Sport Club do Recife

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Sport
Escudo do Sport Club do Recife.
Nome Sport Club do Recife
Alcunhas Leão da Ilha
Leão do Norte
Leão da Praça da Bandeira
Rubro-negro
Papai da Cidade
Maior do Nordeste
Supertime da Ilha
Glorioso
Torcedor/Adepto Rubro-negro
Leonino
Sportista
Mascote Leão
Fundação 13 de maio de 1905 (109 anos)
Estádio Ilha do Retiro
Capacidade 35.000
Localização Brasaorecife.jpg Recife, Pernambuco PE, Brasil Brasil
Presidente Brasil João Humberto Martorelli
Treinador Brasil Eduardo Baptista
Patrocinador Brasil Caixa
Material esportivo Alemanha Adidas
Competição BandeirasNordesteBrasil.gif Copa do Nordeste
Pernambuco Campeonato Pernambucano
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Flags of South American Conmebol Members.gif Copa Sul-Americana
BandeirasNordesteBrasil.gif 2014
Pernambuco 2014
Brasil 2014
Brasil 2014
Flags of South American Conmebol Members.gif 2014
Campeão
Campeão
Em disputa
Em disputa
A disputar
BandeirasNordesteBrasil.gif 2013
Pernambuco 2013
Brasil 2013
Brasil 2013
Flags of South American Conmebol Members.gif 2013
7º (Quartas-de-final)

34º

16º (Oitavas-de-final)
Pernambuco 2012
Brasil 2012
Brasil 2012

27º (2ª Fase)
17º
Ranking nacional 24º lugar, 6.740 pontos
Website sportrecife.com.br
Kit left arm sport1415h.png Kit body sport1415h.png Kit right arm sport1415h.png
Kit shorts sport1415h.png
Kit socks 3 stripes white.png
Uniforme
titular
Kit left arm sport1415a.png Kit body sport1415a.png Kit right arm sport1415a.png
Kit shorts adidasonwhite.png
Kit socks 3 stripes black.png
Uniforme
alternativo
editar
O Recife foi palco de nascimento do Maior do Nordeste, fundado na Associação dos Empregados do Comércio do Recife, em 13 de maio de 1905.

O Sport Club do Recife (CCF) (conhecido como Sport e Sport Recife, de monogramo SCR) é um clube brasileiro de desportos, situado na cidade do Recife, estado de Pernambuco. Foi fundado em 13 de maio de 1905, por Guilherme de Aquino Fonseca, um pernambucano que viveu por muitos anos na Inglaterra, onde estudou na Universidade de Cambridge,[1] e regressou a Pernambuco trazendo consigo a paixão pelo novo esporte daquele país, o futebol.

O Leão da Ilha detém um grande patrimônio, com uma estrutura formada por estádio multi-equipado, centro de treinamento e garagem de remo. O Complexo Esportivo da Ilha do Retiro, com área total de 10,2 hectares (101.613,96 ), abriga sede social, campo principal e auxiliar, apart-hotel com 12 apartamentos para concentração dos profissionais, alojamento para concentração das categorias de base, tribuna de honra, sala de imprensa, vestiários, parque aquático, parque de tênis, quadras de basquete, handebol, hóquei, futsal, vôlei, entre outros esportes. O Estádio da Ilha do Retiro, pela sua estrutura, localização, e por obedecer a padrões FIFA, é considerado um dos melhores estádios do Norte-Nordeste.[2] O Rubro-negro também possui o CT do Leão, centro de treinamento esportivo destinado ao elenco profissional, às categorias de base e ao futebol feminino;[3] além de uma tradicional garagem de remo.

No futebol, o Maior do Nordeste é dono de seis títulos com chancela da CBD/CBF, referente aos anos de 1968, 1987, 1990, 2000, 2008 e 2014; sendo 3 nacionais, 1 inter-regional e 2 regionais. Suas principais glórias são o Campeonato Brasileiro de 1987 e a Copa do Brasil de 2008. Além de ser Bicampeão Nacional de elite, o Sport possui um título Brasileiro da Série B de 1990, é Campeão do Norte-Nordeste de 1968, Tricampeão do Nordeste em 1994, 2000 e 2014, 40 vezes Campeão Pernambucano - sendo o maior vencedor da competição nos séculos XX e XXI -, Tricampeão da Copa Pernambuco em 1998, 2003 e 2007, e 18 vezes Campeão do saudoso Torneio Início de Pernambuco, ocupando o posto de principal detentor de títulos do estado.

Em paralelo ao futebol profissional, o Leão da Praça da Bandeira também possui tradição no futebol de categorias de base, no futebol feminino, e nos esportes olímpicos (em modalidades como remo, natação, hóquei, basquete, futsal, vôlei, tênis de mesa, taekwondo, judô, atletismo, etc.), acumulando conquistas regionais, nacionais e internacionais. São exemplos desses triunfos os seguintes títulos: o Campeonato Sul-Americano de Clubes de Basquete Feminino de 2014, a Liga de Basquete Feminino de 2013, o Campeonato Sul-Americano de Clubes de Hóquei em Patins de 2012, o Campeonato Brasileiro de Futebol de Areia Feminino de 2012, o Torneio Internacional de Clubes de Futsal de 2001 e o Torneio de Chênois de 1999, vencido pela equipe de juniores, na Suíça.

Na revelação de atletas, o Papai da Cidade apresentou, ao Brasil e ao mundo, atletas dos mais variados esportes, que chegariam ao reconhecimento nacional e internacional. São alguns desses exemplos: Ademir Menezes, Manga, Almir Pernambuquinho, Roberto Coração de Leão, Neco, Mirandinha, Chiquinho, Juninho Pernambucano, Cléber Santana e Ciro; no futebol feminino, a goleira Bárbara; no voleibol, as jogadoras Jaqueline Carvalho e Dani Lins, etc.

No ano de 2010, o Rubro-negro foi honrado pela FIFA, com a distinção de ser um Clube Clássico brasileiro, sul-americano e mundial,[4] fazendo parte do hall de grandes clubes desta federação futebolística internacional, estando também classificado no Ranking da CONMEBOL na 76ª posição[5] e no Ranking da CBF como detentor da 24ª posição.[6] Pesquisas estatísticas diversas, a exemplo do Lance!/IBOPE, apontam que o Leão da Ilha possui a maior torcida do Norte-Nordeste, e uma das principais do Brasil,[7] [8] sendo a 11ª em números nacionais, com milhões de seguidores. Em relação ao número de sócio-torcedores, o Supertime da Ilha conta com 22.190 associados, e encontra-se na 10ª posição a nível nacional. [9] Ainda, de acordo com a empresa BDO RCS Auditores Independentes, a marca do clube é a décima nona em valor no Brasil, ultrapassando os 41 milhões de reais.[10]

Tem uma rivalidade histórica com o Clube Náutico Capibaribe, donde o confronto entre ambos é conhecido como o Clássico dos Clássicos, sendo este o terceiro clássico mais antigo do país; com o Santa Cruz Futebol Clube, cujo confronto é denominado de Clássico das Multidões; e com o América Futebol Clube, onde duela no Clássico dos Campeões.

O Sport será um autêntico campeão, pois nasceu sob o signo da valentia e dele jamais se apartará.
 
Guilherme de Aquino Fonseca, fundador do Sport, em 1905,

História[editar | editar código-fonte]

Primeira formação do Sport Club do Recife, em 1905.

