TV Azteca

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TV Azteca
Televisión Azteca S.A. de C.V.
País  México
Fundação 2 de agosto de 1993
Proprietário Grupo Salinas
Antigo proprietário Ricardo Salinas Pliego
Cidade de origem Cidade do México
Emissoras próprias Azteca 13, Azteca 7 e Proyecto 40
Nome(s) anteriore(s) Imevisión (1968-1993)
Página oficial tvazteca.com

A Televisión Azteca S.A. de C.V. (mais conhecida como TV Azteca) é uma rede de TV mexicana estabelecida pelo Grupo Salinas em 1993 como consequência da privatização da TV estatal Imevisión. É a segunda maior rede de televisão mexicana, perdendo apenas para a Televisa. Estabeleceu-se em 1993, seguindo o privatização, sob o presidente Carlos Salinas de Gortari, do Instituto Mexicano de la Televisión (“Imevisión”). Seu programa da capitânia é o telejornal Hechos.

A TV Azteca possui cobertura nacional, na maior parte através da TV a cabo e do DBS. Há também canais de Televisão Digital Terrestre (TDT) e em Alta Definição (HDTV) denominados de XHIMT-TDT (Azteca 24 HD) e XHDF-TDT (Azteca 25 HD). A rede opera também Azteca 13 Internacional, alcançando 13 países na América do Sul e Central.

As subsidiárias da TV Azteca incluem a rede de Azteca América nos Estados Unidos (co-possuídos com o Pappas Telecasting); Todito.com, um portal para pessoas que falam espanhol nos EUA; e Unefon, um operador móvel mexicano de telefonia focalizado no mercado de classe baixa.

História[editar | editar código-fonte]

Em 18 de julho de 1993, depois de permanecer mais de 20 anos sob a administração do governo mexicano, o canal 13 de televisão passa novamente ao setor privado. Junto com o canal 13 e sua rede nacional, são "desencorporados" o canal 7 com suas repetidoras no México e o canal 2 de Chihuahua.

Para efetuar a "desincorporação", o governo tinha que regularizar a situação legal dos canais, pois muitos deles, especialmente os da rede 7, tem o estatuto de permissão no qual impede formalmente sua venda devido ao que a legislação da matéria sinaliza que somente os canais com concessão de tv podem se ceder em operação de compra e venda.

Cria-se, então uma série de empresas paraestatais (a maior chamada Televisión Azteca) para que se convertam em concessionárias dos canais que conformam as redes 7 e 13. No final põe-se a venda das cadeias nacionais (do México), uma com canais (a do canal 13) e outra com 18 (a do canal 7).

A privatização dos que foram canais do Estado se transmite em TV a cabo depois de um largo e complicado processo de licitação pública onde participam quatro sociedades empresariais e no qual resulta como elegido para efetuar a compra o grupo Radio Televisora del Centro, encabeçado pelo empresário Ricardo Salinas Pliego, proprietário da cadeia de venda de artigos eletrodomésticos Elektra.

O grupo adquirente paga aproximadamente 650 milhões de dólares por um "pacote de meios" que inclui, além das cadeias de TV, a cadeia de salas cinematográficas da Compañía Operadoras de Teatros S.A e os Estúdios América, ambos de propriedade estatal. E algum tempo depois o que era a Imevisión se transformou em TV Azteca.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]