Sirene

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A sirene é um dispositivo destinado a lançar avisos sonoros.

Embora já tenha sido utilizada como instrumento musical (por exemplo, George Gershwin na obra “Um americano em Paris” em 1928, ou Edgar Varèse na obra “Ionization” em 1931), a sirene geralmente não é vista como tal. Ela era mais utilizada para fazer soar alarmes sonoros.

A sirene é constituída por um cilindro de baixa altura, perfurado nas suas duas faces planas, e por um disco rotativo, também ele perfurado, que se encontra no interior do cilindro. Esse disco é posto em rotação através de uma manivela, e a sucessiva interrupção do fluxo de ar entre os furos do cilindro e do disco provoca redemoinhos acústicos que vão provocar o característico “uivo” da sirene. A altura do som depende da velocidade da rotação. Como instrumento musical, a sirene é considerada um aerofone livre, de interrupção, de rotação.

Antigamente, as sirenes eram usadas em veículos de bombeiros, em ambulâncias, em edifícios para assinalar incêndios, ataques ou outros casos de emergência. Para se fazerem ouvir a grandes distâncias eles eram mecanizadas e dotadas de amplificação. Hoje em dia as sirenes foram substituídas por dispositivos automáticos e amplificados eletricamente.