Spectreman

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Spectreman (no Japão: スペクトルマン ou Supekutoruman; no Brasil: Spectreman) é uma série de TV de ficção-científica do gênero tokusatsu. Foi exibido originalmente pela TV Fuji entre 2 de janeiro de 1971 e 25 de março de 1972. Criado por Souji Ushio (pseudônimo de Tomio Sagisu), presidente da extinta produtora japonesa P-Productions, Spectreman teve 63 episódios. No Brasil, a série foi exibida em 1981 á 1982 pela Rede Record e 1983 até 1990 na TVS (atual SBT).

O seriado contava a luta do androide Spectreman contra o genial cientista Gori e seu divertido auxiliar, Karas — ambos simioides (homens-macaco). Além da tradicional guerra do bem contra o mal, as aventuras de Spectreman faziam com que o telespectador refletisse sobre os problemas causados pela poluição. O tema esteve presente em praticamente todos os episódios — os monstros criados pelo Dr. Gori usavam o lixo como matéria-prima.

História[editar | editar código-fonte]

"Planeta: Terra. Cidade: Tóquio. Como em todas as metrópoles deste planeta, Tóquio se acha hoje em desvantagem em sua luta contra o maior inimigo do homem: a poluição. E apesar dos esforços das autoridades de todo o mundo, pode chegar um dia em que a terra, o ar e as águas venham a se tornar letais para toda e qualquer forma de vida. Quem poderá intervir? Spectreman!"[1]

Era com a frase apocalíptica acima que o narrador iniciava cada episódio da série. No primeiro capítulo, um homem que caminhava pelas tumultuadas ruas da capital japonesa ouve um chamado. Imediatamente o sujeito olha para o céu e vê, entre as núvens, uma espécie de espaçonave. Por telepatia, recebe a ordem: “Spectreman, essa é a voz dos Dominantes. Prevemos uma catástrofe ecológica em plena Baía de Tóquio. Horário terrestre: 19h. Tua missão é investigar imediatamente. Lembre-se que não deves revelar tua identidade a nenhum nativo deste planeta. Estás preparado, Spectreman?”

“Às ordens!”. Essa era a resposta que permitia ao aparente ser humano chamado Kenji se transformar no androide Spectreman. Ele era, na verdade, um robô alienígena construído pelos Dominantes, habitantes de Nebula 71, asteroide que navega livremente pelo Universo. Nebula é membro da Federação Universal e tem a missão de proteger os planetas subdesenvolvidos contra a destruição prematura devido a causas internas ou externas.

Inicialmente, Spectreman foi enviado à Terra para salvar a humanidade da destruição causada pela poluição. Para que o androide não fosse identificado pelos nativos do planeta, ele tinha a capacidade de se transformar em um ser humano. Além disso, se empregou na Divisão de Pesquisa e Controle de Poluição, um órgão local composto por uma equipe de técnicos. O objetivo era facilitar as investigações que eventualmente precisasse fazer a pedido dos Dominantes.

Mas, já durante a primeira tarefa, Spectreman se deparou com um monstro gigante que surgiu nas águas da baía da cidade. O androide e a população local acreditavam que o ser não identificado era uma mutação genética, resultado do excesso de sujeira na água. Na verdade, o bicho era obra de dois alienígenas: os simioides Gori — cuja inteligência superava a de qualquer ser humano — e seu auxiliar, Karas. Ambos eram originários do planeta Épsilon, localizado na Constelação de Sagitário, e pretendiam tomar a Terra pra si eliminando os seres humanos.

A partir daí, Spectreman recebe a ordem dos Dominantes para proteger o planeta das ações do Dr. Gori, que não hesitaria em utilizar todo o potencial de sua genialidade na criação de terríveis monstros.

No último episódio da série, Dr. Gori é derrotado por Spectreman. Na verdade, não há luta corporal entre eles. O herói tenta convencer o inimigo que sua notável inteligência deveria ser posta a serviço do bem, e não para a destruição e tirania. Gori recusa a oferta dizendo-se velho para suportar tal mudança de atitude, e que preferia morrer a viver em um planeta com os medíocres humanos. Após essas palavras, Gori se atira penhasco abaixo, cometendo suicídio.

Audiência[editar | editar código-fonte]

Spectreman teve grande êxito de audiência no Japão. A série provocou, em 1971, o segundo “kaijyu boom” (explosão de popularidade entre seriados de monstros e afins)[2] , além de ter superado a audiência do famoso anime de baseball Kyojin no Hoshi.