Guilherme de Aquino Fonseca, fundador do Sport Club do Recife, era integrante de uma rica família pernambucana. Seu pai, João d'Aquino Fonseca e sua mãe Maria Eugênia Regadas Aquino Fonseca era exigente quanto a conduta e caráter dos filhos, então, mandou Guilherme à Inglaterra para realizar seus estudos. Ele estudou na Universidade de Cambridge onde se formou engenheiro. Quando da Europa voltou, no ano de 1903, trouxe, além de sua formação, a paixão pelo futebol que era, àquela época, um esporte de elites.

A partir dos primeiros contatos com a bola, o jovem recifense começou a sonhar alto. Ao voltar, prometia a ele mesmo, que fundaria um clube de futebol, que mais tarde, viria a ser o Sport, e, com a habilidade latina, seria possível jogar melhor que os ingleses. Em breve, também poderiam existir vários outros clubes, e o futebol ganharia popularidade rapidamente, pensava Guilherme, que, com seu próprio dinheiro, comprou bolas, apitos e todo tipo de material necessário para a prática do esporte.

Em 13 de maio de 1905, ao meio-dia, no salão da Associação dos Empregados do Comércio do Recife, era fundado o Sport Club do Recife. Junto com o clube, nascia também o futebol pernambucano, já que não há registros de qualquer time de futebol no estado antes da fundação do Leão da Ilha.

Na Universidade de Cambridge, Guilherme de Aquino conheceu o futebol e o levou ao Recife.

Dias depois da fundação, mais precisamente em 28 de maio, foi formada a primeira diretoria do Sport, com a seguinte formação:

Presidente - Elysio Alberto Silveira, Vice-presidente - Boaventura Alves Pinho, 1º Secretário - Mário Sette, 2º Secretário - Frederico Rúfilo de Oliveira, Tesoureiro - Oscar Torres, Procurador - Alberto Amorim, Diretor de Esportes Terrestres - Guilherme de Aquino Fonseca, Diretor de Esportes Marítimos - Paulino de Miranda, Diretor da Tuna Musical - Carlos Meneses.

Guilherme de Aquino Fonseca, deixou o seguinte depoimento sobre o processo de fundação do Sport Club do Recife:

Nessa época, eu havia instalado um estabelecimento de modas, para ambos os sexos, com o maior luxo da cidade, denominado de Casa Metrópole e situado na antiga Rua Nova. Ali reuniam-se os grupos que discutiam a organização de um clube, tornando-se o ponto predileto dos portmen, como bem diz o Mário Sette, nosso primeiro secretário, no seu livro Maxambombas e Maracatus. Era o viveiro das ideias esportivas. Foi, afinal, o Sport Club do Recife, o nosso grande baluarte, organizado e, podemos dizer, fundado nesse estabelecimento comercial que, produzindo esse acontecimento, terminou sendo fechado, por isso que, moço como era (20 anos), tendo uma criação fidalga, a desconhecer o valor do dinheiro, deixei de ter as necessárias cautelas financeiras, desviando os meus cuidados e as minhas atenções da parte comercial para me entregar de corpo e alma ano nosso clube. Não seria lógico e decente a fundação de uma agremiação esportiva nos fundos de uma loja, pelo que obtivemos a gentil e generosa aquiescência do presidente da Associação dos Empregados do Recife, a fim de que os seus salões e dependências fossem abertas para honrar a primeira assembleia de instalação e fundação do Sport Club do Recife (sem o "do").

Honrarias[editar | editar código-fonte]

O Leão da Ilha é Clube Clássico FIFA desde 2010.
INTERNACIONAIS
Honraria Títulos Temporadas
Globo terraqueo 3.gif Clube Clássico FIFA 1 2010*

* O Sport Club do Recife é um dos treze clubes brasileiros e uma das dezesseis agremiações lusófonas honradas nesta lista. [11]


Títulos[editar | editar código-fonte]

Troféu de Campeão Brasileiro de 1987, guardado no museu do Sport.
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Cbf brazilian championship trophy.svg Campeonato Brasileiro 1 1987
CBF Brazilian Cup.png Copa do Brasil 1 2008
Cbf brazilian championship trophy 02.svg Campeonato Brasileiro - Série B 1 1990
INTER-REGIONAIS
Competição Títulos Temporadas
TrofeuNorteNordeste1968.png Torneio Norte-Nordeste 1 1968**
REGIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Taça Copa do Nordeste.png Copa do Nordeste 3 1994Cscr-featured.png, 2000** e 2014**
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Pernambuco Campeonato Pernambucano 40 1916, 1917Cscr-featured.png, 1920, 1923, 1924, 1925, 1928, 1938, 1941Cscr-featured.png, 1942, 1943, 1948, 1949, 1953, 1955, 1956, 1958, 1961, 1962, 1975, 1977, 1980,
1981*, 1982, 1988, 1991, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998Cscr-featured.png, 1999, 2000,
2003, 2006, 2007, 2008, 2009Cscr-featured.png, 2010 e 2014
Pernambuco Copa Pernambuco 3 1998, 2003 e 2007
Pernambuco Torneio Início 18 1920, 1923, 1924, 1925, 1927, 1928, 1932, 1935, 1940, 1945, 1957, 1958, 1959, 1960, 1966, 1968, 1974 e 1977

Cscr-featured.png Campeão invicto. * Supercampeão. ** Torneio com chancela da CBD/CBF.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Lema[editar | editar código-fonte]

É assim definido no estatuto do clube: § 2º do 2º artigo do 1º capítulo - Na realização das atividades sócio-culturais-esportivas, o Sport Club do Recife procurará desenvolver, manter e elevar o verdadeiro espírito rubro-negro, sob o lema 'Pelo Sport Tudo'.

O lema, muito provavelmente, tem a origem em época que coincide com o aparecimento do grito de guerra, até porque faz parte do brado que dá início ao mesmo.

Brasão[editar | editar código-fonte]

Primeiro brasão do Sport Recife.

O primeiro brasão do Sport nada tinha a ver com o atual. Num dos primeiros estatutos do clube ele era assim definido: Sobre uma âncora, tendo no braço a data 13 de maio de 1905, apoiada sobre um par de remos cruzando com um mastro contendo flâmulas descendentes e um croquete, um salva-vidas, tendo no centro uma bola de futebol entre um pau de críquete e uma raquete de tênis, cruzados, e encimada pelas letras SCR, entrelaçados em monograma e, no corpo, escrito Sport Club Recife. Logo, o distintivo número 1 do Sport representava todas as modalidades esportivas praticadas pelo clube na época, desde o críquete até a caça submarina.

O brasão era muito complexo, de difícil reprodução e não trazia as cores.

Eis que, em 1919 o então presidente rubro-negro Arnaldo Loyo encarou um desafio que para muitos na época foi considerado uma loucura: levar o Sport a Belém do Pará para jogar uma série de cinco amistosos.

O clube obteve resultados significativos visto que na época o centro futebolístico paraense era mais evoluído que o pernambucano. Estes foram os resultados: Sport 3x3 Combinado Remo-Paysandu (23/03), Sport 3x2 Seleção Paraense (27/03), Sport 0x1 Paysandu (01/04), Sport 2x1 Combinado Remo-Paysandu (03/04) e Sport 0x1 Remo (06/04).

O atual escudo é baseado na Heráldica Escocesa.

E foi no jogo do dia 3 de abril de 1919 que estava em disputa um belíssimo bronze francês denominado Leão do Norte onde figuravam as esculturas de um arqueiro grego acompanhado por um imponente leão. Para a surpresa dos paraenses, o Sport vence o combinado local por 2x1 e fica com o troféu. A decepção para a torcida adversária foi tamanha que um torcedor mais afoito invadiu o navio onde os dirigentes rubro-negros guardavam a peça, e danificou sua cauda com um cano de ferro. Este fato inspirou a elaboração de um novo brasão para o Sport.

