

Aos olhos de Saint Yves, a vontade popular traduz apenas os sentimentos, as reações instintivas da massa social. Em oposição a isto, a autoridade, semelhante à consciência humana, faz eco dos princípios eternos da razão: sugere, mas não obriga. Finalmente o poder é aquilo que os romanos chamavam de "Imperium", isto é, a balança da justiça e o gládio que fere. O poder que fere não deve ser confundido com autoridade que orienta. Esta eminentemente espiritual, aquele material. Saint-Yves propõe a forma ideal de governo: sinárquico, onde a harmonia com os princípios eternos de comunidade de valores individuais, substitui a oposição do poder (a força de quem manda) e autoridade (a consciência de quem obedece), pela síntese dos dois.

Para acabar com o estado em que se encontra a Europa, que considerava um desgoverno, propõe a Sinarquia:

" Não se trata nem de destruir e nem de conservar uma ordem social qualquer por cima dos Estados e de seus chefes, porque esta ordem social não existe - ela precisa de ser criada. Por cima das nossas nações e dos nossos governos há que formar um governo geral, puramente científico, que seja uma emanação das nossas próprias nações e que consagre tudo o que constitui a sua vida interior..."[2]

Na actualidade, e desde o fim a 2ª Grande Guerra, o termo tem sido utilizado por associações de cunho integralista católico, por grupos extremistas de direita, nacionalistas e sociedades ocultistas diversas, enfim, por todos aqueles que aproveitaram da Sinarquia, como sistema filosófico-político de cariz meta-histórico e ocultista, uma parte da conceptualização alveydriana sem atentar ao todo re-apreciando-o, ou seja, apenas as suas implicações nacionalistas e ocultistas, sem a motivação da sua renovação e projecção. É verdade que Saint-Yves tenta ultrapassar as iniciativas precedentes de harmonização social, de justiça económica, de penetração filosófica e clarividência política na consecução do mais nobre e muito provavelmente derradeiro objectivo do Homem: a felicidade pessoal (qualquer que seja a forma individual de sua efectivação), mediante um sistema fundamentado e prenhe de implicações. A questão por resolver é no fundo a respiga do que interessa, do que é verdadeiramente útil e utilizável, recusando a importância dada ao acessório e ultrapassado, que ainda, infelizmente, as tentativas recentes mencionadas matizaram e realçaram. É esse o propósito e o estado actual da Sinarquia. Despi-la do acessório e concentrar a sua conceptualização e acção em teorizações e conteúdos programáticos sérios e factíveis.

Justificação da Sinarquia[editar | editar código-fonte]

Em razão do estilhaçar da categoria social povo em um conjunto de indivíduos sem nexo forte; em razão da perda do poder de classe pela ausência, cada vez mais notória, da consciência e força de classe (que o "demos" = povo deteria), o que redunda em alienação contínua de poder (porque se não existe mais essa consciência, ela não pode, sem conveniência hipócrita, ser utilizada para comprovar a justeza do regime actual em que todos almejam e dizem falar e agir em prol do bem geral, enfim, do povo) a Sinarquia, como reunião e acordo dos poderes individuais, como libertação consciente desse poder em forma de acção positiva, estabelece-se como um sistema filosófico-político-económico não só viável como inovador em sua resposta coerente ao duplo desafio que as democracias de há muito impendem sobre o homem-cidadão: substituição de uma categoria política morta ("demos") por uma categoria social emergente (o indivíduo em suas múltiplas ligações); ultrapassagem de um poder de classe enraízado que já nada significa, simplesmente por não se basear numa categoria social que o justifique, ou seja, que o torne operativo, por um poder real que dimana do próprio indivíduo, que tece sem preconceitos as combinações inter-individuais de poder possíveis a partir de uma elaboração sobre o seu presente e futuro sem restrições de índole forçada (falamos de todos aqueles agrupamentos que mais do que potenciar as faculdades individuais, as oprimem, ao ponto de cada um não agir senão em função daquilo que pode ser e não daquilo que na realidade tenta ser e que no fundo é em potência).

