Sudão

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جمهورية السودان
(Jumhūriyyat as-Sūdān)
Republic of the Sudan

República do Sudão
Bandeira do Sudão
Emblem of Sudan.svg
Bandeira Brasão
Lema: النصر لنا (Al-Nasr Lana)
Em Árabe: "A Vitória é Nossa"
Hino nacional: نحن جند لله جند الوطن
Em Árabe: "Nós somos o Exército de Deus e da Nossa Terra"
Gentílico: Sudanês(a)[1]

Localização do Sudão

Localzação do Sudão no continente africano
Capital Cartum
15° 31' N 32° 35' E
Cidade mais populosa Omdurman
Língua oficial Árabe e inglês
Governo República presidencialista
 - Presidente Omar al-Bashir
 - 1º vice-presidente Bakri Hassan Salih
 - 2º vice-presidente Hassabu Mohamed Abdalrahman
Independência do Egito e do Reino Unido 
 - Data 1 de janeiro de 1956 
Área  
 - Total 1 886 068 km² (15.º)
 - Água (%) 6,0
 Fronteira Eritreia, Etiópia, Sudão do Sul, República Centro-Africana, Chade, Líbia e Egito
População  
 - Estimativa de 2011 44.632.406 hab. (33.º)
 - Censo 2007 39.379.358 hab. 
 - Urbana 40,84% hab. 
 - Densidade 17 hab./km² (194.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2007
 - Total US$ 85.272 bilhões (62.º)
 - Per capita US$ : 2.522 (134.º)
IDH (2013) 0,473 (166.º) – baixo[2]
Moeda Dinar sudanês (SDG)
Fuso horário Tempo da África Oriental (UTC+3)
 - Verão (DST) não observado (UTC+3)
Org. internacionais ONU, Liga Árabe, União Africana
Cód. ISO SDN
Cód. Internet .sd
Cód. telef. +249
Website governamental http://www.sudan.
gov.sd/en/

Mapa do Sudão

Divisão atual do país, após a independência do Sudão do Sul

O Sudão (em árabe: السودان, transl.: As-Sudan; em inglês: Sudan), oficialmente República do Sudão (em árabe: جمهورية السودان, transl.: Jumhūriyyat as-Sūdān; em inglês: Republic of the Sudan), é um país africano, limitado a norte pelo Egito, a leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteira com a Arábia Saudita, pela Eritreia e pela Etiópia, a sul pelo Sudão do Sul e a oeste pela República Centro-Africana, Chade e Líbia. O Rio Nilo divide o país em duas metades: a oriental e a ocidental.[3] Sua religião predominante é o islamismo.[4] Quase um quinto da população do Sudão vive abaixo da linha internacional de pobreza, vivendo com menos de U$ 1,25 por dia.[5]

Até 2011, o Sudão era o maior país da África e do Mundo árabe, quando o Sudão do Sul se separou em um país independente, após um referendo sobre a independência. O Sudão é hoje o terceiro maior país da África (após a Argélia e a República Democrática do Congo) e também o terceiro maior país do mundo árabe (depois da Argélia e Arábia Saudita). Sua área consiste em 1.886.068 km².

A nação é membro da Organização das Nações Unidas, União Africana, Liga Árabe, Organização da Conferência Islâmica e do Movimento de Países Não-Alinhados, bem como um observador na Organização Mundial do Comércio.[6] [7] Sua capital é Cartum, o centro político, cultural e comercial da nação. É uma República federal presidencial democrática e representativa. As políticas do Sudão são reguladas pela Assembleia Nacional. O sistema legal sudanês é baseado na lei islâmica.

Grande parte da história do Sudão é marcada por conflitos étnicos, além de um conflito interno em andamento e duas guerras civis, entre 1955 e 1972 e 1983 e 2005, na região de Darfur. Há inúmeros casos de limpeza étnica e escravidão no país.[8] O Índice de Percepção da Corrupção indicou o Sudão como o quarto país mais corrupto do mundo.[9] De acordo com o Índice Global da Fome de 2013, o Sudão tem um valor indicador GHI de 27,0, indicando que o país tem um "estado alarmante de situação de fome", fazenda desta a quinta nação mais faminta do mundo.[10] Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), de 0,414, o classifica como um dos mais baixos níveis de desenvolvimento humano no mundo.[11]

História[editar | editar código-fonte]

Estátua de um rei núbio no Sudão.

Conhecido na Antiguidade como Núbia, o Sudão é incorporado ao mundo árabe na expansão islâmica do século VII. O sul escapa ao controle muçulmano e sofre incursões de caçadores de escravos. Entre 1820 e 1822, é conquistado e unificado pelo Egito e posteriormente entra na esfera de influência do Reino Unido. Em 1881 eclode uma revolta nacionalista chefiada por Muhammad Ahmed bin' Abd Allah, líder religioso conhecido como Mahdi, que expulsou os ingleses em 1885. Ele morre logo depois e os britânicos retomam o Sudão em 1898. No ano seguinte, a Nação é submetida ao domínio egípcio-britânico. Obtém autonomia limitada em 1953 e independência total em 1956.