Então o leão foi adotado como o novo símbolo do clube pois representava toda sua ousadia, coragem e espírito de vencedor que o marcava desde sua fundação. O responsável pela arte foi o desenhista Armando Vieira dos Santos que se baseou na heráldica das armas escocesas para a elaboração do escudo.

E ele é assim definido no estatuto do clube: Art. 7º - O distintivo oficial do Sport Club do Recife é um escudo, cuja configuração geométrica assim se define: superiormente, dois arcos de círculos, convexos, iguais entre si; os arcos superiores encontram-se, numa das extremidades, no ponto extremo superior do eixo vertical da figura; na outra extremidade, cada um deles se liga à extremidade superior do arco lateral correspondente; os arcos laterais encontram-se, na extremidade inferior, no ponto extremo inferior ao eixo vertical da figura; a corda de cada arco lateral é, praticamente, igual ao dobro da corda de cada arco superior.§ único - O fundo do escudo oficial tem sete faixas paralelas, no sentido diagonal ascendente, da esquerda para direita, em cores preta e encarnada, alternadamente, a primeira e a última das quais, em cor preta. Sobre tal fundo, a figura heráldica, em amarelo-ouro, de um leão em pé e de perfil, voltado para o lado direito do escudo, sustentando uma miniatura do desenho deste. Nessa miniatura, também em amarelo-ouro, o desenho do monogramo SCR, em letras entrelaçadas, de cor preta.

Bandeira[editar | editar código-fonte]

O pavilhão oficial do Sport é assim descrito em seu estatuto: artigo 9º do 2º Capítulo - O Sport Club do Recife tem, como pavilhão oficial, uma bandeira de forma retangular, com sete faixas horizontais paralelas de igual largura, sendo quatro pretas e três encarnadas, alternadamente, a primeira e a última das quais, em cor preta. No ângulo superior direito da bandeira, quadrado de cor preta, com a figura heráldica de leão em pé e de perfil, em amarelo-ouro, voltada para a direita do quadrado, sustentando um desenho perimétrico do escudo do clube, em traço preto. O fundo desse desenho é em amarelo-ouro, figurando, no seu centro, o monograma SCR, em letras pretas, entrelaçadas. No canto inferior direito do quadrado, a inscrição, em amarelo-ouro, do numeral do número mil novecentos e cinco, significante do ano de fundação do Clube. A largura da bandeira é igual a sete décimos do seu comprimento, e o lado do quadrado é igual à soma da largura de três faixas.[12]

No hino oficial do Sport Club do Recife, o autor Eunitônio Edir Pereira faz uma bela citação à bandeira:

Pavilhão do Leão do Norte.

"Eterno símbolo de orgulho

É o pavilhão

De listras pretas e vermelhas,

Com o Leão

Erguendo, imponente, o imortal escudo

Mostrando à gente que o Sport é tudo

Que a vida tem de belo a oferecer

Sport, Sport

Uma razão para viver"

Com as conquistas do Campeonato Brasileiro de 1987, da Copa do Brasil de 2008 e, também, do Campeonato Brasileiro de 1990 - Série B, adotou-se, extra-oficialmente, o uso de três estrelas na primeira faixa preta.

As duas douradas representam os dois títulos máximos do Leão da Ilha e a prateada demonstra o "título da superação", conquistado em meio a muitas dificuldades.

Hino[editar | editar código-fonte]

O hino oficial do Sport Club do Recife tem como autor Eunitônio Edir Pereira, que, com muita maestria, traduziu o sentimento rubro-negro, tão visto e reconhecido dos torcedores do Sport. A composição traz uma série de citações à história e às particularidades do clube. São elas: a paixão e a fidelidade de sua torcida; a fundação do clube em 13 de maio de 1905 por Guilherme de Aquino Fonseca; a caracterização do pavilhão rubro-negro; como também, faz jus aos diversos atletas do Sport, que, ao longo dos anos, tantas glórias conquistaram ostentando o leão no peito.

Hino do Sport Club do Recife

(Composição: Eunitônio Edir Pereira)

(1ª Parte)

"Com o Sport eternamente estarei

Pois rubro-negras são

As cores que abracei

E o abraço, de tão forte,

Não tem separação

Pra mim, o meu Sport

É religião

A vida a gente vive

Pra vencer

Sport, Sport

Uma razão para viver..."

Cores[editar | editar código-fonte]

É assim definido no estatuto do clube: 2º artigo do 2º capítulo - As cores oficiais do Sport Club do Recife serão, sempre, preto e encarnado, usadas em conjunto, em uniformes, escudos, distintivos, flâmulas, bandeiras, etc.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Partida válida pelo Brasileirão de 2007 entre Sport Recife x Palmeiras. O Leão da Ilha venceu fora de casa por 2x1 com o tradicional uniforme rubro-negro.

Os uniformes do Sport são assim descritos em seu estatuto: artigo 8º do 2º capítulo - Nas competições esportivas, os atletas do Sport Club do Recife usarão, conforme o caso, um dos uniformes seguintes:

a) Camisa com faixas horizontais de igual largura, de cores preta e encarnada, alternadamente, com calção branco e meiões pretos, ou, calção e meiões pretos;

b) Camisa, calção e meiões brancos, tendo a camisa, em seu lado esquerdo, na altura do peito, o desenho do escudo oficial do Clube.

Uniforme dos jogadores - Boas Vindas[editar | editar código-fonte]

  • Alemanha - Camisa branca, calção preto e meias brancas;
  • Japão - Camisa amarela fluorecente, calção e meias pretas.
  • México - Camisa verde, calção branco e meias vermelhas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Willkommen
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
歓迎
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Bienvenido

Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]

  • Camisa azul, calção e meias azuis;
  • Camisa cinza, calção e meias cinzas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'

Uniformes de treino[editar | editar código-fonte]

  • Camisa amarela, calção e meias amarelos;
  • Camisa cinza, calção e meias cinzas.
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Jogadores
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Cores do Time
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Comissão Técnica

Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

  • 2014 - 1° Semestre
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1º Uniforme
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2º Uniforme
  • 2013
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1º Uniforme
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2º Uniforme
Com o uniforme número 1 de 2012, o lateral-direito Cicinho venceu o Troféu Armando Nogueira pelo Leão da Ilha.
  • 2012
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Cores do Time
1
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2
  • 2011
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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1
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2
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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3
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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4
  • 2010
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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Cores do Time
1
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2
  • 2009
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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Cores do Time
1
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Cores do Time
Cores do Time
2
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Cores do Time
Cores do Time
3
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Cores do Time
Cores do Time
Libertadores
Zagueiro e capitão Durval, com o uniforme número 1 de 2008, erguendo o troféu em comemoração à Copa do Brasil, do mesmo ano, na Ilha do Retiro.
  • 2008
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1
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2
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3
  • 2004
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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1
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2
  • 2003
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1
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2
  • Outros Uniformes
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1998
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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1987
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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1948
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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1938
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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1905

Material esportivo[editar | editar código-fonte]

Mascote[editar | editar código-fonte]

O leão é mascote do Sport Club do Recife desde o ano de 1919.

Em 1905, Guilherme de Aquino Fonseca já fundara o Sport Club do Recife "sob o signo da valentia", demonstrando anos mais tarde, em 1919 no Pará, todo esse sentimento ao vencer o Troféu Leão do Norte, competição considerada à época, dificílima para qualquer equipe nordestina, já que o futebol paraense era mais desenvolvido. Porém, como sempre pioneiro e superando várias dificuldades, o Sport foi a Belém, não se intimidou, e conquistou o belíssimo troféu de bronze francês, que mais tarde viria a ser o motivo de criação do mascote, que hoje é o leão, tão agraciado pela torcida rubro-negra, como também pela criação de uma das alcunhas do Sport: Leão do Norte.

