Túlio Maravilha

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Túlio Maravilha
Túlio Maravilha
Informações pessoais
Nome completo Túlio Humberto Pereira Costa
Data de nasc. 2 de junho de 1969 (42 anos)
Local de nasc. Goiânia, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,75 m
Destro
Apelido Túlio Maravilha
Informações profissionais
Clube atual Alagoas CSE
Número 7
Posição Atacante
Clubes de juventude
1987-1988 Brasil Goiás
Clubes profissionais2
Anos Clubes Jogos (golos)
1987-1992
1992-1993
1994-1996
1997
1997
1998
1999
1999
1999
2000
2000
2001
2001
2002
2002-2003
2003
2003
2004
2004
2004-2005
2005
2005
2006
2006
2006
2006
2007
2007-2008
2009
2009
2009
2009
2010
2010
2010
2010
2010
2010-2011
2011
2011
2011
2011
2011
2011
2012
Brasil Goiás
Suíça Sion
Brasil Botafogo
Brasil Corinthians
Brasil Vitória
Brasil Botafogo
Brasil Fluminense
Brasil Cruzeiro
Brasil Vila Nova
Brasil São Caetano
Brasil Botafogo
Brasil Vila Nova
Brasil Santa Cruz
Hungria Újpest
Brasil Brasiliense
Brasil Atlético Goianiense
Brasil Tupy
Bolívia Jorge Wilstermann
Brasil Anapolina
Brasil Volta Redonda
Brasil Juventude
Arábia Saudita Al-Shabab
Brasil Volta Redonda
Brasil Fast
Brasil Canedense
Brasil Itauçuense
Brasil Canedense
Brasil Vila Nova
Brasil Itumbiara
Brasil Botafogo
Brasil Goiânia
Brasil Botafogo-DF
Brasil Potyguar
Brasil Botafogo-DF
Brasil Umuarama
Brasil Operário
Brasil Umuarama
Brasil Botafogo-DF
Brasil Barras (emp.)
Brasil Botafogo-DF
Brasil Leão de São Marcos
Brasil Manaus
Brasil Canedense
Brasil Bonsucesso
Brasil CSE
0223 00(187)
0071 000(64)
0163 00(134)
0033 000(14)
0030 000(12)
0046 000(21)
0025 000(12)
0005 0000(4)
000? 0000(6)
000? 000(30)
0014 0000(4)
000? 000(21)
0007 0000(1)
0047 000(6)
0035 000(27)
0030 000(23)
000? 0000(7)
0029 000(24)
0009 0000(2)

0012 0000(2)
0000 0000(0)
0015 000(10)
0006 0000(9)
0007 0000(7)
0017 000(16)
000? 000(26)
0022 000(14)
0001 0000(0)
0010 0000(5)
0013 000(18)
0001 0000(1)
0020 000(7)
0001 0000(1)
0001 0000(0)
0001 0000(3)
0011 000(18)
0002 0000(0)
0004 0000(1)
0001 000(1)
0004 0000(4)
0001 0000(1)
0006 0000(2)
0004 0000(7)
0010 000(8)
Seleção nacional
1990-1995 Brasil Brasil 0015 000(13)


2 Partidas e gols totais pelo
clube, atualizados até 9 de julho de 2011.

Túlio Humberto Pereira Costa
"Túlio Maravilha"
Vereador de Goiânia Bandeira de Goiania.gif
Mandato 1º de janeiro de 2009
16 de setembro de 2011
Vida
Nascimento 2 de junho de 1969 (42 anos)
Goiânia
Partido PMDB
Profissão Futebolista

Túlio Humberto Pereira Costa, mais conhecido como Túlio Maravilha (Goiânia, 2 de junho de 1969), é um futebolista brasileiro que atua como atacante.

Ele é conhecido pelos seus inúmeros gols, artilharias, recordes, times, entre outros fatos marcantes em sua carreira.

Começou a carreira no Goiás em 1987 e ganhou projeção internacional, mas foi com o Botafogo que teve o seu auge: tido como o maior ídolo recente do time[1], conquistou neste time, o Brasileirão de 1995. Nos 25 anos de carreira profissional, colecionou altos e baixos. Teve o auge no Botafogo e a decadência logo em seguida, no Corinthians. Túlio também ajudou vários times de menor expressão a se destacarem no cenário nacional, tal como aconteceu com o São Caetano, Atlético Goianiense, Volta Redonda, entre outros. Entretanto, jamais disputou uma Copa do Mundo.

