Software livre
| A Wikipédia possui o portal: Software Livre {{{Portal2}}}
{{{Portal3}}}
{{{Portal4}}}
{{{Portal5}}}
|
Software Livre, software de código aberto ou software aberto é qualquer programa de computador cujo código-fonte deve ser disponibilizado para permitir o uso, a cópia, o estudo e a redistribuição. O conceito de livre ou aberto se opõe ao conceito de software restritivo (software proprietário), mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). Ao distribuir o software livre, o detentor dos direitos deve escolher uma licença de software livre que normalmente é anexada ao código-fonte. Esta licença informará quais os direitos que o autor estará transferindo e quais as condições que serão aplicadas.
[editar] Definição
| Free Software Foundation | |
|---|---|
| Logo oficial FSF | |
| Formação | Outubro de 1985 |
| Sede | Boston, MA |
| Presidente | Richard Stallman |
| Website | http://www.fsf.org/ |
| Open Source Initiative | |
|---|---|
| Logo oficial OSI | |
| Formação | Fevereiro de 1998 |
| Sede | San Francisco, CA |
| Presidente | Michael Tiemann |
| Website | http://opensource.org/ |
As duas principais organizações internacionais responsáveis pela proteção e promoção do software livre, a Free Software Foundation (FSF) e a Open Source Initiative (OSI), atuam também para garantir que os termos Free Software e Open Source sejam utilizados de forma correta.
A Free Software Foundation considera um software como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários:
- Liberdade 0: A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito;
- Liberdade 1: A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades;
- Liberdade 2: A liberdade de redistribuir cópias do programa de modo que você possa ajudar ao seu próximo;
- Liberdade 3: A liberdade de modificar o programa e distribuir estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie.
Para que as quatro liberdades sejam satisfeitas é necessário que o programa seja distribuído juntamente com o seu código-fonte e que não sejam colocadas restrições para que os usuários alterem e redistribuam esse código.
A liberdade de executar o programa significa que qualquer tipo de pessoa física ou jurídica pode utilizar o software em quantas máquinas quiser, em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem nenhuma restrição imposta pelo fornecedor.
A liberdade de redistribuir o programa executável (em formato binário) necessariamente inclui a obrigatoriedade de disponibilizar seus códigos-fonte. Caso o software venha a ser modificado e o autor da modificação queira distribuí-lo, gratuitamente ou não, será também obrigatória a distribuição do código fonte das modificações, desde que elas venham a integrar o programa. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele possa ser redistribuído, já que as licenças de software livre assim o permitem.
A Open Source Initiative (OSI), por conta da ambiguidade da palavra “free” em inglês, prefere a expressão Open Source, que em língua portuguesa é traduzida por software livre, software de código aberto ou software aberto. A disponibilidade do código-fonte não é condição suficiente para que ele seja considerado de código aberto. É necessário satisfazer dez critérios, inspirados nas Orientações sobre Software Livre do projeto Debian:
- Livre redistribuição. Sua licença não pode restringir ninguém, proibindo que se venda ou doe o software a terceiros.
- Código-fonte. O programa precisa obrigatoriamente incluir código-fonte e permitir a distribuição tanto do código-fonte quanto do programa já compilado.
- Obras derivadas. A licença deve permitir modificações e obras derivadas que possam ser redistribuídas dentro dos mesmos termos da licença original.
- Integridade do código do autor. A licença pode proibir que se distribua o código-fonte original modificado desde que a licença permita a distribuição de patch files com a finalidade de modificar o programa em tempo de construção.
- Não discriminação contra pessoas ou grupos. A licença não pode discriminar contra pessoas ou grupos.
- Não discriminação contra áreas de utilização. A licença não pode restringir os usuários de fazer uso do programa numa área específica.
- Distribuição da licença. Os direitos associados ao programa através da licença são automaticamente repassados a todas as pessoas às quais o programa é redistribuído sem a necessidade de definição ou aceitação de uma nova licença.
- Licença não pode ser específica a um produto. Os direitos associados a um programa não dependem de qual distribuição em particular aquele programa está inserido. Se o programa é retirado de uma distribuição, os direitos garantidos por sua licença continuam valendo.
- Licenças não podem restringir outro software. A licença não pode colocar restrições em relação a outros programas que sejam distribuídos junto com o software em questão.
- Licenças devem ser neutras em relação a tecnologias. Nenhuma exigência da licença pode ser específica a uma determinada tecnologia ou estilo de interface.
[editar] Ideologia: as diferenças entre Software Livre e Código Aberto
Muitos defensores do software livre argumentam que a liberdade é valiosa não só do ponto de vista técnico, mas também sob a ótica da moral e ética. É neste aspecto que o movimento de software livre (encabeçado pela FSF) se distingue do movimento de código aberto (encabeçado pela OSI), que enfatiza a superioridade técnica em relação a software proprietário, ao menos em potencial.
