Stock Car Brasil

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Stock Car Brasil
Stock Car Brasil logo.png
Categoria Stock car
Organização Vicar
Edições 35
País  Brasil
Etapas 12
Pilotos {{{pilotos}}}
Equipes
Motores
Pneus {{{pneus}}}
Ultimos campeões
Piloto Cacá Bueno
Equipe Red Bull Racing (A.Mattheis)
Construtor Red Bull Racing (A.Mattheis)
Motor {{{motor}}}
Motorsport current event.svg Temporada atual
Stock Car V8 em Curitiba, Abril de 2006.

A Stock Car Brasil (também chamado de Campeonato Brasileiro de Stock Car) é uma modalidade de automobilismo do Brasil criada em 1979. Iniciou como monomarca, tendo o apoio da Chevrolet. Com o passar dos anos, outras marcas entraram e saíram da categoria. Em 2013, Chevrolet e Peugeot continuam como patrocinadores. Com 34 carros no grid, o campeonato é disputado em 12 etapas, percorrendo cinco estados brasileiros (mais o Distrito Federal). Atualmente conta com o Campeonato Brasileiro de Turismo como categoria de base, em substituição a Copa Montana.

Índice

História [editar]

Década de 1970 [editar]

Foi criada em 1977 para ser uma alternativa à extinta Divisão 1 (D1), que corria com as marcas Chevrolet (Opala) e Ford (Maverick). Isso ocorreu pelo desinteresse do público e dos patrocinadores por se tornar uma categoria monomarca, dada a superioridade dos modelos Chevrolet. Para que isso não ocorresse, a General Motors criou uma nova categoria, que unia desempenho e sofisticação. O nome foi um golpe de mestre, pois além de emular o nome da famosa categoria americana, a NASCAR, desviava a atenção da marca única.

A primeira prova ocorreu em 22 de abril de 1979, no Autódromo de Tarumã, no Rio Grande do Sul. A criação da categoria foi a melhor resposta a um antigo anseio de uma comunidade apaixonada por carros de corrida, ou seja, uma categoria de Turismo que unisse desempenho e sofisticação.

O regulamento foi criado para limitar os custos, procurando equilíbrio, sem comprometer as performances dignas das competições internacionais. A primeira edição contou com a presença de 19 carros, todos do modelo Opala com motores de seis cilindros de 4 100cm3. A pole position da estreia foi do carioca José Carlos Palhares, o Capeta. com o tempo de 1min 23s 00. A prova foi vencida por Affonso Giaffone.

Década de 1980 [editar]

Chevrolet Opala usado em 1988.

Na época, o piloto retornava ao automobilismo brasileiro depois de uma passagem pela Fórmula 1, onde defendeu a equipe Copersucar-Fittipaldi. Ingo Hoffmann, doze vezes campeão da Stock, passou a dominar a categoria no final da década de oitenta, quando conquistou os títulos de 1989 a 1995.

Nestas temporadas aconteceu um grande número de ultrapassagens, grandes duelos e festas repletas de emoção. Nesses anos todos foram centenas de corridas pelos autódromos do Brasil. Em 1982 duas provas foram realizadas no Autódromo do Estoril, em Portugal.

Em 1987 ocorreu a primeira grande mudança da Stock Car. Com a mudança de apoio da GM na organização, foi adotado uma carenagem, criada e montada pela fabricante de carrocerias de ônibus Caio, que era inserida em cima do chassi do Opala. O carro ganhava na aerodinâmica e no desempenho, ficando muito parecido com um protótipo, mas sem a marca da GM. Os equipamentos de segurança ficam mais sofisticados.

Década de 1990 [editar]

Chevrolet Omega usado em 1994.

A GM volta a investir pesado na categoria em 1990, passando a organizar e construir em sua fábrica um protótipo monobloco.

Sem grande apelo do público e perdendo espaço para categorias mais baratas bancadas por outras montadoras, a categoria passa por nova transformação em 1994, quando é adotado como veículo o Omega de rua, adaptado para competição. Numa estratégia de marketing e para diminuição de custos, as corridas passam a ser realizadas em rodadas duplas com a Fórmula Chevrolet, num evento chamado Chevrolet Challenger, cujos ingressos eram gratuitos e distribuídos nas concessionárias de veículos da marca.

