Tânia Alves

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Tânia Alves
Tânia Alves em outubro de 2011
Nome completo Tânia Maria Rego Alves
Nascimento 12 de setembro de 1953 (61 anos)
Bonito de Santa Fé ou Rio de Janeiro,  Brasil
Ocupação atriz, bailarina, cantora
Outros prêmios
Festival de Gramado (1981): Melhor atriz coadjuvante, por Cabaret Mineiro
Troféu APCA (1981): Melhor atriz, por O Olho Mágico do Amor, e (1982) Lampião e Maria Bonita; Festival de Havana (1983): Melhor atriz, por Parahyba Mulher Macho.
IMDb: (inglês)

Tânia Maria Rego Alves (Bonito de Santa Fé[1] [2] ou Rio de Janeiro[3] , 12 de setembro de 1953) é uma atriz, dançarina, cantora e empresária brasileira.

Seu mais recente trabalho foi na novela Araguaia, de Walther Negrão, na Rede Globo.[4]

A atriz também atua como empresária desde 1999 e é mãe da também atriz Gabriela Alves, com quem divide a administração de um spa em Nova Friburgo.

Sempre indagada sobre o fato de fazer muitos papéis nordestinos em novelas e minisséries, ela responde:

Cquote1.svg Eu sou mestiça de negros, índios, portugueses, holandeses e judeus, imagina só. E o Brasil é isso. Um caldeirão, uma mistureba. Eu sou carioca. Minha mãe é carioca e meu pai era pernambucano. Mas não foi com ele que eu conheci os modos, comportamentos e costumes nordestinos. Foi com o diretor Luís Mendonça. Eu fiquei seis anos no “Grupo Chegança”. Por ali passaram Elba Ramalho, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Walter Breda, Tonico Pereira, Joel Barcelos, Madame Satã... Era um grupo muito louco que fazia musicais brasileiros. Minha escola é essa e, de todas as vinte e poucas peças que eu fiz, só duas ou três não foram musicais.

Eu viajei muito mambembeando com o Luís Mendonça pelo Brasil inteiro. Então eu guardo um arquivo muito grande de sotaques. Não é à toa que me chamavam na televisão pra fazer personagens nordestinos, porque os diretores iam assistir as peças de teatro e pegavam nos palcos os atores pra fazer televisão. E eles viram como eu tinha um arquivo grande de comportamentos, de costumes e de sotaques de cada estado. Porque no nordeste não fala todo mundo igual, cada estado fala diferente. Eu acho que o grande barato do ator é fingir, é ser algo completamente diferente do que ele é, então quanto mais diferente de mim, mais eu gosto. É sempre um desafio. Não gosto muito de rótulos que me prendam. De qualquer forma, essa brasilidade é uma marca registrada, mas eu gosto da liberdade de poder mudar, de experimentar.

Meu sonho é fazer uma novela do Gilberto Braga, totalmente urbana, uma mulher sofisticada. Eu tenho esse lado. Eu não vim de pau-de-arara do nordeste, como muita gente pensa [risos]. Não é assim a minha história. Eu gosto de fazer coisas sempre bem diferentes. Eu estava fazendo “Os Monólogos da Vagina”, do Miguel Falabella, que é bem internacional, bem legal. Adoro fazer Tieta, que é baiana, é musical, é brasileira. E o baiano é muito especial! Ele tem umas características muito próprias que eu adoro. Adoro a Bahia. Meus avós por parte de mãe eram baianos. Eu vou sempre pra lá.[5]

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Tânia Alves

Carreira[editar | editar código-fonte]

Na televisão[editar | editar código-fonte]

No cinema[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

  • LP Bandeira - 1980
  • LP Novos Sabores - 1983
  • LP Dona de Mim - 1986
  • LP Tânia Alves - 1987
  • LP Brasil Brazil (EUA) - 1988
  • LP Folias Tropicais - 1989
  • LP Humana - 1992
  • CD Amores e Boleros vol 1 - 1995
  • CD Amores e Boleros vol 2 - 1996
  • CD Amores e Boleros Vol 3 - 1997
  • CD Me deixas louca - 1998
  • CD Coração de bolero - 1999
  • CD Todos os forrós - 2000
  • CD De bolero em bolero - 2001
  • CD Bossas e boleros - 2003
  • DVD De bolero em bolero - 2005

Referências

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