Os defensores do código aberto (também conhecido como open source em inglês) normalmente argumentam a respeito das virtudes pragmáticas do software livre ao invés das questões morais. A definição de software livre da FSF concentra-se prioritariamente na questão da liberdade do usuário, a definição de Software Aberto da OSI abarca as mesmas características, mas incluem algumas restrições adicionais focadas no modelo corporativo e em negócios comerciais montados em torno do software. Não há uma grande discordância entre as duas vertentes, boa parte da comunidade se identifica com ambas as organizações (FSF e OSI), a diferença sutil está no discurso e no público alvo. O conjunto de licenças aprovadas pela FSF e pela OSI é quase idêntico e, portanto, em termos pragmáticos, podemos considerar que o movimento pelo software livre e a iniciativa pelo código aberto se preocupam com o mesmo software, apenas com pontos de vista diferentes. Desta forma, todo software de código aberto é também um software livre.
[editar] Vantagens e Desvantagens do Software Livre
O compartilhamento do código-fonte pode simplificar o desenvolvimento de aplicações personalizadas, que não precisam ser programadas a partir do zero, mas baseadas em soluções existentes. Essa vantagem tem impacto significativo na redução de custos e na diminuição na duplicação de esforços. Além disso, o compartilhamento se refere à possível melhoria na qualidade devido ao maior número de desenvolvedores e usuários envolvidos com o software. Um maior número de desenvolvedores é capaz de identificar e corrigir mais bugs em menos tempo e um número maior de usuários gera situações de uso e necessidades variadas. É esperado que o desenvolvedor seja mais cuidadoso com o seu trabalho pois sabe que a sua produção será avaliada por outros profissionais e possivelmente terá reflexos em sua carreira profissional [1] [2].
Do ponto de vista econômico o software livre promove o estabelecimento de vários fornecedores entre si com base no mesmo software. Esta competição entre fornecedores traz vantagens aos usuários, pois dá melhores garantias quanto ao desenvolvimento futuro do sistema e induz a uma redução nos preços, uma vez que não há necessidade de pagar por novas versões do sistema quando o software é fechado. Para os fornecedores, os custos quanto os riscos associados ao desenvolvimento do software são diluídos entre os diversos concorrentes. Segundo Ghosh [3] a maior parte (mais de 80%) tanto do dinheiro gasto com software pelas empresas quanto dos postos de trabalho no mercado de software são voltados para aplicações personalizadas e treinamento. Desta forma, a software livre se insere também nesta faixa de mercado. Estas vantagens possibilita e incentiva o surgimento de pequenas empresas que podem atender os mercados locais e consequentemente redução na dependência de empresas estrangeiras. Apesar das vantagens mencionadas, o software livre também tem limitações e que algumas delas também são comuns ao software restrito. Uma dos principais motivos em não utilizar software livre consiste na ausência de garantias e suporte. As licenças de software livre em geral, eximem o autor de qualquer responsabilidade por problemas gerados pelo software. Dessa forma, no caso em que uma empresa precisa fornecer garantias a seus clientes, ou quando a indisponibilidade de um sistema pode causar grandes prejuízos, pode ser melhor que a empresa adquira uma solução em que eventuais problemas sejam delegados a um fornecedor ou que esse tenha que indenizar a empresa. Por outro lado, existem empresas que oferecem contratos de prestação de serviços baseados em software livre onde essas empresas assumem formalmente a responsabilidade pelo funcionamento adequado do produto e também grande parte do software restrito disponível também busca em seu contrato se eximir de responsabilidades tanto quanto a legislação permite.
Qualidade, reputação e imagem também são vistos como desvantagens na adoção do software livre. Quando não há empresa de renome por trás do software oferecido, há uma maior dificuldade em avaliar as alternativas. Também há o receio se o software livre vai continuar sendo mantido no futuro e deixe-se de oferecer suporte para ele. Por outro lado, a disponibilidade do código-fonte alivia esses problemas, pois é possível avaliar a qualidade do próprio código e o usuário pode continuar investindo em sua manutenção caso o software seja abandonado.
Para quem produz o software, optar pelo modelo aberto pode ser visto como desvantagem à medida que a propriedade intelectual está exposta. Mesmo que a empresa criadora do software implemente novas funcionalidades, essas funcionalidades são automaticamente absorvidas pelas concorrentes, eliminando a possibilidade de uma diferenciação rápida no mercado e as possibilidades de lucro são reduzidas. Nessa situação é necessário buscar outros modelos de negócios.
A pouca experiência do mercado em lidar com o software livre e o próprio fato de o software ser, em geral, gratuito, podem gerar dúvidas sobre a viabilidade econômica ou a qualidade do software. Estes conceitos estão sendo revertidos aos poucos. As empresas estão percebendo que é mais vantajoso aprimorar/contribuir com o software livre do que investir na construção de um novo software similar e proprietário.
Por fim, uma dificuldade que é compartilhada pelo software livre e pelo software restrito é a existência de patentes de software. Esse tipo de patente é considerada desvantajosa para a comunidade e o mercado de software, a ponto de não ser reconhecida na maioria dos países (inclusive no Brasil). No entanto, na prática, vários países reconhecem, pelo menos parcialmente patentes desse tipo e na medida em que o software livre ganha notoriedade, restrições causadas por patentes em um país têm efeito sobre toda a comunidade.
