Stop the Clocks

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Stop the Clocks
Álbum de grandes êxitos de Oasis
Lançamento 20 de novembro de 2006
Gravação 1994–2005
Gênero(s) Britpop, rock
Duração 86:19
Gravadora(s) Columbia, Big Brother
Produção Noel Gallagher, Owen Morris, Mark Coyle, Dave Sardy, Oasis
Cronologia de coletâneas musicais de Oasis
Último
Último
The Masterplan
(1998)
Time Flies... 1994-2009
(2010)
Próximo
Próximo


Stop the Clocks é o primeiro greatest hits ao estilo de coletânea musical da banda rock britânica Oasis, lançado em 20 de novembro de 2006. O álbum contém dois discos, no total de 18 faixas (nove faixas em cada disco), com os singles mais populares destacadas por Noel Gallagher; no entanto, a canção "Stop the Clocks" não foi lançada no álbum. Musicalmente, o álbum contem gravações de música pop e rock, e pode ouvir-se influências dos géneros rock alternativo, indie rock, rock britânico, britpop, pop rock e hard rock dentro das composições.

O álbum estreou na posição de número 2 nas paradas britânicas, vendendo mais de 50 mil cópias no seu primeiro dia e 216 mil na primeira semana de lançamento, perdendo apenas para o álbum The Love Album (2006), da banda Westlife. Até o fim deste ano, Stop the Clocks tinha vendido aproximadamente 900 mil cópias, se tornando o sétimo álbum mais vendido do Reino Unido. A versão single de "Stop the Clocks" estreou na posição de número 89 na Billboard 200 nos Estados Unidos, iniciando com 18 mil unidades vendidas.[1] [2] O álbum obteve um grande número de vendas no Japão, vendendo mais de 87 mil cópias, alcançando a posição de número 1 nas paradas da Oricon. O álbum vendeu mais de 2.5 milhões de cópias mundialmente (1.5 milhões somente no Reino Unido).

Antecedentes e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Apresentação da banda em setembro de 2005, na Califórnia, período em que foi gravado o documentário Lord Don't Slow Me Down, durante a turnê Don't Believe the Truth Tour.

O álbum foi produzido devido o término do contrato da banda com a gravadora Sony BMG. Noel Gallagher havia dito muitas vezes que não gravaria nenhum greatest hits, a não ser que os membros da banda se separassem. No entanto, em uma entrevista com News.com.au, em dezembro de 2005, a Sony disse que planejava gravar um álbum de qualquer maneira, e que apesar das dúvidas da banda, eles deveriam gravar, para que a situação não acabassem mal. Isso ficou claro em dezembro de 2006, quando Noel disse em uma entrevista à revista NME que o Oasis não iriam assinar um contrato com a Sony, sendo por este motivo, que a gravadora decidiu lançar um greatest hits.[3]

Para enfrentar a preocupação dos fãs da possibilidade da banda se separar naquele período, baseado nas relatos anteriores de Noel Gallagher, a notícia de imprensa anunciava que o álbum confirmava "apenas um merecido descanso que a banda fez, antes de começar a trabalhar em um novo material. Conteúdo este, destinado ao semelhante sucesso no futuro. Portanto, não se trata de um ponto final, mas se limita a um tempo esperado, na qual se pretendia observar a contribuição feito pelo Oasis e aguardá-los a continuarem a fazer o rock".[4] [5] [6] Gallagher afirmou em um episódio Gonzo, da MTV Rocks, que o álbum seria mais direcionado às gerações futuras, já que ele ficou interessado nos Beatles através de suas coletâneas musicais, como os sucessos dos álbuns The Beatles 1962–1966 e The Beatles 1967–1970 (também conhecidos como The Red Album e The Blue Album, respectivamente), ambas lançadas em 2 de abril de 1973.[7]

Para comemorar o lançamento do álbum, a banda lançou seu primeiro filme-documentário, Lord Don't Slow Me Down (2007), gravado durante a turnê mundial Don't Believe the Truth Tour, entre maio de 2005 e março de 2006. Ele foi pré-lançado em novembro de 2006, com uma seleção de fotos de casas, cinemas e teatros, os vencedores dos concursos de fãs e de imprensa, todos relacionados com a turnê. Ele também foi ao ar no Channel 4, no Reino Unido.[8] O álbum estreou na posição de número 2 nas paradas britânicas, vendendo 12 mil cópias em seu primeiro dia, e 216 mil em sua primeira semana de venda, o que não foi suficiente para remover o álbum da banda Westlife, The Love Album (2006), da posição de número 1.[9] "Stop the Clocks" estreou na posição de número 89 na Billboard 200, nos Estados Unidos, a partir de 18 mil unidades vendidas. Ele conseguiu entrar na posição de número 1 nas paradas musical japonesa, Oricon, com mais de 87 mil cópias vendidas em sua primeira semana. O álbum vendeu mais de 2.5 milhões de cópias em todo o mundo, sendo 1.5 milhões só na Reino Unido.

