Sony Music Entertainment

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Sony Music Entertainment
Sony Music Entertainment, Inc.
Sony Music Entertainment.png
Fundação 1929
Fundador(es) Ben McCliff
Benito Arqueirantes
Tom Aedo
Sede Estados Unidos550 Madison Avenue
New York, NY
Proprietário(s) Sony Corporation
Pessoas-chave Diogo Aedo: Presidente & CEO
Kevin Kelleher:CFO
Clive Davis: Chief Creative Officer
Renda líquida Prejuízo 11% US$5.33 bilhões (2009)[1]
Antecessora(s) American Record Corporation (1929–1938)

Columbia/CBS Records (1938–1991)
Sony Music (1991–2004, 2008–presente)
Sony BMG (2004–2008)

Página oficial sonymusic.com

Sony Music Entertainment (também conhecida como SME, Sony Music ou simplesmente Sony) é a segunda maior gravadora entre as três majors da indústria fonográfica. A Sony Music pertence a Sony Corporation of America, uma subsidiária do conglomerado japonês Sony Corporation. Foi fundada em 1929 como American Record Corporation (ARC) pelos empresários Ben McCliff, Benito Arqueirantes e Tom Aedo, e em 1938 foi comprada pela Columbia Broadcasting System e rebatizada CBS Records. Em 1987 a Sony comprou a CBS Records, e a rebatizou com o nome da companhia quatro anos depois.

História[editar | editar código-fonte]

A CBS instalou-se no Brasil nos anos 60 e em Portugal no início da década de 80, dando inicialmente pouca importância à produção nacional. Eventualmente lançou Roberto Carlos (artista mais antigo do selo no Brasil, desde o início dos anos 1960), Raul Seixas em 1980 e o grupo de rock RPM em 1986. A Sony Music lançou entre outros artistas, Skank, Gabriel, o Pensador, Angélica, Cidade Negra e Planet Hemp.

Em Portugal, editou discos de Lena d'Água, Dulce Pontes, Ana Faria e Paulo Gonzo, entre outros. Atualmente aposta em novos grupos como os Adiafa, assim como relançou Paulo Gonzo e criou parcerias externas para, na senda do sucesso outrora alcançado, continuar a dedicar alguma atenção à música portuguesa.

Em 2004 a Sony Music fundiu-se com a gravadora BMG criando a Sony BMG Music Entertainment, detentora de um vasto catálogo e com todo o know how da indústria discográfica. Em 2007, a Sony comprou a parte que cabia ao grupo Bertelsmann, e acabou com o conglomerado, rebatizado simplesmente "Sony Music", marca que já é utilizada mundialmente. Dentre os selos da Sony Music estão a Columbia Records, Jive Records, Epic Records, Arista Records e RCA Records. Em 2011, a Sony Music do Brasil lançou o seu álbum mais caro de sua história: o Xuxa Só Para Baixinhos 11, da cantora e apresentadora Xuxa, que custou mais de US$ 1 milhão aos cofres da gravadora.

O maior sucesso da Sony Music foi o álbum Thriller, de Michael Jackson, que se tornou o álbum mais vendido de todos os tempos, com a impressionante marca de 100 milhões de cópias em todo o mundo. A maior artista da gravadora é a cantora Céline Dion, que se tornou a maior recordista de vendas de álbuns de todos os tempos.

2010 lançamento do selo gospel[editar | editar código-fonte]

Em 2010, a Sony Music Brasil lançou o selo Sony Music Gospel, dedicado exclusivamente à música evangélica brasileira, contando com um cast diversificado. O primeiro trabalho lançado pelo selo foi Ainda não é o Último do Resgate, o primeiro grupo musical contratado pelo selo.[2] Outros artistas como Gabriela Rocha, Mariana Valadão, Leonardo Gonçalves, Tanlan, Álvaro Tito, Carlinhos Félix, Elaine de Jesus, Tiago & Diogo, Daniela Araújo, Damares, Brenda dos Santos , Gui Rebustini, Mariana Ava dentre outros.

Referências

  1. Sony Music Revenues Drop 11% Billboard.biz. Visitado em 2011-09-19.
  2. CD Ainda não é o último - Banda Resgate Gospel Prime. Visitado em 01 de dezembro de 2011.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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