[editar] Breve Histórico
Durante a década de 60, os computadores de grande porte, utilizados quase exclusivamente em grandes empresas e instituições governamentais, dominavam o mercado da Computação. Nesta época, não era comum do ponto de vista comercial a ideia do software como algo separado do hardware. O software era entregue junto com o código-fonte ou, em muitas vezes, apenas o código-fonte. Existiam grupos de usuários que compartilhavam código e informações. Assim, no início, o software era livre: pelo menos para aqueles que tinham acesso à tecnologia da época [2].
Em 1984, Richard Stallman, funcionário do Laboratório de Inteligência Artifical do MIT, passou por uma experiência negativa com software comercial e deu origem ao Projeto GNU. Durante o período que estava no MIT identificou uma falha no software de uma impressora Xerox. Tentou corrigi-la, mas a empresa não liberou o código-fonte. Esse fato motivou Richard Stallman a criar um mecanismo legal que garanti-se a todos desfrutarem dos direitos de copiar, redistribuir e modificar software, dando origem a Licença GPL. Para institucionalizar o Projeto GNU, Stallman fundou a Free Software Foundation (FSF). Nasce assim o Movimento do Software Livre.
Em julho de 1991, Linus Torvalds, um estudante finlandês da Universidade de Helsinki, divulgou uma mensagem mencionando sobre seu projeto de construir um núcleo livre, similar ao Minix, e obteve ajuda de vários desenvolvedores. Em setembro do mesmo ano, Linus lançou a versão oficial do que é hoje o Linux. Centenas de desenvolvedores se juntaram ao projeto para integrar todo o sistema GNU em torno do núcleo do Linux. O núcleo do Linux, bem como um grande número de componentes (compilador, editor de textos, shell, etc) integrados em torno dele foram distribuídos sob licença GPL. Dessa forma, nasceu o sistema operacional GNU/Linux.
Em 1997, Eric Raymond, apresenta o artigo A catedral e o bazar, onde discute as vantagens técnicas do software livre e aborda os mecanismos de funcionamento do desenvolvimento descentralizado. Em 1998, Raymond foi um dos protagonistas, junto com Linus Torvalds, da criação da Open Source Initiative (OSI), defendendo a adoção do software livre por razões técnicas e sugerindo o uso da expressão open source ao invés de free software, evitando a ambiguidade do termo free (que pode significar tanto livre quanto gratuito, na língua inglesa).
A pluralidade de ideias e concorrência natural entre os sistemas e aplicações dentro do movimento software livre fazem parte de seu mecanismo de evolução, bem como influencia positivamente em sua qualidade. A concorrência entre os navegadores, ferramentas de escritório, gerenciador de janelas e banco de dados são os exemplos mais conhecidos. Do restante da história do software livre até os dias atuais, podemos encontrar uma grande quantidade de soluções de alta qualidade que foram e estão sendo liberadas sob licença livre, em geral apoiadas tanto pela OSI quanto pela FSF.
[editar] Principais Projetos de Software Livre
Ao longo da evolução do modelo de desenvolvimento empregado em software livre, alguns projetos se destacaram dentro da comunidade de desenvolvedores e ganharam prestígio dos usuários pela sua qualidade. Esses projetos podem ser considerados ícones que representam o sucesso de uma metodologia que no início não atraiu empresas a adotarem-no devido à sua informalidade e a valorização dos indivíduos sobre o processo. Dentre os projetos que conquistaram tal prestígio, podemos enumerar o pioneiro GNU/Linux, o servidor de páginas de internet Apache, o IDE Eclipse e o navegador Mozilla Firefox.
[editar] GNU/Linux
Considerado o principal projeto de software livre existente, o GNU/Linux é a junção do núcleo (kernel) Linux, desenvolvido por Linus Torvalds e o pacote de serviços e ferramentas originados do projeto GNU, liderado por Richard Stallman. O GNU/Linux é o sistema operacional mais usado em servidores [4], o que justifica-se pelo seu bom desempenho e confiabilidade. Ele foi o principal responsável pelo reconhecimento do sucesso do modelo de desenvolvimento de software livre.
[editar] GNOME
[editar] Servidor Apache
O servidor HTTP Apache, ou simplesmente Apache, é o servidor HTTP mais popular da WEB e responsável pelo processamento da maior parte das páginas disponibilizadas atualmente na Internet. Além de simples e eficiente, possui uma arquitetura modular que permite sua extensão e integração com outros aplicativos. Apesar de ser encontrado em sua maior parte instalado em servidores com sistemas operacionais POSIX (Unix, Linux, FreeBSD, etc) possui também versões para Windows e Mac OS.
[editar] Eclipse
Originado a partir do VisualAge da IBM, o Eclipse é um dos principais ambientes integrados de desenvolvimento de software (IDE) para a plataforma Java. Desenvolvido na própria linguagem Java, ele possui uma arquitetura modular que permite a criação de plugins para diversas linguagem de programação (C/C++, Php, Python, etc) e kits de desenvolvimento de software (SDK). Atualmente é a IDE oficial para desenvolvimento de aplicativos para o sistema operacional Android.