No Brasil, a primeira exibição de Spectreman foi feita pela TV Record,em 1981 á noite]. Porém, não fez muito sucesso. A série era apresentada alternando com Ultraseven em 1982 na mesma emissora as tardes. Spectreman conquistou melhores resultados quando se mudou para a TVS (atual SBT) em 1983. O início ainda foi fraco, pois era exibido em meio à reprise de Ultraman e Ultraman Jack[3] . Em 1986, o seriado japonês conquistou a audiência dos telespectadores quando foi exibido dentro do programa Bozo[4] . Spectreman seria exibido ainda no Tv Poww! e no Show Maravilha entre 1988 á 1990. A última exibição ocorreu em 1990 no Programa Bozo, quando foi superado em audiência pelos novos tokusatsus Jaspion e Changeman, na Rede Manchete.

O herói[editar | editar código-fonte]

Forma física[editar | editar código-fonte]

Spectreman era capaz de assumir duas aparências físicas distintas:

  • Forma humana - idêntico a um terráqueo, era um disfarce para ter condições de transitar livremente entre a população e realizar investigações solicitadas pelos Dominantes. O seu nome era Kenji. Nesse estado físico, ele não tinha acesso à enorme força e às armas especiais que possuia quando estava em seu estado natural de robô. A forma humana era usada também para recarregar as energias perdidas em combate.
  • Forma robótica - era o estado físico natural do androide, usado para combate. O tronco era constituído de uma espécie de couraça escura, e os braços, as pernas e a cabeça de um material metálico dourado. Nessa forma, Spectreman tinha acesso a todas as suas funcionalidades alienígenas.

Para se converter em um dos estados físicos, Spectreman solicitava a transformação aos Dominantes. Se aprovado, os alienígenas chefes enviavam um raio da Nebula 71 em direção a Spectreman, que recebia a energia com um ou os dois braços esticados para cima. Porém, quando não possuia mais energia devido a um exaustante combate, por exemplo, ele desmaiava e se transformava automaticamente do estado de combate (robô) para o humano. O retorno à forma de combate só seria autorizado pelos Dominantes após a recarga da energia, que era feita gradativamente.

Armas[editar | editar código-fonte]

Spectreman era um robô fortemente armado com raios e outros artefatos de ataque e defesa. Ele era capaz de assumir dois tamanhos: o pequeno, com dimensões próximas a de um ser humano, e o gigante, ficando maior do que a maioria dos prédios da cidade de Tóquio. Ele também podia voar naturalmente, sem precisar de outro equipamento para isso. Entre as armas, destacavam-se:

  • Spectre-Flash - a sua arma mais potente. Consistia em um raio disparado de suas mãos ou pulso (dependendo da postura com que ele a acionava). Era utilizado para destruir o inimigo em definitivo. O feixe de energia gerava uma luminosidade tão forte que foi notada por um apresentador de TV, que disse, ao vivo: "O ser lançou um espectro em direção ao monstro. Humm, Spectreman, é isso, esse será o nome dele."
  • Shuriken - espécie de estrela ninja, eram discos de metal altamente cortantes. Eles ficavam guardados no cinto, prontos para serem disparados contra o inimigo.
  • Spectre-Blades - afiadas lâminas retráteis, localizadas no antebraço.
  • Spectre-Sword & Shield - espada e escudo enviados pela Nebula 71 quando solicitado.
  • Spectre-Gun - espécie de super-revólver, também enviados pela Nebula 71 quando solicitado.

O inimigo[editar | editar código-fonte]

Gori, ou Dr. Gori, é original do planeta Épsilon, situado na Constelação de Sagitário, distante aproximadamente 40 mil anos-luz do Sistema Solar. Lá, vive uma civilização de homens-macaco pacíficos e civilizados, de tecnologia muito avançada, visada para o bem comum. Gori, um genial cientista, detentor de um intelecto muito acima de qualquer ser humano, foi escolhido como o líder. Porém, ao assumir o poder, quis construir armas mortíferas para derrubar o governo central de Épsilon e conquistar planetas pelo Universo. Gori achava que a tecnologia de sua civilização fora desperdiçada em projetos pacíficos.

O plano foi logo descoberto e Gori considerado culpado. Como na sociedade dos simióides não havia pena de morte, a punição seria a alteração da mente do cientista, de forma que sua maldade fosse eliminada. Antes que isso acontecesse, um oficial do exército chamado Karas liberta Gori da prisão e ambos fogem em uma nave. Vagando pelo Espaço, a dupla chega à Terra graças a uma tempestade eletromagnética. Gori fica encantado ao ver o planeta. Analisando de perto, descobre que os seres humanos estavam destruindo seu próprio mundo com a poluição. Indignado, Gori decide conquistar a Terra, transformando-a em seu paraíso particular.