Década de 2000 [editar]

Ingo Hoffmann possui 12 títulos da Stock Car.

A partir de 2000 a General Motors deixa de organizar a competição em definitivo, que passa a ser realizada pela empresa Vicar, de propriedade do ex-piloto Carlos Col, que também gerencia a Fórmula 3. Para modernizar a competição e melhorar a segurança dos pilotos, a Stock Car passa a utilizar um chassi tubular. O projeto é do engenheiro argentino Edgardo Fernandez, que faz algo parecido para a categoria argentina Top Race V6, inspirado tanto na norte americana Nascar, quanto no DTM alemão. O chassi, fabricado na JL, empresa do ex-piloto Zeca Giaffone, pode receber a carenagem de qualquer carro sedan.

Desde 2003 deixou de ser usado na categoria o motor de 6 cilindros Chevrolet, usado com modificações desde o inicio da Stock Car em 1979, sendo trocado pelo motor V8 Chevrolet 350 importado dos Estados Unidos pela JL, similar ao utilizado na Busch Series, segunda categoria da Nascar, iguais e limitados a 450 HP. Assim, a montadora GM passa a ser patrocinadora da categoria, fornecendo a carenagem do sedan Vectra, abrindo espaço para que outras montadoras pudessem ingressar na categoria com investimentos baixos.

A temporada de 2005 também entrou para a história da Stock Car. Além de a categoria ter se tornado multimarca - pela primeira vez os Mitsubishi Lancer correram ao lado dos Chevrolet Astra, no dia 30 de outubro 40 carros da Stock Car V8 realizaram uma inédita corrida fora do Brasil, valendo pontos para o campeonato. Foi uma rodada ao lado da TC 2000, a principal categoria da Argentina e que no mês de julho tinha corrido em Curitiba (Autódromo Internacional de Curitiba). O Autódromo Oscar Gálvez recebeu um público de 70 mil pessoas. Giuliano Losacco foi o vencedor da prova com Mateus Greipel em segundo e Luciano Burti em terceiro lugar.

O ano de 2006 teve mais novidades. Além de a corrida da Argentina ter sido mantida no calendário, a Stock Car V8 recebeu a terceira marca. O Volkswagen Bora passou a ser a carenagem de dez carros da principal categoria do automobilismo da América Latina. As equipes foram liberadas para a utilização do uso da telemetria, que permite um maior controle das equipes sobre o comportamento do carro.

Peugeot 307 concept.

Para 2007 a competição conta com a participação da quarta montadora, a Peugeot, que utiliza a carenagem do 307 Sedan inicialmente em oito carros e, posteriormente, em dez. O objetivo é que a categoria tenha 10 carros de cada uma das quatro marcas.

Em 2008, a Volkswagen anunciou sua saída da categoria e o número de carros no grid de largada caiu de 38 para 34. Já em 2009, foi a Mitsubishi quem deixou a categoria e os carros tiveram mudança a modo de ficarem semelhantes aos DTM alemães e o número de carros caiu outra vez: de 34 para 32. Assim, a categoria ficou com apenas duas montadoras: Chevrolet (Vectra) e Peugeot (307).

Década de 2010 [editar]

A partir do ano de 2010 o combustível utilizado nos carros voltou a ser o etanol (em substituição à gasolina), os carros também passam a usar injeção eletrônica, a categoria ganha mais um circuito de rua e as corridas passaram a ser transmitidas para o exterior.1 A categoria voltou a contar com 34 carros.

Em 10 de março de 2010 foi anunciada a fusão das categorias Stock Car Light (Copa Vicar) e Pick-Up Racing, criando a Copa Chevrolet Montana, nova divisão de acesso à categoria principal.2 Também foi criada a categoria Mini Challenge, em substituição a Stock Jr.

Em 2010 a montadora Peugeot substituiu a carroceria do 307 sedan pelo novo modelo do 408. Para a Temporada 2012 a Chevrolet substitui o Vectra pelo Sonic. Em 2013 serão 34 carros no grid, com 11 equipes correndo de Chevrolet e nove utilizando Peugeot.