É conhecido também por defender cores de inúmeros times do Brasil e do mundo. Atualmente, Túlio é o maior artilheiro do mundo em atividade no futebol.

Índice

[editar] Carreira

[editar] Profissional

Túlio estreou profissionalmente no dia 12 de março de 1987 na partida: Goiás 4 a 0 Ceres. E o primeiro técnico de Túlio no futebol profissional foi Felipão, que o tranquilizou antes de colocá-lo em campo (nesse jogo do Goiás contra o Ceres) com a seguinte frase: "Vai lá e faz o seu jogo".


Em 1989 ganhou seu primeiro título: Campeonato Goiano de 1989, numa boa campanha. Ainda nesse mesmo ano, aos 20 anos, foi artilheiro do Brasileirão de 1989 (recorde esse de mais jovem artilheiro do Brasileirão superado em 2008 por Keirrison).

Em 1990 ganhou mais uma vez o Campeonato Goiano. A carreira de Túlio começava a ganhar expressão após a final da Copa do Brasil de 1990, quando por pouco não foi campeão desse torneio. Perdeu a final para o Flamengo.

Em 1991 foi, pela terceira vez seguida Campeão Goiano e pela primeira vez, artilheiro. Já consagrado como um dos talentos da época, seu passe estava estava valorizado, e para ele ser vendido a um time brasileiro, era muito difícil.

Em 2011 uma matéria do site Globoesporte contradisse a conta dos 1000 gols de Túlio.

[editar] A Conquista da Europa: Sion

Devido ao valor muito alto pedido pelo Goiás, Túlio foi comprado por um grupo de empresários (por US$5 milhões) e repassado ao Sion, em 1992. Parecia que a carreira dele ia deslanchar de uma vez só. Conquistou o Campeonato Suíço. Na Liga dos Campeões não obteve sucesso esperado. Marcou 4 gols nessa competição. O clima gelado e a adaptação com a cultura suíça dificultaram sua passagem por lá. Logo Túlio se transferia para o Botafogo

[editar] Botafogo: A Consagração

Depois de ter saído do Sion, voltou para o Brasil para atuar no Botafogo, em 1994. Logo em sua estreia, marcou 3 gols contra o América. E assim, foi apelidado pela torcida como Túlio Maravilha. Novamente foi artilheiro do Brasileirão, dessa vez por duas vezes consecutivas: 1994 e 1995. Ele conquistou o Brasileirão de 1995, com uma final contra o Santos - com dois jogos - bastante polêmica. No primeiro jogo, vitória do Botafogo por 2 a 1. No segundo jogo, um empate em 1 a 1. A maior controvérsia foi o segundo jogo, no qual Túlio fez um gol em impedimento, após cruzamento de Sérgio Manoel,mas o Botafogo também foi prejudicado naquela final ao ter um gol anulado no primeiro jogo e um penalti não marcado. No segundo jogo,o de marcelo passos teve um toque de mão de capixaba e o gol anulado que o Santos reclama até hoje teve como origem um falta que não existiu Túlio "Maravilha" como passou a ser chamado, ficou conhecido assim também por vários de seus gols como o gol contra a Argentina: La Mano de Turbo, em 1995 na Copa América onde a Seleção Brasileira se tornou vice campeã; O golaço contra o poderoso time do Grêmio onde o chute enganou o goleiro Danrlei e marcou dando a vitória ao time do Botafogo num placar que deixou o time do Botafogo num dos melhores momentos do campeonato brasileiro e numa decisão de tirar o fôlego de jeito que parecia impossível. Aos 45 minutos do jogo contra o União, marcou o gol que deixou o time nas quartas de final da copa conmebol de 1995. Mais tarde, em 1996, conquistou mais 5 títulos: Troféu Teresa Herrera, Taça Cidade Maravilhosa, III Torneio Presidente da Rússia, Copa Rio-Brasília e Copa Nippon Ham. Neste mesmo ano, atuaria junto com seu irmão gêmeo, Télvio.