O leão simboliza a tão característica luta e garra do Sport Club do Recife. Luta e garra não vistas apenas dentro dos gramados, como também em toda a sua estrutura patrimonial, erguida com muita dignidade, graças ao suor do trabalho e da dedicação de vários rubro-negros.

O mascote-símbolo do Sport se chama Leo. Ele foi criado há mais de 25 anos pelo chargista Humberto Araújo, e desde então vem ilustrando as conquistas e momentos marcantes do clube.

Leo é querido entre toda a torcida rubro-negra, principalmente pelas crianças.[13] Ganhou vida em 2007, passando a entrar em campo com os jogadores do Sport, e alegrando a festa da torcida.[13] O nome Leo foi escolhido por significar leão em latim.

Grito de guerra[editar | editar código-fonte]

Origem do Cazá, cazá

A primeira vez em que o grito de guerra do Sport foi bradado remonta às comemorações do Campeonato Pernambucano de 1938, ano em que o Leão conquistara mais um título. O Vasco da Gama possui um grito de guerra semelhante ao do Sport, com modificações sutis em alguns versos. Mas o que se sabe é que por lá ele começou a ser bradado por volta de 1942, época em que o legendário Ademir Menezes, maior jogador da história do Sport, do futebol Pernambucano e um dos maiores centroavantes da história do futebol mundial, começou a jogar por lá, apresentando o grito aos jogadores do Vasco.

Apesar das mais de seis décadas passadas, o Cazá, cazá nunca perdeu sua vitalidade e originalidade, tornou-se tema musical para muitos compositores e constituiu-se numa das marcas registradas da torcida rubro-negra aonde quer que ela vá. Atualmente, o grito de guerra é entoado no início de cada tempo de jogo na Ilha do Retiro, puxado pela Rádio Ilha, além da torcida durante os jogos.

Cazá, cazá

"Pelo Sport nada?

Tudo!

Pelo Sport nada?

Tudo!

Então como é, como vai ser e como sempre será?

Cazá! Cazá! Cazá, cazá, cazá!

A turma é mesmo boa!

É mesmo da fuzarca!

Sport! Sport! Sport!"

Panorâmica da Ilha Mais Famosa do Brasil em dia de jogo do Leão. O notório e forte Cazá, cazá, entoado pelos sportistas, ganha volume pela boa acústica do estádio.

Dia do Rubro-negro[editar | editar código-fonte]

No ano de 2008, foi instituído no Recife o dia do torcedor do Sport,[14] através da lei nº 17.415/2008, e projeto de lei nº 249/2005. A data comemorativa coincide com a data de fundação do clube.

Ementa: Institui, no âmbito do município, o dia 13 de Maio, como o Dia do Torcedor do Sport Club do Recife, o Dia do Rubro-negro, e dá outras providências.

O povo da cidade do Recife, por seus representantes, decretou, e eu, em seu nome, sanciono a seguinte lei:

Art. 1º - Fica instituído o dia 13 de maio, como o Dia do Torcedor do Sport Club do Recife, o Dia do Rubro-Negro.

Art. 2º - Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Recife, 14 de janeiro de 2008.

Futebol profissional[editar | editar código-fonte]

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Jogador Lesionado: Jogador lesionado/contundido
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador que volta de lesão/contusão
  • Suspenso.: Jogador suspenso
  • Vindo de Empréstimo: Jogador emprestado
  • Prata da casa: Jogador prata da casa


Goleiros
Jogador
1 Brasil Magrão
26 Brasil Flávio Prata da casa
30 Brasil Lucas Prata da casa
40 Brasil Saulo Prata da casa
Defensores
Jogador Pos.
3 Brasil Ewerton Páscoa Z
4 Brasil Durval Capitão Z
13 Brasil Ferron Z
22 Brasil Oswaldo Prata da casa Z
- Brasil André Prata da casa Z
- Brasil Henrique Mattos Vindo de Empréstimo Z
2 Brasil Vítor Vindo de Empréstimo LD
12 Brasil Patric Vindo de Empréstimo LD
6 Brasil Renê Prata da casa LE
14 Brasil Danilo Vindo de Empréstimo LE
16 Brasil Igor Vindo de Empréstimo LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Brasil Rodrigo Mancha V
7 Brasil Augusto César Vindo de Empréstimo V
15 Brasil Wilian Vindo de Empréstimo V
17 Brasil Wendel V
21 Brasil Rithely V
25 Brasil Neto Prata da casa V
29 Brasil Ronaldo V
- Brasil Anderson Pedra V
- Brasil Naldinho V
- Brasil Welton Prata da casa V
8 Brasil Aílton M
10 Brasil Régis M
23 Brasil Renan Oliveira Vindo de Empréstimo M
31 Brasil Zé Mário M
Atacantes
Jogador
9 Brasil Neto Baiano
11 Brasil Felipe Azevedo
19 Brasil Leonardo Vindo de Empréstimo
18 Brasil Érico Júnior Prata da casa
20 Brasil Mike Vindo de Empréstimo
27 Brasil Ananias Vindo de Empréstimo
28 Brasil Bruninho Vindo de Empréstimo
34 Brasil Joelinton Prata da casa

Comissão técnica[editar | editar código-fonte]

Comissão Técnica
Brasil Eduardo Baptista Treinador
Brasil Pedro Gama Auxiliar Técnico
Brasil Edvaldo Virgínio Jr. (Tacão) Preparador Físico
Brasil Guilherme Ferreira Preparador Físico Auxiliar
Brasil André Souto Cinesioterapeuta
Brasil Gilberto Preparador de Goleiros
Brasil Coronel Adelson Gerente de Futebol
Brasil Edmilson Santos Supervisor de Futebol
Brasil Inaldo Freire Fisiologista
Brasil Antônio Bezerra Médico
Brasil Amilton Crócia Médico
Brasil Leonardo Monteiro Médico
Brasil Rita de Cássia Nutricionista
Brasil Ernesto Baroni Fisioterapeuta


 
Comissão Técnica
Brasil Antônio Azevedo Fisioterapeuta
Brasil Jairo Evangelista Fisioterapeuta
Brasil Márcio Caldas Fisioterapeuta
Brasil Amaury Veloso Assessor de Imprensa
Brasil Alvaro Claudino Assessor de Imprensa
Brasil Lívio Angelim Assessor de Imprensa
Brasil Hugo Vero Estagiário de Educação Física
Brasil Maviael Massagista
Brasil Mema Massagista
Brasil Manuel Almeida (Legalé) Roupeiro
Brasil Pelé Roupeiro
Brasil Marcão Roupeiro
Brasil Marcos Alexandre Serviços Gerais
Brasil Pachequinho Serviços Gerais


Transferências para 2014[editar | editar código-fonte]