Categorias [editar]

Stock Car V8 [editar]

Principal categoria da Stock Car, presente desde a sua fundação em 1979. Os carros contam atualmente com motores de 480 HP.

Copa Montana [editar]

Nova divisão de acesso da Stock Car com carros baseados em pickups.

Mini Challenge [editar]

Categoria disputada em 8 etapas, no sistema "arrive and drive".

Pontuação [editar]

Em 2006, a Stock Car Brasil adotou um sistema de competição baseado na NASCAR. Ao final das primeiras 8 corridas, os 10 primeiros pilotos classificavam-se para a Super Final, recebendo uma pontuação extra que era somada a pontuação do campeonato.

A partir da temporada de 2012, foi adotado um novo sistema de pontuação, premiando os 20 primeiros colocados, ao invés de 12 como era desde a temporada 2006. Em 2013, atendendo uma solicitação de pilotos e equipes, a organização passou a premiar o vencedor com 24 pontos, 20 para o segundo e 18 para o terceiro, decrescendo 1 ponto até o 20º, que receberá um ponto. E a última e decisiva etapa valerá o dobro da pontuação normal. O descarte de pontos também foi cancelado nesse novo formato de pontuação.3 4

Corrida [editar]

Posição 10º 11º 12º 13º 14º 15º 16º 17º 18º 19º 20º
1ª a 11ª etapa 24 20 18 17 16 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1
Última etapa 48 40 36 34 32 30 28 26 24 22 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2

Carro [editar]

Abaixo a ficha técnica do modelo JL G-09, modelo introduzido no campeonato 2009 da Stock Car V8, desenvolvido pelos engenheiros Nicola Scimeca e Gustavo Lehto.

Componente Característica
Suspensão Independente nas quatro rodas, triângulos superiores e inferiores construídos em tubo de aço. Barras estabilizadoras dianteiras e traseiras reguláveis de dentro do carro.
Direção Do tipo pinhão e cremalheira com acionamento hidráulico através de bomba elétrica.
Rodas OZ Racing, italianas 10,5 x 18 polegadas.
Pneus Goodyear. Dianteiros e traseiros 285/645 VR 18. Composto D-3.
Freios Discos ventilados Fremax, pinças inglesas da AP Racing, especiais de competição, com seis pistões na dianteira e quatro na traseira. Pastilhas de Freio ECOPADS - isentas de amianto e formulação em misturadores automáticos.
Motor 8 cilindros em V com 480 HP de potência, 6.000 rpm e 5.700 cc (5,7 litros), cabeçote de alumínio, alimentação de combustível por uma injeção eletrônica Bosch, cárter seco.
Câmbio XTrac. Acionamento sequencial de 6 marchas para frente e uma à ré.
Diferencial XTrac.
Combustível Esso Mobil 1
Tanque de combustível Especial para competição, americano, composto por container de borracha preenchido com espuma de baixa densidade, e container de alumínio provido de válvulas de segurança inclusive para o caso de capotagens. Capacidade: 85 litros
Chassis Tubular, com tubos de molibdênio, chapas de alumínio e revestimento antichama.
Carroceria Construída em fibra de vidro reforçada, representa os modelos Chevrolet Sonic e Peugeot 408. Os faróis dianteiros são apenas pinturas na carroceria, mas as lanternas traseiras são plenamente funcionais.
Peso mínimo 1.320 kg com o piloto a bordo vestindo macacão, luvas, sapatilhas, capacete e com fluidos (óleo, água, combustível, etc.) remanescentes. A pesagem é realizada no final das provas.

Recordes de velocidade [editar]

Abaixo os recordes de velocidade máxima obtidos com carros da Stock Car Brasil, fora dos circuitos de corrida.