O Sudão está em guerra civil há 46 anos. O conflito entre o governo muçulmano e guerrilheiros não-muçulmanos, baseados no sul do território, revela as realidades culturais opostas da Nação. A guerra e prolongados períodos de seca já deixaram mais de 2 milhões de mortos.

A introdução da Sharia, a lei islâmica, causou a fuga de mais de 350 mil sudaneses para países vizinhos. Entre outras medidas, a lei determina a proibição de bebidas alcoólicas e punições por enforcamento ou mutilação.

Conflito em Darfur[editar | editar código-fonte]

A 9 de setembro de 2004 o Secretário de Estado norte-americano Colin Powell denominou o conflito em Darfur de genocídio, declarando-a a pior crise humanitária do século XXI[12] . Houve relatos de que a Janjawid (milícias governamentais) estava lançando ataques e bombardeios a vilarejos, e matando civis com base na etnia, cometendo estupros, roubando bens, terras e gado. Até o momento, mais de 2,5 milhões de civis foram deslocados, e se estima o total de mortos entre 200 mil[13] e 400 mil[14] . Estas estimativas estão estagnadas desde que os relatórios iniciais da ONU apontaram genocídio já em 2003/2004.

A 5 de maio de 2006 o governo sudanês e o principal grupo rebelde do país, o Movimento de Libertação do Sudão - MLS - assinaram o Acordo de Paz de Darfur, que tentava pôr fim ao conflito[15] . O acordo estabelecia especificamente o desarmamento da Janjaweed e desmantelamento dos grupos armados, e visava estabelecer um governo temporário no qual os rebeldes pudessem participar[16] . Somente um grupo rebelde, o SLA, comandado por Minni Arko Minnawi, aceitou assinar o acordo[17]

Mãe com criança doente no campo de refugiados de Abu Shouk em Darfur do Norte.

Desde que o acordo foi assinado, entretanto, tem havido notícias de violência generalizada na região. Surgiu um novo grupo, chamado Frente de Redenção Nacional, formado pela união de 4 grupos que recusaram-se a assinar os acordos de maio de 2006[18] . Recentemente, tanto o governo quanto as milícias islâmicas por ele apoiadas têm lançado grandes ofensivas contra os grupos rebeldes, resultando em mais mortes e mais refugiados. Conflitos entre os próprios grupos rebeldes também contribuíram para a violência[18] . Combates recentes na fronteira com o Chade deixaram centenas de soldados e rebeldes mortos, e quase 250 mil refugiados sem ajuda humanitária[19] .

A população de Darfur é predominantemente negra e de religião muçulmana, enquanto a milícia Janjawid é predominantemente árabe negra. A maioria dos etnicamente árabes de Darfur permanece longe do conflito. Os habitantes de Darfur - tanto árabes quanto não árabes - rejeitam profundamente o governo de Cartum, que não lhes forneceu nada a não ser problemas[20] .

A Corte Criminal Internacional - CCI - indiciou o Ministro de Estado para Assuntos Humanitários, Ahmed Haroun, e o suposto líder da milícia islâmica Janjawid, Ali Mohammed Ali, também conhecido como Ali Kosheib, pelas atrocidades na região. Ahmed Haroum pertence à tribo Bargou, uma das tribos não-árabes da região, e é acusado de incitar ataques contra grupos não-árabes específicos. Ali Kosheib é um ex-soldado e líder das forças populares de defesa, e é acusado de ser um dos líderes dos ataques a vilarejos no oeste de Darfur. A 14 de julho de 2008 o promotor da Corte Criminal Internacional, Luis Moreno-Ocampo, lançou 10 acusações criminais contra o presidente al-Bashir, como as de patrocinar crimes de guerra e crimes contra a humanidade[21] . Al-Bashir foi acusado pelos promotores de ter "planejado e implementado o extermínio" de três grupos tribais em Darfur por motivos étnicas[21] . Espera-se que em breve Luis Moreno-Ocampo peça aos juízes da CCI que expeçam um mandado de prisão contra al-Bashir[21] .

A Liga Árabe, a União Africana e até a França apoiaram os esforços do Sudão para suspender as investigações da CCI[22] . Eles esperam que seja considerado o Artigo 16 da Convenção de Roma, que estabelece que as investigações da CCI podem ser suspensas se ameaçarem um processo de paz[23] .

Geografia[editar | editar código-fonte]

Sudão visto de satélite, após a independência do Sudão do Sul.