Gori e Karas iniciam suas investidas à Terra utilizando apenas sua espaçonave como base. Mais adiante, os dois alienígenas constroem uma base em solo, escondido no interior de uma montanha, nos arredores de Tóquio. Tanto da nave quanto da base, Gori tem dispositivos que o permite construir seres vivos gigantescos para utilizar como ferramentas de destruição. Como matéria-prima, utiliza lixo produzido pelos seres humanos.

Produção[editar | editar código-fonte]

A criação do herói[editar | editar código-fonte]

No início de 1970, o presidente da P-Productions, Tomio Sagísu, teve a ideia de criar um programa em que “monstros macacos alienígenas” seriam vilões e teriam o papel principal. Talvez a inspiração tenha vindo do mais recente sucesso do cinema americano na época: O Planeta dos Macacos. O argumento agradou e, em agosto, um episódio piloto de oito minutos chegou a ser gravado. Nesse teste, intitulado Choujin Elementman, o herói tinha um visual todo vermelho, bem diferente do que acabou se tornando Spectreman — a máscara, por exemplo, mostrava a boca do ator[3] . Já o famoso vilão Dr. Gori não existia nessa versão. No lugar dele, havia apenas Karas, que viria a ser, na versão definitiva, o divertido assistente de Gori.

As cenas de ação do herói eram interpretadas pelo ator Kouji Uenishi, já muito conhecido na época por encarnar o Ultraseven transformado. Uenishi acabou permanecendo na versão definitiva da série dando movimentos a Spectreman e também ao assistente Karas. Em entrevistas à imprensa, o ator revelou que ia frequentemente ao zoológico estudar a movimentação dos gorilas para dar vida ao personagem. Para a versão humana do herói, foi escolhido o ator e carateca experiente Tetsuo Narikawa[5] .

A proposta da P-Productions foi aceita pela TV Fuji. Mas, para ir ao ar, a emissora exigiu algumas alterações, como a máscara do herói, que deveria cobrir toda a cara do ator. Ajustes feitos, no dia 2 de janeiro de 1971, a série estreava com o título Uchu Enjin Gori (Gori, o Homem-Macaco Espacial). Passados alguns episódios, porém, telespectadores reclamaram do nome da série. Foi então que, na aventura 21, ela passa a se chamar Uchu Enjin Gori Versus Spectroman. A partir do capítulo 40, viria a se chamar apenas Spectroman (Spectreman é o título internacional do programa).

Defeitos especiais[editar | editar código-fonte]

Segundo Tomio Sagísu, houve uma terrível falta de tempo na produção dos primeiros episódios, causados pelas mudanças de última hora pedidas pela TV Fuji. Tanto que o mostro Midron, que aparece no episódio 3, era, na verdade, um reaproveitamento da fantasia utilizada no episódio piloto. Outro monstro também seria repetido: Zeron, do capítulo 4, veio de outro projeto da produtora, Jaguarman (1967).

Com o orçamento muito restrito, a P-Productions teve que improvisar para colocar em prática as histórias criadas pelos roteiristas. As cidades cenográficas eram feitas de isopor e materiais afins. Em uma luta entre Spectreman e algum monstro no meio da cidade de Tóquio, quase sempre ambos acabavam atingindo um prédio, que era destruído – ou quebrado, pois era perceptível a presença das lâminas de isopor branco pintados de cinza.

Outra dificuldade era produzir as explosões. Feitas artesanalmente, era possível perceber que não passavam de um punhado de álcool pegando fogo, como numa churrasqueira.

Produzir os raios de Spectreman, dos monstros e das armas também era problema. Os feixes de luz emanados eram feitos com a técnica de raspagem do negativo do filme para criar um desenho semelhante a um raio, quadro por quadro. Às vezes, o recurso era abandonado e ouvia-se apenas o som do disparo dos lasers das armas.