Sinarquia como Vontade[editar | editar código-fonte]

A sinarquia como sistema filosófico pretende conjugar as três funções que constituem as propriedades fundamentais da existência do ser humano, a saber: a função nutritiva e reprodutiva (vida vegetativa que visa a permanecer nesse estado), a função social (vida sensitiva que visa a sustentar esse estado) e a função representativo-criativa (vida intelectiva que visa a conhecer o estado/inovar além dele).

O exercício espontâneo e natural dessas três funções é bastante para comprovar a sua imediatez.

A Economia organiza a primeira e relaciona-se com a força.

A Política, organiza a segunda e relaciona-se com a virtude.

A Cultura, organiza a terceira e relaciona-se com a educação.

Estes três estratos vivenciais do ser humano devem corresponder a três formas de regulação, no sentido de não permitir que qualquer uma destas funções domine a outra, ou seja, e de forma positiva, de tentar conciliar e harmonizar os elementos da tríade vital (ser e estar, querer e fazer, pensar e agir), reconhecendo aos poderes individuais, as potências que nascem com o indivíduo, a sua dinâmica transformadora.

A Sinarquia como sistema organizativo da sociedade, que remete para comando em conjunto, poder em comum, conjugação de iniciativa, tem uma acção actualizadora do ser homem, como se se apoiasse numa biologia social.

Sendo assim, revela-se nas três áreas principais de actuação humana:

1. Economia

2. Política O controle do Estado em relação às actividades económica e cultural assume proporções indefensáveis. Ao Estado (funcionalismo público, políticos executivos, legisladores, magistrados) cumpre administrar as coisas e governar os homens.

A centralização a todo o custo torna-o usurpador da soberania individual. Como organismo tentacular afasta o cidadão de tal forma que ele não se revê mais no Estado, nessa máquina anónima e irresponsabilizável.

Defeitos do Estado: despersonalização e desreponsabilização do indivíduo.

O parlamentarismo moderno, a suposta representatividade, baqueia a vários níveis, e em traços gerais: serve quem serve; não filtra a incompetência criteriosamente (habitualmente não se encaram de frente as questões, como é possível então sequer conhecê-las a fundo para poder legislar em consciência e com o fundamento necessário); é razão de alienação do poder individual de deliberar, optar e executar (apenas em razão do número dos membros da comunidade e das faculdades diversamente distribuídas entre eles se pode determinar a transferência dessas prerrogativas políticas para um porta-voz, executor de vontade e com a mesma vontade; mas nunca quem a possa representar! - pela sua própria natureza individual e intransmissível).

Defeitos do parlamentarismo: degeneração em oligarquia incompetente e correlativa desligação do mérito, da honra e honestidade intelectual.

Sendo assim, o Estado peca por centralizar excessivamente, por não escutar nem arrazoar o suficiente (referindo-nos, respectivamente, aos programas políticos e à pré-selecção dos dirigentes), por não racionalizar o bastante as suas escolhas (comissários e programas políticos), furtando-se à razão que orienta no sentido de basear o programa político na livre opção de todos (prioridades gerais), assim como fomenta a selecção criteriosa tanto de porta-vozes (caso seja necessário) como, e o mais importante, a pré-selecção de executores e legisladores que hão-de se apresentar ao plebiscito, sem outro vínculo entre si que não seja o de encaixarem perfeitamente no perfil do servidor da república (sendo que a reforma da justiça, nos seus conteúdos, e sobretudo na eficiência da sua aplicação e eficácia do seu regime em determinada comunidade, depende da correcta actuação destes últimos).

O Eleitorado caracteriza-se por possuir duas camadas distintas de consciência, que embora se interliguem, são destacáveis em sua compreensão e uma camada intermédia de ambas participante:

  • Consciência social: deve-se ao facto dos cidadãos ocuparem o mesmo espaço territorial, os problemas, as questões, as aspirações e necessidades serem idênticas;
  • Consciência sócio-individual: os interesses a níveis diversos (profissional, cultural, económico-financeiro, moral, segurança, sáude, etc.) comuns, como caso intermédio de valorização grupal, representam uma intensificação natural dos laços entre indivíduos e correlativa diminuição da solidariedade colectiva inter-grupal.
  • Consciência individual: deve-se ao facto da força que impele (conservação no próprio ser), da virtude que escora (socialização de acordo com as vontades individuais) do conhecimento que elabora (re-criação e criação) serem propriedades comuns, mas distintas em cada um dos homens. A força do instinto proporciona o ser. A virtude do privilégio projecta a vontade. O conhecimento da diferença incita a acção.

3. Cultura

Sinarquia como Representação[editar | editar código-fonte]

Esta é a parte mais controversa do sistema para-científico de Saint-Yves. Resultado da compreensão mais profunda do homem, da sua natureza intrínseca, é o conhecimento de que a Sinarquia é portadora. Esse conhecimento arvora-se num dado anterior à própria narrativa histórica, sendo ao mesmo tempo susceptível de observação empírica. Saint-Yves combina transcendente e imanente para conduzir à aceitação inequívoca da infalibilidade lógica e real das 3 funções humanas (física, social e cultural) com sua raíz profunda na própria natureza humana.

A primeira (nutrição-reprodução) relaciona-se com a ordem económica. A segunda (socialização) relaciona-se com a ordem moral e a justiça legal. A terceira (intelectualidade e acção derivada) relaciona-se com a ordem cultural simbólica e instrumental.

A partir desta presmissa ao mesmo tempo lógica e real, Saint-Yves analisa a sociedade do seu tempo e conclui algo que pode muito bem ser transportado para os dias de hoje:

   1. É comum separar a moral da política.
   2. É comum separar a ciência e a moral da dinâmica sociocultural.
   3. É comum separar a cultura da ética pessoal, social e profissional relativizando a moral.

Para reverter estes erros propõe:

   1. Submissão da política à moral.
   2. Submissão do poder à autoridade.
   3. Submissão da lei à vontade esclarecida dos mandantes que são também aqueles que obedecem.

Propõe a existência de 3 conselhos reguladores das ordens respectivas: - económico, judicial, espiritual (ou didáctico)

Numa das suas obras mais importantes ("A França Verdadeira") tece uma história sinarquista de França onde afere os Estados Gerais ao espírito; a aristocracia de então à política e regulação social; o terceiro estado à economia.

Actualmente o 3º Estado não está representado. Ele não existe - nem como categoria social, nem como categoria política.

Muito sagaz é a sua apreciação sobre a instituição eclesiástica que abordamos aqui de modo muito resumido. A Igreja perdeu-se quando, nos sécs. IV e V, se furtou à sua pura vocação espiritual. A disciplina e hierarquia evoluíram de uma forma política, antievangélica (os meios imperiais, que deveria reger espiritualmente, passaram a regê-la, pelo que integrou todo o seu aparato e lógica de dominação; a Igreja, cujo legado deveria preservar, submeteu, para poder dominar e controlar as almas dos fiéis, o espiritual ao temporal - em termos de essência - e o temporal ao espiritual - em termos operativos, anunciando uma caridade activa e não a praticando, não tendo o temporal uma independência e liberdade reais tal como Cristo anunciou, antes está submetido a noções fantasistas, vínculos ritualísticos e doutrinais e fins abstrusos que não os evangélicos ou então com uma capa evangélica não dominante).