O Sudão está situado no norte do continente africano, tendo o mar Vermelho como costa a nordeste (853 km). Tem uma área total de 1 886 068 km², sendo o 16º do mundo em extensão. Faz fronteira com a República Centro-Africana, o Chade, o Egito, a Eritreia, a Etiópia, a Líbia, e Sudão do Sul. Antes da independência do Sudão do Sul, o Sudão era o maior país africano em extensão territorial, com 2 505 813 km².

Os desertos da Núbia e da Líbia tem o clima árido e predominam no norte, enquanto que no sul são as savanas e florestas tropicais que tomam conta da paisagem. O rio Nilo é o principal rio do país, e é fonte de energia eléctrica e de irrigação para as plantações de algodão, principal produto de exportação, ao lado da goma-arábica. A maioria da população vive da agricultura de subsistência e da pecuária.

Da região central a sul do país o clima predominante é o tropical, tendo raras ocasiões onde o clima suptropical predomina e interfere no clima, por conta dos desertos presentes em quase todo o território.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Vista do tráfego de Cartum, a capital do país.

O censo de 1993 no Sudão, informava que a população na altura era de 25 milhões de habitantes. Desde então não foi feito um censo fiável devido à guerra civil. A ONU estimava em 2006 que a população já atingia os 41.236.378 habitantes, que corresponde a uma densidade populacional de 16,04 hab./km². As taxas de natalidade e de mortalidade são, respectivamente, de 34,53% e 8,97%. A esperança média de vida é de 58,92 anos. O valor do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,531 e o valor do Índice de Desenvolvimento ajustado ao Género (IDG) é de 0,483 (2001). Estima-se que, em 2025, a população seja de 61.339.000 habitantes.

A população metropolitana de Cartum (incluindo os distritos de Cartum, Cartum Bahri e Omdurman) está a crescer rapidamente, 5 a 7 milhões, incluindo os 2 milhões de desalojados oriundos do sul devido à guerra e do oeste e este devido à seca.

O Sudão ocupa grande parte da bacia do alto Nilo, desde os contrafortes das Terras Altas da África Oriental até ao Sara. É um imenso país que manifesta influências étnicas e culturais dos países vizinhos. Devido a Independência da região sul em 9 de julho de 2011, a sua população passou a ser predominantimente árabes e muçulmanas. A religião predominante é o islamismo sunita. De acordo com a constituição de 2005 as línguas oficiais do país são o árabe e o inglês.[24]

Cidades mais populosas[editar | editar código-fonte]

Religião[editar | editar código-fonte]

O Sudão é predominantemente muçulmano; A maioria da população está ligada ao Islão, e uma pequena minoria veneram deuses indígenas ou é cristã.

Política[editar | editar código-fonte]

O Sudão é uma república autoritária onde todo o poder está nas mãos do presidente Omar Hasan Ahmad al-Bashir; ele e o seu partido estão no poder desde o golpe militar de 30 de Junho de 1989.

Desde 2003 que a região de Darfur assiste ao extermínio da população de Darfur , por parte dos janjaweed; este é conhecido como o Conflito de Darfur.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Mapa político do Sudão anterior à independência do Sudão do Sul.

Atualmente depois da divisão com o Sudão do Sul, o Sudão encontra-se dividido em 16 estados (wilayat), que por sua vez se dividem em 90 distritos. Os estados são:

Economia[editar | editar código-fonte]

As recentes políticas financeiras e investimento em novas infraestruturas não evitam que o Sudão continue a ter graves problemas econômicos. Desde 1997 que o Sudão tem vindo a implementar medidas macroeconômicas aconselhadas pelo FMI. Começaram a exportar petróleo em 1999; a produção crescente desde produto (atualmente 520.000 barris por dia) deu uma nova vida à indústria Sudanesa, e fez com que o PIB subisse 6.1% em 2003.

Como os Estados Unidos iniciaram sanções com o Sudão desde 1997, suas petrolíferas se retiraram do país neste ano, sendo substituídas por empresas de outros países como a Total (França), KFPC (Kuwait), ONGC (Índia), Petronas (Malásia) e CNPC (China). A CNPC é controladora do consórcio Greater Nile Petroleum Operating Company (GNPOC), que inclui a Total, a ONG e a Sudapet (estatal Sudanesa). A GNPOC é responsável pela maior parte da produção sudanesa, controlando os blocos 1, 2 e 4.

O Sudão tem um solo muito rico: petróleo, gás natural, ouro, prata, crômio, asbesto, manganês, gipsita, mica, zinco, ferro, chumbo, urânio, cobre, cobalto, granito, níquel e alumínio.

