Stonehenge (livro)

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Stonehenge
Stonehenge
Autor (es) Bernard Cornwell
País Reino Unido
Género Romance histórico
Arte de capa Laboratório Secreto
Tradutor Alves Calado
Editora Record
Lançamento 1999 ( Inglaterra)
2008 ( Brasil)
Páginas 504
ISBN ISBN 978-85-01-07985-5
Cronologia
Último
Último
Excalibur
O Arqueiro
Próximo
Próximo

Stonehenge é um romance histórico do escritor inglês Bernard Cornwell, lançado em 1999 no Reino Unido e 2008 no Brasil. Transcorre em 2000 a.C., início da Idade do Bronze na Inglaterra e época em que, acredita-se, teve início o transporte das maiores pedras-azuis que ainda resistem no círculo de pedras hoje chamado Stonehenge, na planície de Salisbury.[1]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

A trama acontece em Ratharryn, vila liderada por Hengall cujo domínio fica ameaçado após a chegada de um estranho ao Templo do Céu carregando grande riqueza em ouro. O material continha ranhuras e era desenhado na forma de losango, referência à deusa Lahanna, na crença dos habitantes, que cultuavam Slaol. Essa chegada inesperada desperta desejos diversos por parte dos filhos de Hengall: Saban, Camaban e Lengar. Lengar, mais velho e ambicioso, deseja tornar-se chefe da tribo; Camaban, aleijado e pária da tribo, quer usar o ouro para tornar-se um temido feiticeiro e influenciar Saban, seu irmão mais novo, a construir-lhe um enorme templo que lhes dê a bênção de Slaol.

Lengar alia-se ao Povo de Fora e assassina seu pai, tornando-se líder de Ratharryn e vendendo seu irmão mais novo como escravo. Camaban, sendo feiticeiro, amedronta Lengar e consegue libertar Saban. Ambos vão a Cathallo, onde vive Sannas, a maior sacerdotisa conhecida por eles e serva fiel de Lahanna, e onde Camaban aprimora suas habilidades. Convencendo a todos de que pode conversar com o próprio Slaol, Camaban consegue mobilizar a tribo para construir um templo para homenagear seu deus. O templo de Cathallo o convence de que é possível transportar imensas pedras parar formar um círculo que traria os deuses distantes de volta ao lar, acabaria com todos os males e doenças, bem como o inverno que, ele acredita, era consequência do distanciamento de Slaol de sua amada, Lahanna, causado pelo culto a ela.

Camaban mobiliza o Povo de Fora e Ratharryn para seu sonho e, durante anos, as tribos tentam achar formas de transportar as pedras de Sarmennyn, que formavam um Templo das Sombras, até o Templo do Céu. Saban coordena os trabalhos e consegue montar o círculo que, após pronto, não parece tão magnífico quanto havia sido na tribo vizinha. Eles entram em guerra com Cathallo a fim de obter suas pedras, o que termina na morte de Lengar e liderança de Camaban. Ele lidera a tribo a uma vitória definitiva contra Cathallo e torna-se chefe das duas tribos. Decide desfazer todo o trabalho no Templo do Céu e torná-lo um Templo dos Mortos, a fim de aproximar Slaol e fazer todos os mortos voltarem à vida.

Durante mais anos os habitantes têm de carregar imensas pedras para tornar possível o sonho de Camaban. Saban consegue terminar o feito, mas vê a loucura que invadiu seu irmão - que autoafirmava-se um deus - e, na inauguração do templo, após tê-lo visto tentar matar sua filha, assassina-o e vê sua mulher morrer com a queda de uma das enormes pedras, o que é visto como uma mensagem dos deuses de que desaprovavam esse comportamento e, afinal, todo o esforço havia sido em vão. Saban foi nomeado chefe, e tudo voltou a ser como era.

Referências

  1. Dig pinpoints Stonehenge origins (em em inglês) BBC (21 de setembro de 2008). Visitado em 22 de setembro de 2008.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]