[editar] Firefox
O Mozilla Firefox é um navegador de páginas de internet livre multi-plataforma desenvolvido pela Mozilla Foundation (em português: Fundação Mozilla). A intenção da fundação é desenvolver um navegador leve, seguro, intuitivo e altamente extensível que se adeque às necessidades de seus usuários[5]. O software é mantido com ajuda de centenas de colaboradores, que trabalham coreografados pelo Bugzilla, também produzido pela mesma fundação [6]. É considerado um dos melhores softwares para seu propósito e possui grande aceitação pelos usuários[7]. O Mozilla Firefox é um dos componentes do pacote de programas Seamonkey, também mantido pela Fundação Mozilla.
[editar] Movimento Software Livre
[editar] Motivação
Os desenvolvedores de software na década de 70 frequentemente compartilhavam seus programas de uma maneira similar aos princípios do software livre. No final da mesma década, as empresas começaram a impor restrições aos usuários com o uso de contratos de licença de software. Em 27 de setembro de 1983, Richard Stallman postou uma mensagem nos grupo de notícias net.unix-wizards e net.usoft com o assunto new Unix implementation. Nessa mensagem, ele informa que está começando a escrever um sistema compatível com UNIX chamado GNU (um acrônimo recursivo para Gnu’s Not Unix) e que ele será dado a todas as pessoas interessadas. No início de 1984 largou seu emprego no laboratório de Inteligência Artificial do MIT, para dedicar-se em tempo integral ao projeto. E em outubro de 1985 Stallman fundou a Free Software Foundation (FSF) e introduziu os conceitos de software livre e Copyleft, os quais foram especificamente desenvolvidos para garantir que a liberdade dos usuários fosse preservada.
O movimento software livre não costuma tomar uma posição sobre trabalhos que não sejam programas de computador, i.e., software e suas respectivas documentações, mas alguns defensores do software livre acreditam que outros trabalhos que servem a um propósito prático também devem ser livres (veja Free content).
Para o Movimento do software livre, que é um movimento social, não é ético aprisionar conhecimento científico, que deve estar sempre disponível, para assim permitir a evolução da humanidade. Já o movimento pelo Código Aberto, que é um movimento mais voltado ao mercado, prega que o software desse tipo traz diversas vantagens técnicas e econômicas. O segundo surgiu para levar as empresas a adotarem o modelo de desenvolvimento de software livre.
Como a diferença entre os movimentos "Software Livre" e "Código Aberto" está apenas na argumentação em prol do mesmo tipo de software, é comum que esses grupos se unam em diversas situações ou que sejam citados de uma forma agregadora através da sigla "FLOSS" (Free/Libre and Open Source Software).
[editar] Movimentos Relacionados
Inspirados na GPL e nas propostas do movimento do software livre, foi criado um repositório de licenças públicas, chamado Creative Commons, cujos termos se aplicam a variados trabalhos criativos, como criações artísticas colaborativas, textos e software [8], Entretanto, a maioria destas licenças não são reconhecidas como realmente livres pela FSF e pelo movimento de software livre.
O software livre está inserido num contexto mais amplo onde a informação (de todos os tipos, não apenas software) é considerada um legado da humanidade e deve ser livre (visão esta que se choca diretamente ao conceito tradicional de propriedade intelectual). Coerentemente, muitas das pessoas que contribuem para os movimentos de Conhecimento Aberto — movimento do software livre, sites Wiki, Creative Commons, etc. — fazem parte da comunidade científica.
Cientistas estão acostumados a trabalhar com processos de revisão mútua (ou por pares) e o conteúdo desenvolvido é agregado ao conhecimento científico global. Embora existam casos onde se aplicam as patentes de produtos relacionados ao trabalho científico, a ciência pura, em geral, é livre [9].
[editar] Tipos de Licença de Software Livre
Todo software livre deve ser licenciado através de uma licença de software livre. Uma das mais conhecidas é a GNU GPL. Entretanto, existem diversas outras: GNU AGPL, GNU LGPL, GNU FDL , MPL (Licença pública Mozilla), Licença Apache, Licença MIT e Licença BSD.
[editar] Software Livre e Software em Domínio Público
Software livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante a autoria do desenvolvedor ou organização. O segundo caso acontece quando se passam os anos previstos nas leis de cada país de proteção dos direitos do autor e este se torna bem comum. Ainda assim, um software em domínio público pode ser considerado como um software livre, desde que atenda as liberdades definidas pela Free Software Foundation, como citadas anteriormente.
[editar] Software Livre e Copyleft
Licenças como a GPL contêm um conceito adicional, conhecido como copyleft. Ao contrário de copyright, em copyleft o autor cede alguns direitos. Por isto o termo left. Na prática isto significa que o autor continua sendo o dono, mas sua obra pode ser utilizada/modificada/distribuída por outras pessoas, respeitando termos específicos de licença. Um software livre sem copyleft pode ser transformado em não-livre por um usuário, caso assim o deseje. Já um software livre protegido por uma licença que ofereça copyleft, se distribuído, deverá ser sob a mesma licença, ou seja, repassando os direitos.
