South Park: Bigger, Longer & Uncut

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South Park: Bigger, Longer & Uncut
South Park: Maior, Melhor e Sem Cortes (BR)
 Estados Unidos
1999 • cor • 81 min 
Direção Trey Parker
Roteiro Trey Parker
Matt Stone
Elenco Trey Parker
Matt Stone
Mary Kay Bergman
Isaac Hayes
George Clooney
Eric Idle
Mike Judge
Dave Foley
Minnie Driver
Brent Spiner
Howard McGillin
Género animação
comédia
musical
satírico
humor negro
Idioma inglês
Música Trey Parker
Marc Shaiman
Edição John Venzon
Estúdio Comedy Central Films
Braniff Productions
Distribuição Estados Unidos Paramount Pictures
Brasil Warner Bros. Pictures
Lançamento Estados Unidos 30 de junho de 1999
Brasil 28 de agosto de 2000
Orçamento US$ 21 milhões
Receita US$ 83.137.603[1]
Página no IMDb (em inglês)

South Park: Bigger, Longer & Uncut (no Brasil, South Park: Maior, Melhor e Sem Cortes) é um filme norte-americano de 1999 de animação, musical, e humor negro. O longa é baseado na série de televisão animada South Park e foi produzido, co-escrito e estrelado por seus criadores Trey Parker e Matt Stone. O filme foi dirigido por Trey Parker e co-escrito por Pam Brady, e co-estrelado por Mary Kay Bergman e Isaac Hayes como Chef. Possui doze canções de Parker e Marc Shaiman com letras adicionais de Stone. O filme foi produzido pelo departamento de cinema da Comedy Central, distribuído pela Paramount Pictures nos EUA e pela Warner Bros. Pictures mundialmente.No Brasil,foi exibido em 2004,pelo SBT.

Na animação, os quatro garotos de South Park vão ao cinema para verem um filme controverso e proibido para menores (por conter muitos palavrões), estrelados pelos comediantes canadenses Terrance e Phillip. Depois de verem ao polêmico filme, os meninos começam a falar vários palavrões sem parar e seus pais fazem pressão aos Estados Unidos para declararem guerra contra o Canadá por ter "corrompido" seus filhos. O filme também satiriza fortemente a Motion Picture Association of America, Parker e Stone lutou contra a associação em todo o processo de produção do filme, que recebeu a classificação "R" apenas duas semanas antes de seu lançamento.

Foi lançado nos cinemas norte-americanos em 30 de junho de 1999. No Brasil, o filme estreou um pouco mais de um ano depois, em 28 de agosto de 2000. O filme faturou mais de 83 milhões de dólares em todo o mundo nos cinemas, tornando-se um sucesso de bilheteria, considerando que foi produzido com um orçamento modesto de 21 milhões de dólares. O filme foi recebido positivamente pelos críticos, que apreciaram o humor, a sátira social e o comentário político. A canção "Blame Canada" rendeu a Parker e Marc Shaiman uma indicação ao Oscar de Melhor Canção Original em 1999.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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Os meninos Stan, Kyle, Cartman e Kenny conseguem entrar em um cinema e assistir ao filme "Bundas de Fogo" (Asses of Fire), impróprio para menores e estrelado pelos comediantes canadenses Terrance e Phillip. Depois de assistirem ao filme, os garotos começam a falar mais palavrões do que nunca, o que se espalha por todas as crianças de South Park e que preocupa os seus pais. É o estopim para a mãe de Kyle, Sheila Broflovski, declarar guerra contra o Canadá.

Imitando uma cena de "Bundas de Fogo", Kenny tenta atear fogo a um peido e morre queimado, indo para o inferno, onde descobre que Satã e Saddam Hussein são um casal gay. Sheila e as outras mães de South Park formam a M.A.C. (Mothers Against Canada, na versão em português: Mães Contra o Canadá) e prendem Terrance e Phillip, que recebem pena de morte.

No inferno Kenny descobre que se Terrance e Phillip morrerem, o último portão do inferno se abrirá e Satã e Saddam Hussein voltarão à Terra. Kenny sente pena de Satã, pois este tenta (sem sucesso) conversar com Hussein, que só quer saber de sexo. Kenny passa a ter conversas secretas com Satã, que revela seus sentimentos ao garoto.

Após chamar a mãe de Kyle de Vaca inúmeras vezes, a mesma implanta na cabeça de Cartman um chip que o eletrocutará caso fale algum palavrão. Stan, Kyle e Cartman fundam a "La Resistance" com o objetivo de salvar Terrance e Phillip e impedir a guerra. A execução será no final do Show do U.S.O., que ocorrerá no meio duma base militar.

Com a ajuda de Christopher/Toupeira, um menino inglês (provavelmente satirizando Solid Snake, protagonista do jogo Metal Gear Solid), os garotos decidem libertar Terrance e Phillip. Porém a missão falha e os meninos veem o Toupeira morrer, após ser atacado por cães de guarda.

Os canadenses atacam a base militar. Quando Cartman tenta desligar a energia (mandado pelo Toupeira, como parte do plano para libertar a dupla canadense), leva um choque enorme, que causa um curto circuito no chip em sua cabeça, assim toda a vez que falar palavrão, alguém leva um choque.

As crianças, então, conseguem salvar Terrance e Phillip, porem Sheila mata os dois com um revolver. Após isso o inferno se abre e Satã e Saddam Hussein invadem a Terra, porem Satã é ridicularizado pelo ditador, que ordena que todos fiquem de quatro. Cartman usa sua recém-adquirida habilidade de disparar raios em Saddam Hussein, o enfraquecendo, e por fim Satã atira o político de volta para o inferno, o empalando numa rocha.

Satã diz que Kenny abriu seus olhos para a ameaça que Saddam Hussein era e lhe concede um desejo: Que todos os que por causa da guerra morreram, vivessem novamente. Antes de ir ao céu, Kenny tira o capuz, revelando seu rosto, cabelos loiros e sua voz dizendo: Goodbye, you guys! (português: Adeus, Galera!) Então Kenny voa até o céu, enquanto os mortos ressuscitam, fazendo com que a pacífica cidade de South Park volte a ser como era antes.

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Elenco[editar | editar código-fonte]

Vozes originais[editar | editar código-fonte]

Versão brasileira[editar | editar código-fonte]

Estúdio: Cinevideo
Direção de dublagem: Jorge Vasconcelos

Vozes Adicionais: Hamilton Ricardo, Iara Riça, Ricardo Vooght.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • O filme demorou mais de um ano para estrear nos cinemas brasileiros. Tudo porque a distribuidora responsável pelo lançamento do filme no Brasil estava em dúvida se deveria lançá-lo nos cinemas ou diretamente em vídeo.
  • Apesar do título original dizer que o filme não teve cortes, na verdade ele teve alguns pedaços censurados pela agência que controla a exibição de filmes nos Estados Unidos. Só que, de acordo com Matt Stone, um dos produtores do filme, "a cada parte que eles pediam para que retirássemos, nós fazíamos outra ainda pior".
  • No ano de 2004 o SBT exibiu a animação sem cortes e sem censura na grade, porém cometeu um erro ao exibir o filme a partir da 22h15 e não a partir das 23h, horário minimo para a apresentação de programas classificados 18 anos. Graças a esse erro, o canal foi multado em 50 mil reais pelo Ministério da Justiça, fazendo com que a emissora não exibisse mais o mesmo desde então.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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