Sua Alteza Sereníssima

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Sua Alteza Sereníssima (S.A.S.) em inglês: His Serene Highness (H.S.H.) em espanhol: Su Alteza Sereníssima em francês: Son Altesse Sérénissime é um tratamento associado a alta nobreza ocidental.

Uso no mundo da nobreza atualmente[editar | editar código-fonte]

O tratamento é tradicionalmente usado e associado a membros de famílias nobres, mais respecticamente dos principescas de Mônaco e Liechtenstein, a Casa de Grimaldi e a Casa de Liechtenstein, respectivamente. Não sendo exclusividade desta casta da nobreza, a principesca.

Uso no passado monarquíco[editar | editar código-fonte]

Também foi usado por membros de famílias nobres alemãs (até 1917), quando a revolução alemã, varreu a monarquia da alemanha.; e por membros cadetes das dinastias da França, Itália e Rússia (durante as monarquias destes três países).

Uso Casual em fatos especiais[editar | editar código-fonte]

Sendo o tratamento não exclusivo da posição principesca de nobres, o tratamento também foi utilizado em diversas ocasiões, sendo citadas abaixo as mais relevantes historicamente:

O Rei Jorge I da Grã-Bretanha era tratado como Sua Alteza Sereníssima, na condição de arquitesoureiro do Sacro Império Romano e Príncipe-Eleitor daquele império, mas se renomou mesmo como artistocrata quando se tornou de fato Sua Majestade Britânica.

O Regente do Reino da Hungria (1920-1946), o almirante Miklós Horthy, durante seu governo, usou também o tratamento de "Sua Alteza Sereníssima".

O Chanceler da Alemanha Otto von Bismarck também ostentou o tratamento de "Sua Alteza Sereníssima", concedido a ele pelo imperador Guilherme I da Alemanha, quando este ainda era Rei da Prússia.

O Rei Luís Filipe I da França, na condição de Duque de Orléans, e antes mesmo como Duque de Chantres, ou seja antes de acender ao trono real daquela nação como Rei dos Franceses, ostentou também o tratamento de "Sua Alteza Sereníssima", antes de ser estilizado "Sua Alteza Real", pelo seu primo, o rei Carlos X.

Uso em repúblicas[editar | editar código-fonte]

O Tratamento também foi usado nas seguintes repúblicas.

Uso no México[editar | editar código-fonte]

De 1853 a 1855, o presidente vitalício do México, Antonio López de Santa Anna também usou o tratamento oficial de "Sua Alteza Sereníssima".

Uso no Equador[editar | editar código-fonte]

No Equador, na Ata da Independência após a Revolução de 1809, que deu origem a Junta de Governo Autônoma de Quito, seu presidente, o Marquês de Selva Alegre, Juan Pío de Montúfar, recebeu o tratamento de "Sua Alteza Sereníssima", motivo pelo qual se considera a intenção de instaurar uma Monarquia Equatoriana.

Uso na atual república francesa[editar | editar código-fonte]

Todos os Chefes de Estado franceses (incluindo também todos os presidentes), são também por validade de antigos tratados internacionais assinados no longínquo Século XVI, estilizados "Alteza Sereníssima", que garantiu a divisão do co-tratamento com um Clérigo Católico; Como os termos do tratado se referem a todos os governantes franceses, portanto todos os presidentes franceses são também por direito 'Son Altesse Sérénissime'

Uso por monarcas de alta nobreza[editar | editar código-fonte]

Usaram este tratamento também pessoas imperiais, incluindo 2 imperadores e vários reis; Lembrando que muitos deles ficaram marcados para a posteridade com o uso deste tratamento que é um real exemplo de uma monarquia.