Some Great Reward

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Some Great Reward
Álbum de estúdio de Depeche Mode
Lançamento 27 de agosto de 1984
Gravação Janeiro - Agosto de 1984
Gênero(s) Synthpop, New Wave, Darkwave, Alternative dance, Industrial
Duração 40:18
Idioma(s) Inglês
Formato(s) LP, CD, Download digital
Gravadora(s) Mute, Sire (EUA e Canadá), Fermata (Brasil)
Produção Depeche Mode, Daniel Miller e Gareth Jones
Cronologia de Depeche Mode
Último
Último
Construction Time Again
(1983)
The Singles 81-85
(1985)
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Singles de Some Great Reward
  1. "People Are People"
    Lançamento: 12 de março de 1984
  2. "Master and Servant"
    Lançamento: 20 de agosto de 1984
  3. "Blasphemous Rumours/Somebody"
    Lançamento: 29 de outubro de 1984

Some Great Reward é o quarto álbum de estúdio da banda inglesa Depeche Mode, lançado em 27 de agosto de 1984. Um dos seus maiores sucessos (platina nos Estados Unidos), amplamente bem criticado. Foi cronologicamente a primeira obra-prima do Depeche Mode e a terceira mais importante, por ser o primeiro álbum muito bem-sucedido comerciamente e um dos mais importantes da história da música industrial.

O álbum que lançou mundialmente o single "People Are People", antes exclusiva da coletânea estado-unidense. É um álbum com temas variados, como sado-masoquismo ("Master and Servant"), intolerância racial ("People Are People"), religião ("Blasphemous Rumours"), traição ("Lie to Me") e até o tédio ("Something to Do").

Estimativas dizem que, até o final do ano de 2007, Some Great Reward vendeu 4.100.000 cópias, com 1.000.000 nos EUA. Foi o primeiro álbum da banda a ultrapassar a marca de 1 milhão de cópias vendidas.

Singles[editar | editar código-fonte]

"People Are People" é um dos principais singles da carreira da banda, sendo um mega-sucesso nos EUA e Reino Unido, alcançando a posição 13 e 4, respectivamente. No entanto, não é uma favorita da banda, por ser muito comercial, e também é a que o guitarrista e compositor Martin Gore menos gosta, por sua mensagem ser explícita demais.

Em contrapartida, "Master and Servant" é bem menos comercial, tratando de sado-masoquismo e abusos morais com um clima dançante e forte; foi censurada nos Estados Unidos, mas a pressão foi grande em cima das rádios e acabou sendo liberada, alcançando as posições 87 nos EUA e 9 no Reino Unido.

"Blasphemous Rumours" é considerada a verdadeira obra-prima do álbum pelos fãs. Muito bem composta, com experimentalismo musical forte, uso de samplers e uma composição muito ousada e potente; fala sobre uma possível arbitrariedade da justiça de Deus, sendo baseada em fatos reais de duas garotas que morreram uma após a outra, depois de terem se convertido. Uma se suicidou e a outra morreu em uma acidente de carro. A música mostra o ponto de vista da mãe de uma das duas, porém, e letra dá a entender que elas eram irmãs, sendo que é a mesma mãe lidando com a morte delas, ficando desesperada e furiosa com Deus. É considerada uma das melhores músicas dos anos 80 por muitos críticos e rádios como a influentíssima KROQ dos Estados Unidos, que não pode tocá-la na época, mas a colocou no topo da lista das Flashback 500 em 1998. A música foi considerada ofensiva nos Estados Unidos, mas depois de alguns anos foi liberada.

"Somebody", outra que também é considerada uma das melhores, vêm como single lado A duplo junto com "Blasphemous Rumors". É uma carinhosa e romântica balada sobre a necessidade de estar ao lado da pessoa certa.

Faixas[editar | editar código-fonte]

Todas as canções escritas e compostas por Martin Gore, exceto quando observado. 

Edição standard
N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Something to Do"     3:47
2. "Lie to Me"     5:03
3. "People Are People"     3:52
4. "It Doesn't Matter"     4:44
5. "Stories of Old"     3:13
6. "Somebody"     4:27
7. "Master and Servant"     4:12
8. "If You Want"   Alan Wilder 4:41
9. "Blasphemous Rumors"     6:22

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]