Associando os conceitos de copyleft e software livre, programas e serviços derivados de um código livre devem obrigatoriamente permanecer com uma licença livre (os detalhes de quais programas, quais serviços e quais licenças são definidos pela licença original do programa). O usuário, porém, permanece com a possibilidade de não distribuir o programa e manter as modificações ou serviços utilizados para si próprio.
[editar] Modelos de Negócio com Software Livre[2]
Devido ao crescimento substancial do software livre, empresas têm obtido sucesso em sua exploração comercial com diferentes modelos de negócio. Existem abordagens específicas para um tipo de produto ou situação, outras para um nicho de mercado limitado ou ainda as que se adaptam ao porte da empresa.
É possível distinguir os modelos de negócio em dois grandes grupos, baseado no aspecto de participação no desenvolvimento. O primeiro financia o desenvolvimento do software remunerando os profissionais envolvidos. O segundo estimula a adoção do software no mercado e promove treinamentos e consultoria. No entanto, ambos pertencem econômico e tecnológico do software livre no mercado.
Entre os modelos existentes destacam-se:
- Redistribuição (CDs e DVDs com software livre)
- Extensões não-livres
- Produtos e serviços privilegiados
- Licenciamento dual
- Licença com prazo de validade
- Integração com produtos de hardware
- Serviços baseados em software livre
- Serviços diretos e padronizados
- Propaganda e Franquias
[editar] Principais entidades ligadas ao Software Livre
O fortalecimento do movimento de software livre se deu, em grande parte, graças à colaboração de voluntários organizados em comunidades, associações de corporações e empresas que contribuíram significativamente com o desenvolvimento e financiamento de projetos de código aberto. As entidades atuam em diferentes níveis, desde a divulgação do movimento pela liberdade até o financiamento de desenvolvedores e projetos diretamente ligados à produção de softwares livres.
[editar] Free Software Foundation (FSF)
A Fundação do Software Livre (Free Software Foundation - FSF) é uma organização sem fins lucrativos fundada por Richard Stallman em 4 de outubro de 1985 para apoiar o movimento do software livre, baseado em copyleft e que visa promover a liberdade universal para criar, distribuir e modificar software. A FSF é sediada em Massachusetts, EUA. Desde sua fundação até meados da década de 1990, seus recursos eram usados em maior parte para contratar desenvolvedores para trabalhar em software livre para o projeto GNU. Posteriormente, direcionou seus empregados e voluntários para atuar em questões legais e estruturais para o movimento e a comunidade do software livre.
[editar] Open Source Initiative (OSI)
A Open Source Initiative (OSI) - Iniciativa pelo código aberto - é uma organização dedicada a promover o software de código aberto. Ela foi criada para incentivar uma aproximação de entidades comerciais com o software livre. Sua atuação principal é a de certificar quais licenças se enquadram como licenças de software livre, e promovem a divulgação do software livre e suas vantagens tecnológicas e econômicas.
A organização foi fundada em fevereiro de 1998, por Bruce Perens e por Eric S. Raymond. A formação da OSI começou com a publicação do trabalho de Eric Raymond, A Catedral e o Bazar em 1997.
[editar] Eclipse Foundation
A Fundação Eclipse é uma organização sem fins lucrativos, com membros que apoiam e desenvolvem o Eclipse, um projeto de software livre, e que ajudam e cultivam tanto a comunidade de código aberto, como também o conjunto de produtos e serviços complementares da mesma plataforma. Foi fundada entre 2003-2004 pela Eclipse Consortium, um consórcio não oficial de cinquenta indústrias, uma entidade legal e sem fins lucrativos para conduzir e desenvolver os produtos Eclipse.
[editar] CodePlex
CodePlex é uma comunidade de projetos de código aberto, como SourceForge, mantido pela Microsoft. Seu principal objetivo é fomentar o desenvolvimento de software livre para a plataforma Windows. O site [CodePlex] oferece páginas Wiki, fóruns e sistema de controle de código fonte como Mercurial e Subversion.
[editar] GNOME Foundation
A Fundação GNOME (GNOME Foundation) é uma organização sem fins lucrativos que coordena o desenvolvimento do projeto GNOME e está sediada na cidade de Cambridge, Massachusetts, nos Estados Unidos. Trabalha com o objetivo de criar uma plataforma de computação de uso público e geral completamente livre. Coordena os lançamentos das versões do GNOME e determina quais projetos fazem parte do GNOME. A fundação atua como a voz oficial do projeto GNOME, mantendo a comunicação com a imprensa e com organizações comerciais e não comerciais interessadas no GNOME.
