Suécia após a Grande Guerra do Norte

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A Era da Liberdade (em sueco: Frihetstiden) é um período de meio século na história da Suécia, em que o governo parlamentar sueco se consolidou e houve também progressos na busca pelos direitos civis. Considera-se essa era o período entre a morte de Carlos XII em 1718 e o autogolpe de Gustavo III em 1772.[1]

Carlos XII colocou a Suécia contra a Polónia, a Dinamarca e a Rússia na Grande Guerra do Norte que durou de 1700 a 1721 e na qual a Suécia foi derrotada após a Batalha de Poltava em 1709, cedendo à Rússia os antigos territórios dinamarqueses e noruegueses e também parte da Finlândia. O rei fugiu para a Turquia e voltou anos depois, mas morreu em uma tentativa de invadir a Noruega.

Ulrica Leonor da Suécia, sua irmã, assumiu o trono, mas foi obrigada pelo exército a assinar uma Constituição à qual não se adaptou, renunciando em 1720. Nesse período formaram-se dois partidos: o dos favoráveis a uma guerra contra a Rússia pela devolução dos territórios, chamados dos "chapéus" e os contrários à guerra, os "gorros". Os "gorros" comandaram o país de 1735 a 1765 e sua política pacifista levou a perda completa da Finlândia para a Rússia em 1742. A política económica do primeiro ministro Arvid Horn trouxe dinamismo a economia sueca no comércio agrícola e de ferro ao mesmo tempo que ingressa na Companhia das Índias Ocidentais em 1731. Tal dinamismo enfraqueceu a aristocracia e permitiu as reformas de Gustavo III da Suécia.

Referências

  1. Roberts, Michael. The Age of Liberty: Sweden 1719-1772. [S.l.]: Cambridge University Press, 2003. ISBN 978-0-521-52707-1


Precedido por
Era do Império Sueco
Era da Liberdade
1719 - 1772
Sucedido por
Era Gustaviana


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