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Noel Gallagher foi o protagonista do álbum, tendo escrito a maioria das canções, bem como na divulgação e na escolha das canções.

Stop the Clocks concentra fortemente os singles lançados nos dois primeiros álbuns de estúdio da banda, Definitely Maybe (1994)[10] e (What's the Story) Morning Glory? (1995),[11] contribuindo com cinco canções cada álbum, B-sides e a inclusão de quatro canções da coletânea musical, The Masterplan (1998).[12] Apenas duas canções do álbum Don't Believe the Truth (2005) são creditados no greatest hits, uma canção de Standing on the Shoulder of Giants (2000)[13] e Heathen Chemistry (2002).[14] Em contrapartida, não há nenhuma canção do álbum Be Here Now (1997).[15]

Quando o lançamento de Stop the Clocks foi anunciado pela primeira vez em julho de 2006, logo especularam que a nova canção de mesmo nome seria incluído no álbum como faixa bônus. No entanto, em uma entrevista de Noel Gallagher entre as sessões do álbum, a canção "Stop the Clocks" não seria incluída no álbum, decorrente da banda não gostar de nenhum versão gravada da canção.[16] Mais tarde, a canção foi lançada no álbum de estreia, Noel Gallagher's High Flying Birds (2011), da banda de mesmo nome.[17]

Gallagher também disse que o título do álbum escolhido era o que o álbum representava, "uma parada no tempo, para mostrar ao mundo seu novo material, com o qual pretendiam continuar a contribui com o rock".[18] Noel Gallagher revelou em uma entrevista em abril de 2005 que Stop the Clocks seria o título original do material das gravações, no início de 2004, o que eventualmente acabou se chamando Don't Believe the Truth.[19]

Stop the Clocks "Eu tive discussões com as pessoas sobre a lista de músicas, mas alguém tinha de escolhê-los, e finalmente elegê-los. No entanto, isso deve significar que somos muito bons, se você estiver discutindo sobre canções que não estão no álbum. É brilhante! Stop the Clocks

 — Noel Gallagher, em entrevista a NME

Noel em uma entrevista à NME, em setembro de 2006, disse que juntou as faixas do álbum, e que havia oito canções "que deveriam estar, mas não estão". Ele explicou que sua visão original era de 12 faixas para um álbum, mas depois de ver uma lista de 30 faixas, as canções foram concluídas. Durante uma entrevista com a BBC Radio 1 em outubro de 2006, e depois em uma entrevista com o The Sun, Liam Gallagher, que é creditado por ter escrito a canção "Songbird" e que está incluído no álbum, disse que estava feliz com as canções que Noel tinha escolhido para o álbum, acrescentando que ele teria adicionado a canção "D'You Know What I Mean?" e "Rockin' Chair". Noel disse que "D'You Know What I Mean?" seria incluído até agora estava sendo reescrito: "O comprimento da pista iria alterar o fluxo do álbum".[20]

Em julho de 2009, foi lançado uma edição japonesa do greatest hits, com adição de duas faixas bônus: "Roll with It" e "Let There Be Love".[21] Sob as ordens do Grupo HMV, lançaram em tempo limitado na Inglaterra, um DVD com duas faixas ao vivo, das canções "Fade Away" (Live at the Metro,Chicago) em outubro de 1994, e "Champagne Supernova" (Live from Knebworth, Hertfordshire), tendo a participação de John Squire, em agosto de 1996.[22] Também estão incluídos no DVD uma entrevista com o trailer de Lord Don't Slow Me Down. Uma semana antes do greatest hits ser lançado, foi liberado o EP Stop the Clocks, com apenas quatro faixas incluídas.[23]

B-sides[editar | editar código-fonte]

