Swashbuckler

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O quarteto protagonista de Os Três Mosqueteiros.

Swashbuckler é uma palavra estrangeira usada hoje para denotar um tipo particular de personagem de ficção. É um termo em inglês, surgido no século XVI[1] , e em geral é usado para identificar protagonistas de narrativas que envolvem exímios e implacáveis mas também barulhentos e orgulhosos espadachins.[2] Um swashbuckler demonstrará possuir um forte senso de justiça e uma aptidão para apreciar uma luta. E calma, classe e sagacidade mesmo durante o combate.

Swashbuckler pode ser traduzido também como aventureiro e swashbuckling como fanfarronice. Nesse sentido o gênero se referia a característica dos heróis clássicos não só da capa-e-espada de desenvolverem forte camaradagem com os companheiros (sempre leais) e se divertirem juntos em várias situações envolvendo brigas em bares, prostitutas, apostas e bebidas (a mais comum entre os mosqueteiros é o vinho, os piratas apreciam o rum e alguns pioneiros o uisque e a cerveja).

Mesmo hoje, o apelo romântico do swashbuckler resiste. Os filmes contemporâneos que caracterizam swashbuckling incluem Captain Blood, O Conde de Monte Cristo, Piratas do Caribe e A Ilha da Garganta Cortada, entre outros.

Capa e espada[editar | editar código-fonte]

Um personagem swashbuckler típico é o protagonista das narrativas conhecidas no Brasil como capa-e-espada e/ou o romance de mosqueteiros. Nessas histórias ele é um jovem espadachim europeu habilidoso que vive em algum período situado entre o séculos XVI e XVIII.

Os swashbucklers capa e espada clássicos aparecem em obras populares da literatura tais como Os Três Mosqueteiros, Scaramouche e Zorro.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

Notas
  1. Oxford English Dictionary assinala uma primeira utilização em 1560.
  2. The Buckler. The Sussex Rapier School.
Bibliografia


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