Destaques do enredo[editar | editar código-fonte]

A série trazia uma interessante ambiguidade. Apesar de suas ideias imperialistas, o Dr. Gori justificava seus planos de invadir e dominar a Terra com um argumento muito racional e atual: os seres humanos estão destruindo o planeta com a poluição e, por isso, não merecem viver nele. Gori queria extinguir a população terráquea para recriar as belezas naturais e, claro, ser o mandachuva do local. Pensando por esse viés, ao defender a Terra dos ataques do inimigo — que criava monstros ecologicamente corretos, pois usava como matéria-prima o lixo reciclado —, Spectreman estaria, mesmo sem querer, defendendo as grandes corporações poluidoras e causadoras do aquecimento global. Na verdade, o herói tinha consciência da triste consequência de suas intervenções. Várias vezes ele deixava claro que o ser humano só tinha chance de sobreviver se cuidasse melhor do planeta. Mesmo assim, por vontade própria e também por ordem dos Dominantes, Spectreman defendia os terráqueos.

No episódio "O vampiro do espaço", considerado por muitos como o melhor da série, cujo clima sombrio lembrava muito alguns episódios clássicos do Ultraseven, Spectreman enfrenta Vordalac ( Kyudora, nome original ), uma criatura hematófaga que se alimenta de sangue contaminado. Spectreman recebe ajuda de um outro alienígena, um raluxiano vindo da constelação de Ralux ( Paru, nome original) ,que dedicou sua vida a capturar e destruir Vordalac, mas acabou morrendo na Terra devido a sua debilidade respiratória provocada pela poluição de nossa atmosfera e também por ter sido gravemente ferido por Vordalac. Mas foi graças a ajuda desse raluxiano que Spectreman consegue derrotar a terrível criatura. Curiosidade: foi o único episódio da série em que o Dr. Gori não apareceu em momento algum.

Os episódios 5 e 6 — O exílio de Spectreman — foram escritos por Kazuo Koike, conhecido no Brasil pelo seu trabalho com o famoso mangá Lobo Solitário[3] . Na história criada por ele, o herói desafia as ordens dos Dominantes e se recusa a matar uma família que havia sido abduzida (raptada) pelo Dr. Gori e estava contaminada por poluentes mortais, com risco de infectar toda a população. Como punição pela desobediência, Spectreman é desligado e exilado em outro planeta.

Tetsuo Narikawa é Kenji[editar | editar código-fonte]

O ator Tetsuo Narikawa (Kenji) era um carateca experiente, mas esse fato não foi explorado pelos produtores da série. Após abandonar a carreira de ator, Narikawa deu aulas de karatê no Japão até seu falecimento, em 1º de janeiro de 2010. Ele morreu aos 65 anos, vítima de câncer nos pulmões[6] . Foi, inclusive, fundador e presidente da liga nacional japonesa de karatê.

Versão internacional[editar | editar código-fonte]

A versão de Spectreman exibida no Brasil é a norte-americana. Essa adaptação para os estadunidenses acabou sendo comercializada em todo o mundo. Além da dublagem para a língua inglesa, a série recebeu nova abertura e encerramento e teve alterações na edição dos episódios.  

Trilha de sucesso[editar | editar código-fonte]

A trilha musical da abertura norte-americana tornou-se famosa em todo o mundo. Bandas e músicos amadores ainda hoje reproduzem em seus shows as batidas rápidas do violão, do baixo e da bateria nervosa. A trilha, na verdade, é uma versão da música The First Day Of Forever, do grupo estadunidense The Mystic Moods Orchestra, famosa entre os anos 70 e 80. A nova letra foi escrita por Jerry Winn, Bob Todd e Gregory Sill.

Spectreman nos quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Em [[1983], a extinta Bloch Editores lançou em quadrinhos a versão não-autorizada da série, intitulada Spectreman. A HQ apresentava mudanças em relação ao seriado filmado. As principais eram a cor do personagem (azul) e a grafia do nome humano do herói (Kenzo). A revista teve 30 edições em formatinho (13,5 x 19 cm). A Revista deixou de ser publicada em 1986 com o fim da exibição da serie na TV, que só voltaria ao ar novamente em 1988,mas á Bloch - Editores não voltaria atras na sua decisão do cancelamento da revista em si.[7] [8] .

Spectreman ganhou também uma versão mangá com nove volumes tankobon[3] , produzida por Daiji Kazumine[9] .

Elenco e dublagem[editar | editar código-fonte]

Um dos destaques de Spectreman no Brasil foi a dublagem. A versão em português da série possui vários diálogos criativos, engraçados e bordões inexistentes na versão americana utilizada como base para a dublagem. Mérito da equipe de dubladores. Muitos deles, aliás, viriam a dublar o seriado Chaves[10] , algum tempo depois. Confira, a seguir, a relação dos personagens e seus respectivos atores e dubladores.