[editar] Corinthians: O Declínio

Túlio foi a maior contratação feita pelo Corinthians em 1997. Na época, o clube do Parque São Jorge fez uma parceria com o Banco Excel, que injetou bastante dinheiro em reforços. Por aproximadamente US$ 6 milhões Túlio trocou o alvinegro carioca pelo Corinthians. Além dele chegaram ao Timão jogadores como o volante Fábio Augusto, o zagueiro Sangaletti, o atacante Donizete (parceiro de ataque de Túlio no Botafogo, em 1995), o zagueiro Antônio Carlos, entre outros. O time foi Campeão Paulista de 1997 e Túlio foi artilheiro do time, apesar de ter ficado a maior parte do campeonato no banco de reservas. Ele tinha começado bem o campeonato, sendo titular na maioria dos jogos,mas se machucou e não voltou a jogar como antigamente perdendo a continuação do seu auge.Além disso neste período,o técnico Nelsinho Baptista resolveu mudar o esquema tático pelo time não estar fazendo gols com naturalidade. Assim, colocou Donizete e Mirandinha como dupla de ataque. Assim, Túlio ficou "encostado" no banco pelo resto do campeonato, só entrando no decorrer das partidas.

Quando, na época, Nelsinho Baptista disse que Túlio ia jogar o Brasileirão como titular, ele se precipitou e acabou saindo do Corinthians e indo parar no Vitória, outro time patrocinado pelo Banco Excel.

No mesmo momento em que havia a proposta do Corinthians por Túlio, o La Coruña também o cobiçava. Mas a diretoria do Botafogo não chegou a um acordo em liberar Túlio ao time espanhol. Talvez, se Túlio tivesse feito a transferência para o clube espanhol, teria disputado a Copa de 1998. A partir do Corinthians, começava a aventura de Túlio por vários times do Brasil e até do exterior. Desde o Corinthians, Túlio ainda defenderia mais 22 clubes até hoje.

[editar] Vitória

Túlio resolveu sair do Corinthians porque não aceitava ficar no banco. Na metade de 1997, se transferiu para o Vitória, outro time patrocinado pelo Banco Excel.

Formou dupla de ataque com Bebeto e foi um sucesso no Brasileirão de 1997, mas no final do ano ambos acabaram se transferindo para o Botafogo.

Os seus problemas estavam apenas começando. Seu rendimento em campo já não era mais o mesmo como no Botafogo. Não tinha mais a mesma alegria de quando atuava pelo time carioca. A sua carreira já estava ameaçada após a ida para o Corinthians.

[editar] Segunda Passagem Pelo Botafogo

Na volta de Túlio, em 1998 fez dupla de ataque com Bebeto de novo, e foram campeões do Torneio Rio-São Paulo. Foram apenas 21 gols nesse ano.

[editar] Boicotado Pelo Cruzeiro

Em 1999 fez três passagens em clubes: Fluminense, Cruzeiro e Vila Nova. No primeiro, fez apenas 10 gols, no segundo 4 (foi no Cruzeiro que ele marcara o gol 500 de sua carreira) e no terceiro, 6. Na passagem pelo Cruzeiro, o time era comandado por Levir Culpi, e por conta deste e da diretoria do Cruzeiro, praticamente não colocaram Túlio para jogar, pois o jogador ainda pertencia ao Banco Excel. O Cruzeiro não tinha interesse nenhum no passe de Túlio, pois quem ganharia era o banco. O clube deixou Túlio de lado em detrimento de Alex Alves, revelado pelo Vitória e outros jogadores "prata da casa". Como consequência disso, Túlio ficou de 4 a 5 meses só treinando.

Quando a imprensa questionava o desempenho de Túlio em 1999, dizendo que ele já estava em fase final de carreira, mesmo com apenas 30 anos de idade e 11 como profissional, o jogador não se abalou e decidiu seguir jogando.

[editar] São Caetano: A Volta Por Cima

Em 2000, foi para o São Caetano, levando este modesto e desconhecido time a subir para a Primeira Divisão do Paulistão. Ficou 6 meses no mesmo, foi campeão e artilheiro da Série A2, com 18 gols. Na partida em que decidiria o campeão, Túlio simplesmente fez um gol de bicicleta contra o Etti (atualmente com o nome Paulista), garantindo assim a elite para o São Caetano. Ele parecia ter voltado aos tempos de Botafogo.