Ano Piloto Carro Local Velocidade
1991 Fábio Sotto Mayor Chevrolet Opala Brasil Rodovia Rio-Santos 303 km/h
2010 Cacá Bueno JL G-09 (Vectra) Estados Unidos Bonneville Salt Flats 345 km/h
Fonte: Globoesporte.com.br5

Campeões [editar]

Ano Campeão Equipe Carro
1979 São Paulo Paulo Gomes Chevrolet Opala
1980 São Paulo Ingo Hoffmann Chevrolet Opala
1981 São Paulo Afonso Giaffone Filho Chevrolet Opala
1982 Goiás Alencar Jr. Chevrolet Opala
1983 São Paulo Paulo Gomes Chevrolet Opala
1984 São Paulo Paulo Gomes Chevrolet Opala
1985 São Paulo Ingo Hoffmann Chevrolet Opala
1986 Goiás Marcos Garcia Chevrolet Opala
1987 São Paulo Zeca Giaffone Chevrolet Opala
1988 São Paulo Fábio Sotto Mayor Chevrolet Opala
1989 São Paulo Ingo Hoffmann Chevrolet Opala
1990 São Paulo Ingo Hoffmann Chevrolet Opala
1991 São Paulo Ingo Hoffmann / Ângelo Giombelli Chevrolet Opala
1992 São Paulo Ingo Hoffmann / Ângelo Giombelli Chevrolet Opala
1993 São Paulo Ingo Hoffmann / Ângelo Giombelli Chevrolet Opala
1994 São Paulo Ingo Hoffmann Chevrolet Omega
1995 São Paulo Paulo Gomes Chevrolet Omega
1996 São Paulo Ingo Hoffmann Action Power Chevrolet Omega
1997 São Paulo Ingo Hoffmann Action Power Chevrolet Omega
1998 São Paulo Ingo Hoffmann Action Power Chevrolet Omega
1999 São Paulo Chico Serra WB Motorsports Chevrolet Omega
2000 São Paulo Chico Serra WB Motorsports Chevrolet Vectra
2001 São Paulo Chico Serra WB Motorsports Chevrolet Vectra
2002 São Paulo Ingo Hoffmann JF Racing Chevrolet Vectra
2003 Paraná David Muffato Boettger Chevrolet Vectra
2004 São Paulo Giuliano Losacco RC Competições Chevrolet Astra
2005 São Paulo Giuliano Losacco Andreas Mattheis Chevrolet Astra
2006 Rio de Janeiro Cacá Bueno RC Competições Mitsubishi Lancer
2007 Rio de Janeiro Cacá Bueno RC Competições Mitsubishi Lancer
2008 São Paulo Ricardo Maurício WA Mattheis Peugeot 307
2009 Rio de Janeiro Cacá Bueno WA Mattheis Peugeot 307
2010 São Paulo Max Wilson RC Competições Chevrolet Vectra
2011 Rio de Janeiro Cacá Bueno RedBull/WA Mattheis Peugeot 408
2012 Rio de Janeiro Cacá Bueno RedBull/WA Mattheis Chevrolet Sonic

Por número de títulos [editar]

Títulos Nome
12 Ingo Hoffman
5 Cacá Bueno
4 Paulo Gomes
3 Chico Serra
2 Giuliano Losacco
1 Affonso Giaffone, Alencar Jr., David Muffato, Fábio Sotto Mayor, Marcos Gracia, Ricardo Maurício, Zeca Giaffone, Max Wilson,

Vencedores de corridas [editar]