  • O temporal esmoreceu e submeteu: a liberdade cristã, a doutrina, a direcção episcopal, a vida do cristão (poder-se-á mesmo dizer e deduzir que a própria Igreja, desde o seu nascimento oficial com o édito de Milão de Constantino, não foi senão uma instituição em essência antievangélica, porquanto por muito que fosse animada pelo espírito evangélico dos primeiros cristãos, chamados propriamente "nazarenos", por muito que o espírito divino a imbuísse da fé verdadeira, continha o germe da sua destruição, o qual, enquanto permanecesse instituição hierárquica jamais poderia combatê-lo - o poder, visto que a autoridade perpassa todo e qualquer cristão, é mesmo o fundamento de sua total e inamissível liberdade.
  • O espiritual eivado de poder integrou e submeteu: a liberdade de iniciativa, a livre operatividade, a dinâmica cultural aberta e renovadora das sociedades.

É bem verdade que o temporal já se encontra liberto das amarras de um poder institucional castrante, ou seja, independente da autoridade fundada na ética igualitária cristã, e desde o cisma do ocidente.

Apenas o espiritual ainda se encontra sob o efeito pernicioso da hierarquia, cujo poder sobrevive desenraízado, em ruptura com a autoridade evangélica (cuja única norma, paradoxalmente proferida por um epíscopo nas suas horas mais lúcidas, é: "ama e faz o que quiseres", Santo Agostinho), e mesmo contra ela.

As palavras de Saint-Yves em "A França Verdadeira", Tomo I, p. 169, sobre a Igreja decalcada no imperialato romano, repassada de ambições monárquicas e autoritárias, são esclarecedoras sobre este assunto: "É a tradição cesariana que se ergue em Roma, não como autoridade de magistério nem como potência de persuasão, mas como poder político, domínio justiceiro, o que é absolutamente contrário ao reino de Jesus-Cristo"

Por sua vez, os senhores feudais ao verem o seu poder crescer alhearam-se do poder político de Roma, reclamando poder e batendo o papado no seu próprio terreno.

Sinarquia e Democracia[editar | editar código-fonte]

A base da democracia é a liberdade. O exercício da liberdade, para que efectivamente o seja, exige alternativa no mando e obediência, a soberania de todos com prevalência da maioria na elaboração das leis, a harmonia entre a força e independência do número (a 1ª é uma prerrogativa que considera a dignidade do homem em si mesma; a 2ª é uma condição - instrução, informação, educação, experiência de vida - sem a qual as capacidades deliberativa, optativa e executiva do homem não apresentarão jamais a individualidade, mas uma espúria delegação, pois que não é de um porta-voz que se constitui para executar a vontade partilhada que se trata, mas do trabalho prévio, e portanto de alguém a quem se permite apoderar, mediante cedência insensata, irreflectida, irresponsável e ignara, da representação do irrepresentável, ou seja, da própria individualidade - os casos que exijam, em razão das faculdades individuais necessárias somente, visto que a razão do número com as recentes tecnologias é facilmente ultrapassável, representação efectiva, mais do que mera delegação de cumprimento, ocorrem a jusante, em sede de especialidade e não quando se trata de definir as prioridades gerais de um programa político e muito menos quando se trata de escolher os delegados pré-seleccionados criteriosamente, que apenas se tornam representantes no efectivo exercício de funções no governo e assembleia legislativa) com o mérito devido aos que apresentem no exercício daquela liberdade as propriedades e faculdades mais convenientes ao bem-estar de todos, o que é o mesmo que dizer, à sua perpetuação.

Elementos comuns:

Isonomia - a todos é garantido a igualdade perante a lei, sem distinções de qualquer natureza.

Isotimia - assegura o exercício de quaisquer funções públicas, desconsiderando títulos ou funções hereditárias, o que permite o acesso de todo o cidadão livre.

Isagoria - garante a oportunidade de emitir opinião, direito de palavra, de falar nas assembleias.

Referências

  1. Rupal Parekh (19 de maio de 2008). WPP'S 'Synarchy' Name Choice Sparks Sneers (em Inglês) Ad Age Agency News. Visitado em 25 de outubro de 2011.
  2. Saint-Yves, O Arqueómetra.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  • Dados sobre a visão integralista da Sinarquia: [1]