Entretanto, Túlio ficou muito pouco tempo nesse time. Poderia ter participado dos vice-campeonatos ainda viriam pela frente, como o Brasileirão de 2000 e de 2001 e ainda a Libertadores de 2002.

[editar] Terceira Passagem Pelo Botafogo

Depois de ter saído do São Caetano, ele voltou mais uma vez ao Botafogo, onde disputou somente 14 partidas.

[editar] Santa Cruz

Em 2001 foi para o Santa Cruz e só disputou o Brasileirão daquele ano. Foram 7 jogos e 1 gol.

[editar] De Volta ao Vila Nova

Após a curtíssima passagem pelo Santa Cruz, retornou ao Vila Nova para a disputa do Campeonato Goiano desse ano. Foi, pela quarta vez campeão, e pela segunda vez artilheiro, com 16 gols.

Assim, superado do descendo em sua carreira no Corinthians, Túlio voltou ao centro das atenções, e, por consequência disso, novamente recebeu propostas do exterior, mais precisamente da Hungria, o Újpest.

[editar] Újpest

Após o término do Campeonato Goiano, se transferiu para o Újpest, em 2002. Ganhou a tradicional Copa da Hungria, ele chegou no clube na metade da competição. O sucesso de Túlio no clube foi alto, tanto é que eles queriam que o jogador ficasse. Mas, de acordo com Túlio, ele queria voltar ao Brasil para ficar mais perto da "vitrine" que é o futebol do Brasil.

Segundo Túlio, foi uma passagem perfeita, marcou 40 gols em 6 meses, apesar da Hungria ser um país que não tem mais tradição no futebol.

[editar] Atlético Goianiense

Em 2003 foi para o Atlético Goianiense, para jogar a Série C. Nesse mesmo time, Túlio marcou seu gol 600 da carreira.

[editar] Tupy

Logo após o Atlético Goianiense, passou rapidamente pelo Tupy. Disputou a Copa Espírito Santo onde marcou 5 gols, mas seu time acabou eliminado.

Em dezembro de 2003 posou nu para a revista G Magazine.

[editar] Na Bolívia

Em 2004, foi para o Jorge Wilstermann. Essa passagem foi mais pela Libertadores. Mas seu time foi eliminado logo na primeira fase. Fora a Libertadores, ele foi campeão da Aerosul e artilheiro, com 6 gols.

[editar] O Retorno ao Brasil: Anapolina

Em 2004, ao fazer seu terceiro retorno ao Brasil, jogou a Série B pelo Anapolina, onde balançou as redes só 2 vezes.

[editar] Volta Redonda

Ao lado de Sérgio Manoel, Túlio comandou este modesto time carioca à conquista inédita da Taça Guanabara. Na decisão do Carioca, na primeira partida, o Volta Redonda venceu por 4 a 3 o Fluminense. Na segunda partida, porém seu time sofreu um revés, e perdeu por 3 a 1. O Fluminense faturou o título.

[editar] Juventude

Nesse mesmo ano, também foi para o Juventude, onde disputou o Brasileirão daquele ano. Foram 12 jogos e 2 gols.

[editar] Na Arábia Saudita

Logo depois do Juventude, Túlio se transferiu para o Al-Shabab, em 2005 mas não atuou sequer uma partida.

[editar] A Volta ao Brasil: Volta Redonda

Depois do Al-Shabab, voltou novamente para o Brasil, em 2006 para o Volta Redonda. Disputou a Copa do Brasil, mas foi eliminado

[editar] Fast

Logo após a segunda passagem pelo Volta Redonda, se transferiu para este time amazonense, onde disputou pela terceira vez a Série C e mais alguns amistosos.

Túlio sentiu na pele o contraste entre ter jogado num time de ponta e num time modesto (no caso, o Fast), porque para o time disputar amistosos, teria que viajar de barco para chegar ao estádio do adversário. Este foi um dos momentos mais marcantes na carreira de Túlio.

[editar] Canedense

Na metade de 2006, foi contratado pela Federação Goiana e designado para jogar no Canedense. Túlio chegou no meio do Campeonato Goiano da Segunda Divisão, marcou 9 gols em 6 jogos (média superior a um por partida). Nesse campeonato, o time de Túlio subiu para a primeira divisão.

[editar] Itauçuense

Ainda nesse mesmo ano (2006), fechou contrato com o Itauçuense para disputar o Campeonato Goiano da Terceira Divisão. Surpreendentemente foi campeão e artilheiro, com 7 gols em 7 partidas.