Legenda
Chegadas
  Jogador Clube anterior
Fairytale right.png Brasil André Categorias de base
Fairytale right.png Brasil Everton Categorias de base
Fairytale right.png Brasil Everton Felipe Categorias de base
Fairytale right.png Brasil Ronaldo Categorias de base
Fairytale right.png Brasil Diogo Oliveira Voltaram de Empréstimo. Japão Vegalta Sendai
Fairytale right.png Brasil Renato Voltaram de Empréstimo. Brasil ABC
Fairytale right.png Brasil Ruan Voltaram de Empréstimo. Brasil Fortaleza
Fairytale right.png Brasil Rodrigo Mancha Japão Oita Trinita
Fairytale right.png Uruguai Robert Flores Equador Deportivo Quito
Fairytale right.png Brasil Durval Brasil Santos
Fairytale right.png Brasil Ewerton Páscoa Brasil Criciúma
Fairytale right.png Brasil Ferron Brasil Ponte Preta
Fairytale right.png Paraguai Enrique Meza Paraguai Olimpia
Fairytale right.png Brasil Igor Emprestado. Brasil Corinthians
Fairytale right.png Brasil Neto Baiano Brasil Goiás
Fairytale right.png Brasil Ananias Emprestado. Brasil Cruzeiro
Fairytale right.png Brasil Danilo Emprestado. Brasil América Mineiro
Fairytale right.png Brasil Bileu Brasil ABC
Fairytale right.png Brasil Wendel Brasil Vasco da Gama
Fairytale right.png Brasil Bruninho Emprestado. Brasil Flamengo
Fairytale right.png Brasil Renan Oliveira Emprestado. Brasil Atlético Mineiro
Fairytale right.png Brasil Leonardo Emprestado. Brasil Atlético Mineiro
Fairytale right.png Brasil Augusto César Emprestado. Brasil Internacional
Fairytale right.png Brasil Mike Emprestado. Brasil Internacional
Fairytale right.png Brasil Zé Mário Emprestado. Brasil Internacional
Fairytale right.png Brasil Vitor Emprestado. Brasil Goiás
Fairytale right.png Brasil Wilian Emprestado. Brasil Fluminense
Fairytale right.png Brasil Régis Brasil Chapecoense
Fairytale right.png Brasil Henrique Mattos Emprestado. Brasil Botafogo-SP
Saídas
  Jogador Clube de destino
Fairytale left red.png Brasil Nunes Brasil Santo André
Fairytale left red.png Brasil Toby Brasil Linense
Fairytale left red.png Brasil Fábio Bahia Brasil Mirassol
Fairytale left red.png Brasil Ailson Flag of None.svg A definir
Fairytale left red.png Brasil George Lucas Brasil Veranópolis
Fairytale left red.png Brasil Patrik Silva Regresso após empréstimo. Brasil Palmeiras
Fairytale left red.png Brasil Matheus Cavichioli Brasil Lajeadense
Fairytale left red.png Brasil Camilo Brasil Botafogo-SP
Fairytale left red.png Brasil Gabriel Brasil Ceará
Fairytale left red.png Brasil Rafael Pereira Regresso após empréstimo. Brasil Juventude
Fairytale left red.png Brasil Mateus Lima Regresso após empréstimo. Brasil Grêmio Barueri
Fairytale left red.png Brasil Vinícius Simon Regresso após empréstimo. Brasil Santos
Fairytale left red.png Brasil Neto Baiano Regresso após empréstimo. Brasil Goiás
Fairytale left red.png Brasil Pereira Flag of None.svg A definir
Fairytale left red.png Brasil Peri Brasil Salgueiro
Fairytale left red.png Bolívia Chumacero Bolívia The Strongest
Fairytale left red.png Brasil Diogo Oliveira Flag of None.svg A definir
Fairytale left red.png Brasil Ruan Brasil Internacional
Fairytale left red.png Brasil Lucas Lima Regresso após empréstimo. Brasil Internacional
Fairytale left red.png Brasil Marcos Aurélio Regresso após empréstimo. Brasil Internacional
Fairytale left red.png Brasil Jonathan Balotelli Brasil Salgueiro
Fairytale left red.png Brasil Diego Maurício Regresso após empréstimo. Rússia Alania Vladikavkaz
Fairytale left red.png Brasil Renato Emprestado. Brasil ABC
Fairytale left red.png Brasil Everton Felipe Emprestado. Brasil Internacional
Fairytale left red.png Brasil Marcelo Cordeiro Flag of None.svg A definir
Fairytale left red.png Brasil Bileu Brasil Santa Cruz
Fairytale left red.png Paraguai Enrique Meza Emprestado. Brasil Chapecoense
Fairytale left red.png Uruguai Robert Flores Flag of None.svg A definir
Fairytale left red.png Brasil Sandrinho Emprestado. Brasil Botafogo-SP


Diretoria[editar | editar código-fonte]

Executivo[editar | editar código-fonte]

Relação de diretores[editar | editar código-fonte]

Conselho deliberativo[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

  • Para visualizar todas as temporadas, clique em anexo.
Sport Club do Recife
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil América do Sul Copa do Nordeste Campeonato Estadual
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Fase Máxima Posição
2005 B 16º 21 8 3 10 29 32
2006 B 38 18 10 10 57 36
2007 A 14º 38 14 9 15 54 55 Oitavas-de-final
2008 A 11º 38 14 10 14 48 45 Campeão
2009 A 20º 38 7 10 21 48 71 CL Oitavas-de-final
2010 B 38 15 11 12 55 41 Oitavas-de-final
2011 B 38 17 10 11 62 44 1ª Fase
2012 A 17º 38 10 11 17 39 56 2ª Fase
2013 B 38 20 3 15 64 56 2ª Fase SA Oitavas-de-final Quartas-de-final
2014 A Em disputa SA A disputar


Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Classificado à Copa Libertadores da América através do Campeonato Brasileiro
     Classificado à Copa Libertadores da América através da Copa do Brasil ou Taça Libertadores.
     Classificado à Copa Sul-Americana.
     Rebaixado à Série B
     Acesso à Série A

Lista de confrontos[editar | editar código-fonte]

Estrutura[editar | editar código-fonte]

O Sport Club do Recife detém um grande patrimônio, com uma estrutura formada por
  • Estádio de futebol com capacidade para 35.000 pessoas, 150 camarotes, além de marcenaria, serraria, lavanderia, refeitório industrial, vestiários e dois elevadores;
Vista frontal das sociais e cadeiras do Estádio da Ilha do Retiro. A Ilha Mais Famosa do Brasil é conhecida pela grande pressão causada nos jogos e por ser um dos melhores estádios do Norte-Nordeste e um dos principais do Brasil, com capacidade máxima para abrigar 35.000 torcedores.
Vista panorâmica do Parque Aquático Adolfo Teixeira, localizado no Complexo Esportivo da Ilha do Retiro. Ao fundo, o estádio rubro-negro.
  • Salão de judô, salão de taekwondo;
  • Centro de ballet artístico;
  • Campo de futebol amador;
  • Sede social com um elevador, administração, palco, camarim, banheiros, presidência, auditório de conselho;
Térreo da Sede Social do Maior do Nordeste, localizada na Ilha do Retiro. A sede histórica é tombada como patrimônio arquitetônico do Recife.
  • Academia de ginástica olímpica;
  • Tanque de iniciação ao remo;
  • Garagem náutica de remo com alojamento;
  • Estaleiro náutico de fabricação de barcos para consumo e vendas;
  • Alojamento de atletas para esportes amadores com trinta lugares;
  • Duas quadras de vôlei de areia;
  • Sala de musculação;
  • Restaurante;
  • Sala de sinuca;
  • Loja de comercialização de produtos e brindes de 500m²;
  • Centro médico para esportes amadores;
  • Área de departamento médico, fisioterapêutico e fisiológico;
  • Complexo de tênis com 2 quadras cobertas, 3 descobertas e 1 quadra de squash;
  • Colégio de 1º e 2º graus;
  • Pizzaria;
  • Quatorze bares espalhados no clube e no estádio;
  • Duas lanchonetes;
  • Parque infantil;
  • Salão de jogos.

Pioneirismo[editar | editar código-fonte]

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino campeão da Copa do Brasil, conquistando o título em 2008 e também o direito de disputar a Taça Libertadores da América de 2009.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube brasileiro a vencer o Colo-Colo, clube mais popular do Chile, no Monumental David Arellano pela Libertadores. Jogando um futebol aplicado e suportando a pressão adversária, tanto dos jogadores como da torcida, o Sport venceu pelo placar de 2x1.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube brasileiro a vencer a LDU, no Estádio Casablanca pela Libertadores. Superando mais de 3.000 metros de altitude, o Leão com seu tradicional espírito de luta e garra, venceu a equipe equatoriana pelo placar de 3x2, sacramentando-se como líder isolado do Grupo 1 da Libertadores de 2009.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino a constar na lista do IFFHS, órgão reconhecido pela FIFA, e responsável pela soma de todos os resultados de torneios nacionais e continentais. Logo na primeira aparição na lista, o Leão ficou entre os 100 melhores clubes do mundo, aparecendo na 97ª posição, com 118 pontos.

Na Copa do Mundo de 1950, a Ilha do Retiro tornou-se o primeiro estádio do N/NE em Mundiais.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino a excursionar Brasil afora. Em 1941, o Leão da Ilha realizou uma excursão pioneira pelo Sul e Sudeste do país, com objetivo de popularizar o futebol do Nordeste. No fim da excursão, o Sport teve reconhecimento nacional ao derrotar várias equipes, como: Atlético-MG, Coritiba, Grêmio, Vasco, Flamengo, etc.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube de futebol de Pernambuco, sendo inaugurado já em 1905 por Guilherme de Aquino Fonseca, e portanto, o pioneiro no estado, já que ainda não havia existência de nenhuma agremiação futebolística. A história do futebol do Sport naquela época, nasceu junto com a do futebol pernambucano.

O Sport Club do Recife marcou nome e pioneirismo na Copa de 1950. Durante a única Copa do Mundo disputada no Brasil, em 1950, a Ilha do Retiro teve a honra de sediar um dos jogos da competição, tornando-se o primeiro estádio do Norte-Nordeste sede de uma Copa. Os preparativos duraram cerca de um ano, já que as exigências da FIFA eram grandes. A partida foi entre Chile e Estados Unidos, com vitória dos chilenos por 5x2.

A boa campanha na Taça Brasil de 1962, semifinalista sendo eliminado apenas pelo Santos de Pelé, rendeu ao Sport um convite para aquele que seria o primeiro torneio oficial internacional de sua história: a Internacional Soccer League de 1963, conhecida no Brasil como Torneio de Nova York, competição reconhecida pela FIFA e que contou com 14 clubes de diversos países.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube pernambucano a ter estádio próprio. Foi o antigo Campo da Avenida Malaquias, que pertenceu ao Sport de 1918 a 1937. O estádio supriu uma grande carência do futebol Pernambucano, que tinha apenas campos murados. Tinha capacidade para 8 mil pessoas, sendo 2 mil sentadas.

O Sport Club do Recife inovou em 1916, trazendo do América-RJ o zagueiro Paulino. Foi a primeira contratação de um jogador de outro Estado em Pernambuco. O primeiro jogador estrangeiro veio dois anos depois, o atacante uruguaio Pedro Mazullo.

O Sport Club do Recife foi o primeiro clube de Pernambuco a contar com um treinador estrangeiro. O pioneiro foi o uruguaio Carlos Viola, campeão pernambucano em 1928. Além de treinar, ele atuava como jogador.

  • Primeiro clube pernambucano a enfrentar a Seleção Brasileira

O Sport Club do Recife teve a primazia de enfrentar a Seleção Brasileira de Futebol quando a mesma esteve em terras pernambucanas, no ano 1934. O Brasil havia disputado a Copa do Mundo daquele ano na Europa e em seu retorno ao país realiza uma série de amistosos na região nordeste.[15]

O título do Campeonato Pernambucano de 1958, conquistado com a ajuda de grandes jogadores como Manga, Pacoti, Walter Morel e Traçaia, credenciou o Sport à disputa da Taça Brasil de 1959, primeira edição da nova competição da CBD.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

No início de sua carreira, Pelé foi oferecido ao Leão da Ilha.
  • Pelé oferecido ao Sport

Em 1957, o Sport procurava o reforço de jogadores de São Paulo. Foi solicitado ao Presidente do Santos, Modesto Roma, o jogador Olavo, porém, o mesmo descartou o pedido, e ofereceu "o garoto Pelé, de muito futuro". As negociações começaram, mas no dia 5 de novembro de 1957, o ex-Diretor de Futebol leonino, José Rozenblit, recusou a proposta de empréstimo de quatro meses, alegando que Pelé tinha apenas 17 anos e era desconhecido. Até hoje, é guardado um telegrama no museu do Sport, comprovando a oferta do Santos, onde o Rei do Futebol, não soube, na época, da negociação.

  • Cores

Quando o fundador do Sport, Guilherme de Aquino Fonseca, retornou da Inglaterra para Pernambuco, em 1904, trouxe bolas, meiões, chuteiras e camisas para difundir o futebol no Estado. As camisas já eram nas cores vermelha e preta.

  • Mascote

Em 1919, o Sport fez uma excursão pelo Norte do Brasil. Ao bater a Seleção do Pará (combinado Remo-Paysandu), o clube tinha direito de trazer para o Recife o troféu Leão do Norte. A torcida paraense, no entanto, tentou evitar que o troféu fosse levado. Na confusão, a cauda do Leão acabou quebrada, mas, mesmo assim, os pernambucanos levaram o troféu. Daí surgiu a identificação do clube com o animal, que hoje é seu mascote.

  • Artilheiros do Sport e do Mundo

Dois atletas que ocupam o hall de personalidades do Sport Club do Recife, Ademir Menezes e Vavá se transformaram em artilheiros de Copa do Mundo. Ademir conseguiu tal feito durante a Copa de 1950, marcando 9 gols; Vavá alcançou a marca na Copa de 1962, assinalando 4 gols.

  • Hat-trick contra o Brasil

Com 93 gols, Marcílio de Aguiar é o 7º maior artilheiro da história do Sport e atuou no clube entre os anos de 1930 à 1936. Em um amistoso contra a Seleção Brasileira, em 1934, tornou-se o terceiro jogador da história a realizar um hat-trick contra o Brasil.

  • Saudação ao Sport

No dia seguinte à fundação do Sport, o Jornal Pequeno saudava o novo clube com um simpático registro, que mostra a falta de opções de lazer da época. "Oxalá que o Sport Club do Recife progrida, pois vem preencher uma das maiores lacunas da nossa sociedade: falta absoluta de distração", publicou o periódico.

  • Primeira vitória do Sport

A primeira vitória do Sport aconteceu no ano de 1906. Nessa partida o Leão venceu a equipe do Western Telegraph pelo placar de 1x0, com gol de um atacante, chamado Fellows.

  • Primeiro estádio do Sport

O primeiro campo do Sport foi construído na Avenida Malaquias, nas Graças. Para acomodar a torcida, o clube comprou junto ao Fluminense, uma arquibancada de ferro que tinha capacidade para duas mil pessoas, tendo 75 metros de comprimento por 40 metros de largura.

O Estádio da Ilha do Retiro foi inaugurado em 1937, um ano depois da inauguração da Sede Social. À frente, a fachada e o Arco da Ilha.
  • A compra da Ilha

Para comprar o terreno da chácara localizada no número 56 da Ilha do Retiro, os rubro-negros tiveram que desembolsar 53 contos de réis. Para conseguir o dinheiro, o clube vendeu as taças conquistadas nas suas duas primeiras décadas de vida. Atualmente, na sala de troféus, a taça mais antiga é de 1925, vinte anos depois da fundação do clube. Além da venda de taças, o Sport contou com doações de rubro-negros para adquirir o terreno da Ilha do Retiro. O local fazia parte do espólio de Manoel Ramos Amaral, cuja viúva não tinha como pagar os débitos. A inauguração da sede data de 3 de março de 1936.

  • Quem mais vestiu a camisa do Leão

O jogador do Sport que mais vestiu a camisa rubro-negra foi o lateral-direito/zagueiro Bria, que defendeu o clube da Praça da Bandeira no período entre 1949 a 1961. Em outras palavras, Bria realizou 556 partidas pelo Sport.

Com o terreno da Ilha comprado, a primeira construção foi de uma quadra de basquete, antes mesmo do estádio de futebol. A quadra ficava no local onde hoje existem as gerais da Ilha do Retiro. Em 1937, foi construída uma quadra de tênis. Em 4 de julho do mesmo ano, inaugurou-se o estádio de futebol.

  • No início, criou-se o remo

Entre 1908 e 1915, as atividades no Sport Club do Recife foram quase totalmente dedicadas aos esportes aquáticos. Para competir com o Clube Náutico Capibaribe, criou uma seção de remo, mas foi sempre o futebol que apaixonou os torcedores.[16]

  • A façanha do Moema

Em 1933 um grupo de remadores realizou uma travessia histórica. O projeto da equipe formada por Antenor Cavalcanti, José Falcão e Benício Dias era audacioso: ir do Recife até Salvador usando um barco especialmente reforçado chamado Moema. O barco era totalmente pintado de branco, para facilitar que o mesmo fosse avistado à noite, se alguma coisa desse errado. O Moema, através da técnica, experiência e esforço de seus remadores, conseguiu chegar são e salvo até a cidade baiana, onde muitos desportistas locais esperavam com festa e fogos de artifício.

  • O mais simpatizado do Recife

Em 1922, o Cine Helvética instituiu um concurso, juntamente com o Jornal do Recife, para saber "Qual o mais simpatizado grêmio desportivo filiado à LPDT (Liga Pernambucana de Desportos Terrestres) criada em 1918, afim de proclamar pela soberania do voto o Club preferido pela sociedade pernambucana". O resultado apontou o Sport como o clube mais popular da cidade, com 20535 votos, em segundo lugar o América com 16721, o Santa Cruz em terceiro, com 15963, seguidos por Náutico, com 7546, e pelo Torre, Flamengo e Peres, com 7133, 5762 e 2861 votos respectivamente.

Maiores artilheiros[editar | editar código-fonte]

Dadá Maravilha é o sexto maior artilheiro da história leonina.
Goleadores
Pos. Atleta Gols
Traçaia 202 Gol marcado
Djalma Freitas 161 Gol marcado
Leonardo 133 Gol marcado
Luís Carlos 108 Gol marcado
Naninho 105 Gol marcado
Dario (Dadá Maravilha) 94 Gol marcado
Marcílio de Aguiar 93 Gol marcado
Raúl Bentancor 91 Gol marcado
Roberto Coração de Leão 89 Gol marcado
10º 80 Gol marcado


Ídolos[editar | editar código-fonte]

             

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Emerson Leão dirigiu o Sport na vitoriosa campanha de 1987.

Durante a história centenária rubro-negra, várias personalidades ocupam o hall de treinadores que brilharam no Leão da Ilha: Emerson Leão, Nelsinho Baptista, Givanildo Oliveira, Roberto Brida, Hélio dos Anjos, Gentil Cardoso, entre outros.

Dentre os principais, pelas conquistas alcançadas, destacam-se: Emerson Leão e Nelsinho Baptista.

O primeiro, que também jogou pelo Rubro-negro, foi o técnico do inédito título de Campeão Brasileiro do Sport, e consequentemente, de uma equipe nordestina, no ano de 1987.

Leão, também passou pelo Sport em outras duas oportunidades: nos anos de 2000, onde logo depois foi chamado para dirigir a Seleção Brasileira, e em 2009.

Nelsinho, teve uma passagem pelo Sport, durante os anos de 2008 e 2009, onde, no primeiro ano, conduziu o Rubro-negro para o seu segundo título nacional de elite: a Copa do Brasil de 2008, levando o Leão da Ilha à sua segunda participação em Libertadores.

Como em 1987, o Sport foi pioneiro, ao ser o primeiro clube do nordestino Campeão do Brasil.

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Durante sua história, o Sport teve grandes presidentes em seu comando. Podem-se destacar, sobretudo, todos os que foram campeões e que realizaram grandes obras no clube, tais como: ampliações no estádio e nas dependências do clube. Alguns, hoje em dia, são mais citados (em ordem cronológica): Adelmar da Costa Carvalho, Jarbas Guimarães, José Moura, José Antônio Alves de Melo, Homero Lacerda, Luciano Bivar, Wanderson Lacerda, Severino Otávio (Branquinho) e Milton Bivar.

Adelmar, que leva seu nome à Ilha do Retiro, foi Presidente do Sport entre 1955 e 1958, onde nesse período reestruturou o clube, e também foi Campeão Estadual. Jarbas Guimarães fez o clube Campeão Pernambucano depois de 12 anos de jejum, em 1975. Homero, Presidente do Leão nos anos de 1987-1988, levou o Sport ao título de Campeão Brasileiro de 1987, fazendo-o mais forte nacionalmente. Wanderson Lacerda e Luciano Bivar foram Campeões Pernambucanos durante diversos anos. Milton Caldas Bivar foi o Presidente Campeão da Copa do Brasil de 2008 no biênio 2007-2008, tendo também ações na modernização de diversos setores do Sport Club do Recife.

Torcidas[editar | editar código-fonte]

Torcida apoiando o Maior do Nordeste na Bombonilha. Em destaque a Jovem do Sport com seus dois bandeirões, o gigante pavilhão rubro-negro e o mastro do Leão.

O Sport Club do Recife possui as seguintes torcidas organizadas:

   
  • entre outras.

Há ainda outros movimentos do Sport, como a barra brava e a ultras, respectivamente:

A Torcida do Leão da Ilha no Brasil[editar | editar código-fonte]

Estado Porcentagem
Pernambuco 32%
Paraíba 3%
Alagoas 3%
Sergipe 2%
Rio Grande do Norte 2%
  • Total: 1,7% ou 3.300.000 Torcedores.[8] População do Brasil (2010): 192.924.506 hab.[17]

Rivalidade[editar | editar código-fonte]

O Clássico das Multidões é um duelo que costuma levar muitas pessoas a campo em Pernambuco. O Sport possui uma vantagem considerável em relação ao seu arquirrival, com um número de 61 vitórias de diferença. É o segundo clássico de maior diferença de triunfos da história do futebol brasileiro.

O Clássico dos Clássicos é o terceiro clássico mais antigo do país, ficando atrás apenas do Clássico Vovô e do Grenal. Reúne as duas equipes mais antigas de Pernambuco, com o Sport também tendo uma grande diferença de vantagens sobre o seu arquirrival: mais de 20 vitórias.

O Clássico dos Campeões é um dos mais antigos clássicos de Pernambuco, e tem esse nome porque até a década de 1930, Sport e seu arquirrival América eram juntos as duas equipes com maior número de títulos, como também eram os dois principais clubes do Recife. Foi o primeiro clássico pernambucano de grande notoriedade.

