Sony Music Entertainment

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Sony Music Entertainment
Sony Music Entertainment, Inc.
Sony Music Entertainment.png
Fundação 1929
Sede Estados Unidos550 Madison Avenue
New York, NY
Proprietário(s) Sony Corporation
Pessoas-chave Diogo Aedo: Presidente & CEO
Kevin Kelleher:CFO
Clive Davis: Chief Creative Officer
Renda líquida Prejuízo 11% US$1.33 bilhão (2009)[1]
Antecessora(s) American Record Corporation (1929–1938)

Columbia/CBS Records (1938–1991)
Sony Music (1991–2004, 2008–presente)
Sony BMG (2004–2008)

Página oficial sonymusic.com

Sony Music Entertainment (também conhecida como SME, Sony Music ou simplesmente Sony) é a segunda maior gravadora entre as três majors da indústria fonográfica. A Sony Music pertence a Sony Corporation of America, uma subsidiária do conglomerado japonês Sony Corporation. Foi fundada em 1929 como American Record Corporation (ARC), e em 1938 foi comprada pela Columbia Broadcasting System e rebatizada CBS Records. Em 1987 a Sony comprou a CBS Records, e a rebatizou com o nome da companhia quatro anos depois.

História[editar | editar código-fonte]

A CBS instalou-se no Brasil nos anos 60 e em Portugal no início da década de 80, dando inicialmente pouca importância à produção nacional. Eventualmente lançou Roberto Carlos (artista mais antigo do selo no Brasil, desde o início dos anos 1960), Raul Seixas em 1980 e o grupo de rock RPM em 1986. A Sony Music lançou entre outros artistas, Skank, Gabriel, o Pensador, Angélica, Cidade Negra e Planet Hemp.

Em Portugal, editou discos de Lena d'Água, Dulce Pontes, Ana Faria e Paulo Gonzo, entre outros. Atualmente aposta em novos grupos como os Adiafa, assim como relançou Paulo Gonzo e criou parcerias externas para, na senda do sucesso outrora alcançado, continuar a dedicar alguma atenção à música portuguesa.

Em 2004 a Sony Music fundiu-se com a gravadora BMG criando a Sony BMG Music Entertainment, detentora de um vasto catálogo e com todo o know how da indústria discográfica. Em 2007, a Sony comprou a parte que cabia ao grupo Bertelsmann, e acabou com o conglomerado, rebatizado simplesmente "Sony Music", marca que já é utilizada mundialmente. Dentre os selos da Sony Music estão a Columbia Records, Jive Records, Epic Records, Arista Records e RCA Records.

O maior sucesso da Sony Music foi o álbum Thriller, do Rei do Pop Michael Jackson, que se tornou o álbum mais vendido de todos os tempos, com a impressionante marca de 120 milhões de cópias em todo o mundo.

2010 lançamento do selo gospel[editar | editar código-fonte]

Em 2010, a Sony Music Brasil lançou o selo Sony Music Gospel, dedicado exclusivamente à música evangélica brasileira, contando com um cast diversificado. O primeiro trabalho lançado pelo selo foi Ainda não é o Último do Resgate, o primeiro grupo musical contratado pelo selo.[2] Outros artistas como Mariana Valadão, Leonardo Gonçalves, Cassiane, Tanlan, Carlinhos Félix, Elaine de Jesus, Tiago & Diogo, Daniela Araújo, Damares, Brenda dos Santos , Gui Rebustini, Mariana Ava dentre outros.

Referências

  1. Sony Music Revenues Drop 11%. Billboard.biz. Página visitada em 2011-09-19.
  2. CD Ainda não é o último - Banda Resgate. Gospel Prime. Página visitada em 01 de dezembro de 2011.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre música é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.