[editar] Apache Software Foundation
A Apache Software Foundation (ASF) é uma organização sem fins lucrativos criada para suportar os projetos Apache, incluindo o servidor de páginas de internet Apache HTTP Server. A ASF é uma comunidade descentralizada de desenvolvedores que trabalham na produção de softwares livres, distribuídos sob a licença Apache. Os projetos da Apache são caracterizados por um processo de desenvolvimento colaborativo e consensual, alem de utilizarem uma licença de software aberta e pragmática. Cada projeto é gerenciado por um time auto-selecionado de especialistas técnicos que estejam atuando como contribuidores ativos do projeto. A ASF é uma meritocracia, implicando que a filiação à ela é concedida apenas aos voluntários que contribuem ativamente aos seus projetos. A ASF é considerada uma organização open source de segunda geração. Um dos objetivos da ASF é proteger legalmente os participantes dos seus projetos, e prevenir que o nome Apache seja utilizado por outras organizações sem a devida permissão.
[editar] Mozilla Foundation
A Mozilla Foundation é uma fundação que mantém todos projetos de software livre da linha Mozilla, como Firefox, Thunderbird e complemetos para os mesmos, como Venkman, DOM Inspector, Bugzilla, Bonsai, Tinderbox. Também é responsável por produzir documentação relacionada à internet e promover padrões de produção de conteúdo digital. Ela possui uma comunidade parecida com a Wikipédia, para quem quiser ajudar informando outros utilizadores, coisas a fazer para melhorar seus projetos. Parecidamente com a Wikipédia, a Mozilla propõe uma relação com seus clientes. A ação das duas é: me ajude e eu te ajudo. Esta é a página onde é solicitada a ajuda aos projetos Mozilla. No site também existe explicações de como criar extensões para o Mozilla Firefox, assim como qualquer um que criar uma conta, poderá ajudar outras pessoas no aprendizado dos projetos Mozilla.
[editar] Linux Foundation
A Fundação Linux (Linux Foundation - LF) é um consórcio de tecnologias sem fins lucrativos criado para fomentar o crescimento do sistema operacional Linux. Fundado em 2007 pela junção do Laboratório de Desenvolvimento Open Source (Open Source Develpment Labs - OSDL) e o Grupo de Padrões Livres (Free Standards Group - FSG), a LF patrocina o trabalho do criado do Linux, Linus Torvalds, e é apoiada por empresas líderes de Linux e código aberto e desenvolvedores de todo o mundo. A LF promove, protege e padroniza o Linux "fornecendo um conjunto abrangente de serviços para competir eficazmente com plataformas fechadas".
[editar] Principais empresas ligadas ao Software Livre
[editar] Cygnus Solutions
[editar] Canonical (Ubuntu)
Canonical Ltd. é uma companhia privada fundada e financiada pelo empresário sul africano Mark Shuttleworth para atuar no suporte e serviços para o Ubuntu Linux e projetos relacionados. A Canonical emprega pessoal de todo o mundo. Sediada em Londres, seu escritório de suporte fica em Montreal e o seus times de OEM estão distribuídos nas cidades de Lexington, Massachusetts (EUA) e Taipei (Taiwan).
[editar] RedHat
[editar] IBM
A gigante de TI investiu no software livre como uma estratégia de reduzir sua dependência dos sistemas operacionais da Microsoft e das plataformas da Intel. Assim, o GNU Linux tornou-se uma alternativa para a oferta de servidores IBM com baixos custos, competindo também com a Sun. Além do projeto Eclipse, a IBM mantém o [portal] de incentivo ao software livre.
fonte: http://www.zdnet.com/news/open-source-ibms-deadly-weapon/296366
[editar] Google
Google Inc. (Google) é uma empresa multinacional de serviços online e software dos Estados Unidos, fundada por Larry Page e Sergey Brin. O Google hospeda e desenvolve uma série de serviços e produtos baseados na internet e gera lucro principalmente através da publicidade. O Google é executado através de mais de um milhão de servidores em data centers ao redor do mundo e processa mais de um bilhão de solicitações de pesquisa e vinte petabytes de dados gerados por usuários todos os dias. O rápido crescimento do Google desde sua incorporação culminou em uma cadeia de outros produtos, aquisições e parcerias que vão além do núcleo inicial como motor de buscas, desenvolvimento de produtos e soluções notavelmente funcionais, liderando também o desenvolvimento do Sistema Operacional Android, que tem impulsionado o desenvolvimento para dispositivos móveis. O Google é conhecido por ter uma cultura corporativa informal, sendo bem classificado em listas de revistas como uma das melhores empresas para se trabalhar.
[editar] Oracle Corporation
Oracle Corporation é uma multinacionail americana de tecnologia de computação especializada em desenvolver e comercializar hardware para sistemas computacionais e produtos de software corporativo, particularmente Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados.
Em Janeiro de 2010, anunciou a aquisição da Sun Microsystems, passando a fabricante de produtos de hardware e de software. A aquisição foi importante para alguns membros da comunidade Open Source e também para algumas outras companhias, que temiam que a Oracle fosse acabar com o apoio tradicional que a Sun dava a projetos Open Source.
Desde a aquisição, a Oracle tem descontinuado OpenSolaris e o StarOffice, e processou o Google por suas patentes Java recém-adquiridos da Sun. Em junho de 2011, a Oracle doou o OpenOffice para a Fundação Apache.