Esportes olímpicos[editar | editar código-fonte]

O Sport Club do Recife além de reter em seu poder a tradição na prática do futebol, também é dono de títulos, estrutura, e parte do desenvolvimento dos esportes olímpicos no Brasil. É um dos clubes mais aplicados em buscar o crescimento desta área esportiva, utilizando para isso, sua estrutura patrimonial, que é resultado do planejamento e dedicação de várias gerações leoninas. O Leão da Ilha é filiado a duas importantes entidades olímpicas no Brasil: a Confederação Brasileira de Clubes (CBC), e ao Conselho Nacional de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos (Confao).

Dani Lins, grande revelação do Leão do Norte nos Esportes Olímpicos.

Olympic pictogram Basketball.png Basquete[editar | editar código-fonte]

O Basquete do Sport, praticado no Ginásio Jorge Maia (com capacidade para abrigar 800 pessoas), foi se desenvolvendo, revelando atletas e conquistando diversos títulos. As maiores glórias do Leão no esporte são o Campeonato Sul-Americano de Clubes de Basquete Feminino de 2014 e a Liga de Basquete Feminino de 2013. Na LBF, o Sport montou um time recheado de estrelas como a armadora Adrianinha e as pivôs Érika e Alessandra. O Rubro-negro bateu, na finalíssima, o Americana, sagrando-se Campeão Brasileiro Invicto.

Olympic pictogram Futsal.png Futsal[editar | editar código-fonte]

O Sport é referência no Futsal nacional, devido às grandes conquistas, trabalho de base e estrutura. O Leão da Ilha, que disputa suas partidas no Ginásio Marcelino Lopes (com capacidade para abrigar 800 pessoas), detém títulos pernambucanos, brasileiros e sua maior vitória no esporte: o título de Campeão Internacional de Clubes, conquistado na Bélgica em 2001, consolidando-o ainda mais ainda nesta modalidade esportiva.

Olympic pictogram Roller hockey.png Hóquei[editar | editar código-fonte]

O Hóquei é praticado no Ginásio Carlos Gomes (com capacidade para abrigar 400 pessoas), e é um celeiro na formação de novos craques, sendo o último Diego Souza transferido para as camadas jovens do SL Benfica de Portugal, em 2010. São anos de tradição e conquistas, a exemplo de diversos títulos pernambucanos, 1 Copa do Nordeste de Hóquei, 19 títulos brasileiros, 1 título internacional dos praticantes de Hóquei da língua portuguesa e sua maior glória na modalidade: o Campeonato Sul-Americano de Clubes de 2012.

Olympic pictogram Judo.png Judô[editar | editar código-fonte]

O Judô no Sport promove a revelação de novos lutadores, além de desenvolver ainda mais esta arte-marcial em Pernambuco. O Leão acumula 2 títulos brasileiros neste esporte.

Olympic pictogram Swimming.png Natação[editar | editar código-fonte]

Na Natação o Sport é vitorioso, sendo detentor de 10 títulos brasileiros, 1 sul-americano e 2 Multinations (que equivale ao mundial da categoria juvenil). O Leão possui o Parque Aquático Adolfo Teixeira (com capacidade para abrigar 4.000 pessoas), que por sua diversidade construtiva, promove condições de preparo e execução das atividades pelos atletas, além de ser referência no esporte.

Jaqueline Carvalho, Bicampeã Olímpica de Vôlei Feminino, iniciou sua carreira no Glorioso, aos 13 anos.

Olympic pictogram Rowing.png Remo[editar | editar código-fonte]

O Remo foi um dos primeiros esportes praticados no Rubro-negro. Ao longo dos anos, o Sport tornou-se cada vez mais tradicional na modalidade, ostentando muitas conquistas, como títulos pernambucanos, regionais, e 12 Campeonatos Brasileiros. Na garagem de Remo, os praticantes possuem estrutura necessária para trabalho, onde desenvolvem materiais, conservam-os, e treinam para competições.

Olympic pictogram Taekwondo.png Taekwondo[editar | editar código-fonte]

O Taekwondo no Sport revela vários talentos e traz títulos para o clube. Na galeria de troféus há vários títulos, como 4 Ligas do Nordeste e 2 títulos brasileiros.

Olympic pictogram Table tennis.png Tênis de Mesa[editar | editar código-fonte]

O Departamento de Tênis de Mesa foi fundado em 2008 no Sport. O Leão da Ilha também é um dos fundadores da Federação Pernambucana desta modalidade, no qual já é Campeão Pernambucano em diversas categorias, além de competir e ter vencido torneios fora do estado de Pernambuco.

Olympic pictogram Volleyball.png Vôlei[editar | editar código-fonte]

O Vôlei, que é praticado no Ginásio Marcelino Lopes (com capacidade para abrigar 800 pessoas), é um esporte vencedor do clube rubro-negro, com importantes conquistas, e trabalho na revelação de atletas. A equipe feminina do Sport tem um histórico de disputas na Superliga Feminina de Vôlei, a mais completa e valorizada competição da categoria no país.

Publicações sobre o Sport[editar | editar código-fonte]

Livros
  • BIVAR, Fernando Caldas. Coração Rubro-negro: "A união faz o Leão". Independente, Recife, 2005.
  • CORDEIRO, Carlos Celso e; GUEDES, Luciano. Sport - Retrospecto - 1905 a 1959. Recife, 2005.
  • CORDEIRO, Carlos Celso e; GUEDES, Luciano. Sport - Retrospecto - 1960 a 1979. Recife, 2006.
  • CORDEIRO, Carlos Celso e; GUEDES, Luciano. Sport - Retrospecto - 1980 a 1999. Recife, 2007.
  • CORDEIRO, Carlos Celso; OLIVEIRA, Lucídio José de; VIEIRA, Roberto. Sport x Náutico - O Clássico dos Clássicos - 100 Anos de História. Recife, 2009.
  • FILHO, Costa. Meu Coração de Leão - Memórias de um Paraibano Louco pelo Sport. Mídia Gráfica e Editora, João Pessoa, 2013.
  • GUIMARÃES, Haroldo Praça. Gol de Haroldo: Crônicas de Haroldo Praça. Recife, 2001.
  • MELO, Dulce. Clécio: o Halley. Editora Q gráfica, Maceió, 2008.
  • SANTOS, Manoel Heleno Rodrigues dos. Memória Rubro-negra (1905-1955). M. Inojosa Editora, Recife, 1985.
  • SANTOS, Manoel Heleno Rodrigues dos. Memória Rubro-negra II (1956-1988). Editora Universitária da UFPE, Recife, 1992.
  • SILVESTRE, Rafael. Copa do Brasil 2008 – Há cinco anos o Brasil era rubro-negro. BB Editora, São Paulo, 2013.
  • SOUZA, Carlos Enrique de. Histórias da Garra Rubro-negra. Editora Comunicarte, Recife, 1993.
Vídeos
  • Sport Club do Brasil - Uma Trajetória de Trabalho, Paixão e Fé (DVD): Produção de Chico Ribeiro (REC Produtores Associados); Direção de Alexandre Jordão; Texto de Júnior Viana e Edição de Mariana Valença, 2008.
  • Sport, Campeão da Copa do Brasil 2008 - A Reconquista do Brasil (DVD): Editora Globo, 2008.
  • Um artilheiro no meu coração (Documentário); Direção de Diego Trajano, Lucas Fitipaldi, Mellyna Reis, 2008.
Áudios
  • Sport - Campeão Brasileiro 87/Pernambucano 88 (LP): 1988.

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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