Personagem Original Personagem Ator Dublador
Joji Gamou Kenji Tetsuo Narikawa Luís Nunes
Boss Kurata Chefe Kurata Tohru Ohira Eleu Salvador
Toshio Arito Ota Kazuo Arai Mário Vilela
Shinkichi Kaga Kato Takatsumi Watanabe João Paulo
Koji Ota Wada Koji Ozaki Marcelo Gastaldi
Rie Endoh Minnie Machiko Konishi Leda Figueiró
Mineko Tachibana Chieko Sakurako Shin Sandra Mara Azevedo
Midori Sawa Yumi Rumi Gotoh Rita Cléos
Hiromi Yanagida Kimie Taeko Sakurai Leda Figueiró
Hakase Gori Gori Takanobu Tohya Carlos Seidl
Enjin Ra Karas Koji Uenishi Osmiro Campos
Spectroman Spectreman Koji Uenishi Luís Nunes
Nebula Dominantes Koji Kobayashi João Ângelo
Nareta Narrador Koji Kobayashi Carlos Seidl

Staff[editar | editar código-fonte]

Logo abaixo, confira os nomes dos profissionais que trabalharam nos bastidores de Spectreman:

Equipe Japão[editar | editar código-fonte]

Função Profissional
Criação Tomio Sagisu
Produção Tomio Sagisu
Direção Higuchi Higuchi, Kanji Otsuka, Keinosuke Tsuchiya, Kôichi Ishiguro, Takeo Sakai, Yasuharu Hasebe
Roteiro Susumu Taka-Ku, Haruya Yamazaki e Masaki Tsuji
Efeitos especiais Tomio Sagisu, Tetsu Matoba, Takeo Sakai, Nobuo Yajima e Koichi Ishiguro
Edição Onishi, Satoru Kazono
Música Miyauchi Kunio e Naohiko Terashima
Direção de fotografia Isamu Kakita, Shoji Horikawa, Yoshinobu Takahashi
Iluminação M. Kondo
Figurino Yuichi Ishikawa

Equipe Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

Função Profissional
Produtor associado Mel Welles
Produção associada Fuji Telecasting Co. Ltd.
Produção Richard L. Rosenfeld
Direção Mel Welles
Assistente de direção Morley L. Rosenfeld, John Thompson, Charles Howerton
Edição Alan Geik/Stanley J. Sheff
Assistentes de edição Elaine Kolb, Susan Marcinkus, Karen Wilson
Pós-produção Stanley J. Sheff
Adaptações de tela Mel Welles, Ruth Carter, Charles Howerton
Desenho de abertura Howard A. Anderson Co.
Supervisão musical Colgems - EMI Music
Trilha de abertura (letra) Jerry Winn, Bob Todd, Gregory Sill
Som Quality Sound, Inc.
Merchandising Selwyn Rausch

Episódios[editar | editar código-fonte]

Característica rara até mesmo para as séries mais recentes, as histórias de Spectreman quase sempre eram divididas em dois episódios, chamados, no Brasil, de "Primeira Parte" e "Epílogo". No final da primeira parte, o narrador chamava a atenção do telespectador para que ele não deixasse de conferir o desfecho da história, que viria a acontecer no capítulo seguinte.

Referências

  1. Redação Henshin! (20/07/2005). Spectreman - Parte 1 UOL.
  2. Arnaldo Massato Oka e Marcelo Del Greco. (2002). "O Homem-Espelho?!". Henshin! (37): 44 e 45. Editora JBC. ISSN 1518-3785.
  3. a b c d Anselmo Luiz. (13/01/1981). "Ilustrada/Programação da TV /Destaques da TV". Folha de S.Paulo (18.913): 34 e 36. São Paulo: Folha da Manhã. ISSN 1517-3984.
  4. Redação Henshin! (20/07/2005). Spectreman - Parte 3 UOL.
  5. Redação Henshin! (20/07/2005). Spectreman - Parte 2 UOL.
  6. Mister Kyon (04/01/2010). Morre ator de Spectreman UOL.
  7. Anselmo Luiz = Fã de Spectreman desde de sua exibição na TV RECORD em 1981
  8. Fransério Rodrigues. Mundo dos Super-Heróis #12. [S.l.]: Editora Europa, 2008. 79 pp.
  9. Jonathan Clements,Motoko Tamamuro. The Dorama Encyclopedia: A Guide to Japanese TV Drama Since 1953. [S.l.]: Stone Bridge Press, Inc., 2003. 285 pp. 9781880656815.
  10. Lilly Carol. (2011). "Planeta: Terra, Cidade: Tóquio". Anime>Do (108). São Paulo: Editora Escala. ISSN 1516-9960.