[editar] Hewlett-Packard (HP)
[editar] LocaWeb
[editar] Impacta
[editar] 4Linux
[editar] Paggo
[editar] Impacto do Software Livre na Indústria de TI No Brasil
O Software livre se tornou um fenômeno comercial a partir do final dos anos 90 e desde então sua participação na Indústria de TI tem crescido em ritmo constante. Existem várias abordagens para a exploração comercial de software livre. Dessas, algumas tem se mostrado mais viáveis, algumas se mostram mais adequadas para empresas de grande porte, enquanto outras se mostram mais adequadas para empresas de pequeno porte. Por se tratar de um fenômeno relativamente novo, há ainda espaço para experimentar outros modelos de negócio.
No ano de 2005, uma pesquisa entitulada "Impacto do Software Livre e de Código Aberto (SL/CA) na Indústria de Software do Brasil" foi realizada pelo Observatório Econômico da Sociedade Softex em parceria com o Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT. O objetivo deste estudo foi realizar um levantamento das formas de organização técnica e econômica de Software Livre e de Código Aberto (SL/CA) no Brasil.
Os resultados dessa pesquisa apresentam dados a respeito do perfil dos usuários, dos desenvolvedores, das empresas usuárias e das empresas desenvolvedoras de software livre. Além disso, a pesquisa apresenta as dimensões econômicas do SL/CA: motivações, setores e modelos de negócios adotados pelas empresas.
Na apresentação do documento, afirma-se que "o SL/CA ameaça fortemente o modelo de pacotes (plataformas e sistemas operacionais), componentes de software (enquanto a ênfase de sua utilização for como produto) e produtos customizáveis, exatamente porque esses modelos têm na apropriabilidade (manter códigos fechados) um fator essencial de concorrência". Ainda, considera que os modelos de serviços e de sotware embarcado - que possuem objetivo mais específico e considerados menos importantes no que diz respeito a sua apropriação por meio de códigos fechados - representam as maiores oportunidades de investimento.
Finalmente, a pesquisa aponta que o SL/CA está se profissionalizando no país e começa a sair da periferia da indústria em direção ao seu centro, e tem despertado a atenção de muitos, desde usuários e desenvolvedores que se posicionam contra a apropriação restritiva do conhecimento, passando por corporações que enxergam no SL/CA uma oportunidade de se desfazer de uma taxa de monopólio restritiva para seus negócios.
[editar] Indivíduos
|
|
[editar] Software Freedom Day
No dia 20 de setembro comemora-se o Dia da Liberdade do Software (Software Freedom Day) com eventos envolvendo as comunidades de usuários e desenvolvedores de software livre em todo o mundo [10].
[editar] Softwares livres notáveis
-
Ver página anexa: Lista de softwares livres notavéis
[editar] Software livre nos governos
Governos tem adotado leis e medidas favoráveis ao Software Livre. Os casos mais notáveis são do Brasil e da França. Governos locais como o da Estremadura e o da cidade de Munique também se destacam no movimento de Software Livre. A questão da adoção de Software Livre pelos governos é uma questão polêmica. Por um lado, as organizações defensoras do Software Livre procuram apresentar vantagens, como a redução de custos e o código aberto, que impacta na segurança da informação. Por outro lado, as grandes empresas de Software Proprietário defendem a tese de que o suporte e a qualidade das ferramentas é superior às encontradas em Software Livre.
Este artigo apresenta informações sobre o estado do Software Livre, assim como sua perspectiva de uso e de investimentos até o ano de 2020, sendo o Governo o grande impulsionador desse setor. Para tanto, são considerados relatórios de empresas de consultoria contratadas por governos, documentos governamentais e pesquisa com usuários finais dentro desses governos.
[editar] Pesquisa científica e tecnológica em software livre
Pesquisas em Software Livre tem sido desenvolvidas em instituições públicas e privadas, universidades e centros de pesquisa tem utilizado e desenvolvido Projetos em Software Livre. Entre este centros está o Centro de Competência em Software Livre (CCSL-USP) que integra a rede internacional de Centros de Competência do Projeto QualiPSo (Quality Platform for Open Source Software), a qual possui representação na Espanha, Alemanha, Itália, França e Brasil, China, Polônia e Japão. No Brasil, o CCSL-USP possui duas unidades: O CCSL-IME e o CCSL-ICMC.[11]
[editar] Centro de Competência em Software Livre (CCSL-IME)
O Centro de Competência em Software Livre do IME/USP (CCSL-IME) [12] é sediado no Departamento de Ciência da Computação do IME/USP, é um centro que tem sido apoiado pela FINEP e pela reitoria da USP. É membro oficial da rede internacional QualiPSo de centros de competência, desde janeiro de 2009, que visa divulgar os resultados do Projeto QualiPSo de qualidade de Software Livre. Tem como objetivo incentivar o desenvolvimento e o uso do software livre/aberto dentro e fora da universidade. Para isso, ele atua como um pólo centralizador de projetos de pesquisa científica e tecnológica, projetos de desenvolvimento de software livre, eventos para a comunidade, cursos de capacitação e assessoria técnico-científica em tópicos relacionados a software livre e informação aberta.
