Teatro europeu na primeira metade do século XX

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Teatro europeu na primeira metade do século XX a Europa da primeira metade do século XX foi palco de grandes tragédias e profundas mudanças que determinaram a configuração política do mundo inteiro a partir daquele período. A primeira guerra mundial, fruto da expansão neocolonialista, deixara um rastro de destruição e insatisfações que vão culminar com os totalitarismos e a segunda grande guerra. Paralelamente, a Rússia é tomada pela revolução socialista, amplia suas fronteiras com a criação da União Soviética e em pouco tempo torna-se umas das únicas potências mundiais, dividindo com os Estados Unidos o papel de "tomar conta" dos verdadeiros perdedores dos dois conflitos.

É um tempo em que surgem nomes que vão marcar para sempre a história da humanidade, em maior ou menor escala. A Alemanha tem Hitler, a Itália, Mussolini, a Espanha tem Franco. O resto da Europa sofreu situações parecidas. E quanto à Rússia?

Uma economia essencialmente feudal, grande parte do território eternamente coberta de gelo, um povo sofrido à mercê dos desígnios de um Czar compromissado apenas com sua corte. Uma nobreza decadente, fingindo não perceber seu fim iminente, vivendo do passado, das lembranças mofadas da opulência que já não há. Esse certamente não foi o cenário imaginado por Marx para a sua Revolução, mas a história dos homens não pode ser prevista com perfeição, e é essa imprevisibilidade que a torna interessante, que nos deixa a possibilidade de almejar um futuro diferente, pelo menos.

Onde fica o teatro nesse redemoinho? Seja na clandestinidade, seja através de companhias profissionais ou amadoras, o teatro resiste, como não poderia deixar de ser. Não apenas resiste, como produz bastante. Realismo e Naturalismo continuam a influenciar as encenações, e aos poucos novas teorias vão surgindo, como o Simbolismo e o Expressionismo. Os "tempos loucos" de guerra trazem para a arte em geral o Cubismo, o Dadaísmo e o Futurismo; especificamente no teatro, vemos o nascimento do Teatro da Crueldade, do Absurdo, de Massa . O aspecto principal da primeira metade do século passado no teatro é o "Reinado do Diretor". Assim como na política, na teoria dramática surgem grandes nomes, teóricos (que não ficaram só na teoria) do porte de Stanislavsky e Brecht, que com suas obras dão fim ao convencionalismo dos repertórios, da cenografia, da apresentação e do próprio ato de interpretar, familia ferreira impelidos pelo Naturalismo, o Positivismo, o Socialismo e tantos outros ismos tão difundidos na época.