[editar] Segunda Passagem Pelo Canedense

Em Janeiro de 2007, Túlio na volta para o Canedense marcou seu gol 700 em jogos oficiais, após fazer dois num jogo válido pelo Campeonato Goiano contra o Trindade (segundo sua contagem). No fim do Campeonato, marcou 16 gols em 17 partidas. Com a camisa do Canedense foram 25 gols em 23 jogos.

[editar] Novamente no Vila Nova

Com o fim do Campeonato Goiano de 2007, Túlio Maravilha volta ao Vila Nova (6 anos depois) para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série C, formando dupla de ataque com Wando. Túlio foi o artilheiro da competição com 27 gols e ajudou o time a subir para a Série B para o ano de 2008.

Na Série B de 2008, o Vila Nova, que chegou a ficar um bom tempo no G-4, perdeu terreno no final do campeonato e não conseguiu o acesso para a Série A: terminou em 6º. Mas Túlio (novamente) foi o artilheiro da competição, com 24 gols (isso com 39 anos de idade). Depois desta frustrante tentativa, ele acabou dispensado do Vila Nova.

[editar] A Carreira de Jogador e Político

Túlio e Denílson no Itumbiara.

[editar] Rumo ao Gol 1000

Em 2009 foi contratado pelo Itumbiara para a disputa do Campeonato Goiano, onde fez companhia de Denilson, como um presente pelo 100º aniversário da cidade de Itumbiara. Túlio disse que teria que jogar em um time goiano, para exercer seu mandato de vereador. E então escolheu o time acima citado. Apesar da boa campanha, o Itumbiara acabou eliminado nas semifinais do Campeonato.

[editar] Quarta Passagem Pelo Botafogo

Em 26 de maio de 2009 Túlio voltou para o Botafogo para apenas uma partida - amistosa, contra o Brasil-RS. Este último fez este jogo como preparação para a Série C de 2009. O Botafogo saiu derrotado por 2 a 1.[2]

[editar] Goiânia

Logo após esta eliminação, foi para o Goiânia para disputar a Segunda Divisão do Goianão. O time fez uma campanha ruim, e não conseguiu a classificação para a fase seguinte.[3]

[editar] Botafogo-DF

Após a eliminação no Campeonato Goiano da Segunda Divisão, Túlio voltou a jogar no Botafogo (de Brasília, que é uma filial do carioca). Seu time conseguiu subir para a Primeira Divisão e disputar a final contra o Ceilandense. Mas o Botafogo sofreu um revés, foi derrotado por 2 a 1 e perdeu o título. Após a curtíssima passagem pelo Potyguar, Túlio voltou ao Botafogo-DF para a disputa da Candangão de 2010. Seu time conseguiu se classificar para a segunda fase da competição. Mas a instabilidade do time ao longo do campeonato impediu a ida para a final do torneio. O Botafogo terminou em terceiro lugar. Em sua terceira passagem pelo clube, Túlio seguiu jogando o campeonato candango. Entretanto, num dos jogos decisivos do campeonato, contra o Gama, no dia 10 de abril, sequer foi relacionado, complicando ainda mais sua situação no clube. Não tendo oportunidades de atuar como titular, e não aceitando essa posição, se desligou do clube no 14 de abril de 2011.[4]

[editar] Barras

Em 8 de fevereiro de 2011, foi contratado por apenas uma partida, fechou contrato com o Barras para o primeiro jogo da Copa do Brasil, contra o ABC, onde chegou batizou o gol que faria, com o nome de "Cajuína". Mas como a estreia do time se deu somente no dia 24, Túlio ainda defendeu o Botafogo-DF por alguns jogos. Mas no confronto contra o ABC, O Barras foi eliminado ao empatar o jogo de ida (em casa) por 1 a 1 e perder o jogo de volta por 2 a 1. Túlio saiu de campo em branco nas duas partidas.[5]

[editar] Segunda Passagem Pelo Canedense

Túlio seguiu jogando no Canedense, pelo Campeonato Goiano da Segunda Divisão. Mas seu time terminou o campeonato com a pior campanha: 11 jogos, sendo que foram 10 derrotas e apenas 1 vitória. Foi a pior campanha de Túlio defendendo um time, sendo que na última rodada, apenas 1 torcedor pagou ingresso para assistir o jogo entre Canedense 0 x 5 Goiatuba.