O CCSL funciona também como um centro de pesquisa produzindo software livre inovador em uma grande variedade de áreas da computação e interdisciplinares, incluindo Saúde, Arquitetura, Processamento de Imagens Médicas, Otimização, Música, Acústica, Serviços Web, Linguística Computacional, Redes Par a Par, Bioinformática, Computação de Alto Desempenho, Inteligência Artificial, Multimídia, Bibliometria, Voz sobre IP e Desenvolvimento de Sistemas Web.
Além disso, o CCSL desenvolve projetos de pesquisa sobre software livre em si, abordando diferentes aspectos do Ecossistema do Software Livre incluindo aspectos legais, qualidade, usabilidade, processos de desenvolvimento, modelos de negócio, comunidades, licensiamento, etc. Seus projetos de pesquisa são apoiados pelo CNPq, CAPES e FAPESP.
[editar] Centro de Competência em Software Livre (CCSL-ICMC)
O Centro de Competência em Software Livre do ICMC/USP-São Carlos (CCSL-ICMC)[13] é sediado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP - São Carlos).
[editar] Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL)
O Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL)[14] é um grupo de pesquisa do Departamento de Informática da Universidade Federal do Paraná, registrado no Diretório de grupos de pesquisa do Diretório de grupos de pesquisa do CNPq. Os projetos de pesquisa do grupo têm caráter multidisciplinar e envolvem estudos em diversas áreas da ciência da computação, tais como Banco de Dados, Engenharia de Software, Redes de Computadores e Inteligência Artificial. Todo pacote de software que é resultado destes estudos é publicado em forma de software livre. Diversos projetos são voltados para projetos que beneficiam a sociedade brasileira em geral, em particular, pesquisas que resultam em inclusão digital. Neste sentido, o grupo também atua na migração de sistemas proprietários para plataformas de software livre e também na otimização de pessoal e de custos de soluções de hardware e software.
[editar] Ver também
[editar] Associações
[editar] Conceitos
[editar] Eventos de software livre
Eventos de software livre são conferências, congressos, encontros, simpósios, workshops, etc. que tem como objetivo discutir ou apresentar assuntos relacionados à area de Software Livre. Este artigo apresenta as principais conferências e eventos científicos na área de software livre. Para uma lista de eventos e mais informações sobre eles, entre na página específica de Eventos de software livre
[editar] Exemplos famosos
- Ambiente de trabalho GNOME.
- GNU, projeto de desenvolvimento de um sistema operacional completamente livre.
- Núcleo operacional Linux.
- Servidor web, Apache.
- Gerenciador de conteúdos WordPress.
- Suite de criação de conteúdo 3D Blender.
[editar] Licenças livres
[editar] Ligações externas
- Associação Software Livre.Org
- Página oficial da Open Source Initiative
- A identificação da ideologia através da análise do discurso (sobre Software Livre x Código Aberto)
- Página oficial da Free Software Foundation (em inglês)
- Free Software Foundation Latin America
- Associação Nacional para o Software Livre (Portugal)
- LISA - Laboratório para a Iniciativa de Software Aberto (Organização Governamental de Portugal)
- O que é o Software Livre?
- Artigo: O Mercado e a Revolução do Software Livre
- Explicação sobre Tipos de Software
Referências
- ↑ SABINO, Vanessa; KON, Fabio. Licenças de Software Livre, História e Características. Relatório Técnico. Março de 2009. Disponível em http://ccsl.ime.usp.br/files/relatorio-licencas.pdf [Acesso em 05 jan 2012]
- ↑ a b c KON, Fabio; LAGO, Nelson; MEIRELLES, Paulo; SABINO, Vanessa. Software Livre e Propriedade Intelectual: Aspectos Jurídicos, Licenças e Modelos de Negócios. Disponível em http://ccsl.ime.usp.br/files/slpi.pdf [Acesso em 05 jan 2012]
- ↑ GHOSH, Rishab Aiyer; et al. Economic impact of open source software on innovation and the competitiveness of the information and communication technologies (ICT) sector in the EU. Maastricht : UNU-MERIT, 2006. - 287 p. Disponível em http://www.flossimpact.eu [Acesso em 05 jan 2012]
- ↑ [1]
- ↑ Vídeo de apresentação da Mozilla Foundation
- ↑ Lista de colaboradores do Firefox em Mozilla.org
- ↑ Estatística de uso de navegadores
- ↑ Simone Aliprandi, Creative Commons: a user guide
- ↑ Lawrence Lessig, Cultura Livre
- ↑ Happy Software Freedom Day to everyone!
- ↑ Universida de São Paulo, USP-São Carlos. Site: http://www.saocarlos.usp.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2476&Itemid=108
- ↑ Centro de Competência em Software Livre do IME/USP (CCSL-IME) . Site: http://ccsl.ime.usp.br/
- ↑ Centro de Competência em Software Livre do ICMC/USP-São Carlos (CCSL-ICMC) . Site: http://ccsl.icmc.usp.br/
- ↑ Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL). Site: http://www.c3sl.ufpr.br/.