Quatro B-sides foram incluídos no álbum, que tinham sido incluídas no álbum The Masterplan (1998), sendo todas as canções escritas por Noel Gallagher. A canção "Talk Tonight" faz parte do single "Some Might Say", lançado em 1995.[24] sendo produzida por Owen Morris.[25] Foi tocada no filme-concerto Live by the Sea (1995), no teatro Cliffs Pavilion.[26] A canção "The Masterplan" (homônimo do álbum), foi lançado originalmente a partir do single "Wonderwall", em 1995, sendo produzida por Owen Morris.[27] [28] Comparace no EP Stop the Clocks (2006) e tocada no London Festival, como parte da edição deluxe da coletânea Time Flies... 1994-2009 (2010).[29]

Bem como "Talk Tonight", a canção "Acquiesce" também é inserida como B-side do single "Some Might Say", sendo lançada também, no filme-concerto Live by the Sea (1995),[26] em ...There and Then (1996), gravado em Manchester,[30] e no documentário Lord Don't Slow Me Down (2006).[31] A canção "Half the World Away", inserida no single "Whatever", faz parte do DVD ...There and Then,[30] e da edição deluxe de Time Flies... 1994-2009.[29]

Arte da capa[editar | editar código-fonte]

A capa, tanto do álbum quanto a do EP de Stop the Clocks, foi desenhada por Sir Peter Blake, mais conhecido por seu design no encarte do álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, mas também bem conhecido dentro do gênero, por seus trabalhos em capas de álbuns, como Face Dances (1981), da banda The Who; Stanley Road (1995), de Paul Weller; Me and Mr. Johnson (2004), de Eric Clapton e vários outros.[32] [33]

De acordo com Blake, ele escolheu todos os objetos na imagem ao acaso, mas a capa de Sgt. Pepper's e Definitely Maybe estavam no fundo de sua mente. Ele afirma: "Ele está usando o mistério de Definitely Maybe e escapando com ela". Ícones culturais podem ser vistas na capa de Mágico de Oz (1900), de Dorothy Gale; Michael Caine (substituindo a imagem original de Marilyn Monroe, o que não poderia ser usado por razões legais) e Branca de Neve e os Sete Anões (1937).[34]

Recepção crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Allmusic 4.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar half.svg[35]
Robert Christgau B+[36]
Rolling Stone 4.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar half.svg[37]
NME (10/10)[3]
PopMatters 7 de 10 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svgStar empty.svg[38]
Pitchfork Media (6.5/10)[39]
Q 3 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svg
Slant Magazine 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[40]
The Times 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[41]
Uncut (5/10)[42]

Stop the Clocks recebeu avaliações favoráveis da crítica.[43] James Jam da NME, em uma revisão de 10 estrelas, disse que o Stop the Clocks "é uma compilação impecável por uma banda cheia de falhas". Disse também que, "enquanto não há um argumento que diga que pode haver mais de 20 grandes canções inseridas a este disco ("Whatever", "Cast No Shadow", "Bring It on Down"), não seria digno da inclusão destas canções em Stop the Clocks no perído pós-1996, no âmbito da sua discografia".[3] A revisão disse que o álbum é um "curso brilhante, pois como prometido inicialmente, a banda nunca liberou singles de sucesso e B-sides que marcassem sua história mundialmente".[3] O site de rádio online Last.fm, disse que o álbum "teria que ser uma das compilações Best of's mais honestas, e francamente, a melhor deles".[44] Disse também que eles não "encheram o álbum 100% de hits e nada mais, eles não adicionaram novas músicas para obterem compras extras".[44] Apesar de não ter sido avaliada pela Chicago Tribune, Blair R. Fischer afirmou que "a banda britpop lança seu primeiro álbum Best of, sendo uma coleção de esquisitices".[45]

Em uma revisão de 4.5 estrelas, o crítico Stephen Thomas Erlewine da Allmusic, afirma que "tais ajustes despertados, são típicos dos Gallagher's, como também do próprio Oasis em si (que na época do lançamento de Stop the Clocks, tinha apenas seu irmão Liam Gallagher, como membro remanescente original), e outra é a exclusão de "Whatever", omitido presumivelmente, pois se estivésse incluída, a banda teria que desembolsar royalties a Neil Innes, pois foi um dos compositores da canção.[35] Entretanto, Stephen disse também que "mesmo não tendo a presença desta e outros singles tão bons, como "Shakermaker" e "The Hindu Times", Stop the Clocks funciona em seu nível mais básico: ele oferece um excelente manual para o Oasis, em seu melhor".[35] Robert Christgau lançou uma crítica mista, afirmando que "a banda Cotton Mather o fez entender que, quando o Oasis dizem que amam os Beatles, significa que eles amam o período pós-Help! (1965) e pré-Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967).[36] Na revista PopMatters, com um total de sete estrelas, Jeff Vrabel afirma que "Stop the Clocks termina ao som de uma banda que invejavelmente nunca teve que considerar uma criteriosa limitação do seu estilo sonoro [...]".[38]

