Susan Sontag

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Susan Sontag (16 de janeiro de 1933, Nova Iorque28 de dezembro de 2004) foi uma famosa escritora, crítica de arte e ativista dos Estados Unidos da América.

Graduou-se na Universidade de Harvard e destacou-se por sua defesa dos direitos humanos. Publicou vários livros, entre eles, A vontade radical, Assim vivemos agora, O Benfeitor, Contra a Interpretação e Na América, pelo qual recebeu em 2000 um dos mais importantes prémios do seu país, o National Book Award. Publicou artigos em revistas como The New Yorker e The New York Review of Books e no jornal The New York Times.

Num de seus últimos artigos, publicado em maio de 2004 no jornal The New York Times, Sontag afirmou que "a história recordará a Guerra do Iraque pelas fotografias e vídeos das torturas cometidas pelos soldados americanos na prisão de Abu Ghraib". Ela faleceu aos 71 anos de idade de Síndrome mielodisplásica seguida de uma Leucemia mielóide aguda em 28 de Dezembro de 2004.


Índice

[editar] Biografia

Sontag nasceu com o nome Susan Rosenblatt na cidade de Nova Iorque, filha do judeu norte-americano Jack Rosenblatt e sua esposa, Mildred Jacobsen.

Sontag tornou-se consciente da sua atração por mulheres no início da adolescência, e escreveu no seu diário aos 15 anos, "so now I feel I have lesbian tendencies (how reluctantly I write this)." Aos 16, teve o seu primeiro encontro sexual com uma mulher: "Perhaps I was drunk, after all, because it was so beautiful when H began making love to me .... It had been 4:00 before we had gotten to bed ... I became fully conscious that I desired her, she knew it, too...."[1][2]

Aos 17 casa com Philip Rieff em Chicago após um namoro de dez dias. O filósofo Herbert Marcuse viveu com Sontag e Rieff durante um ano enquanto escrevia Eros and Civilization.[3] Sontag e Rieff estiveram casados oito anos, durante os quais ela trabalho no ensaio Freud: The Mind of the Moralist que seria atribuído unicamente a Philip Rieff como acordo no divórcio que ocorreu entre ambos em 1958.[4] O casal teve um filho, David Rieff, que seria mais tarde editor da obra da mãe Farrar, Straus and Giroux, e escritor ele próprio.

Na década de 1970, Sontag esteve romanticamente envolvida com Nicole Stéphane (1923-2007), uma herdeira da família de banqueiros Rothschild que se tornou actriz.[5] Sontag mais tarde assumiu uma relação com a fotógrafa Annie Leibovitz, de quem esteve sempre próxima nos últimos anos de vida; também teve casos com a coreógrafa Lucinda Childs, a escritora Maria Irene Fornes, e outras mulheres.[6]

[editar] Bibliografia

[editar] Ficção

[editar] Não ficção

[editar] Ensaios

[editar] Monografias

[editar] Ligações externas

Wikiquote
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Referências

  1. Susan Sontag: 'It was so beautiful when H began making love to me', Paul Bignell, The Independent on Sunday, 16 November 2008
  2. Reborn: Early Diaries, 1947-1964, published by Penguin, January 2009
  3. See C. Rollyson and L. Paddock, Susan Sontag: The Making of an Icon', W. W. Norton, 2000, p.38'.
  4. Ver Susan Sontag, Reborn: Journals and Notebooks 1947-1963, ed. D. Rieff, Farrar, Straus and Giroux, 2008, p.144.
  5. Leo Lerman, "The Grand Surprise: The Journals of Leo Lerman", NY: Knopf, 2007, page 413
  6. Susan Sontag (2006-09-10). On Self. The New York Times Magazine. Página visitada em 2008-02-23.
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