Apesar de todos os desenvolvimentos econômicos mais recentes derivados da produção petrolífera, a agricultura continua a ser o sector econômico mais importante do Sudão. Emprega 80% da força de trabalho e contribui com 39% para o PIB. Este aparente bem estar económico é quase irrelevante; mais de 50% da população vive abaixo da linha de pobreza.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Educação[editar | editar código-fonte]

A educação no Sudão é garantida pelo Estado e obrigatória para crianças de 6 a 13 anos de idade. A educação primária se estende por oito anos, seguida de três anos de ensino secundário. O sistema educacional sofreu uma significativa reforma em 1990. A linguagem primária usada em todos os níveis de educação é o árabe, sendo as instituições de ensino estão concentradas predominantemente em áreas urbanas. Muitas unidades escolares foram danificadas ou destruídas ao longo dos anos de guerra civil que o país enfrentou. Em 2001, o Banco Mundial estimou que a escolarização primária atingia 46% dos alunos elegíveis e 21% dos alunos do ensino secundário. As matrículas variam muito, registrando abaixo de 20% em algumas províncias. O Sudão tem 19 universidades, entre públicas e privadas, e a língua de ensino nestas é principalmente a árabe. A educação nos níveis secundário e universitário tem sido seriamente prejudicada pela exigência de que a maioria dos homens cumpram o serviço militar antes de completar sua educação.[25]

Em 2011, a taxa de alfabetização é de 71,9% da população total, sendo que 80,7% dos homens são alfabetizados, contra 63,2% das mulheres.[26]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Feriados[editar | editar código-fonte]

Feriados
Data Nome em português Nome local Observações
1 de Janeiro Dia nacional Independência do Sudão
27 de Março Dia da Unidade Comemoração do acordo de Adis Abeba em 1972
(Varia segundo o calendário lunar) Tabaski ou Aïd el-Kebir Fim do mês do Ramadão
25 de Dezembro Natal

Referências

  1. Portal da Língua Portuguesa, gentílico do Sudão.
  2. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): Human Development Report 2014 (em inglês) (24 de julho de 2014). Visitado em 3 de agosto de 2014.
  3. Collins, Robert O. (2008). A History of Modern Sudan. Cambridge University Press. ISBN 978-0-521-85820-5.
  4. Davison, Roderic H. "Where is the Middle East?". Foreign Affairs 38 (4): 665–675. doi : 10.2307/20029452 .
  5. MPI: Population living below $1.25 PPP per day (%) Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Visitado em 30 de abril de 2014.
  6. Africa: Sudan CIA - The World Factbook. Visitado em 30 de abril de 2014.
  7. WTO: Members and Observers Organização Mundial do Comércio (OMC). Visitado em 30 de abril de 2014.
  8. 2009 Human Rights Report: Sudan (em português: Relatório de Direitos Humanos de 2009: Sudão) U.S Department of State. Visitado em 30 de abril de 2014.
  9. Corruption Perceptions Index 2013 (em português: índice de Percepção da Corrupção de 2013) Transparência. Visitado em 30 de abril de 2014.
  10. GLOBAL HUNGER INDEX (PDF) IFPRI (2013). Visitado em 30 de abril de 2014.
  11. Human Development Report 2013 (em português: Relatório de Desenvolvimento Humano de 2013) (PDF) Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2013). Visitado em 30 de abril de 2014.
  12. Powell accuses Sudan of genocide (em inglês) USATODAY.com.
  13. BBC NEWS World Africa Q&A: Sudan's Darfur conflict (em inglês).
  14. The Genocide in Darfur — Briefing Paper Save Darfur (em inglês).
  15. Darfur Peace Agreement.
  16. BBC NEWS Africa Main parties sign Darfur accord (em inglês).
  17. “Darfur Peace Agreement” Fact Sheet: Office of the Spokesman. U.S. Department of State (maio 2006). <http://www.state.gov/r/pa/prs/ps/2006/65972.htm>
  18. a b Khartoum struggles to defeat new alliance (em inglês) The Guardian.
  19. Heavy Fighting Breaks Out www.strategypage.com (11 de outubro de 2006).
  20. "Darfur's deep grievances defy all hopes for an easy solution" (em inglês).
  21. a b c Sudan's Bashir charged with Darfur war genocide World news guardian.co.uk (em inglês).
  22. Charbonneau, Louis. “France might be open to deal on Sudan’s Bashir.” Reuters 18 setembro 2008: <http://africa.reuters.com/top/news/usnBAN824794.html>
  23. “Statute of the International Criminal Court” International Criminal Court. 1 de julho de 2002. <http://web.archive.org/web/20050510175923/http://www.icc-cpi.int/library/about/officialjournal/Rome_Statute_120704-EN.pdf>
  24. Constituição do Sudão (PDF) (em inglês) texto.
  25. Country Profile: Sudan (PDF) (em inglês) Library of Congress Federal Research Division (Dezembro de 2004). Visitado em 22 de outubro de 2014.
  26. Fields Listing: Literacy (em inglês) CIA - The World Factbook (2011). Visitado em 22 de outubro de 2014.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bandeira do Sudão Sudão
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