Atualizado em 13/11/2012

Pos. Piloto UF Vitórias Poles
1 São Paulo Ingo Hoffmann SP 76 61
2 São Paulo Paulo Gomes SP 40 23
3 São Paulo Chico Serra SP 32 23
4 Rio de Janeiro Cacá Bueno RJ 30 28
5 São Paulo Thiago Camilo SP 12 11
6 São Paulo Ricardo Mauricio SP 9 9
7 São Paulo Giuliano Losacco SP 8 9
8 São Paulo Allam Khodair SP 5 8
9 São Paulo Max Wilson SP 5 1
10 São Paulo Marcos Gomes SP 4 5
11 São Paulo Átila Abreu SP 4 4
12 Paraíba Valdeno Brito PB 4 4
13 Paraná David Muffato PR 4 2
14 São Paulo Nonô Figueiredo SP 4 0
15 São Paulo Antonio Jorge Neto SP 4 0
16 Mato Grosso do Sul Hoover Orsi MS 4 0
17 São Paulo Daniel Serra SP 3 2
18 Paraná Raul Boesel PR 3 0
19 Paraná Beto Giorgi PR 3 0
20 São Paulo Luciano Burti SP 2 3
21 São Paulo Wilson Fittipaldi Jr. SP 2 0
22 São Paulo Xandy Negrão SP 2 0
23 São Paulo Guto Negrão SP 2 0
24 Goiás Rubens Fontes GO 2 0
25 Paraná Tarso Marques PR 2 0
26 Rio de Janeiro Duda Pamplona RJ 1 5
27 Paraná Rodrigo Sperafico PR 2 3
28 São Paulo Felipe Maluhy SP 1 4
29 São Paulo Augusto Falletti SP 1 0
30 São Paulo Pedro Gomes SP 1 0
31 São Paulo Paulo Salustiano SP 1 0
32 São Paulo Diego Nunes SP 1 0
33 Paraná Alceu Feldmann PR 1 0

Circuitos [editar]

Localização Circuito Mapa Corridas
São Paulo, SP Autódromo de Interlagos Circuit Interlagos.png 25 de março 9 de dezembro corrida do milhão
Curitiba, PR Autódromo Internacional de Curitiba Autódromo Internacional de Curitiba track map.svg 15 de abril 21 de outubro
Nova Santa Rita, RS Velopark TracadoVelopark.jpg 6 de maio
Ribeirão Preto, SP Circuito de rua de Ribeirão Preto Circuito de rua de Ribeirão Preto 2010.png 20 de maio
Londrina, PR Autódromo Internacional Ayrton Senna (Londrina) Circuitolondrina.GIF 1 de julho
Rio de Janeiro, RJ Autódromo de Jacarepaguá Circuit Jacarepagua.png 15 de julho
Salvador, BA Circuito Ayrton Senna Circuito cab salvador.png 26 de agosto
Cascavel, PR Autódromo Internacional de Cascavel Autódromo Internacional de Cascavel (Brazil) track map.svg 16 de setembro
Tarumã, RS Autódromo Internacional de Tarumã Autódromo Internacional de Tarumã track map.svg 30 de setembro
Brasília, DF Autódromo Internacional Nelson Piquet Autodromo brasilia.png 11 de novembro


Acidentes fatais [editar]

A categoria teve cinco acidentes fatais.

  • 1985 - Zeca Gregoricinski ficou preso nas ferragens depois de uma batida em Interlagos, São Paulo. O carro pegou fogo e o piloto não conseguiu sair.
  • 2001 - O goiano Laércio Justino perdeu o controle do Chevrolet Vectra que pilotava e depois de uma série de batidas colidiu contra um guincho, no Autódromo Internacional Nelson Piquet (Brasília), em Brasília.
  • 2003 - O estudante de fotografia Rafael Lima Pereira estava fora da área de segurança do Autódromo de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, e foi atropelado pelo carro de Gualter Salles.
  • 2007 - Durante a última corrida da etapa de 2007 da Stock Car Light (antiga categoria de acesso à Stock Car) em Interlagos, o piloto paranaense Rafael Sperafico perdeu o controle do carro na curva do café e bateu na proteção de pneus. Voltou para a pista e foi atingido na lateral pelo piloto Renato Russo. Rafael teve morte instantânea por traumatismo craniano.
  • 2011 - Após um grave acidente na etapa de São Paulo na categoria de acesso à Stock Car, o piloto Gustavo Sondermann teve sua morte cerebral anunciada pelo corpo médico do Hospital São Luiz, onde foi atendido. Segundo o boletim médico oficial, o paulista, que chegou com quadro estável ao local, teve complicações por conta do acidente.6

Jogo [editar]

Em 2011 foi lançado o jogo online "SuperFinal Stock Car", onde os jogadores poderão simular uma disputa em três circuitos e três diferentes modalidades.7

Referências

Ver também [editar]

Ligações externas [editar]

Commons
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