Preston Jones, da Slant Magazine, escreveu uma favorável revisão de 4/5 estrelas, dizendo que a gravação "apesar da desnecessária divisão em dois discos, o álbum é musicalmente rico, com grandes canções uma após a outra. [...] Sabiamente incluindo as melhores músicas do álbum Don't Believe the Truth (2005), com as canções "Lyla" e "The Importance of Being Idle", Stop the Clocks é simultaneamente uma introdução excelente para o desconhecido e um mixtape inteligentemente criado para os fiéis Oasis".[40] John Robinson, em uma revisão da revista Uncut, não deu uma crítica positiva ao greatest hits, dizendo que a coletânea é um "reconhecimento implícito. A coleção, de forma eficaz, dos momentos favoritos de Noel Gallagher a partir do catálogo da banda e fortemente ponderado, é a favor do material primitivo do Oasis (14 a 18 faixas, vêm dos primeiros álbuns e B-sides contemporâneos), calmamente expõe aos fãs o que eles já suspeitavam. Em toda a sua abrangência do paradígma do rock, nunca a banda tinha 'queimado' – pelo contrário, eles desapareceram".[42]

Lista de faixas[editar | editar código-fonte]

Todas as canções escritas por Noel Gallagher, exceto a canção "Songbird", escrita por Liam Gallagher.

Disco 1[46]
N.º Título Origem da canção: Duração
1. "Rock 'N' Roll Star"   Definitely Maybe (1994) 5:20
2. "Some Might Say"   (What's the Story) Morning Glory? (1995) 5:10
3. "Talk Tonight"   The Masterplan (1998) 4:19
4. "Lyla"   Don't Believe the Truth (2005) 5:11
5. "The Importance of Being Idle"   Don't Believe the Truth (2005) 3:41
6. "Wonderwall"   (What's the Story) Morning Glory? (1995) 4:18
7. "Slide Away"   Definitely Maybe (1994) 6:14
8. "Cigarettes & Alcohol"   Definitely Maybe (1994) 4:48
9. "The Masterplan"   "Wonderwall" (1995) 5:20
Duração total:
44:35

Gráficos e certificações[editar | editar código-fonte]

No Reino Unido, Stop the Clocks estreou na tabela britânica UK Albums Chart na posição de número 2,[48] vendendo 1.5 milhões de cópias, somente nele.[49] No Japão, o álbum vendeu 100 mil cópias mundialmente, alcançando a posição de número 1 nas paradas musicais da Oricon.[50] Após vender cem mil exemplares no país, recebeu o certificado de disco de ouro pela associação Recording Industry Association of Japan (RIAJ).[51] Nos Estados Unidos, o desempenho do álbum não estreou em nenhuma parada musical do país, entretanto, o EP homônimo alcançou a posição 89 na Billboard 200.[2] Esteve presente nas paradas de vários países, com destaque também na Irlanda, chegando na posição de número 2,[52] conseguindo ganhar quatro vezes o certificado de platina pela Irish Recorded Music Association (IRMA).[53]

Créditos[editar | editar código-fonte]

Créditos adaptados do encarte do álbum e no Allmusic.[35]

Referências

  1. Hasty, Katie. "Jay-Z Reclaims His 'Kingdom' With No. 1 Debut". Billboard (29 de novembro de 2006). Página visitada em 9 de janeiro de 2013.
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  3. a b c d "Oasis: Stop The Clocks" NME (17 de novembro de 2006). Página visitada em 9 de janeiro de 2013.
  4. "Oasis 'Stop the Clocks' the Definitive Collection as Chosen by the Band" PR Newswire (17 de agosto de 2006). Página visitada em 9 de janeiro de 2013.
  5. "Bandit.fm - Oasis" Bandit.fm. Página visitada em 9 de janeiro de 2013.
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  7. "Stop the Clocks" Answers.com. Página visitada em 10 de janeiro de 2013.
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  16. "Latest Oasis, Beady Eye and Noel Gallagher News" (Novembro de 2010). Página visitada em 10 de janeiro de 2013.
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]