[editar] Bonsucesso

Túlio após ter sido oferecido ao América do Rio, acertou com o Bonsucesso[6] com o objetivo de marcar 995 gols, onde usará o número 967. fazendo sua estreia contra o São João da Barra, pela Copa Rio.


[editar] CSE

Túlio depois de pequena passagem pelo Bonsucesso, foi contratado pelo CSE de Palmeira dos Índios como a principal contratação do clube para o campeonato alagoano 2012. Logo na estreia fez seu primeiro gol com a camisa do CSE na vitória de 2x0 sobre o Coruripe .

[editar] Gols Marcados

Gols de Túlio Maravilha
Clube Gols Período
Brasil Goiás 187 1988 a 1992
Suíça Sion 64 1992 a 1993
Brasil Botafogo 159 1994 a 1996, 1998, 2000 e 2009
Brasil Brasil 13 1995
Rio de Janeiro Rio de Janeiro 2 1995
Brasil Corinthians 14 1997
Brasil Vitória 12 1997
Brasil Fluminense 12 1999
Brasil Cruzeiro 4 1999
Brasil Vila Nova 99 1999, 2001 e 2007 a 2008
Brasil São Caetano 30 2000
Brasil Santa Cruz 1 2001
Hungria Újpest 40 2002
Brasil Brasiliense 27 2002 a 2003
Brasil Atlético Goianiense 23 2003
Brasil Tupy 7 2003
Bolívia Jorge Wilstermann 24 2004
Brasil Anapolina 2 2004
Brasil Volta Redonda 32 2004 a 2005 e 2006
Brasil Juventude 2 2005
Arábia Saudita Al-Shabab 0 2005
Brasil Fast 10 2006
Brasil Canedense 28 2006, 2007 e 2011 - presente
Brasil Itauçuense 7 2006
Brasil Itumbiara 14 2009
Brasil Goiânia 5 2009
Brasil Botafogo-DF 44 2009, 2010, 2010 a 2011 e 2011
Brasil Barras 0 2011
Brasil Bonsucesso 7 2011
Brasil CSE 8 2012
Brasil Categoria de Base 65
Brasil Seleção Brasileira 13 1987 a 1988
Brasil Jogos Festivos 41
Total 983 1987 a 2011
Atualizado em 26 de Fevereiro de 2012.


[editar] Pela Seleção Brasileira

Túlio disputou 15 partidas entre 1990 e 1995, e marcou 13 gols. O gol mais famoso foi o contra a Argentina, na Copa América de 1995, após uma ajeitada na bola com o braço.

Entretanto, em 1996, quando seria a continuidade de Túlio na Seleção Brasileira, foi disputada as Olimpíadas. E nesse torneio, Túlio estava acima da idade permitida para jogar (que era de 23), e ele acabou esquecido pela comissão técnica. Em 1997, Túlio estava em decadência no futebol, e isso contribuiu para a não mais convocação para a Seleção Brasileira.

Mesmo com as controvérsias, ele jamais perdeu uma partida pela Seleção.

