Spatial ETL

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Spatial ETL refere-se a ferramentas de software que fornecem funcionalidades de processamento de dados do tradicional (Extract, Transform, Load (ETL — Extrair, Transformar, Carregar), mas se focando na capacidade de gerenciar dados espaciais (que também podem ser chamados geográficos, mapas ou dados de localização).

Extrair e Carregar[editar | editar código-fonte]

Os dados espaciais, mais do que quaisquer outros, sofrem com os problemas dos dados contidos em diferentes formatos (sejam proprietários ou abertos), e usando diferentes padrões. Consequentemente, uma exigência chave para um sistema de Spatial ETL, é que ele seja capaz de lidar com diversos formatos de dados, de uma forma consistente.

A conversão de dados espaciais entre formato fonte (extrair) e destino (carga), é muitas vezes referida como uma tradução de dados espaciais. Um sistema spatial ETL pode traduzir os dados diretamente de um formato para outro, ou através de um formato intermediário, este último sendo mais comum quando a transformação dos dados deve ser realizada.

Transformação[editar | editar código-fonte]

A fase de transformação de um processo de Spatial ETL, permite uma variedade de funções, algumas delas similares ao ETL padrão, outras exclusivas de dados espaciais.

Os dados espaciais geralmente consistem num elemento geográfico e dados de atributos relacionados; portanto, transformações espaciais ETL são frequentemente descritas como sendo transformações geométricas — transformação do elemento geográfico — ou transformações de atributo — transformações dos dados de atributos relacionados.

Transformações Geométricas Comuns:

  • Reprojeção: a capacidade de converter dados espaciais entre um e outro sistema de coordenadas.
  • Transformações espaciais: a capacidade de modelar interações espaciais e calcular os predicados espaciais
  • Transformações topológicas: a capacidade de criar relações topológicas entre os conjuntos de dados diferentes
  • Ressimbolização: a capacidade de alterar as características cartográficas de um recurso, tais como a cor ou linha de estilo
  • Geocodificação: a capacidade de converter os atributos dos dados tabulares em dados espaciais

Características Adicionais[editar | editar código-fonte]

Características desejáveis de uma aplicação de Spatial ETL são:

  • Comparação de dados: Capacidade para realizar a detecção de alterações e fazer atualizações incrementais
  • Gestão de conflitos: Capacidade para gerir conflitos entre vários usuários dos mesmos dados
  • Divulgação de dados: Capacidade de publicar os dados via internet ou entregar por e-mail, independentemente do formato de origem
  • Semântica de processamento: Capacidade para compreender as regras de diferentes formatos de dados, para minimizar a intervenção do usuário

Usos do Spatial ETL[editar | editar código-fonte]

Spatial ETL tem uma série de usos distintos, como:

  • Limpeza de dados: A remoção de erros dentro de um conjunto de dados
  • Mescla (Merge) de dados: A junção de vários conjuntos de dados em uma mesma estrutura
  • Verificação de dados: A comparação de vários conjuntos de dados para verificação e garantia de qualidade
  • Tradução de dados: A conversão de um formato de dados em outro

Spatial ETL — Origem e História[editar | editar código-fonte]

Embora as ferramentas de ETL para processamento de dados não-espaciais já existam há algum tempo, as ferramentas de ETL que gerenciam exclusivamente os dados espaciais só surgiu no início da década de 1990.

Ferramentas de Spatial ETL surgiram na indústria de GIS (SIG) para permitir a interoperabilidade (ou a troca de informações) entre a indústria diversificada, que possui uma gama de aplicações de mapeamento e formatos proprietários. Contudo, as ferramentas Spatial ETL também estão se tornando cada vez mais importante no domínio da Gestão de Sistemas de Informação como uma ferramenta para ajudar as organizações a integrar dados espaciais com os existentes a bancos de dados não-espaciais, e também para alavancar seus recursos de dados espaciais para desenvolver estratégias de negócio mais competitivo.

Spatial ETL e GIS (SIG)[editar | editar código-fonte]

Tradicionalmente, as aplicações de GIS têm tido a capacidade de ler ou importar um número limitado de formatos de dados geográficos, porém há poucas ferramentas especialistas em transformação ETL, o conceito de importação de dados é realizar passo-a-passo a transformação ou a análise dentro do aplicativo GIS (SIG) em si . Inversamente, Spatial ETL não exige o usuário para importar ou visualizar os dados, em geral, desempenha as suas funções em um único processo pré-definido.

Com o impulso para alcançar uma maior interoperabilidade dentro da indústria de GIS (SIG), muitas aplicações de GIS (SIG) existentes estão incorporando agora instrumentos Spatial ETL dentro de seus produtos, o ArcGIS Data Interoperability Extension é um bom exemplo disso.

Spatial ETL e ETL[editar | editar código-fonte]

Consciente do grau em que nenhum dado pode ser atribuído a uma posição geográfica fixa, e da proliferação dos recursos espaciais dentro do padrão de bancos de dados relacionais ou objeto, fornecedores de aplicações padrão de ETL estão tentando incorporar a funcionalidade de Spatial ETL dentro de seus produtos.

Ferramentas de Spatial ETL[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências