Taça

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Taça (do árabe vulgar Tasâ)[1] é um utensílio utilizado com função semelhante à do copo: ou seja, conter líquidos para serem ingeridos. As taças, no entanto, têm formato diferente do copo: costumam ser mais largas, menos profundas e possuir um pé. Além disso, costumam ser utilizadas em ocasiões mais formais e elegantes do que os copos. As taças também servem para premiar agremiações pela conquista de campeonatos e torneios, servindo de troféu ao vencedor.

Uma taça de vinho do porto

História[editar | editar código-fonte]

Ainda que os primeiros recipientes de tipo jarra para se beber cerveja (que é anterior ao vinho) remontem a 3000 a. C., até o II milênio a. C. não se pode começar a falar de taças propriamente ditas.

Taça argárica de argila cozida.

Durante a Idade do Bronze, a cultura argárica (no sudeste da Espanha) realizou taças com argila cozida. São objetos característicos dos enxovais funerários da fase avançada da dita civilização.

Romanos e fenícios usavam uma única taça para toda a família, que se colocava na metade da mesa para uso de todos. Devido ao seu alto preço, somente as famílias ricas podiam permitir-se uma, normalmente de luxo e muito pesada.

A situação mudou com a aparição da técnica que consiste em assoprar o vidro, o que fez mais acessível se possuir taças de vidro, ainda que elas seguissem sendo caras e frágeis. Com o passar do tempo, no entanto, as técnicas evolucionaram e o preço do vidro, e por tanto das taças, baixou.

No Renascimento, se produziram novos desenhos realmente espetaculares, com novos materiais e incrustações. Durante o século XVII, se trocou o vidro por cristal, mais brilhante e mais maleável que este.

Taça para champanha.

Em 1977, se certificaram as taças para degustação. A forma, a espessura do cristal e até a cor da taça influem na hora de se degustar o vinho e na percepção que tem o degustador sobre a bebida.

Mitos sobre as taças[editar | editar código-fonte]

Durante a Idade Média, se achava que bastava beber de uma taça feita com o corno (chifre) de um unicórnio para livrar-se do mal causado por qualquer veneno. Provavelmente a taça mais famosa é a do Santo Cálice (ou Santo Graal), a mística taça que Jesus Cristo teria usado na Última Ceia e a que se atribuem poderes sobrenaturais, tais como curar as enfermidades ou conceder a vida eterna.

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Referências

  1. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 639.
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