[editar] Pela Seleção Brasileira

Data Competição Local   Placar Adversário Gols Ref.
1 17 de outubro de 1990 Amistoso Santiago Brasil Brasil 0 – 0 Flag of Chile.svg Chile 0 [7]
2 10 de dezembro de 1991 Amistoso Goiânia Brasil Brasil 2 – 1 Flag of Czechoslovakia.svg Tchecoslováquia 0 [8]
3 3 de maio de 1994 Amistoso Florianópolis Brasil Brasil 3 – 0 Flag of Iceland.svg Islândia 0 [9]
4 22 de fevereiro de 1995 Amistoso Fortaleza Brasil Brasil 5 – 0 Flag of Slovakia.svg Eslováquia 1 [10]
5 29 de março de 1995 Amistoso Goiânia Brasil Brasil 1 – 1 Flag of Honduras.svg Honduras 1 [11]
6 27 de abril de 1995 Amistoso Valência Brasil Brasil 4 – 2 Espanha Valencia 3 [12]
7 17 de maio de 1995 Amistoso Tel Aviv Brasil Brasil 2 – 1 Flag of Israel.svg Israel 1 [13]
8 29 de junho de 1995 Amistoso Recife Brasil Brasil 2 – 1 Polónia Polônia 2 [14]
9 7 de julho de 1995 Copa América Rivera Brasil Brasil 1 – 0 Flag of Ecuador.svg Equador 0 [15]
10 13 de julho de 1995 Copa América Rivera Brasil Brasil 3 – 0 Flag of Colombia.svg Colômbia 1 [16]
11 17 de julho de 1995 Copa América Rivera Brasil Brasil 2 – 2 Flag of Argentina.svg Argentina 1 [17]
12 20 de julho de 1995 Copa América Maldonado Brasil Brasil 1 – 0 Flag of the United States.svg Estados Unidos 0 [18]
13 23 de julho de 1995 Copa América Montevidéu Brasil Brasil 1 – 1 Flag of Uruguay.svg Uruguai 1 [19]
14 8 de novembro de 1995 Amistoso Buenos Aires Brasil Brasil 1 – 0 Flag of Argentina.svg Argentina 0 [20]
15 20 de dezembro de 1995 Amistoso Manaus Brasil Brasil 3 – 1 Flag of Colombia.svg Colômbia 2 [21]

[editar] Gol 500

Marcado em 10 de junho de 1999, na partida Cruzeiro 4 a 1 Democrata. Túlio marcou o primeiro gol do jogo, sendo este, o gol 500. Após balançar as redes pela 500ª vez, ele mostrou um slogan escrito nele "Túlio 500 gols. Brasil 500 anos".[22]

[editar] Recordes

[editar] Curiosidades

  • Já fez um ensaio nu para a revista G Magazine, em 2003 (na ocasião, deu uma polêmica entrevista para a revista, dizendo que, apesar de muitos jogadores serem gays, não podem assumir por causa dos dirigentes do futebol e da própria torcida).
  • Seu filho, Túlio Humberto Pereira da Costa Filho, nasceu no mesmo dia que o pai.
  • Um de seus lances mais famosos foi um gol de calcanhar pelo Botafogo contra o Universidad Católica, na Libertadores, aproveitando o gol aberto e indefeso do adversário. Esse gol causou polêmica e foi considerado ofensivo e desrespeitoso por muitos. Como foi uma espécie de gol de letra, ele deu ao movimento o nome de Tulheta.
  • Túlio é fã do Mickey e da Disney.
  • Túlio foi eleito vereador de Goiânia pelo PMDB, com 10.401 votos.
  • Declarou recentemente, no programa Esporte Fantástico da Rede Record (exibido no dia 21.01.2012), que deseja fazer seu gol de número 1000 pelo Botafogo, assim como os seis que o antecedem.

[editar] Frases

  • "Vou fazer e dedicar para ele o gol anticoncepcional" - sobre o atacante Dill, antes de enfrentar seu ex-time, o Goiás, quando atuava pelo Botafogo.
  • "Eu sou o Rei do Rio" - Campeonato Carioca de 1995.
  • "Ele vem jogando muito bem e só vestir a camisa 7 do Fogão, que foi minha e de Garrincha, já é meio caminho andado" - sobre o bom momento do atacante Dodô, então do Botafogo, em 2007, igualando sua importância ao do anjo de pernas tortas.
  • "Eu era como uma melancia: verde por fora e vermelho por dentro" - sobre o contraste de ter jogado no Goiás, mesmo sendo torcedor do Vila Nova.

[editar] Títulos (25)

Goiás
Sion
Botafogo
Corinthians
Vitória
Cruzeiro
Vila Nova
São Caetano
Újpest
Brasiliense
Jorge Wilstermann
Volta Redonda
Itauçuense
Seleção Brasileira
  • vice-campeão 1995

[editar] Prêmios Individuais (4)

Goiás
Botafogo

[editar] Artilharias (21)

Precedido por
Nílson
Artilheiro do Campeonato Brasileiro
1989
Sucedido por
Charles


Precedido por
Guga
Artilheiro do Campeonato Brasileiro
1994
Sucedido por
Túlio Maravilha
Precedido por
Túlio Maravilha e Amoroso
Artilheiro do Campeonato Brasileiro
1995
Sucedido por
Paulo Nunes e Renaldo

Referências

[editar] Ligações externas

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Túlio Humberto Pereira da Costa
Ferramentas pessoais
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